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| Proposta a trabalhadores é negada pela Aracruz |
| Funcionários alegam perdas após criação da Fibria |
04/02/2010 - Após tentar incluir na proposta de acordo coletivo com os papeleiros a negociação sobre turnos de trabalho e ter a proposta rejeitada, a Aracruz (atual Fibria) se recusou a reabrir as negociações com os trabalhadores, aproximando ainda mais a possibilidade de uma greve da categoria. A proposta que a empresa se recusa a alterar retira dos trabalhadores vários benefícios. Os representantes do Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Papeleiros do Estado (Sinticel) realizaram assembléias com trabalhadores dos turnos e eles votaram e rejeitaram por unanimidade a negociação dos turnos incluída na proposta patronal de Acordo Coletivo. Após as assembléias, o sindicato enviou um ofício à empresa comunicando a decisão dos trabalhadores e solicitando a reabertura de negociações, que foi rejeitada pela Fibria. A negativa pode gerar mais revolta entre os trabalhadores e provocar uma paralisação. A empresa insiste na proposta de um abono de R$ 2 mil em troca da redução dos benefícios com saúde, abono de férias e seguro de vida. A única modificação proposta pela sucessora da Aracruz foi não alterar o plano odontológico por três anos. Segundo trabalhadores, desde que houve a fusão entre a Aracruz e a Votorantim Celulose e Papel (VCP) eles tiveram diversas perdas. Foram perdidos 150 postos de trabalho, depois da demissão de empregados em abril de 2009. Eles também alegam que foi extinta a gratificação em dinheiro para empregados a partir de dez anos e eliminou-se o ônibus do turno de vitória, prejudicando diversos trabalhadores. Também foram extintos os planos de previdência privada da empresa e a aposentadoria vitalícia em caso de acidente e invalidez permanente. Fonte: SeculoDiario.com/Adaptado por Celulose Online |