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14/02/2010 - A ArborGen, empresa americana especializada em biotecnologia florestal, já solicitou autorização dos órgãos reguladores dos Estados Unidos para iniciar a primeira produção mundial de eucalipto geneticamente modificado (GM).
Caso seja autorizada, a expectativa no mercado é de que, em um prazo de três anos, áreas hoje inóspitas ao eucalipto, como regiões sujeitas a geadas na Carolina do Sul, Flórida e Alabama, poderão tornar-se novas fronteiras produtivas da árvore. Além de ampliar os horizontes produtivos, a transgenia pode abrir novas possibilidades para a produção florestal, acelerando o processo de pesquisa.
Em laboratório, o eucalipto geneticamente modificado já é 5% mais produtivo do que o convencional. Mas os produtores brasileiros estão acompanhando à distância este desenvolvimento. É graças ao domínio tecnológico florestal que o Brasil se transformou em um dos maiores e mais produtivos fornecedores de celulose do mundo.
Fonte: Brasil Econômico.Adaptado por Celulose Online
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