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26/12/2011 - O Itaú BBA recomendou a compra das ações da Fibria (FIBR3), com base na melhora de dados de estoque de celulose e na expansão da demanda, impulsionada pelos baixos preços e processos de estocagem. Além disso, a corretora anunciou que espera uma diminuição da pressão vendedora dos papéis, prevendo que as ações ultrapassem a resistência de R$ 13,90 e busquem os R$ 15,40.
A expectativa é de novos recuos no estoque de fibra curta, o tipo mais relevante para a Fibria, o que poderia impulsionar o preço da commodity. Na China, há um processo de reestocagem em curso, sendo responsável por 80% do aumento da demanda de celulose no último mês.
Além disso, com os baixos preços da celulose de fibra curta em novembro atraíram mais compradores, resultando em uma expansão de 41% nos embarques para a China. Além disso, o Itaú considera que os preços da commodity já se encontram no piso, ou pelo menos próximo disso.
"Se considerarmos que o preço em dezembro, de US$ 648,00 a tonelada, encontra-se em patamar inferior ao registrado em novembro, de US$ 660,00 a tonelada, quando já se observava aumento da demanda, o mesmo pode ocorrer nos próximos meses, dando suporte para os preços da celulose e para as ações da empresa", comentam os analistas Rodrigo Corrêa, Cida Souza, Marcello Rossi e Fabio Perina.
Recomendação
A equipe de analise do Itaú BBA recomenda compra para as ações, com preço-alvo de R$ 22,00 para 2012, configurando um potencial de valorização de 59,42% em relação ao fechamento da última quinta-feira (23).
A empresa registra uma alta alavancagem, podendo representar algum efeito negativo sob suas ações e que uma deterioração na economia da Europa poderia pressionar ainda mais os preços da commodity, considerando que o continente ainda representa um percentual relevante da demanda por celulose, sobretudo para a Fibria.
Fonte: Info Money/Adaptado por CeluloseOnline
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