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Abaf mantém representatividade em mais de 30 conselhos estaduais e federais

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Abaf mantém representatividade em mais de 30 conselhos estaduais e federais

27/06/2016 – Há 11 anos (desde sua fundação) a Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF) procura manter um diálogo com os principais elos da cadeia produtiva; com as comunidades direta ou indiretamente influenciadas pela atividade de base florestal, com a sociedade civil organizada, com os Governos e parlamentares para sedimentar os alicerces para um crescimento ordenado e virtuoso. A cada ano cresce a influência da ABAF que, atualmente, mantém representações em mais de 30 conselhos e entidades estaduais e federais.

Nos principais fóruns decisórios, a ABAF participa de debates sobre legislações e políticas públicas sobre o setor, que tratam de questões ambientais, infraestrutura, incentivos fiscais e promoção do investimento, entre outros temas, oferecendo subsídios e soluções técnicas para o encaminhamento de questões. “Ao lado das empresas, a ABAF busca melhorar o conhecimento e a percepção sobre o setor de árvores plantadas entre as partes interessadas. No relacionamento com órgãos públicos, legisladores, imprensa e sociedade civil organizada, procura reforçar a importância do setor para a economia nacional e regional, a geração de empregos e a qualidade de vida nas comunidades rurais”, acrescenta o diretor executivo da ABAF, Wilson Andrade.

Em 2016, a ABAF conquistou novas representatividades, como a participação no Grupo Gestor Estadual do Programa de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC Bahia) e na Frente Parlamentar da Indústria; além de acompanhar a Comissão Especial do Agronegócio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA). Na Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), a entidade que representa o setor a nível nacional, atualmente a ABAF participa de dois conselhos: o Conselho Deliberativo e o de Entidades Estaduais.

Da mesma forma, a ABAF conta com parceiros em todo o Estado que ajudam a associação se fortalecer e estar mais próxima dos produtores. São elas: SINEFLOR (Norte), AIBA e Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras (Oeste), ASSOSSIL (Sudoeste) e ASPEX (Sul).  “A ação conjunta entre as associações estaduais e a Ibá dá peso e representatividade compatível com a contribuição do setor para a economia brasileira”, completa Andrade.

Há 11 anos (desde sua fundação) a Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF) procura manter um diálogo com os principais elos da cadeia produtiva; com as comunidades direta ou indiretamente influenciadas pela atividade de base florestal, com a sociedade civil organizada, com os Governos e parlamentares para sedimentar os alicerces para um crescimento ordenado e virtuoso. A cada ano cresce a influência da ABAF que, atualmente, mantém representações em mais de 30 conselhos e entidades estaduais e federais.

Nos principais fóruns decisórios, a ABAF participa de debates sobre legislações e políticas públicas sobre o setor, que tratam de questões ambientais, infraestrutura, incentivos fiscais e promoção do investimento, entre outros temas, oferecendo subsídios e soluções técnicas para o encaminhamento de questões. “Ao lado das empresas, a ABAF busca melhorar o conhecimento e a percepção sobre o setor de árvores plantadas entre as partes interessadas. No relacionamento com órgãos públicos, legisladores, imprensa e sociedade civil organizada, procura reforçar a importância do setor para a economia nacional e regional, a geração de empregos e a qualidade de vida nas comunidades rurais”, acrescenta o diretor executivo da ABAF, Wilson Andrade.

Em 2016, a ABAF conquistou novas representatividades, como a participação no Grupo Gestor Estadual do Programa de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC Bahia) e na Frente Parlamentar da Indústria; além de acompanhar a Comissão Especial do Agronegócio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA). Na Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), a entidade que representa o setor a nível nacional, atualmente a ABAF participa de dois conselhos: o Conselho Deliberativo e o de Entidades Estaduais.

Da mesma forma, a ABAF conta com parceiros em todo o Estado que ajudam a associação se fortalecer e estar mais próxima dos produtores. São elas: SINEFLOR (Norte), AIBA e Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras (Oeste), ASSOSSIL (Sudoeste) e ASPEX (Sul).  “A ação conjunta entre as associações estaduais e a Ibá dá peso e representatividade compatível com a contribuição do setor para a economia brasileira”, completa Andrade.

 

Abaf conselhos

Plano ABC – Gerido pela Secretaria da Agricultura (Seagri), o programa estadual advém do Plano ABC nacional, coordenado pelo Ministério da Agricultura (MAPA). Tendo como princípio uma abordagem integrada, com atuação ampla alinhada com o Plano Nacional, o Plano Estadual busca estimular a implantação de tecnologias produtivas sustentáveis de recuperação de pastagens degradadas, sistema de integração lavoura-pecuária-floresta, o plantio de florestas, o plantio direto na palha, a fixação biológica de nitrogênio e o tratamento de dejetos animais. Fazem parte do Grupo: o Ministério da Agricultura (MAPA), a SDR/Bahia Ater, Banco do Brasil, BNB, Conab, Ceplac, Embrapa, Ibama, UFRB, FAEB, SENAR; SINDIFIBRAS, ABAF, Instituto Biofábrica do Cacau, Instituto Cabruca, OCEB, ABAF, AIBA e Fundação BA.

Comissão Especial do Agronegócio – A iniciativa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA) reforça o compromisso da instituição no amparo às necessidades da sociedade, seja ela representada pelos seus agentes públicos ou privados. O setor de base florestal vem a ganhar maior apoio e representatividade com este trabalho desta Comissão no sentido de prezar pelo Direito Agrário e Agronegócio, entre outros assuntos de interesse para o setor.

Frente Parlamentar da Indústria – Foi criada, em 11/05, no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a Frente Parlamentar da Indústria. O objetivo é construir um canal de interlocução entre a indústria baiana e o Legislativo Estadual. O deputado Sandro Régis (DEM) fica à frente da coordenação ‘Indústria de Base Florestal’ (papel, celulose, madeira, móveis, mineração e energia). A Frente Parlamentar da Indústria está dividida em sete coordenações, que agrupam segmentos de atividades industriais correlatas. São: Indústria Química, Petroquímica, Plástico, Óleo e Gás, coordenada pelo deputado Adolfo Viana (PSDB); Construção Civil, Infraestrutura e Mineração, por Maria del Carmen (PT); Agroindústria, por Carlos Robson ‘Robinho’ (PP); Indústria Naval, Automotiva e Metal Mecânica, por Hildécio Meireles (PMDB); Indústria de Base Florestal (papel, celulose, madeira, móveis, mineração e energia) por Sandro Régis (DEM); Indústria Cosmética, Têxtil, Vestuário e Calçados, por Carlos Geilson (PSDB) e a coordenação da Indústria de Alimentos e Bebidas, com Adolfo Menezes (PSD).

Representatividades:

Fóruns Nacionais

  1. Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) – Conselho Deliberativo/ Conselho de Entidades Estaduais.
  2. Câmara Florestal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
  3. Câmara da Silvicultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
  4. Rede de Biodiversidade e Florestas da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
  5. Programa Nacional de Certificação Florestal (Cerflor).
  6. Forest Stewart Council (FSC).

Fóruns Estaduais

  1. Conselho de Comércio Exterior – Comex/FIEB.
  2. Conselho de Comércio Exterior e Relações Internacionais – Comex/ACB.
  3. Fórum Florestal do Sul e Extremo Sul da Bahia.
  4. Conselho das Bacias Hidrográficas dos Rios Peruípe, Itanhém e Jucuruçu – CBHPIJ
  5. Conselho de Infraestrutura – Coinfra/FIEB.
  6. Colegiado de Desenvolvimento Territorial do Litoral Norte.
  7. Colegiado do Território de Identidade do Extremo Sul
  8. Conselho de Meio Ambiente – Comam/FIEB.
  9. Câmara Setorial de Florestas da Bahia (Seagri).
  10. Câmara Setorial da Cadeia de Papel e Celulose da Bahia (CDI/SDE).
  11. Grupo Gestor Estadual do Plano ABC/Bahia (Seagri).
  12. Conselho Regional do SENAI-BA
  13. Comissão Especial do Agronegócio (OAB-BA).
  14. Comissão de Políticas Públicas e Relações Governamentais da ACB.

Fóruns Ambientais

1.Conselho de Proteção Ambiental do Estado da Bahia (Cepram)

1.1 Câmara Técnica de Espaços Especialmente Protegidos, Biodiversidade e  Biosegurança.

1.2 Câmara Técnica de Gestão Ambiental Compartilhada.

1.3 Câmara Recursal.

 

  1. Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Conerh)

2.1 Câmara Técnica de Povos e Comunidades Tradicionais.

2.2 Câmara Técnica de Assuntos Institucionais e Legais.

2.3 Câmara Técnica de Educação Ambiental e Mobilização Social.

2.4 Câmara Técnica de Planos, Programas e Projetos.

2.5 Câmara Técnica de Outorga e Cobrança.

Acompanhamento na Assembleia Legislativa da Bahia

  • Comissão do Meio Ambiente.
  • Comissão de Agricultura.
  • Frente Parlamentar Ambientalista.
  • Frente Parlamentar da Indústria.
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