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27/12/2011 - No início de dezembro a Futuragene, empresa de biotecnologia da Suzano Papel e Celulose, desembarcou em Xangai, na China e anunciou que está disposta a investir em um laboratório de pesquisas no melhoramento de espécies florestais destinado a atender a demanda crescente daquele país por fibras e fontes de energia renovável.
É o primeiro grande passo da Futuragene, empresa de origem inglesa adquirida pela Suzano em julho de 2010, voltada para pesquisas de melhoramento da produtividade de plantações florestais para bioenergia e biocombustíveis.
No Brasil, o investimento é principalmente em eucalipto; na China, visa o melhoramento da poplar, uma espécie local usada para fornecimento de energia para fornos de ferro gusa. "É o início de um negócio inovador que faz parte de nossa estratégia de crescimento de base florestal", disse o presidente da Suzano, Antônio Maciel ao Brasil Econômico.
Este ano, a Suzano investiu US$ 20 milhões na Futuragene, além dos US$ 100 milhões para a compra.
Mas Maciel acredita que a empresa ainda vai dar muito o que falar e destaca a participação no conselho da empresa de três nomes externos que se destacam na área: o neurocientista Miguel Nicolelis, considerado um dos 20 pesquisadores mais influentes do mundo; o especialista em gestão e planejamento José Paulo Silveira; e Allan Gould,especialista em agrobiotecnologia, ex-vice-presidente de pesquisa da unidade de Agrosciences da Dow.
Fonte: Brasil Econômico/Adaptado por CeluloseOnline
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