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Aguardando tramite judicial, dragagem do porto do Rio Grande sairá em 2016

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Aguardando tramite judicial, dragagem do porto do Rio Grande sairá em 2016

Porto30/06/2015 – Apesar de estar em uma fase adiantada da licitação com propostas já apresentadas, a dragagem do porto do Rio Grande somente deve ser iniciada no próximo ano, pois aguarda a homologação do processo.

De acordo com o coordenador-geral da SEP (Secretaria de Portos), Gustavo Piccinini Dullius, projetar prazos é algo complicado, mas a intenção da pasta é concluir a licitação ainda em 2015 e, viabilizando os recursos com o Tesouro, os trabalhos começariam em 2016. O valor da iniciativa é de aproximadamente R$ 350 milhões.

“A expectativa da SEP é conseguir concretizar este ano a contratação, não somente da dragagem de Rio Grande, mas também de Santos, Paranaguá e Rio de Janeiro”, diz Dullius. Ele detalha que, no estado, trata-se de uma dragagem de adequação, para retomar o nível nas partes assoreadas e manter um calado de 18 metros.

Segundo o diretor-presidente do Tecon (Terminal de Contêineres) Rio Grande, Paulo Bertinetti, no passado, foi feito o prolongamento dos molhes (paredes de pedras artificiais que protegem o canal de acesso), com o aprofundamento do canal para 18 metros na parte externa do porto e para 16 metros na interna, no entanto, não foi oficializado um calado maior. “Tem que fazer a dragagem, mas tem que homologar (a ratificação é feita pela Capitania dos Portos)”, defende o dirigente.

Bertinetti revela que o Tecon mantém o seu plano de aplicar em torno de US$ 40 milhões em sua infraestrutura, fundamentalmente, na compra de novos equipamentos de cais e pátio. Entre as aquisições estarão três guindastes modelo STS e oito RTGs. Após a encomenda, que deve ser feita até o início de agosto, a entrega acontecerá ao final de 2016.

Outra questão destacada no encontro de quinta-feira foi o alto gasto com logística no País e como isso afeta a competitividade das companhias. O presidente do Conselho da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (Anut) e responsável pela área de logística da Gerdau, Antônio José Bacelar Teixeira, informa que o custo logístico em relação à receita bruta das empresas brasileiras é da ordem de 12,8%. No caso da Gerdau, diz Teixeira, uma opção que a companhia avalia para reduzir custos de transporte é o aproveitamento da cabotagem.

Fonte: Jornal do Comércio / Adaptado por CeluloseOnline

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