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15/08/2011 - Cerca de 1,2 milhões de metros cúbicos de produtos florestais extraídos de área para supressão vegetal da usina hidrelétrica Santo Antônio começam a sair de Porto Velho, em Rondônia. O destino é Itacoatiara, no Amazonas. As toras e a lenha ficarão sob responsabilidade do consórcio empreendedor, que providenciará a supressão e a comercialização da madeira.
As espécies com maior valor econômico são preparadas em serrarias construídas no local. Já as protegidas por lei, como a castanheira e a seringueira, podem ser doadas para instituições beneficentes, sem fins lucrativos, ou para programas de habitação popular. As análises de madeira são feitas por amostragem. A classificação é relativa à qualidade e quantidade do produto.
Analistas da Diretoria de Biodiversidade e Florestas do Ibama dizem que há ganhos sociais com a medida, como assegurar a qualidade da água no reservatório das usinas (com a retirada das árvores) e a possibilidade de novas florestas de compensação ambiental. Além disso, o trabalho gera muitos benefícios, como o pagamento de impostos sobre a comercialização da madeira e a liberação do estoque em tempo hábil para a comercialização, o que garante o aperfeiçoamento institucional do órgão federal. Melhor mesmo seria não precisar afogar uma floresta sob um lago de hidrelétrica. Como não é possível, resta fiscalizar o que está sendo feito.
Um posto de controle do Ibama, implantado na área, faz a fiscalização do Documento de Origem Florestal (DOF). Uma equipe ficou responsável por ficar permanentemente no campo para as vistorias.
Fonte:EPTV/Adaptado por CeluloseOnline
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