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26/11/2011 - Depois de três meses estacionado em 6%, o desemprego no país caiu e atingiu 5,8% no mês passado. O resultado reforça a expectativa do governo de que, no último trimestre, a economia voltou a crescer, superando a estagnação do terceiro trimestre. A taxa de desemprego é a mais baixa já vista em outubro. E a terceira menor desde que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou o dado na quinta-feira (24), começou a pesquisa, em 2002.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, havia dito, na Câmara dos Deputados, que está esperando crescimento próximo de zero no terceiro trimestre, quando o IBGE informar o resultado no início de dezembro. E que ainda não contava com aceleração econômica em outubro, só em novembro. “Nós vamos começar 2012 com a economia aquecendo”, afirmara Mantega, para quem a criação “forte” de empregos ajuda o Brasil contra a crise global.
Em outubro, a geração de empregos com carteira assinada tinha recuado em relação ao mês anterior (de 209 mil vagas para 126 mil). Mas, no acumulado do ano, o ministério do Trabalho registra o terceiro melhor desempenho desde 2003, com 2,2 milhões de postos.
Também neste ano, segundo o IBGE, o Brasil convive com uma taxa média mensal de desemprego, de 6,7%, que é a mais baixa desde o início do levantamento, fato que tem levado a presidenta Dilma Rousseff a dizer que o país vive uma fase praticamente de “pleno emprego”.
Pleno emprego que tem sido acompanhado de rotatividade recorde. Setembro, de acordo com o ministério do Trabalho, assistiu às maiores levas de demissões e contratações da história – mais de 3,3 milhões de movimentos na soma das duas.
CeluloseOnline com informações do IBGE
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