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04/03/2010 - As ações das companhias brasileiras de papel e celulose subiram nesta terça-feira na Bolsa de Valores de São Paulo. Esta subida das ações se deve ao impacto sobre a produção global de celulose.
As ações ordinárias da Fibria subiam 5,37%, cotadas a R$ 35,14, às 13h26. É o papel com maior valorização entre todas as ações negociadas no Ibovespa.
Os papéis preferenciais da Suzano, que não fazem parte do índice, apresentavam alta de 6,24%, negociados a R$ 20,59. A Klabin, com alta de 3,31%, era cotada a R$ 4,99.
A avaliação é que as empresas brasileiras deverão se beneficiar da paralisação das principais fábricas de celulose que estão concentradas no sul do Chile, que responde por 8% da oferta global. Espera-se nova pressão por aumento nos preços.
Na semana passada, antes do terremoto, os principais fabricantes brasileiros de celulose já tinham anunciado aumento de preço da commodity para vigorar a partir de 1º de março.
Segundo analistas, se a produção chilena ficar fora do mercado por um mês, como é esperado, os preços serão facilmente implementados e aceitos pelos clientes.
Fonte:Último Segundo/Adaptado por Celulose Online
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