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O fim do currículo de papel? Entenda como será o currículo do futuro

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O fim do currículo de papel? Entenda como será o currículo do futuro

Menos papel, mais interatividade. É assim que estudo da Michael Page, consultoria global de recrutamento para posições de alta e média gerência, imagina o currículo do futuro.

Esse seria o fim das preocupações com o melhor modelo de currículo para utilizar, com as datas e descrições de cargos que ocupou e com certificados de inglês em papel que ficam no fundo da gaveta.

“A palavra de ordem é sustentabilidade: cada vez menos papel e cada vez mais interatividade”, fala Roberto Picino, diretor executivo da Michael Page.

A consultoria projeta que dentro de um curto prazo, cerca de 10 anos, haverá uma plataforma interativa que servirá como portfólio completo e totalmente digital para os profissionais.

E, claro, com auxílio de tecnologias de ponta, como inteligência artificial.

Segundo Picino, em 40 anos de atuação com recrutamento e seleção, a Michael Page já presenciou muitas mudanças no currículo e, observando as demandas atuais, consegue ver uma nova transformação no mercado.

“É um tema presente e em evidência ano após ano: como apresentar o CV de forma convidativa e conveniente?”, diz.

Colocar foto no currículo, por exemplo, já foi uma grande polêmica. Agora, com o mundo digital, a questão se tornou quase irrelevante.

“Essa discussão eterna cai por terra quando estamos conectados na rede. Com uma busca será possível achar fotos do candidato pela internet”, explica.

O sistema parecido com um site pessoal terá suporte multimídia e comando de voz, segundo a consultoria.

Também será atualizado constantemente, com um registro definitivo de experiências, certificados, habilidades técnicas e comportamentais.

O trabalho é uma parceria com a Foresight Factory, empresa global de análise de mercados e predição de tendências de tecnologia e comportamento.

O currículo do futuro será amplo e personalizado, como uma curadoria de sua marca pessoal e um registro histórico.

O movimento de mudança já é observado pelas empresas de recrutamento, que já usam ferramentas online para seus processos seletivos, e nas redes sociais, como o LinkedIn.

“Vai fazer parte do dia a dia em pouco tempo e vemos a transformação como um caminho sem volta. As pessoas vão se adaptar como foi com os aplicativos de transporte pessoal. É difícil sair hoje na rua e acenar para chamar um táxi”, fala o diretor da Michael Page.

Confira algumas das tendências para o futuro do currículo:

Assistente pessoal

O currículo será uma interface única de apresentação e de contato com o profissional.

Com tanta informação, ferramentas tecnológicas de ponta, como comando de voz e inteligência artificial, vão auxiliar na interação e busca por conteúdo.

Controle de privacidade

Com tanta informação, será necessário um sistema de segurança e controles de acesso para diferentes pessoas.

Assim, o profissional poderá adaptar quem pode ver informações específicas em seu currículo e quais são mais relevantes para o cargo que busca ocupar.

Documentos e certificados digitais

Todas as conquistas e certificados poderão ficar registrados de forma permanente, economizando o tempo do candidato de buscar um documento e do recrutador para verificar as informações.

“Isso é perfeitamente factível e vai dispensar trabalhos burocráticos. Seus dados da universidades estarão conectados, por exemplo. As datas ficarão mais acertadas e será possível checar tudo eletronicamente”, comenta o diretor.

Segurança

A consultoria prevê o uso de blockchain, tecnologia de registro digital com criptografia, para proteger as informações dos candidatos.

Além de garantir que os dados não serão alterados ou fraudados.

“Assim, não vamos perder informações e saberemos as versões diferentes do CV, que vai ser sempre melhorado e aprimorado”, comenta.

Novas habilidades

O CV do futuro também vai mostrar as capacidades comportamentais do profissional.

“Poderá ser através de testes de personalidade ou dados sobre entregas de metas. O candidato vai poder mostrar a análise de seus resultados, narrando sua história e levando isso para a entrevista de emprego. Isso estará amarrado ao seu histórico de atividades”, diz Picino.

Fonte: Exame

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MBA aumenta salário em até 27%, enquanto inglês proporciona acréscimo de 16%

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MBA aumenta salário em até 27%, enquanto inglês proporciona acréscimo de 16%

A exigência por profissionais cada vez mais especializados e com múltiplas competências é uma constante em um mercado de trabalho marcado por frequentes avanços tecnológicos, surgimento de novos cargos e mudança nas relações de trabalho.

Entre as diversas variáveis, é difícil escolher em que investir para atualizar o conhecimento e obter sucesso, tanto para quem está começando a carreira quanto aqueles que estão em processo de recolocação.

A DNA Outplacement (www.dnaoutplacement.com/br), junto à DNA OPM, empresa do mesmo grupo, indica em estudo o que tem mais peso para o contratante.

O MBA é um dos fatores que proporcionam maior retorno aos brasileiros. Se o curso for feito no próprio país, o incremento mensal no salário pode chegar a 19%; se for nos EUA, chega a atingir 27%.

Assim, um Diretor que ganha, em média, R$ 32 mil de salário bruto por mês, por exemplo, passaria a receber cerca de R$ 38 mil, no primeiro caso, e R$ 40,5 mil se estudar fora.

“É um investimento com uma ótima taxa de retorno”, afirma Hugo Liguori, Diretor Regional da consultoria no Brasil. A pesquisa ainda apurou que o acréscimo no rendimento para os brasileiros com MBA é maior que em alguns países da América do Sul, como Peru (17%) e Chile (15%).*

Para o currículo dos mais jovens, a pós-graduação também é bastante valorizada por oferecer um conhecimento mais específico ao profissional, segundo Liguori.

Já no caso de profissionais que queiram mudar de carreira, o ideal é procurar um curso de especialização, mais rápido e voltado à parte prática, do que investir em uma graduação, que dura no mínimo quatro anos e tem carga teórica muito maior.

“Não vale a pena fazer outro bacharelado se já tem curso superior. Ter muitas faculdades no currículo não gera tanto apelo ao mercado quanto algo mais direcionado”, indica.

O domínio de idiomas também é uma vantagem para os profissionais.

estudo da DNA Outplacement aponta que o inglês é o mais requisitado, com incremento de 16%, em média, no salário.

Em seguida vêm o espanhol; o alemão – 10% do PIB brasileiro vêm de empresas alemãs –; o francês, já que muitas companhias desta origem se instalam no país; e o mandarim, devido à abrangência dos investimentos chineses.

O impacto no rendimento mantém a proporção de 15% a 20%.

“Saber mais de uma ou até duas línguas é um atrativo em qualquer momento da carreira, gerando oportunidades diferenciadas ao profissional”, destaca o especialista.

Se o aprendizado do idioma for feito durante uma experiência fora do Brasil, as vantagens aumentam ainda mais.

Os intercâmbios estudantis têm valorização e importância – principalmente para quem está entrando no mercado de trabalho.

A experiência sinaliza iniciativa, coragem para encarar novos desafios e sair da zona de conforto, além de estimular a socialização com pessoas desconhecidas, o que ensina a lidar com questões interculturais.

Investir em trabalho voluntário também tem grande peso para o profissional, que demonstra empatia e pode ser uma influência positiva em cargos de liderança e gestão de equipe, por exemplo, e reflete ainda mais para aquele que deseja trabalhar em uma empresa com valores fortes e pegada mais social.

Por fim, o tempo de trabalho e cargos também são significativos.

Uma longa passagem por uma única companhia é interessante se houve promoções periodicamente, porém a diversificação ajuda o profissional a ter uma visão mais ampla – segundo a DNA, a média é passar por quatro companhias diferentes antes de alcançar uma posição mais alta na carreira.

É fundamental que o profissional faça uma boa análise do mercado, defina seus objetivos a curto, médio e longo prazos e avalie o que já consegue oferecer, para depois investir em determinada habilidade que deseja desenvolver, eventualmente com a ajuda de uma empresa especializada.

“Não podemos esquecer que o lado emocional e o psicológico são particularmente relevantes e, às vezes, o suporte nessa área deve ser ainda maior. Por isso, um programa de outplacement pode ajudar, já que engloba tanto esses aspectos quanto os profissionais”, declara Hugo Liguori.

*Valores calculados com base na cotação U$ 1 = R$ 3,75, de 11/10/2018.

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Biotecnologia oferece amplo mercado e alta empregabilidade

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Biotecnologia oferece amplo mercado e alta empregabilidade

Quem adora ciências biológicas, mas também gosta de ciências exatas, tem grandes chances de se encantar e se encontrar com a Biotecnologia.

O curso de quatro anos, ofertado pela PUCPR, capacita os estudantes a utilizar técnicas de engenharia genética, genômica, biologia molecular, cultivo celular, bioinformática, entre outros conhecimentos científicos de vanguarda para atender crescentes demandas da sociedade e promover a qualidade de vida.

“O profissional realiza o desenvolvimento e a aplicação de células, tecidos, biomoléculas e microrganismos para gerar novos produtos, processos e serviços”, explica a coordenadora do curso de Biotecnologia da PUCPR, Karen Kubo.

Por essa razão, um biotecnologista pode atuar em diferentes áreas, tais como saúde, meio ambiente, indústria, agricultura, produção de bioenergia e muito mais.

Na matriz curricular do curso, os estudantes contam com disciplinas comuns, específicas e eletivas.

As comuns possibilitam o trabalho em turmas multiprofissionais.

As específicas, como Medicina Regenerativa, Biofármacos, Biocombustíveis e Biorefinarias, Processos Industriais Biotecnológicos e Melhoramento e Transformação Genética de Plantas exemplificam a multidisciplinaridade do curso.

Já as eletivas permitem que o estudante personalize parte da graduação de acordo com as suas afinidades, podendo realizar as trilhas de Melhoramento Genético de Animais ou de Tecnologia e Análise de Alimentos.

Além disso, eles podem usufruir de uma estrutura de laboratórios completa, eventos e projetos de iniciação científica – sempre sob a orientação de professores mestres e doutores de alto nível.

“Preparamos os nossos estudantes para atuar tanto no ramo de Pesquisa e Desenvolvimento, quanto em laboratórios de análises genéticas e diagnóstico, indústrias farmacêuticas, alimentícias, de insumos e de cosméticos, controle de qualidade, ciência forense, entre outros setores”, relata o professor do curso, Humberto Madeira.

“Há, ainda, a possibilidade de empreender nas áreas de biorremediação, produção de inoculantes para a agricultura e serviços laboratoriais”, completa.

Procurados pelo mercado

Segundo Madeira, existe um alto índice de empregabilidade na área de Biotecnologia.

Um exemplo disso é a última turma da PUCR, que se formou no início de 2018 com 86% dos graduados empregados, sendo que um terço deles foram efetivados nas próprias empresas onde fizeram estágios.

“Os demais, em sua maioria, foram contratados no período de três a seis meses após a formatura”, afirma.

Quem opta pela Biotecnologia tem o privilégio de atuar em uma área em constante inovação e contribuir com o desenvolvimento de novos medicamentos, o resgate do meio ambiente, a recuperação de solos e ainda promover avanços na produção de alimentos.

“Sem dúvidas, o profissional tem grande participação no crescimento da economia e da qualidade de vida de toda a sociedade”, conclui Karen.

Para saber mais sobre o curso de Biotecnologia da PUCPR, acesse.

Fonte: G1

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Política internacional: tendências do comércio internacional

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Política internacional: tendências do comércio internacional

Esse é sem dúvida um bom momento para a indústria de celulose. Tal como foi relatado no início desse ano, a produção de celulose atingiu um volume recorde em 2017. Ao mesmo, as exportações de matéria-prima aumentaram 2,3% ao longo do ano. Contudo, surgem algumas nuvens no horizonte que é necessário acautelar.

Trump

Independente de quaisquer considerações políticas, o mandato do presidente americano Donald Trump trouxe um cenário de instabilidade, em especial ao comércio internacional. Não é só pelas decisões que ele vem tomando relativamente aos acordos comerciais dos Estados Unidos, que podem atingir também o Brasil (veja-se os casos do aço e alumínio). É também pela força que dá aos movimentos protecionistas e pela instabilidade que cria ao regime de liberdade de comércio.

O estilo enérgico e imprevisível do presidente Trump, em todas as áreas de atuação, vem criando um ambiente no qual parece que os povos aceitam e recompensam um estilo de política mais direto e imediato. O cenário atual se assemelha a um cassino, em duas formas.

A política internacional como um jogo de cassino (parte 1)

A política internacional atual vem se assemelhando a uma sala de cassino onde vários jogadores fazem apostas cada vez mais arriscadas. Tal como acontece no Twitter, ou como se o WhatsApp fosse a nova assembleia onde tudo se decide. Mais do que isso, é como se a política virasse um jogo de cassino onde os líderes vão jogando fichas até conseguirem o resultado desejado.

Trump tem um estilo negocial de impor seu peso para tentar vergar o adversário pela força – seja um inimigo como a Coreia do Norte ou um aliado como o Canadá. Não é certo que tenha conseguido resultados com a Coreia do Norte, mas o simples fato de levar seus adversários a negociar já é anunciado por ele como uma vitória.

A política internacional como um jogo de cassino (parte 2)

A segunda perspectiva é o fato de que tentar adivinhar qual será a próxima tendência parece cada vez mais difícil. Para a mídia internacional, o voto inglês para a saída da União Europeia e a eleição do presidente Trump pareceram uma surpresa. Entretanto, quando já se esperava uma queda da União Europeia ao longo de 2017, com sucessivas eleições em vários países, a conclusão é que nem todas as pessoas estão tão insatisfeitas assim.

Da mesma forma, nos Estados Unidos há perspectivas de que a popularidade de Trump possa não ser suficiente para ele assegurar a reeleição em 2020. Entretanto, se ele não for reeleito, é bem certo que seu eleitorado mais fiel vai continuar muito ativo, esperando a vinda de um novo candidato que defenda suas ideias da mesma forma.

Rússia e China vão se comportando como atores concertados em uma arena internacional cada vez mais repartida. Por outro lado, a crise econômica cabe a todos, e os efeitos da Grande Recessão ainda não terminaram. Além disso, com a Rússia e a China competindo por ganhar maior influência em África, será que não veremos um novo enfrentamento no horizonte?

Em meio a tudo isto, é razoável pensar que os próximos anos serão, mais do que tudo, imprevisíveis. Os empresários deverão manter-se atentos a todos os sinais e se informar o melhor possível. Não o “mais” possível, mas o “melhor” – excesso de informação de fraca qualidade é um dos grandes problemas de nosso tempo.

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Justiça proíbe transporte de eucaliptos por caminhões em São Luiz do Paraitinga

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Justiça proíbe transporte de eucaliptos por caminhões em São Luiz do Paraitinga

A Justiça proibiu uma empresa de celulose de transportar eucalipto em caminhões por rotas que cruzam o distrito de Catuçaba e a rodovia Abílio Monteiro de Campos, em São Luiz do Paraitinga.

As toras de madeira eram retiradas, até 2015, de uma plantação de eucaliptos em uma propriedade na cidade e eram escoadas pelas vias.

A Defensoria, autora da ação em 2009, acusou na época danos como afundamento das vias e impactos às construções. A empresa vai recorrer.

A sentença, da juíza Ana Leticia Oliveira dos Santos, é do último dia 5 e impõe multa de R$ 15 mil por dia em caso de descumprimento.

O plantio de eucalipto já foi alvo de outros processos judiciais e lei na Câmara – posteriormente julgada inconstitucional.

A proprietária da plantação é a Fibria, cuja sede é em Jacareí.

Desde a lei, em agosto de 2015, a empresa suspendeu o transporte de madeira, por tempo indeterminado, enquanto não houver outra possibilidade de escoamento.

De acordo com a Defensoria, o plantio era feito em uma chamada zona de amortecimento do Parque Estadual da Serra do Mar, no entorno de uma unidade de conservação, o que obriga a empresa, pela legislação, a minimizar os impactos da atividade.

A ação acusou a Fibria de ter iniciado a atividade sem a realização de estudos de impacto ambiental.

Outro lado

A Fibria informou em nota que assumiu em 2015, e mantém até hoje, o compromisso de não transportar madeira proveniente da fazenda Sertãozinho 2, de sua propriedade, enquanto não houver outra possibilidade de escoamento da produção de madeira que não seja pelo distrito.

“A Fibria mantém sua estratégia de desenvolvimento social no Vale do Paraíba e nos últimos três anos investiu o valor de R$ 880 mil em projetos sociais que beneficiaram a comunidade do município de São Luiz do Paraitinga”, disse em nota.

Fonte: G1

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Valmet destaca aplicações de internet industrial no ABTCP 2018

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Valmet destaca aplicações de internet industrial no ABTCP 2018

Vivenciar a nova era da tecnologia aplicada às indústrias de papel e celulose.

É isso que a Valmet, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, vai oferecer aos visitantes do seu estande no 51º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, promovido pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP).

A empresa ainda marcará presença no evento, que será realizado de 23 a 25 de outubro em São Paulo, com palestrantes em três sessões técnicas do Congresso.

A apresentação do Valmet Performance Center é um dos destaques do estande.

Quem passar pelo local poderá ter a experiência de como funciona esse centro de atendimento remoto, que conecta especialistas da Valmet aos processos e equipamentos das fábricas de seus clientes.

A nova tecnologia torna o atendimento ágil e aproxima ainda mais a Valmet de seus clientes.

As aplicações relacionadas à Internet Industrial também serão apresentadas no estande. Outra atração será a estação do Hololens, que traz a realidade virtual e aumentada para o ambiente industrial.

A Valmet também apresentará a nova geração do sistema de cozimento CompactCookingTM voltada ao mercado de celulose e papel, com baixo consumo de energia, vapor e geração de rejeitos no processo e focada para mega linhas de Hard Wood.

Para Pedro Paciornick, gerente de Estratégia, Qualidade e Marketing da Valmet, o evento é uma oportunidade de reforçar as relações comerciais e apresentar os serviços e tecnologias que a empresa vem desenvolvendo para este público.

“Vamos mostrar nossas novas tecnologias, que estão relacionadas ao tema no Congresso – a era da Internet Industrial –  e aproveitaremos ainda a oportunidade para estreitar o relacionamento com nossos clientes e atender o público que estará lá em busca das tendências do setor”, destaca.

A Valmet também participará das sessões técnicas, com três apresentações no Congresso com os títulos: Tecnologia CompactCooking™ – Revisão e Atualização, Últimas Tecnologias para Paper e Boardmaking e Planta de Produção de Ácido Sulfúrico para manter o Balanço Químico de Planta de Celulose – Avanços em Biorrefinarias.

Novo site

A Valmet aproveitará o maior evento do setor de papel e celulose para lançar seu novo site em português (www.valmet.com.br), que segue o mesmo conceito do website global.

Além de trazer a história de 220 anos da companhia, o site destaca as soluções de tecnologia, serviços e automação industrial no segmento de celulose, cartão e papel, tissue, energia e outras indústrias.

A versão em português reforça a marca no Brasil e a iniciativa vem para somar aos esforços ligados ao conceito de Indústria 4.0 e de Internet das Coisas, ou IoT, como o Valmet Customer Portal, que permite que os clientes e os especialistas da Valmet colaborem, compartilhem informações e inovem juntos em tempo real, e o próprio Valmet Performance Center, que oferece toda a tecnologia de atendimento remoto.

Mais informações – Palestras Valmet

Dia 24/10, das 11h às 11h30 (painel Celulose 1)

Tema: Tecnologia CompactCooking™ – revisão e atualização

Palestrante: Andre Luiz Nunes Domingues / Valmet

Dia 25/10, das 11h às 11h30 (painel Papel 2)

Tema: Últimas tecnologias para paper e boardmaking

Palestrante: Milton Navarro / Valmet

Dia 25/10, das 14h45 às 15h15 (painel Recuperação e Energia)

Tema: Planta de produção de ácido sulfúrico para manter o balanço químico de planta de celulose – avanços em biorrefinarias

Palestrante: Naveen Kumar Chenna / Valmet)

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Aprendiz Paulista tem 33 oportunidades no Estado

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Aprendiz Paulista tem 33 oportunidades no Estado

O programa Aprendiz Paulista, gerenciado pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT), oferece nesta semana 33 oportunidades para jovens entre 14 e 24 anos que estudam nas ETECs do Centro Paula Souza de todo o Estado.

Voltado à promoção de uma vivência no mundo do trabalho, o programa viabiliza uma intermediação sem custo para o empregador que está em busca de um técnico-profissional e estudante que deseja ingressar em sua profissão.

As vagas são ofertadas por empresas que se cadastram no Emprega São Paulo de forma gratuita e destinadas aos alunos matriculados nos cursos técnicos presenciais do Centro Paula Souza.

Como se cadastrar

Para se candidatar a essas e outras oportunidades, basta acessar o site www.empregasaopaulo.sp.gov.br,  criar login, senha e informar os dados solicitados.

Outra opção é comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) com RG, CPF, Carteira de Trabalho e, se possível, PIS.

O cadastramento do empregador também poderá ser feito no site do Emprega São Paulo ou PAT.

Para disponibilizar vagas no sistema, é necessária a apresentação do CNPJ da empresa, razão social, endereço e o nome do solicitante.

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Bunge Açúcar e Bioenergia abre vagas para jovens engenheiros

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Bunge Açúcar e Bioenergia abre vagas para jovens engenheiros

Estão abertas as inscrições para o Programa Jovens Engenheiros da Bunge, uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do país.

Os interessados em participar precisam ter entre 3 e 5 anos de formados no curso de Engenharia e experiência anterior no segmento industrial.

As inscrições vão até o dia 9 de novembro.

Na Bunge Açúcar e Bioenergia, são 10 oportunidades para engenheiros de diversas especialidades (produção, agrônomo, agrícola, mecânico e químico), nas seguintes localidades:

  • Santa Juliana/MG;
  • Frutal/MG;
  • Itapagipe/MG;
  • Orindiúva/SP;
  • Ouroeste/SP;
  • Guariroba/SP;
  • Ponta Porã/MS;
  • Pedro Afonso/TO.
  • Ao todo, são 19 vagas. Além da Bunge Açúcar e Bioenergia, há vagas também em unidades operacionais da Bunge.

Com duração de 18 meses, o programa prepara esses jovens para uma futura posição de liderança por meio de atividades multifuncionais que visam desenvolver capacidades técnicas e competências ligadas à gestão de equipe e projetos.

A Bunge acredita que jovens talentos fazem a diferença e, por isso, valoriza e investe no desenvolvimento de novos profissionais, proporcionando uma formação que contribua na aceleração desses jovens a assumir futuras posições de liderança na empresa”, afirma Renato Bragatto, diretor de RH da Bunge South America.

Com o objetivo de atrair jovens alinhados à cultura e valores da companhia, o programa promove o desenvolvimento desses profissionais em aspectos técnicos e comportamentais, dividido em dois momentos, a Trilha Técnica e a Corporativa.

A “Trilha Corporativa” é voltada para o desenvolvimento de competências técnicas e de liderança, além de preparar o jovem para ser multiplicador de conhecimento e da cultura corporativa dentro da empresa.

Já a “Trilha Técnica” é voltada para as ações ‘on the job’, em que o jovem vive e explora na prática os conhecimentos técnicos e do negócio, já na área e posição específica para as quais foi contratado, além de desenvolver um projeto próprio a ser apresentado no fim do programa.

“O programa tem como foco desenvolver, na prática, esses jovens talentos, permitindo que eles tenham total imersão no nosso negócio e criem projetos que possam ser implementados na companhia”, conclui Bragatto.

Processo seletivo

O processo seletivo é composto por entrevistas virtuais e presenciais que ocorrerão diretamente nas unidades da Bunge onde há vagas disponíveis.

O processo seletivo é feito integralmente pela área de Gente & Gestão da companhia e com participação de executivos das áreas contratantes, garantindo que a seleção seja feita com base na cultura da empresa.

A Bunge oferece salário e benefícios compatíveis com o mercado e os interessados podem se inscrever aqui.

Fonte: AFNotícias

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Melhoramentos irá investir R$ 55 milhões

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Melhoramentos irá investir R$ 55 milhões

A Melhoramentos irá investir R$ 55 milhões na expansão da capacidade produtiva de sua fábrica de fibras de celulose. Segundo a empresa, a demanda crescente no Brasil por papel motivou a decisão.

“O mercado de papel e celulose cresce mundialmente. Há um aumento da demanda por papel tissue [para uso higiênico], além do apelo ambiental para substituir outros materiais, como o plástico”, afirma o diretor superintendente da Melhoramentos, Sérgio Sesiki.

Atualmente, a fábrica, localizada em Camanducaia (MG), tem capacidade produtiva de 70 mil toneladas por ano. Com a expansão, a planta passará a produzir 90 mil toneladas.

“A previsão é de que a obra seja concluída no ano que vem”, conta o executivo.

A empresa possui três florestas — em Caieiras (SP), Bragança Paulista (SP) e Camanducaia — para o cultivo e fornecimento de madeira de pinus e de eucalipto.

“Fabricamos fibras celulósicas que são utilizadas na composição do papel cartão. Nossos clientes são fabricantes de embalagens, tissue e papéis especiais”, explica Sesiki.

Ele afirma que a Melhoramentos é líder na produção de fibra de celulose TGW destinada para as fabricantes de papel cartão.

“A Klabin também produz, mas não vende, faz uso próprio”, assinala.

“Toda nossa produção é voltada para o mercado doméstico. É um segmento que tem nos trazido rentabilidade. Temos números extraordinários.”

O maior acesso ao consumo e à urbanização em países emergentes, especialmente a China, vem alterando hábitos e aumentando a demanda por papel no mundo. No Brasil, a Suzano tem apostado no tissue no Norte e Nordeste, pelo potencial dessas regiões.

Além disso, pressões ambientais pela redução do uso de plástico em produtos como embalagens, canudos e recipientes descartáveis têm aberto espaço ao papel como alternativa.

Esse movimento tem impulsionado a produção de celulose no Brasil e favorece a consolidação do mercado. Em março, as duas maiores produtoras de celulose do País, Fibria e Suzano, anunciaram um acordo de fusão.

Quando concretizado, o negócio resultará na maior produtora de celulose do mundo, somando capacidade para produzir 11 milhões de toneladas de celulose por ano.

Nesta semana, a negociação foi aprovado pelo Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em entrevista recente ao DCI, a então presidente-executiva da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), Elizabeth de Carvalhaes, contou que nos últimos dez anos houve um aumento do consumo em países do Leste Europeu, Ásia e América Latina.

“Só a China trouxe 800 milhões de pessoas para os centros urbanos. Esse movimento impactou o consumo. Há uma demanda por papéis de embalagem e produtos de higiene crescendo.”

De acordo com Sesiki, a Melhoramentos também está investindo em pesquisa para produzir nanocelulose, material desenvolvido a partir de fibras de celulose considerado de alto potencial pela indústria.

“Realizamos testes nas Universidades de Viçosa [MG], Maine [EUA] e Toronto [Canadá], para conhecer a viabilidade financeira do produto. Outras grandes empresas do setor de celulose têm feito iniciativas parecidas.”

Mercado editorial

Além das áreas de fibra e florestal, a Melhoramento tem divisões de negócios editoriais e imobiliários.

Conforme o presidente do Conselho da Melhoramentos, Alfredo Weiszflog, o mercado editorial caiu como um todo.

“A demanda do setor público está parada. O mercado também sofre com a inadimplência das duas maiores redes de livrarias do País.”

Fonte: DCI

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Projeto de educação ambiental da Prefeitura de Jacareí recebe apoio da Fibria

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Projeto de educação ambiental da Prefeitura de Jacareí recebe apoio da Fibria

A Fibria, empresa brasileira líder mundial na produção de celulose de eucalipto a partir de florestas plantadas, incentiva ações que promovam a educação e a preservação ambiental.

Em Jacareí (SP), O Núcleo de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente desenvolve um projeto-piloto de educação ambiental, em duas escolas da rede pública da cidade, que conta com o apoio da Fibria.

Um grupo de 34 professores e duas coordenadoras pedagógicas da EMEF Profª Adélia Monteiro e da EMEI Prof João Lino Filho participaram de planejamentos estratégicos, diálogos construtivos e vivências.

O objetivo foi definir um perfil sustentável para as escolas, por meio de atividades de sensibilização sobre a importância da preservação do meio ambiente e da mudança de hábitos junto a 755 alunos das duas instituições.

Foram realizados sete encontros durante o primeiro semestre, envolvendo professores, responsáveis e os próprios alunos.

Nas primeiras reuniões, foram apresentados o Programa Municipal de Educação Ambiental, as políticas nacional e estadual voltadas à área e o trabalho de educação ambiental aplicado no NEA da Fibria e no Núcleo de Educação Ambiental da Secretaria.

“A Fibria e a Prefeitura têm uma visão similar sobre a necessidade de sensibilização para as questões de preservação do meio ambiente, apostando na responsabilidade compartilhada e no envolvimento da comunidade. A intenção é disseminar conceitos importantes que possam ser trabalhados durante o ano letivo. Esperamos que o projeto-piloto tenha êxito e possa ser ampliado para todas as escolas municipais da cidade”, afirma Camila Reggiani da Silva, consultora de Meio Ambiente Industrial da Fibria.

 “Estamos fazendo uma mobilização para atrair os pais para a escola, para depois investir na educação ambiental. O envolvimento de todos é fundamental para resgatar valores. Nossa proposta é mostrar que o primeiro passo é ter cuidados consigo mesmo para, em seguida, conscientizar sobre a importância da preservação do meio ambiente. Os professores estão animados, sugerindo vários projetos”, acrescenta a professora coordenadora da EMEI Prof João Lino Filho, Roberta Montenegro Grigioni.

Desde o mês de setembro, oficinas práticas estão sendo desenvolvidas no NEA da Fibria para contribuir  com o desenvolvimento  do perfil sustentável da escola.

No local será realizada oficina de papel artesanal, para diminuir os resíduos produzidos na escola, e uma oficina de geotinta para melhorar a qualidade de tinta utilizada pelos alunos, pensando no baixo custo da técnica.

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