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Novo processo na CVM contra irmãos Batista

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Novo processo na CVM contra irmãos Batista

Os irmãos Batista são alvo de novo processo sancionador na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), mais um aberto após a delação premiada de ambos, no ano passado.

O alvo agora é o conselho de administração da JBS.

Ao mesmo tempo, Wesley e Joesley apresentaram propostas de termos de compromisso para tentar encerrar os casos mais complexos nos quais são acusados de irregulares na autarquia.

Além dos irmãos, o pai deles, José Batista Sobrinho, Humberto Junqueira de Farias, e Tarek Farahat são acusados pela CVM por não terem empregado o “cuidado e a diligência necessários no monitoramento da política de hedge aprovada em 2014 e os assuntos referentes às alterações propostas por trabalho de consultoria contratado pela companhia e realizado entre junho e dezembro de 2013”.

Nessa segunda acusação, apenas Farahat não é citado.

O novo processo é resultado de um inquérito administrativo instaurado em fevereiro.

Enquanto isso, os irmãos Batista tentam firmar termos de compromissos para encerrar dois casos abertos anteriormente e que são considerados os mais complexos em análise na CVM.

Um deles se refere ao processo em que a área técnica concluiu que eles tiveram vantagem indevida de quase R$ 73 milhões com a venda de ações da JBS antes da divulgação do acordo de delação premiada que veio a público em 17 de maio de 2017.

Na esfera criminal, os irmãos Batista chegaram a ser presos no ano passado por conta desse mesmo caso.

O processo analisa eventual uso de informação privilegiada e manipulação de mercado por Joesley e Wesley Batista e quebra do dever de lealdade, abuso de poder e manipulação de preços pela FB Participações – veículo por meio do qual os irmãos controlam a JBS -, que também apresentou proposta.

Wesley também quer encerrar, por meio de termo de compromisso, o processo que analisa se houve infração na compras de contratos de derivativos de dólar antes da delação. Neste caso, apenas Wesley, que era CEO da JBS, é acusado.

A empresa, a divisão Seara e a Eldorado (empresa de papel e celulose, já vendida pelos irmãos) também apresentaram suas propostas para um acordo.

Não há mais detalhes públicos, como os valores propostos.

A aceitação ou não dos termos de compromisso ainda depende de análise do comitê responsável.

Procurada, a JBS disse que não comenta sobre processos específicos e se mantém à disposição da CVM para informações ou esclarecimentos necessários.

A J&F, holding da família Batista, também não comentou.

Fonte: Valor Econômico

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Madeira, papel e celulose impulsionam números da Rumo Logística

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Madeira, papel e celulose impulsionam números da Rumo Logística

A Rumo registrou aumento do volume transportado no trimestre de 2018, conforme divulgação feita para o mercado na última terça-feira, dia 07/08.

Mesmo com a greve dos caminhoneiros em maio, a solidez da estratégia de negócios garantiu uma recuperação rápida das operações da Companhia, que é a maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil e da América Latina.

Operacionalmente, a Rumo chegou a um volume total transportado de 13,5 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil) no trimestre, 9% acima do registrado no mesmo período em 2017.

No semestre, o volume subiu 13%, alcançando 25,3 bilhões de TKU.

Mesmo com a greve dos caminhoneiros em maio (que impactou o transporte de grãos vindos do Mato Grosso), os volumes transportados em abril e junho subiram, em média, mais de 15%.

A soja foi o produto agrícola com maior volume. No segundo trimestre, foram 7,7 milhões de TKU, 25% a mais do que no segundo trimestre de 2017.

No acumulado, a Rumo transportou 17,5% a mais da commodity, que chegou ao total de 14,3 milhões de TKU.

De acordo com o vice-presidente Financeiro da Rumo, Ricardo Lewin, os números apresentados refletem o planejamento organizado da Companhia.

“Estamos crescendo em volume com eficiência em custos”, afirma Lewin.

“Isso nos permite continuar avançando em nossos resultados”.

Outro fator que ajudou na boa performance da Companhia foi o início da operação de transporte de fertilizantes em Rondonópolis (MT).

Os 298 mil TKU de insumos agrícolas carregados nos vagões da Rumo neste segundo trimestre representam 59,5% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado.

No total acumulado do semestre, o percentual de crescimento foi de 41%, com 450 mil TKU ante os 319 mil de 2017.

Nos produtos industriais, o transporte que mais cresceu foi o do segmento de madeira, papel e celulose: 461 mil TKU no segundo trimestre de 2018, um aumento de 78% em relação ao mesmo período de 2017.

No acumulado desses seis primeiros meses, o percentual ficou acima dos 100%: foram 929 mil TKU em 2018 ante 441 mil do ano passado.

Dentre os indicadores de desempenho, houve redução de 7% no consumo total de diesel pela frota de locomotivas da Companhia.

A melhora desse índice resulta tanto dos benefícios do uso de equipamentos modernos quanto da maior representatividade do volume de grãos transportados na Operação Norte, pois o fluxo dessas commodities apresenta um menor consumo médio de combustível.

O cenário em 2018 tende a se manter positivo para a Rumo. Estimativas de mercado da Companhia apontam um crescimento de 4% para a safra de soja 2017/2018 frente à anterior, tanto no Brasil como no estado do Mato Grosso, reforçando a expectativa por uma safra recorde.

Redação – Investimentos e Notícias

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Suzano abre inscrições para o Programa de Estágio e para o Jovens Engenheiros 2019

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Suzano abre inscrições para o Programa de Estágio e para o Jovens Engenheiros 2019

Suzano Papel e Celulose, apontada como a melhor empresa para se começar a carreira no País no último ranking da Você S/A, abrirá as inscrições de seu Programa de Estágio e do programa de Jovens Engenheiros na próxima quarta-feira (15).

Os selecionados passarão a atuar na Suzano a partir de janeiro de 2019.

As inscrições para o Programa de Estágio e para o Jovens Engenheiros vão até o dia 18 de setembro.

Ambos os processos são feitos em parceria com a Cia. de Talentos.

Os programas oferecem benefícios como bolsa-auxílio, assistência médica e seguro de vida, vale transporte (ou fretado nas unidades industriais), vale refeição (ou refeitório nas unidades industriais), carga horária flexível e plano de desenvolvimento diferenciado.

No Programa de Estágio, os selecionados também poderão receber uma bolsa adicional vinculada ao seu desempenho.

Além dos benefícios citados, os participantes do Jovens Engenheiros recebem convênio farmácia, previdência privada e bônus por performance.

“Buscamos jovens que tenham espírito transformador e desbravador e que estejam alinhados aos nossos valores e ao nosso jeito Forte-e-Gentil. Procuramos candidatos que queiram ser melhores a cada dia e que tenham orgulho em fazer parte de uma empresa que está presente no dia a dia de milhões de pessoas a partir de nossos produtos”, explica Júlia Fernandes, diretora executiva de Gente e Gestão da Suzano.

Programa de Estágio

Serão oferecidas para o Programa de Estágio cerca de 80 vagas, distribuídas entre  as cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo, Limeira, Suzano e Itapetininga, todas no estado de São Paulo, além dos municípios de Imperatriz (MA) e Mucuri (BA).

O programa tem duração de até dois anos e oferece um plano de desenvolvimento diferenciado, com treinamentos, ações de mentoria e uma semana de ambientação avançada na qual os estagiários têm a oportunidade de conhecer as operações e outras áreas da empresa.

Além disso, cada participante elaborará um projeto que deve contribuir diretamente com o negócio da companhia e possa ser implantado em sua área de atuação.

A oportunidade oferece aos jovens a possibilidade de demonstrar sua capacidade e seu talento e ser reconhecido de acordo com seu desempenho.

Neste ano, a dinâmica de inscrições contará uma etapa que será realizada por WhatApp.

Nela, os candidatos participarão de um bate papo online feito por meio de uma vídeo-chamada. Passada essa fase, os jovens participam de uma dinâmica chamada de Board Game Experience e, no mesmo dia, uma entrevista com o gestor.

Para participar do Programa de Estágio, os candidatos devem estar matriculados em cursos de graduação com conclusão prevista entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020, inglês a partir do intermediário e disponibilidade para estagiar entre 20 a 30 horas semanais.

As vagas disponíveis são destinadas às áreas de Novos Negócios, Comercial, Gente e Gestão, Jurídico, Suprimentos, Sustentabilidade, Marketing, Logística Internacional, Comunicação, Finanças, Inteligência de Mercado, Planejamento e Demanda, Relações com Investidores, Tecnologia da Informação, Planejamento Logístico, Florestal, Industrial, Processos & Qualidade, Manutenção, Logística, Biotecnologia e Excelência Operacional.

Podem se inscrever estudantes dos cursos de Administração, Agronomia, Astronomia, Biologia, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Comércio Exterior, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Física, Geografia, História, Letras, Matemática, Marketing, Pedagogia, Psicologia, Química, Relações Internacionais, Serviço Social e Sistemas da Informação.

As inscrições podem ser feitas até o dia 17 de setembro e todo o processo será feito em parceria com a Cia. de Talentos.

Para mais informações e inscrições, acesse o site.

Programa Jovens Engenheiros

Os candidatos selecionados para o Programa Jovens Engenheiros poderão atuar nas unidades de São Paulo, Suzano, Rio Verde, Limeira e Itapetininga, todas no estado de São Paulo, além dos municípios de Imperatriz (MA), São Luis (MA) e Mucuri (BA).

O programa tem duração de 18 meses e oferece um plano de desenvolvimento diferenciado e ações de mentoria.

O Jovens Engenheiros oferece, também, oportunidades de job rotation, treinamentos em action learning, imersão nas principais áreas de negócio e participação ativa nos projetos da empresa.

Além disso, os selecionados liderarão durante o programa um projeto que impacta diretamente os pilares estratégicos da companhia.

Essa oportunidade proporciona a ele uma exposição junto aos outros times da empresa, incluindo diferentes hierarquias e stakeholders externos.

Para participar do Jovens Engenheiros, os candidatos devem ter concluído a graduação entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 em qualquer curso de engenharia, devem possuir nível de inglês avançado e disponibilidade para viagens e mudanças de estado ou cidade.

As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de setembro e todo o processo será feito em parceria com a Cia. de Talentos. Para mais informações e inscrições, acesse o site.

Da redação

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Progroup escolhe Voith para fornecer nova máquina de papel embalagem PM 3 para a Propapier  

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Progroup escolhe Voith para fornecer nova máquina de papel embalagem PM 3 para a Propapier  

A fabricante de papel alemã Progroup AG optou pelo conceito de máquina XcelLine da Voith para equipar a nova fábrica que se tornará o carro-chefe da empresa, a Propapier PM 3 GmbH.

Com inauguração prevista para 2020, a fábrica estará localizada na cidade alemã de Sandersdorf-Brehna, localizada ao noroeste de Leipzig.

Em julho, a Progroup contratou a Voith para fornecer sua PM 3, uma máquina que terá uma largura de tela de 10.000 milímetros e uma capacidade de produção anual de 750.000 toneladas de testliner e miolo corrugado.

A Voith fornecerá o sistema de alimentação, a solução de preparação de massa BlueLine, o sistema de rejeitos, a máquina de papel com capota e seu sistema de ventilação, a ventilação do prédio como um todo, além do sistema de transporte de bobinas e a rebobinadeira. A nova máquina operará à velocidade de 1.600 metros por minuto.

máquina de papel embalagem

A Voith Paper foi escolhida pelo excelente desempenho do seu conceito de máquina XcelLine, além da sua comprovada solução de preparação de massa BlueLine, suas vestimentas e revestimentos de rolos, a rebobinadeira VariFlex XL e os serviços mecânicos de manutenção de rolos.

A construção da fábrica Propapier PM 3 está programada para o início de 2019, e sua conclusão está prevista para o segundo semestre de 2020.

Somada às suas outras fábricas localizadas nas cidades vizinhas de Burg e Eisenhüttenstadt, a fabricante de papel embalagem Progroup passará a ter uma capacidade de produção anual total de aproximadamente 1,85 milhão de toneladas.

Da redação

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Consumo de produtos químicos de uso industrial cai 7,9% no primeiro semestre de 2018

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Consumo de produtos químicos de uso industrial cai 7,9% no primeiro semestre de 2018

O consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção mais importação menos exportação, dos produtos químicos de uso industrial recuou 7,9% no primeiro semestre, sobre igual período do ano passado, segundo informações preliminares da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim.

O resultado reflete o desempenho ruim de diversas cadeias industriais atendidas pela química

A queda na demanda se deve ao arrefecimento da atividade econômica, notadamente a partir de março, em relação ao final do ano passado, mas sobretudo pelos impactos adversos da paralisação dos caminhoneiros, entre maio e junho, sobre a atividade do setor e da economia como um todo.

“Os índices do segundo trimestre do ano ficaram muito aquém do que se previa inicialmente. Todos os componentes que integram o cálculo do CAN tiveram recuos, em volume, no período: índice de produção -4,74%, importações -19,3% e exportações -23,2%”, explica a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira.

Pela natureza dos produtos químicos, alguns altamente perigosos, e pela produção em processo contínuo, há limite estreito para o armazenamento de produtos.

“Por essa razão e por não ter como escoar produtos no período de paralisação dos caminhoneiros, muitas empresas tiveram que adotar planos de contingência em relação à produção. Estimativas apontam que o faturamento do setor pode ter ultrapassado os 50% de recuo em relação a um período ‘normal’ de vendas”, completa Fátima.

Como resultado o nível médio de utilização da capacidade instalada ficou em 75%, dois pontos percentuais abaixo do que havia sido registrado em igual período do ano passado.

No acumulado do 1º semestre de 2018, o índice de preços subiu 18,56%, tendo sido registradas seis altas mensais consecutivas entre janeiro e junho, reflexo das flutuações do mercado internacional.

A alta de preços dos produtos químicos no mercado internacional foi puxada pelo petróleo (+37,3% de janeiro a junho, no que se refere ao barril do óleo Brent) e pela nafta petroquímica (+25,6% de janeiro a junho).

Ademais, com reflexos sobre a atividade química, destaca-se também a valorização do dólar no mundo e, em particular, no Brasil, em relação ao Real, +16,6% nos primeiros seis meses do ano.

Após um período de 27 meses consecutivos de resultados positivos, o índice de produção inverteu o sinal em março, passando a apresentar recuo de 0,84% de julho de 2017 a junho de 2018, em relação aos 12 meses imediatamente anteriores.

A variável do índice de vendas internas teve alta de 1,03% nos últimos 12 meses findos em junho.

Após resultados positivos entre 2014 e 2016, a parcela da produção local destinada ao mercado externo, vem exibindo recuos desde dezembro do ano passado.

Nos últimos 12 meses, as vendas externas caíram 12% sobre igual período anterior.

No que se refere às importações, também houve redução em volume, de -4,4%, sobretudo pelo recuo das compras dos intermediários para fertilizantes.

“Como resultado dos problemas recentes na produção e da queda da importação, além do menor ritmo da atividade econômica, o CAN diminuiu o ritmo, passando a demonstrar recuo de 2,2% nos últimos 12 meses, contra 6% de crescimento durante todo o ano passado”, conclui Fátima.

Da redação

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Suzano lança Bluecup para reduzir dependência brasileira por papelcartão importado

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Suzano lança Bluecup para reduzir dependência brasileira por papelcartão importado

A Suzano Papel e Celulose acaba de lançar o Bluecup, um papelcartão que tem como grande diferencial ser um produto desenvolvido no Brasil a partir de fontes renováveis.

A novidade atenderá o mercado nacional de copos descartáveis, que atualmente é abastecido sobretudo por produtos de fontes não renováveis ou por papéis fabricados na Ásia, Europa e América do Norte.

A produção do Bluecup resultará na oferta em todo o território nacional de um papelcartão específico para a confecção de copos descartáveis.

As características físicas desse novo papel são propícias para o crescimento do mercado gráfico nacional em segmentos onde há maior foco em ações de marketing, sobretudo entre os end-users dos setores de fast foods e redes de café e sorvetes.

“Este é um mercado que movimenta aproximadamente 580 mil toneladas por ano no Brasil, porém os produtos de fontes renováveis respondem por uma fatia bastante reduzida deste volume. Temos, portanto, um grande potencial de evolução e queremos ajudar os convertedores de copo a desenvolverem esse mercado”, explica Leonardo Grimaldi, Diretor Executivo de Papel da Suzano Papel e Celulose.

Além do apelo ambiental, outro importante diferencial proveniente do Bluecup será a capilaridade de oferta.

A Suzano terá uma rede composta por 24 pontos para a distribuição do produto em todo o País, a partir da qual os convertedores terão acesso facilitado a estoques e a produtos convertidos.

A companhia, que é reconhecida pelo pioneirismo em inovação na indústria de papel e celulose, acredita na revolução que o novo papelcartão pode trazer para o mercado.

Por isso, realizou pesquisas e testes durante mais de um ano e meio até desenvolver o Bluecup, um papel reciclável produzido a partir de eucalipto certificado.

Com a oferta local de um papelcartão mais branco, os end-users poderão utilizar os copos descartáveis como ferramenta de marketing, ou seja, adotar uma nova opção de comunicação para reforçarem suas marcas de forma diferenciada.

Da redação

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Brasil ocupa 55ª posição em Ranking Internacional de Liberdade no Setor Elétrico

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Brasil ocupa 55ª posição em Ranking Internacional de Liberdade no Setor Elétrico

Segundo estudo da Abraceel, país está entre os “lanterninhas”, atrás de economias como Colômbia e Chile. Acesse aqui o press kit completo desse assunto: http://www.chatmag.com.br/board/abraceel-press-kit

A Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) acaba de lançar a mais nova versão do Ranking Internacional de Liberdade no Setor Elétrico.

Nesse novo levantamento, o Brasil continua a apresentar um péssimo desempenho na Portabilidade da Conta de Luz, ocupando a 55a posição, na frente somente da China, entre as economias mais importantes do planeta (ver tabela completa abaixo).

O Ranking Internacional de Liberdade no Setor Elétrico é um estudo comparativo que mede a possibilidade de os consumidores em cada país poderem escolher seus fornecedores de eletricidade.

Em 2018, diversos países permitem que seus consumidores tenham total liberdade de escolha.

Dentre esses, quando se compara o total do consumo de eletricidade no país, o Japão ocupa a liderança, seguido pela Alemanha, Coréia do Sul, França e Reino Unido.

“O levantamento mostra claramente como o Brasil está na contramão das grandes economias mundiais”, explica Reginaldo Medeiros, presidente da Abraceel.

“Estamos muito atrasados em nosso cronograma de abertura do mercado”, complementa.

É preciso destacar que o ranking da liberdade de escolha é importante porque reflete o grau de competitividade existente no mercado de energia elétrica, o que se traduz em preços mais baratos para os consumidores.

No Brasil, por exemplo, os consumidores que podem escolher seu fornecedor obtiveram, nos últimos 15 anos, preços cerca de 23% mais baixos do que os consumidores que não têm opção.

Para se ter ideia, a liberdade de escolha no setor elétrico do Brasil está atrás de todos os países do Mercosul e até mesmo de outros da América Latina como Bolívia, México, Peru, Equador e República Dominicana.

Entre os países com algum grau de liberalização no setor elétrico, o Brasil é onde se exige o maior requisito para se tornar um consumidor livre.

Segundo Medeiros, a chance para o Brasil reverter essa situação é a aprovação, na forma de um projeto de lei, das medidas recentemente propostas de reforma do setor elétrico.

“Se acelerarmos o cronograma proposto, será um grande avanço para a abertura”, complementa o presidente da Abraceel.

A proposta do Ministério das Minas e Energia de reforma do setor elétrico prevê uma abertura para o Grupo A de alta tensão, composto por 182 mil pequenas e médias indústrias e comércios do Brasil, somente em 2026.

Um estudo da Abraceel mostra que inexistiria impacto para as distribuidoras, para a segurança jurídica do setor e para os contratos vigentes se o benefício fosse adiantado para 2021.

“Como mostra o ranking, não temos tempo a perder em comparação com os outros países”, conclui Medeiros.

Da redação

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13º Congresso Anual Latino-Americano da RISI

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13º Congresso Anual Latino-Americano da RISI

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) participa do debate “Papel de impressão e especialidade: a indústria de papel de jornal e escrita vive um renascimento?”, que pretende discutir  o novo momento do mercado de newsprinting e a importância de ações cooperativas no combate a concorrência desleal, que inunda o mercado com papel com desvio de finalidade.

O debate será no dia 15 de agosto, às 15h, durante o 13º Congresso Anual Latino-Americano da RISI.

A palestra contará também com a participação de Leonardo Grimaldi, Diretor Executivo de Papel da Suzano; Iris Chyi, da University of Texas; e Levi Ceregato, presidente Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF).

O Congresso inteiro tem três dias, entre 13 e 15 de agosto, no Hotel Renaissance, em São Paulo.

Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Ibá, explica que apesar do momento social de grande conexão e digitalização, o mercado de papel não será extinto.

O consumo de papel de imprimir e escrever ainda deve crescer em regiões emergentes como parte da Asia, da Europa Oriental e América Latina.

Adicionalmente pesquisas indicam as preferências de consumidores pelo papel e maior confiança em materiais impressos comparativamente a materiais digitais. Pesquisa da Two Sides indica que 72% preferem consumir livros e revistas por meio do material impresso, enquanto 55% preferem ler uma notícia em um jornal físico do que online.

Outro ponto é que 67% dos entrevistados concordam que gastam muito do seu tempo com dispositivos eletrônicos, ou que há sobrecarga digital em sua vida.

“As pessoas gostam de estar conectadas, mas para ler consideram livros e revistas impressas mais agradáveis. Além disso, sentem preocupados com os eventuais impactos da extrema exposição a dispositivos eletrônicos em sua saúde e acreditam que vale a pena ficar offline e apreciar livros e revistas impressas, meios com mais credibilidade em um mundo de fake News”, disse Elizabeth de Carvalhaes.

Além disso, o debate deverá abordar ações desenvolvidas de forma cooperativa entre empresas, associação e poder publico, para controlar do desvio de finalidade do papel imune, que tem causado prejuízos aos cofres públicos de cerca de R$ 3,5 bilhões em 10 anos e criado concorrência desleal em todo o Brasil.

Esta é uma das fortes linhas de ação do setor, que visa garantir a competitividade dos produtores de papel em um mercado inundado com papel ilegal.

“Os esforços da Receita Federal do Brasil, das Secretarias de Fazendo dos Estados e de toda a cadeia produtiva do papel, gráficas e embalagens têm resultado em uma pressão no mercado de desvio de finalidade do papel imune. Mas com a perspectiva de retomada econômica, essa prática pode acelerar, por isso, é fundamental intensificar a fiscalização e fazer com que o RECOPI transforme-se, de fato, em um sistema de alcance nacional, com a regulamentação e habilitação por parte de todos os Estados”, disse Elizabeth de Carvalhaes.

Da redação

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BB Investimentos espera resultados positivos para setor de papel e celulose

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BB Investimentos espera resultados positivos para setor de papel e celulose

O Banco do Brasil (BBAS3) Investimentos avalia que o segundo trimestre de ano deve trazer balanços que confirmam o momento positivo para o setor de papel e celulose, fundamentados nos melhores preços dos produtos, maior demanda na China e Europa, além da valorização do dólar.

Apesar disso, os analistas lembram que a greve dos caminhoneiros, em maio, deve trazer importante impacto nos resultados trimestrais. Com a logística afetada, as empresas não tiveram como enviar produtos aos clientes e nem como reajustar preços.

No segmento de papel, os preços mais altos no mercado internacional, juntamente com maior resiliência no mercado doméstico abriram espaço para aumento de preços.

O BB-BI destaca que devemos ver implementação de preços que foram anunciados no início do ano e volumes vendidos com leve alta na base trimestral, em razão da greve, a qual afetou a produção no trimestre.

Com isso, o braço de investimentos do BB espera que o período tenha resultados parecidos com o do primeiro trimestre, uma vez que foram meses mais robustos do que o esperado, apesar dos efeitos não-recorrentes.

Para o segundo trimestre, a expectativa é que a Fibria (FIBR3) registre receitas de R$ 4,622 bilhões, o que representa alta de 25,1% na base trimestral e de 66,5% na anual.

O lucro deve atingir R$ 723 milhões, ficando 17,5% acima dos três primeiros meses do ano.

Já para Suzano (SUZB3), a aposta do BB-BI é de receitas de R$ 3,215 bilhões, alta de 7,2% no trimestre e de 27,1% no ano.

O lucro líquido estimado é de R$ 527 milhões, ficando 35,2% abaixo dos R$ 813 milhões dos três primeiros meses do ano, e 165,3% acima do mesmo trimestre do ano passado.

Fonte: Money Times

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Fibria vê demanda por celulose ‘muito boa’ até o fim do ano

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Fibria vê demanda por celulose ‘muito boa’ até o fim do ano

A produtora de celulose Fibria vê a demanda pela matéria-prima do papel elevada até o final do ano pelo menos, com restrições na China sobre importações de papel reciclado e entrada em operação de novas máquinas que consomem o insumo, afirmaram executivos da companhia nesta quarta-feira.

“Continuamos vendo demanda muito boa (por celulose) no terceiro e quarto trimestres, pela própria dinâmica dos clientes…Não tem nenhuma razão para nenhum mercado começar a reduzir demanda”, disse o diretor comercial da Fibria, Henri Philippe Van Keer, durante teleconferência com jornalistas.

Por conta da demanda elevada e oferta restrita, os preços da celulose devem continuar em elevação nos próximos meses, afirmou Van Keer, evitando fazer projeções específicas.

Já o presidente da Fibria, Marcelo Castelli, afirmou que a empresa avalia que a demanda por celulose deve continuar forte nos próximos dois a três anos. Segundo ele, a China deve continuar um dos principais países demandantes de celulose, o que pode fazer a empresa optar mais adiante por vender mais ao país que em outras regiões do mundo.

A empresa divulgou mais cedo crescimento de 133 por cento na geração de caixa recorde medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) no segundo trimestre sobre um ano antes, para o recorde de 2,5 bilhões de reais.

Castelli afirmou que o desempenho poderia ter sido melhor, não fossem impactos da greve dos caminhoneiros no fim de maio, que causou perda de 67 mil toneladas de produção, equivalente a três dias, e fez a empresa deixar de vender 100 mil toneladas de celulose.

Mas o executivo comentou que a Fibria já voltou a operar em ritmo normal e que a empresa não deixou de cumprir contratos de entrega de celulose durante a greve. A empresa deve recuperar as vendas nos próximos meses e não programa nenhuma parada de produção para manutenção no segundo semestre, disse Castelli.

A Fibria voltou a reduzir o endividamento no período e, segundo o diretor financeiro, Guilherme Cavalcanti, “a perspectiva é de redução ainda mais intensa nos próximos trimestres” diante de uma comparação favorável com 2017, quando o câmbio e os preços de celulose estavam em níveis inferiores.
Por Alberto Alerigi Jr. –

Fonte: Extra

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