Fibria é líder em ranking internacional de celulose
Além do grupo, Suzano e Cenibra estão no top ten

26/07/2010 - A Fibria foi considerada a primeira empresa do setor no cenário mundial, segundo estudo recente da consultora Hawkins Wright que resultou na contagem do ‘top ten' da produção de celulose. A indicação ao ‘clube de ricos' analisou a capacidade anual de 5,325 milhões de toneladas de produção de pasta de celulose do grupo, formado pela fusão entre a Aracruz e a Votorantim Celulose.

O Brasil está representado com mais dois grupos neste ‘ranking' dos dez maiores grupos mundiais do setor nesta indústria: a Suzano, em terceiro da lista, e a Cenibra, colocada no oitavo lugar da tabela. O primeiro destes grupos brasileiros tem uma capacidade de produção anual de 1,655 milhões de toneladas, enquanto a Cenibra consegue colocar no mercado cerca de 1,2 milhões de toneladas de pasta todos os anos.

Além dos grupos brasileiros, também os grandes grupos asiáticos e Portugal com a Altri  marcam presença nesta listagem dos maiores produtores mundiais de pasta de celulose. No segundo lugar da tabela está a April, um grupo indonésio com fábricas no país natal e na China. Liberta para o mercado qualquer coisa com 3,040 milhões de toneladas de pasta por ano. Depois da Suzano, surge, em quarto lugar, a APP, um grupo sedeado em Singapura. Tem uma capacidade anual de 1,520 milhões de toneladas.

Depois da Altri, do Brasil e dos países asiáticos, o Chile é também uma potência do sector: a CMPC, com uma capacidade de 1,480 milhões de toneladas, ocupa o quinto lugar do sector. Outro grupo chileno, a Arauco, garante a nona posição desta tabela, enviando para o mercado 965 mil toneladas por ano.
Para completar esta tabela, surge a ENCE, no sexto posto, da vizinha Espanha, com uma capacidade anual de produção de pasta de celulose na casa dos 1,340 milhões de toneladas. E, por fim, aparece a finlandesa UPM, posicionada em sétimo lugar deste ‘ranking', com uma produção anual de 1,3 milhões de toneladas de pasta de celulose.

Celulose Online com informações do Econômico.Pt