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31/03/2010 – Arrozeiros e silvicultores afirmaram em audiência nesta terça-feira (30) que a legislação ambiental é rigorosa com os produtores. A Comissão Especial, que analisa as 11 propostas que alteram ou revogam o Código Florestal e a Lei de Crimes Ambientais aprovou o requerimento para ouvir em audiência empresas que patrocinam ambientalistas e instituições ligadas ao agronegócio.
Atendendo o requerimento feito pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB=SP), os representantes do Banco Bradesno, Wolkswagen, Coca-Cola, Colgate-Palmolive e da American Express serão ouvidos. São empresas financiadoras da organização não governamental SOS Mata Atlântica.
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) conseguiu aprovar o requerimento para que sejam ouvidos representantes das empresas Aracruz Celulose, Bunge Alimentos S/A, Klabin S/A, Sadia S/A, Companhia Siderúrgica Nacional, Camei Mineração e Metalurgia S/A e Votorantim Celulose e Papel, que, segundo ele, “financiaram as campanhas eleitorais de integrantes da Comissão do Código Florestal”.
Na audiência de terça-feira os integrantes da comissão ouviram o presidente da Federação das Associações dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul, Renato Caiaffo da Rocha, que reclamou das condições dos produtores no estado. Já o representante da Associação Mineira de Silvicultores, Dársio Calais, afirmou que tantos ambientalistas como produtores rurais têm um objetivo comum, que é o do desenvolvimento sustentável. O setor trabalha com madeiras de reflorestamento.
Fonte: Agência Câmara. Adaptado por Celulose Online.
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