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15/06/2010 - A Fibria em parceria com o Santander, pretende criar o projeto Corredor Ecológico, com o objetivo de restaurar uma área total de 150 mil hectares de Mata Atlântica. Os primeiros passos do projeto serão dados na região do Vale do Paraíba, no estado de São Paulo. Penido afirma que o projeto terá duração de dez anos. A ideia é incentivar o desenvolvimento de atividades econômicas que permitam a preservação das floresta.
O presidente do Conselho da Fibria diz que reabilitar 150 mil hectares exigirá o plantio de 200 milhões de árvores, em um investimento estimado em R$ 3 bilhões. A meta é arrecadar o valor por meio de doações de empresas e de pessoas físicas.
Mais de 50% das exportações de celulose da Fibria têm como destino o chamado mercado de "tissue", que inclui os lencinhos de papel, papel higiênico e removedores de maquiagem. A produção vai para os mercados dos EUA, da China e da Europa.
Segundo o presidente do Conselho de Administração da Fibria, José Luciano Penido, entre os principais clientes da empresa brasileira neste mercado estão a Procter & Gamble e a Kimberly Clark.
Segundo ele, essas empresas são exigentes em relação ao manejo florestal. "Para nós, consciência ambiental é negócio. Temos que garantir nossa cadeia produtiva. Mas ninguém paga US$ 1 a mais por isso."
Fonte:O Estado de S.Paulo/Adaptado por Celulose Online
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