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Brasil vai revisar medida antidumping na importação de cartões semirrígidos do Chile

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Brasil vai revisar medida antidumping na importação de cartões semirrígidos do Chile

O governo brasileiro decidiu revisar o direito antidumping aplicado às importações brasileiras de cartões semirrígidos para embalagens procedentes do Chile, de acordo com circular publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) considerou existirem elementos suficientes que indicam que a extinção do direito antidumping muito provavelmente levaria “à continuação ou retomada do dumping e do dano à indústria doméstica”.

Durante o período de revisão de 10 meses, prorrogável por mais dois meses em circunstâncias excepcionais, as medidas antidumping que expirariam nesta quinta-feira continuam em vigor, disse a Secex.

O Brasil fechou com a empresa chilena Cartulinas CMPC, exportadora de cartões semirrígidos para embalagens, revestidos, dos tipos duplex e triplex um compromisso de preços até 2006.

Desde então, foram realizadas duas revisões do direito antidumping, com renovação do compromisso de preços.

“Além de haver indícios de que o produtor/exportador chileno continuou a praticar dumping durante a vigência da medida antidumping, há indícios de existência de substancial potencial exportador, que poderia ser redirecionado ao mercado brasileiro”, disse a Secex em circular.

O pedido de revisão da medida antidumping foi apresentado pelas empresas brasileiras Klabin, Suzano Papel e Celulose e Papirus Indústria de Papel.

Fonte: Extra

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Acionistas de Fibria e de Suzano aprovam proposta de fusão

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Acionistas de Fibria e de Suzano aprovam proposta de fusão

Acionistas da Suzano e da Fibria aprovaram nesta quinta-feira (13) em assembleias gerais extraordinárias, a proposta de fusão anunciada por ambas em março, que criou a maior produtora de celulose do mundo.

Em comunicados separados, as companhias informaram que a proposta, que envolve a incorporação de ações da Fibria pela Suzano, foi aprovada pelas assembleias por maioria de votos.

Os acionistas da Fibria aceitaram a oferta da Suzano, em dinheiro e ações e avaliada na época em R$ 35 bilhões. A união das duas tem sinergias esperadas de R$ 12 bilhões.

Pelo preço de fechamento das ações na quarta-feira, o valor de mercado combinado das companhias é de cerca de R$ 100 bilhões, o que coloca o conglomerado entre as 10 maiores empresas listadas na bolsa paulista.

“A consumação da operação permanece sujeita à verificação de condições suspensivas, incluindo a aprovação pelas autoridades da concorrência do Brasil e no exterior”, afirmaram as empresas em outro comunicado conjunto.

Fonte: G1

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Fábrica de papel higiênico tem prazo de 1 ano para concluir construção

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Fábrica de papel higiênico tem prazo de 1 ano para concluir construção

Os vereadores da Câmara Municipal de Três Lagoas aprovaram nesta terça-feira (11), o projeto de lei que altera o prazo de início para construção da unidade da fábrica de papel higiênico.

A área escolhida possui 80 mil metros quadrados e se localiza no Distrito Industrial da cidade.

Na primeira proposta, de nº 3.442, de 28 de agosto de 2018, foi indicado que o início das edificações teriam início em sete meses, após a promulgação da lei.

Com a alteração aprovada hoje (11), o novo prazo será de 12 meses e, depois de liberada a licença de instalação junto aos órgãos ambientais do Estado, a construção deve estar concluída em até 24 meses.

O grupo empresarial interessado soma 15 anos de funcionamento e tem matriz na regão metropolitana de São Paulo (SP).

O investimento totalizará R$ 102 milhões, com produção estimada de 30 mil toneladas de papel e deve gerar 100 empregos diretos, com estimativa de mais 250 postos indiretos.

Segundo apuração do JP News, as obras serão iniciadas após obtenção da documentação necessária, incluindo licenciamento ambiental.

Um dos fatores que motivou a vinda da fábrica é por ser cliente das indústrias de celulose instaladas no município.

Fonte: Correio do Estado

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“Qualquer governo de extremo não fará reformas necessárias”, diz Walter Schalka

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“Qualquer governo de extremo não fará reformas necessárias”, diz Walter Schalka

O executivo Walter Schalka comanda uma das maiores companhias brasileiras, a Suzano Papel e Celulose, dona de uma receita líquida de R$ 10,5 bilhões em 2017 – alta de 6,5% na comparação com o ano anterior.

Nos últimos anos, tanto pelo porte da empresa que comanda quanTo pelo seu desempenho na gestão, Schalka ganhou voz entre os empresários que, de forma direta e indireta, buscam contribuir para o aprimoramento da administração pública.

Em entrevista ao Estado de Minas, ele analisa o atual momento político e econômico do país e sugere saídas para os principais problemas nacionais.

Como a classe empresarial pode, efetivamente, contribuir para as mudanças de que o Brasil precisa?

Tenho ficado bastante preocupado com o fato de que estamos dividindo o Brasil.

Notamos um processo de que os extremos estão se fortalecendo e isso está criando um abismo nunca visto na sociedade brasileira.

Defendo a tese de que nós temos que buscar convergência de ideias, que temos de criar uma solução para os problemas econômicos, políticos e sociais, que gerem ao longo do tempo uma melhor qualidade de vida para a população, que resolva as questões crônicas que temos no Brasil sobre distribuição de renda, problemas na educação, desigualdade de oportunidades.

Como fazer isso?

A única forma é que a sociedade civil se engaje no processo de discussão.

Chega de A versus B, a direita versus a esquerda, de mortadelas versus coxinhas.

Precisamos ter uma solução para o Brasil e não uma disputa pessoal com projetos de poder que não levam à transformação necessária.

O que é de mais urgente em termos econômicos?

Vou dar a minha opinião.

Acho que no campo econômico, precisamos focar em uma questão fundamental, que é o equilíbrio fiscal.

Para fazer isso, temos de, obrigatoriamente, endereçar a questão dos subsídios que foram concedidos a diversos setores empresariais.

Esses recursos públicos totalizam cerca de R$ 300 bilhões.

Outra questão que precisamos resolver é a Previdência, principalmente retirando os privilégios.

Com o excedente de recursos que nós teremos em função de endereçamento das questões do crivo fiscal, poderemos investir mais em infraestrutura.

E no lado político e social?

No lado social, é o velho ditado “o trabalho dignifica do homem”.

Precisamos gerar empregos e promover um investimento maciço em educação.

Todos os países que se transformaram passaram pela melhor qualidade na educação da população.

Os resultados que nós estamos vendo, recentemente, demonstram que o Brasil não está com a profundidade e nem com a qualidade necessária para fazer a reversão da educação.

O que precisa ser feito no aspecto político?

No lado político, acho que a questão fundamental é rearranjarmos a situação.

Precisamos reduzir o número de partidos, colocar a cláusula de barreira e a fidelidade partidária como condição básica.

O país não pode conviver com a quantidade de partidos que tem e precisa também reduzir o financiamento público de campanhas, que é extremamente oneroso e mal distribuído entre os partidos.

Nunca vi isso em nenhum lugar do mundo, dar um ministério para um partido A ou B e falar:

“vocês façam o que quiserem com esse ministério.”

Isso é um desgoverno.

Mas a estrutura política no país impõe esse modelo…

Sim, mas o país precisa de um projeto de longo prazo, um plano estratégico.

A primeira coisa que um presidente faz quando assume uma organização ou empresa é enxergar e desenvolver as vantagens competitivas e qual o plano estratégico para aquela empresa.

No caso do governo, é preciso se questionar o tempo todo.

O que queremos para o Brasil?

Como que nós vamos ao longo do tempo inserir o Brasil na economia mundial de uma forma intensa?

Como vamos gerar competitividade?

Então, precisamos trabalhar a questão política de uma forma completamente diferente da que nós temos hoje.

Pelo que o sr. tem visto até agora nos planos de governo dos candidatos, existe uma esperança de melhora?

Outro dia me perguntaram se eu era otimista, e eu respondi o seguinte: eu sou reformista.

O Brasil precisa ser reformado, o Brasil precisa se redesenhar.

Então, não adianta ter esse otimismo bobo, e dizer que sou otimista ingênuo porque quero um Brasil melhor.

Todos queremos.

O problema é que se não fizermos as reformas necessárias, não vamos chegar lá.

Então, eu sou reformista, temos que reformar o Brasil, em qualquer que seja o governo.

A minha opinião, e eu quero reiterar isso, é que qualquer governo de extremo, qualquer que seja ele, não conseguirá fazer as reformas necessárias.

Por isso que eu defendo uma tese de que nós temos que buscar uma solução de centro no Brasil, que seja adequada e que consiga fazer as reformas necessárias.

Mas nesta eleição há uma clara tendência entre os eleitores de penderem para os extremos…

Concordo, mas acho que o populismo é muito simples de ser compreendido pela população.

É muito simples fazer promessas que não são baseadas em números, em fatos, em ações, que sejam concretas.

Prometem durante a campanha, mas não vão entregar.

A questão é que, para entregar, é necessário ter maioria no Congresso.

Para ter maioria no Congresso, os extremos tendem a ter muita dificuldade em construir.

Então eu acho que é muito importante que a população saiba que o fundamental para o Brasil são as reformas e para isso precisamos se alguém que consiga liderar as reformas pró-Brasil.

Sem as reformas, como será o Brasil em 2019?

Sem as principais reformas, podemos ter voo de galinha, mas nunca teremos um crescimento sustentável.

Qualquer seja o eleito em outubro, vamos ter um natural movimento de esperança, visto que a maior parte da população vai ter votado nesse eleito, mas rapidamente nós vamos ter, a partir do ano que vem, as frustrações, se não conseguirmos aprovar as reformas.

Se o populista não conseguirá governar e os candidatos de centro não convencem o eleitor, como a economia vai crescer então?

O país só consegue crescer por três fontes.

Primeiro, por aumento dos gastos do governo, algo que não é possível no Brasil diante do imenso déficit que já temos.

O segundo, por consumo, o que não dá para acontecer porque o emprego está em baixa, e a população já tem um razoável nível de endividamento.

O terceiro é por investimento, mas para isso tem que ter credibilidade, confiança.

São nessas questões que deveríamos estar focados.

Sem as reformas, não teremos esse nível de confiança.

Como o cenário internacional pode beneficiar ou prejudicar o Brasil daqui pra frente?

A gente não pode olhar apenas para setores específicos da economia.

Os exportadores claramente estão se beneficiando por essa taxa de câmbio, mas temos de olhar além.

Temos que olhar como que nós conseguimos desenvolver uma economia que tem inserção no mercado mundial.

O Brasil é um país fechado e não está ganhando produtividade. Isso é muito ruim.

O Brasil tem de entender que precisa de inserção global.

Nesse contexto de dólar em alta e demanda internacional crescente, como está a Suzano?

Estamos num momento muito positivo, mas acho que a tônica nesse momento não é discutir Suzano, é discutir o Brasil.

A Suzano passa por um momento positivo, estamos em um processo de associação com a Fibra, que é extremamente importante para o Brasil e extremamente importante para a criação de oportunidades e competitividades no setor de papel e celulose global.

Mas é um movimento privado.

Temos que buscar movimentos públicos, que gerem a competitividade brasileira, que não pode ser só através de uma desvalorização cambial, e sim pela inserção global do Brasil.

A guerra comercial entre  Estados Unidos e China está  influenciando?

O Brasil tem uma tendência de ter baixo trade mundial.

Por isso, somos menos afetados na primeira onda. Mas, em um segundo movimento, somos afetados porque tanto os Estados Unidos quanto a China são os maiores parceiros comerciais brasileiros.

Isso pode vir afetar as importações para essas regiões.

Entre os candidatos à Presidência, quais têm levantado a bandeira da competitividade de forma mais incisiva?

Muitos falam sobre isso, mas a questão não é só da indústria como um todo.

Precisamos agregar mais valor para o Brasil, de forma geral.

Para criar mais valor, é preciso ampliar a digitalização e a redução do tamanho do Estado.

O governo tira da economia, entre arrecadação e déficit, cerca de 40% do PIB.

Por isso, o Brasil precisa ter um estado mais adequado, mais competitivo.

O centro da discussão não é Estado maior ou Estado menor.

O que importa é se ele é eficiente e competitivo.

As crises nos países vizinhos, especialmente na Argentina e na Venezuela, podem ser obstáculos para o Brasil?

Essa é uma questão momentânea.

Além disso, como temos pouco relacionamento comercial em termos de volume proporcional ao PIB com esses dois países, afeta pouco o Brasil.

É mais uma questão de geopolítica do que uma questão econômica.

Fonte: Embalagem Marca

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SPOT-PPPC mostra alta de estoques de celulose em junho, mas sem afetar preços, diz Itaú BBA

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SPOT-PPPC mostra alta de estoques de celulose em junho, mas sem afetar preços, diz Itaú BBA

Analistas do Itaú BBA consideraram neutros os dados do Conselho de Produtos de Celulose e Papel (PPPC, na sigla em inglês) divulgados nesta quinta-feira sobre estoques de celulose em julho, apesar da alta, uma vez que não houve efeito em preços.

– “Nós continuamos a acreditar que os níveis globais de oferta e demanda de celulose de fibra curta permanecem apertados, reforçando nossa reforçando nossa visão positiva quanto à sustentabilidade dos preços de celulose nos próximos meses”, afirmou o Itaú BBA em nota a clientes.

– De acordo com os dados do PPPC citados pelo Itaú BBA, os estoques de celulose fibra curta ficaram em 45 dias no mês passado, conforme dados sem ajuste sazonal, uma alta de 3 dias em relação a junho.

Os estoques de celulose de fibra longa também subiram, para 30 em julho ante 28 no mês anterior.

– Os embarques mensais de celulose totalizaram 4 milhões de toneladas, um acréscimo de 1 por cento na base anual, mas queda de 12 por cento ante junho, com o desempenho sequencial explicado pela sazonalidade mais fraca em julho.

– Os embarques para a China atingiram 1,1 milhão de toneladas, elevação de 1 por cento na comparação com o mesmo período do ano anterior, marcando o quinto aumento anual ao país este ano.

Os embarques para Europa (1,25 milhão de toneladas) e América do Norte (640 mil toneladas) ficaram estáveis frente ao mesmo intervalo do ano anterior, segundo relatou o Itaú BBA.

– Na bolsa paulista, as ações de papel e celulose lideravam os ganhos do Ibovespa , ajudadas pela valorização do dólar ante o real . Por volta das 16:30, Suzano e Klabin subiam cerca de 4 por cento, enquanto
Fibria tinha elevação de 2,8 por cento.

Fonte: Último Instante

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Empresa de produção de papéis tissue está entre as maiores de vendas no país

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Empresa de produção de papéis tissue está entre as maiores de vendas no país

A SEPAC, indústria que atua na produção de papéis tissue há mais de 40 anos, foi mais uma vez reconhecida como líder de vendas na região Sul, agora, pela revista SuperVarejo com dados levantados pela Nielsen, nas categorias papel higiênico e toalha de papel.

Além da liderança na região Sul, a empresa conquistou o segundo lugar no Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso do Sul e o terceiro lugar no interior de São Paulo e no ranking nacional em volume de vendas na categoria papel higiênico.

Já no setor de toalhas de papel, a empresa mantém a liderança no Sul e o terceiro lugar no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul e interior de São Paulo.

No ranking nacional, bem como na grande São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e interior do Rio de Janeiro, a SEPAC está na quinta colocação.

“Esta premiação é o reconhecimento pelos esforços para entregar produtos de alta, com o esforço de toda a equipe”, destacou a gerente de Marketing, Cristiane Takayama.

Segundo ela, um diferencial da SEPAC perante o mercado está na busca constante pela excelência do produto e o foco nas necessidades dos consumidores.

Na premiação 2018, a Nielsen auditou 132 categorias em quase 500 mil lojas em todo o país.

A SEPAC é detentora das marcas de papel sanitário Duetto e Paloma, das marcas de guardanapos e toalhas de papel Maxim e Stylus e da linha de fraldas BabyBoo.

Da redação

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Veracel baterá recorde de produção com capacidade máxima em 2018

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Veracel baterá recorde de produção com capacidade máxima em 2018

Fora do cronograma de paradas gerais e pouco impactada pela paralisação dos caminhoneiros, empresa opera em sua máxima capacidade e pode atingir marcar de 1,3 milhões de toneladas.

Sem paradas para manutenção e pouco impactada pelos efeitos da greve dos caminhoneiros, a Veracel deverá ter produção recorde de celulose em 2018, atingindo sua capacidade máxima de 1,3 milhões de toneladas por ano.

“O nível de produção sempre depende do cronograma de paradas gerais, que ocorre a cada 15 meses. Em 2018, pela primeira vez na nossa história, teremos 12 meses de atividade continua. Se continuarmos no nosso ritmo atual, teremos o melhor ano de nossa história”, declarou para jornalistas o presidente da Veracel, Andreas Birmoser.

Originalmente projetada para produzir 900 mil toneladas de celulose por ano, a fábrica da empresa, localizada entre os municípios de Eunápolis e Belmonte, na Bahia, cresceu em capacidade e operava na faixa de 1,1 milhão de toneladas.

A ausência de uma parada geral, procedimento obrigatório de manutenção para o setor, trouxe a possibilidade do resultado superior.

Além disso, a Veracel, uma joint venture formada pela Fibria e Stora Enso, não sofreu interrupções em sua linha industrial durante a paralisação dos caminhoneiros, ao contrário de boa parte das produtoras do setor.

“Reduzimos algumas operações na área florestal, para economizar diesel, mas não interrompemos a produção. Fizemos ajustes para a fábrica continuar a rodar cheia”, explica Birmoser.

Ele conta que o maior problema foi relacionado à madeira.

“O estoque ficou reduzido, mas nada que tenha comprometido a operação e já foi recuperado. Foi um plano de contingência bem sucedido para que a produção não fosse afetada.”

A empresa escapou até mesmo do tabelamento do frete, uma das medidas tomadas pelo governo federal para encerrar a greve.

“Temos um contrato de longo prazo com uma empresa de transporte, por isso o tabelamento não nos afeta”, conta o executivo.

Ele explica que a logística do transporte da celulose consiste em um trecho de caminhão até Belmonte e de barca até o Terminal Especializado de Barra do Riacho (Portocel), localizado em Aracruz (ES).

Com a planta operando em sua capacidade máxima, um aumento de produção dependeria de uma expansão da fábrica. Conhecido como Veracel 2, o projeto é especulado há anos, mas ainda não tem previsão de ser colocado em prática.

“É uma decisão que cabe aos dois acionistas [Fibria e Stora Enso]. O nosso papel é entregar a Veracel como a melhor opção e mostrar que o investimento vale a pena”, afirma Birmoser.

O executivo garante não se preocupar com a aquisição da Fibria pela Suzano.

“Já passamos pela mudança da Aracruz para a Fibria. A vinda da Suzano não me tira o sono, os objetivos devem ser mantidos.”

Anunciada em março, a fusão das duas maiores produtoras de celulose do mundo está atualmente passando por processos de análise de órgãos antitruste de diversos países.

No dia 9 de agosto, as empresas divulgaram, por meio de fato relevante em conjunto, a convocação das assembleias dos acionistas das duas companhias para 13 de setembro, com o objetivo de aprovar do ponto de vista societário a transação.

Agenda setorial

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) irá entregar na próxima semana uma carta de princípios aos candidatos à presidência da república.

O documento defende pontos para trazer melhora de competitividade ao setor e á indústria em geral.

“Se as políticas dessa agenda forem implementadas, poderá haver uma evolução do ambiente de consumo”, declarou o diretor de política industrial do Ibá, Carlos Eduardo Mariotti.

Entre as diretrizes defendidas, estão a melhoria de infraestrutura, logística e energia, modernização das relações trabalhistas, equilíbrio das contas públicas e um reajuste fiscal.

“Tem que vir um reajuste, ligado a competitividade da indústria. A carga tributária exige muito, isso precisa melhorar para avançarmos no mercado externo”, defende Mariotti.

A entidade também destaca a necessidade de maior estabilidade e clareza de regras.

“O Reintegra, por exemplo, já estava no planejamento das empresas. Uma mudança brusca, como também ocorreu com o tabelamento do frete, impacta nos investimentos”, diz Mariotti, referindo-se ao programa de crédito tributário para exportação que teve a alíquota reduzida de 2% para 0,1% para compensar a perda de arrecadação com os subsídios ao diesel.

O diretor conta que o Ibá está atuando de forma institucional e jurídica contra o tabelamento do frete.

“Estamos juntos com a CNI e a CNA nas ações de inconstitucionalidade contra essa medida.”

Da redação

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Empresa de papelcartão consome 3 vezes menos água em seu processo de produção

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Empresa de papelcartão consome 3 vezes menos água em seu processo de produção

Ser sustentável. Esse é o desejo da maioria das indústrias e empresas buscam contribuir para um mundo melhor, onde homem e natureza trabalham juntos.

Um bom exemplo nesse sentido, vem da Ibema, terceira maior produtora de papelcartão do Brasil e um dos maiores players da América Latina.

Em sua sede fabril de Embu das Artes, o processo de gestão da água utiliza três vezes menos o recurso que em uma fábrica habitual.

Com tal cuidado, a Ibema não só mantem a alta qualidade na fabricação de seus produtos, como trabalha para a preservação do meio ambiente em uma região de proteção de mananciais.

“A eficiência no consumo de água por produção de papel chega a ser três vezes maior que a média de mercado. Isso representa, aproximadamente, 9 milhões de litros de água a menos para fabricar uma tonelada de papelcartão. Esse volume poupado, poderia abastecer 1.700 famílias todos os meses. Nesta região, a ação faz diferença já que estamos em um local com a maior demanda de água para consumo humano do Brasil”, explica Vinicius Panebianchi dos Santos, Gerente de Sustentabilidade da empresa.

A unidade adota sistema de Lodo Ativado, um tratamento biológico que vem se mostrando ao longo dos anos, uma alternativa viável para o tratamento de águas residuais, por sua maior eficiência e menor custo.

“A água numa fábrica de papelcartão é um insumo essencial, sem ela, não seria possível a produção. Por isso, as indústrias papeleiras realizam altos investimentos na gestão sustentável da água. Em nossa unidade de Embu das Artes, conseguimos um dos maiores níveis de reuso de águas do país”, avalia Santos.

O segredo do sucesso? De acordo com Leonardo T. C. Coronel, Supervisor Utilidades da unidade, um sistema bem dimensionado para o tipo de efluente gerado no processo produtivo da empresa, além de dedicação e responsabilidade garante a alta eficiência.

“O sistema oferece uma qualidade do efluente tratado excelente, que atende aos parâmetros requeridos pelos órgãos ambientais. Posso afirmar que, na maioria das vezes, se compararmos com a água captada, a água tratada tem maior qualidade”, avalia.

Para complementar esse sistema, a Ibema implantou o monitoramento de água branca (com finos de celulose) que circula no processo de fabricação.

Este monitoramento mostra se há a necessidade de trocar a água e identifica os aditivos que prejudicam o reuso.

“A área de Pesquisa e Desenvolvimento, ciente deste controle, está incumbido de implementar insumos que interfiram o mínimo possível na qualidade de efluente a ser tratado”, finaliza Coronel.

O que é lodo ativado?

 O lodo ativado é um sistema de tratamento de efluentes líquidos que apresenta elevada eficiência de remoção de matéria orgânica presente em efluentes sanitários e industriais.

Esse processo é exclusivamente de natureza biológica, onde a matéria orgânica é depurada, por meio de colônias de microrganismos heterogêneos específicos, na presença de oxigênio (processo exclusivamente aeróbio).

Tais colônias de microrganismos formam uma massa denominada lodo (lodo ativo, ativado ou biológico).

A solução é mundialmente utilizada tanto para o tratamento de efluentes sanitários (fezes, urina e águas de lavagem em geral) quanto de origem industrial.

Para que o processo aconteça é preciso que a indústria possua basicamente tanques de decantação e aeração ou reator biológico, sistemas de aeração e para recirculação de lodo.

Da redação

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Celulose continua em Alta em 2018

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Celulose continua em Alta em 2018

Se 2017 foi um excelente ano para o setor de celulose, 2018 promete ser ainda melhor.

Os resultados financeiros divulgados para o último semestre e a projeção para o resto do ano, entre os maiores fabricantes, indicam um ano de resultado bastante promissor apesar da crise que ainda persiste no Brasil.

As exportações para a China, maior importador do produto brasileiro, tiveram um crescimento de 36% este ano e a valorização do dólar fizeram os resultados operacionais saltarem para níveis nunca vistos ate então.

Os especialistas são unanimes em afirmarem que os volumes irão continuar crescendo na ordem de 1,5 milhões de toneladas/ano o que corresponde a capacidade plena de uma fábrica de última geração.

Porem, a oferta hoje está menor que a demanda o que significa que os preços continuarão a crescer.

O consumo vem principalmente dos papeis usados na higiene pessoal onde são necessários na sua produção a celulose de fibra curta oriunda do Eucalipto.

Para termos uma ideia do potencial do mercado, nos dias de hoje são consumidos na Europa e nos Estados Unidos algo em torno de 24 kg por habitante sendo que na China mesmo com o crescimento pós Olimpíada, são consumidos apenas 8Kg por habitante.

A questão agora vem em onde construir novas fábricas para atender toda esta demanda, não esquecendo que junto com a fábrica há a necessidade de plantar mais florestas de eucaliptos.

As respostas dos especialistas indicam que o Brasil é sem dúvida a melhor alternativa para atender a este crescimento.

Mais uma vez a natureza sorri para o Brasil pois uma arvore de eucalipto demanda 6 anos para atingir seu ponto de corte enquanto uma arvore de Pinos na Europa demanda mais de 100 anos.

Assim não há duvida que investir na produção no Brasil é mais atrativo.

Trazendo para nossa realidade regional, a região do Alto Tiete é privilegiada pois temos varias fabricas de celulose e papel, porem as plantações de Eucaliptos deixaram de ser atrativas em função do alto custo de colheita em função da declividade das áreas.

Hoje as fabricas da região são abastecidas por madeira vinda da Região de Itapetininga.

Talvez com a necessidade de mais plantações em curto espaço de tempo e o preço em alta, possamos viabilizar a plantação local e proporcionar, novamente, um crescimento econômico neste segmento.

O Futuro parece promissor pois novas demandas estão por vir no segmento têxtil na aplicação do Eucalipto como Viscose no lugar do algodão e também como combustível alternativo.

Fonte: Publicado no Jornal O Diário de Mogi, de autoria de Cláudio Costa

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Papel baiano: investimentos na produção de papel e celulose ultrapassa R$ 1,4 bilhão

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Papel baiano: investimentos na produção de papel e celulose ultrapassa R$ 1,4 bilhão

Atividade atrai novos investimentos e aposta na diversificação dos negócios para continuar crescendo.

Quinto maior produtor de eucalipto do Brasil, com pouco mais de 615 milhões de pés plantados, segundo o Censo Agropecuário 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em julho, a Bahia vive uma expansão de negócios na silvicultura e na produção de papel e celulose.

Segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), entre  2015 até o segundo semestre deste ano, os investimentos previstos  nesta  área somam recursos da ordem de  R$ 1,4 bilhão.

De acordo com o superintendente de Atração e Desenvolvimento de Negócios, ligada à SDE, Paulo Guimarães, se for considerado o fluxo de investimentos nos últimos dez anos, a Bahia recebeu  R$ 1,7 bilhão em recursos com as 25 empresas implantadas e ampliadas no setor de base florestal.

“Já o setor madeireiro recebeu investimentos aproximados de R$ 30 milhões, com oito empresas implantadas e a geração de 435  empregos”, informou Guimarães, que destaca ainda os investimentos da empresa Veracel Celulose, que tem fábrica em Eunápolis, no Extremo Sul da Bahia.

“Está em execução um projeto de expansão e duplicação de R$ 700 milhões”, afirmou Guimarães.

Papel higiênico 

Os destaques mais recentes do setor no estado  são para a produção de papel higiênico. Mas há quem aposte também na diversificação dos negócios.

Em março, a OL Indústria de Papéis Ltda, empresa que há dez anos fabrica papel higiênico em Feira de Santana, investiu R$ 10 milhões para abrir uma fábrica de fraldas em São Gonçalo dos Campos, com capacidade para produzir cerca de 10 milhões de unidades ao mês.

O diretor administrativo-financeiro da empresa, Valdecir Bechel, informou que o objetivo  é atender ao mercado nordestino, onde ele diz que tem percebido na população local  uma mudança para o consumo de outras marcas, em detrimento das mais tradicionais.

Em São Gonçalo dos Campos, a empresa fabrica a fralda Fofura Baby, e emprega em seu processo produtivo 30 funcionários. Em Feira, são 500.

“Mesmo na crise, temos crescido e estamos planejando novos investimentos e aumento da produção”, informou o executivo.

A OL Indústria de Papéis planeja investir R$ 25 milhões até a metade de 2019 na fábrica de papel higiênico de  Feira de Santana, e aumentar a produção de 2,6 mil toneladas mensais em 20%.

O carro-chefe da empresa, diz Bechel, é o papel higiênico Velud, de folha dupla e voltado para as classes A e B.

Mas a OL fabrica também papéis higiênicos com o aproveitamento de material reciclado.

“Com esses papéis reciclados, fazemos papéis higiênicos para as classes C,D e E. São produtos mais simples e que têm seu público consolidado também”, disse, informando   que só tem se preocupado nos últimos anos com o aumento do preço da celulose.

“Agora é que o preço deu uma estabilizada, mas de janeiro para cá subiu  84%, e hoje está em R$ 3.700 a tonelada da celulose de fibra curta, que é a que usamos aqui para fazer o papel higiênico”, disse Brechel.

A celulose que ele compra vem de Mucuri (Extremo Sul da Bahia) e é fabricada pela  Suzano Papel e Celulose –  uma das maiores empesas do setor.

Concorrência 

A Suzano, inclusive, passou a fazer concorrência na Bahia e no Nordeste no setor de papel higiênico com a marca Mimmo, lançada este mês.

Além de Mucuri, o produto está sendo fabricado na unidade de Imperatriz (MA).

Para expandir os negócios, a empresa fez investimentos de R$ 540 milhões nas duas unidades, com equipamentos adquiridos no início de 2018.

A capacidade de fabricação é de 120 mil toneladas/ano.

E com a compra este ano da Fábrica de Papel da Amazônia (Facepa), que opera fábricas em Belém  e Fortaleza, a Suzano passou a ser a terceira maior fabricante de papéis sanitários do Brasil, com posição de destaque nas regiões Norte e Nordeste.

“Queremos ser líderes de mercado nas regiões Nordeste e Norte até o final deste ano. Para isso, ampliaremos a oferta local de produtos de alta qualidade e estaremos ainda mais próximos dos nossos clientes”, diz  Fabio Prado, diretor executivo de Bens de Consumo da Suzano Papel e Celulose.

Somadas Suzano e Facepa, a capacidade instalada nas quatro fábricas é de cerca de 170 mil toneladas anuais de papéis sanitários.

O total de investimentos, nas fábricas recentes, é de R$ 850 milhões.

Nas unidades da Bahia e do Maranhão, a produção é dividida entre produto acabado e papéis comercializados no formato “jumbo rolls” (rolo jumbo).

A Suzano é a segunda maior produtora de celulose de eucalipto do mundo e a maior fabricante de papéis de imprimir e escrever da América Latina.

Possui sete unidades industriais no Brasil, escritórios internacionais em seis países e estrutura de distribuição global preparada para abastecer mais de 60 países.

Na Bahia, a área florestal que abastece as operações da unidade Mucuri é de 259 mil hectares.

Essa área está dividida entre os estados da Bahia, do Espírito Santo e de Minas Gerais. Dessa área total, 135 mil hectares são referentes a áreas plantadas.

O setor de base florestal no estado possui, no total, 647,8 mil hectares plantados (a maior parte com eucalipto) e 32,3 mil hectares com seringueira, que alimenta a indústria da borracha.

Atividade emprega 230 mil  no estado

O setor de base florestal da Bahia gera, atualmente,  cerca de 230 mil empregos diretos e indiretos.

“O setor é alavancado por diversos outros segmentos da economia, como a mineração – para processar o minério a partir do cavaco de madeira de eucalipto. Quando a construção civil cresce, vem a demanda por madeira para móveis, poltronas, colchões, e o setor de papel e celulose também precisa de matéria- prima que é o eucalipto”, diz  Wilson Andrade, diretor executivo da Associação Baiana de Empresas de Base Florestal (Abaf).

Ele  destaca ainda o lado da preservação ambiental das empresas.

“Para cada hectare plantado tem 0,7 hectare de mata nativa preservada”, garante Andrade.

Segundo  ele,  a demanda por mais papel e celulose é crescente, sobretudo pelo  mercado asiático, onde a China é o maior comprador de celulose e, por isso, tem regulado o preço do produto.

Em 2017, segundo dados do Ministério da Agricultura, a Bahia exportou 1,6 milhão de toneladas de celulose para a China e este ano já ultrapassa 905 mil toneladas.

O total exportado de celulose, em 2017, pela Bahia foi de 2,7 milhões de toneladas.

Este  ano,  o montante já alcança 1,7 milhão de toneladas.

Regiões 

A produção de celulose da Bahia é concentrada mais no extremo sul, mas há plantações no sudoeste, oeste, litoral norte e na Chapada Diamantina.

“Hoje, com as tecnologias, em praticamente qualquer solo se pode plantar o eucalipto, desde que se faça as correções necessárias para que se tenha produtividade”, disse Wilson Andrade.

“Basta fazer investimentos corretos, como em qualidade de mudas  e em manejo”.

Segundo a Abaf, as condições climáticas adequadas e favoráveis ao desenvolvimento florestal contribuem para os expressivos indicadores estaduais de produtividade florestal na Bahia, com média aos 7 anos e  34 m³/ha ao ano.

Historicamente, a média de produção de madeira em tora na Bahia é 16 milhões m³/ano.

O total destinado à produção de celulose e papel   é a mais representativa no estado, sendo que dos 16 milhões de m³ produzidos pelo setor florestal estadual em 2016, 86% foi para atender a indústria de celulose e papel.

A produção total de madeira em tora na Bahia em 2016 representa 7% do total nacional, sendo que praticamente 100% refere-se à madeira de eucalipto.

Fábrica  é autossuficiente em energia

Instalada em Eunápolis desde 1991, a Veracel tem capacidade de produção de 1,1 milhão de toneladas de celulose branqueada de eucalipto por ano e sua totalidade é direcionada ao mercado externo.

A fábrica foi projetada para ser autossuficiente e produzir toda a energia elétrica necessária para a sua operação.

Do total de energia produzida, 65% é utilizada na produção da companhia e o restante é direcionado para o mercado, contribuindo para a receita da empresa.

O excedente de energia é suficiente para abastecer três  cidades do sul da Bahia.

Em 2017, a empresa aumentou a geração de excedentes de energia para o mercado, disponibilizando 44,3% a mais em comparação ao ano anterior.

Nos últimos anos, mais de 90% da energia da Veracel foi proveniente de fontes renováveis.

A companhia emprega hoje cerca de três mil pessoas. Em 2015, foram pagos R$ 96,7 milhões entre salários e benefícios.

No ano passado, esse valor passou para R$ 111,1 milhões – um encremento de quase 15% em dois anos.

Segundo a empresa, são R$ 660 milhões injetados em compras e serviços na economia local e  R$ 105 milhões pagos em impostos municipais, estaduais e federais anualmente.

Desse total, R$ 16,456 milhões são destinados aos municípios onde a empresa tem atuação.

Em 2017, a Veracel investiu R$ 29 milhões em projetos de infraestrutura (estradas para projetos próprios e atendimento a demandas de terceiros).

Foram R$ 5 milhões em projetos sociais.

Florestas 

A empresa possui florestas plantadas de eucalipto em 10 municípios do sul da Bahia.

“Em todos eles, a empresa respeita os limites de plantio e as condicionantes de operação estabelecidas pelos órgãos licenciadores. Além disso, a cada hectare com plantio de eucalipto, é destinado outro hectare à preservação ambiental”, afirma a empresa, em nota.

Como forma de contribuir para o equilíbrio entre suas operações e as demais atividades presentes na região, a Veracel mantém suas plantações abaixo do limite estabelecido pelas condicionantes, entre 15% e 20% em relação à base territorial dos municípios litorâneos.

“Além disso, a empresa respeita a distância mínima de 10 km da costa, já que essa faixa territorial guarda importantes características ambientais, históricas e culturais, ideais para atividades de turismo e lazer”, informa a empresa.

Fonte: Correio 24 Horas

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