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Diário Oficial publica prorrogação da consulta para Plano Nacional de Florestas

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Diário Oficial publica prorrogação da consulta para Plano Nacional de Florestas

Foi publicado no Diário Oficial da União, do dia 04 de outubro de 2018 (quinta-feira), a prorrogação pelo período de 15 dias da Consulta Pública do Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PlantarFlorestas).

Nesse sentido, o coordenador geral de Florestas e Assuntos de Pecuária, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), confirma que o adiamento foi preciso para atender ao setor, uma vez que foram recebidos pedidos de um prazo maior por parte das entidades, para que pudessem enviar suas contribuições.

De acordo com a Secretaria, a prorrogação não deve comprometer a meta de executar o Plantar Florestas ainda em 2018.

A iniciativa propõe ações visando aos próximos 10 anos, sendo que um dos principais objetivos é ampliar, em mais de 2 milhões de hectares, a área de cultivos comerciais.

Na atual conjuntura, segundo dados e informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) o espaço cultivado chega a 10 milhões de hectares, compostos principalmente por pinus, acácias e eucaliptos.

As matas cultivas se localizam principalmente no Rio Grande do Sul, no Mato Grosso do Sul, em São Paulo e em Minas Gerais.

O coordenador ainda explica que a proposta apresenta um diagnóstico do setor, com os principais aspectos econômicos, ambientais e sociais.

Ao final de 2014, o assunto tomou espaço dentro do Mapa, ao atender especialmente a demanda do setor produtivo, visto que o plantio é uma atividade de produção.

Concomitante a isso, a estrutura do decreto assinado ao final daquele ano antecipava um plano para a próxima década que abrange todo o território nacional.

Dessa forma, houveram demandas vindas dos integrantes da Câmara Setorial de Florestas Plantadas, oriundas de associações estaduais e entidades, e foram todas ouvidas, além do que a Embrapa finalizou o documento que segue para consulta pública.

O setor de plantio também conta com alta participação na Balança Comercial.

Só no ano passado, as exportações ficaram atrás apenas do complexo da soja, de carnes e do segmento sucroalcooleiro.

Segundo dados da IBÁ (Indústria Brasileira de Árvores), o Brasil lidera o ranking de produtividade florestal, mantendo a média de 35,7 m³/ha/ano, o que, em uma perspectiva comparada, representa quase o dobro da produtividade dos países do hemisfério norte.

O espaço com plantio de florestas representa apenas 1% da área do país, porém é de onde sai 91% de toda a madeira processada para usos industriais.

O IBÁ ainda aponta para dados, como o valor da produção florestal, que atingiu os R$ 18,5 bilhões em 2016 e gerou 510 mil empregos diretos.

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Fonte: Terra

Demuth Rodapé
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Como reinventar uma usina gigante movida a carvão para produzir energia verde?

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Como reinventar uma usina gigante movida a carvão para produzir energia verde?

No trem em direção a um dos últimos locais do Reino Unido que ainda queimam carvão para produzir energia, passo por três fazendas solares.

Também passo pela usina de carvão de Eggborough, que parou suas operações.

Não há fumaça saindo de suas gigantes torres de resfriamento. Ela será fechada em setembro.

Mas a usina que vou visitar é diferente.

Seu nome é Drax, por causa de um vilarejo de mesmo nome, e trata-se da maior usina de energia da Europa Ocidental.

Em 2023, seus donos vão parar completamente de queimar carvão.

Eles esperam que, em vez disto, a instalação consumirá apenas gás natural e biomassa – no caso, aglomerados de madeira triturados.

A União Europeia tem metas para reduzir a poluição nas próximas décadas e há a previsão de se fechar as usinas de energia a carvão em vários países para cumprir os objetivos.

No Reino Unido, o governo planeja interromper a geração de eletricidade por carvão até 2025.

Uma história parecida ocorre em vários lugares no mundo.

Muitas nações, incluindo os Estados Unidos, estão se afastando da energia a carvão à medida que outras fontes de energia se tornam mais baratas e as regulações ambientais esfriam o mercado de combustíveis fósseis.

Mas isso deixa uma grande questão: o que fazer com todas as antigas usinas?

No último século, essas unidades tiveram grande importância para o mercado global de energia.

As usinas têm conexões caras a redes nacionais – e simplesmente derrubá-las pode não ser a medida mais inteligente.

Muitas pessoas, incluindo os administradores da Drax, insistem que há outras saídas.

A dimensão da Drax é imponente.

De cada lado das enormes construções que abrigam suas caldeiras e turbinas, estão seis torres de resfriamento.

Um vapor branco segue em direção ao céu.

No centro da instalação, está uma chaminé de 259 metros.

E nos fundos, uma enorme pilha de carvão – o volume do depósito, no entanto, já é menor do que em tempos passados, segundo a equipe da usina.

O carvão é deixado ali até que seja levado para a estação de energia em correias transportadoras.

Depois, é moído e queimado em altíssimas temperaturas.

O forno aquece a água, transformando-a em vapor, que passa por um complexo sistema de tubulações e gira as turbinas a uma velocidade constante de 3.000 rotações por minuto.

É uma maneira fácil de produzir eletricidade. Mas é uma maneira suja.

Mudança energética

Os dias do carvão na geração de eletricidade estão contados.

Em abril, o Reino Unido ficou mais de três dias seguidos sem nenhuma energia produzida por carvão – uma redução que aconteceu muito mais rápido do que o esperado.

Essa tendência significa que desde o início de 2018, o país tem conseguido um total de 1.000 horas sem energia a carvão, ultrapassando o nível do ano passado.

Da perspectiva de um operador da usina, no entanto, substituir o carvão não é fácil. Isso porque a biomassa é mais complexa de se manusear, explica o CEO Andy Koss.

“Ela entope as coisas”, diz Koss, lembrando de como as primeiras tentativas de mover a biomassa em transportadoras de carvão resultou em pedaços de madeira se desintegrando e virando poeira.

A biomassa também precisa ser mantida seca o tempo todo, diferentemente do carvão.

O material também pode explodir à medida que se oxida, por isso, as pilhas devem ser constantemente verificadas quanto ao aumento de temperatura.

A Drax gastou £700 milhões (R$ 3,8 bilhões) para garantir que a biomassa pudesse ser transportada por trajetos protegidos da chuva na usina.

E a estação de energia já investiu em quatro cúpulas, cada uma com 50 metros de altura, para depositar a biomassa.

Todos os dias, 16 trens chegam lotados e depositam novos pedaços de madeira para garantir que o abastecimento da instalação permaneça no nível máximo.

Os vagões passam por galpões que se abrem automaticamente por meio de um mecanismo magnético.

Os aglomerados de madeira passam por uma grade e são jogados em um depósito antes de serem levados para as cúpulas para o armazenamento temporário.

Em termos de operações de biomassa, “eu diria que é a maior do mundo”, afirma Koss.

Na minha visita, a Drax tinha capacidade de produção de 2 gigawatts tanto com carvão quanto com biomassa.

Ela agora completou sua quarta unidade de geração de energia por biomassa.

As duas restantes vão, ao fim da adaptação, queimar gás.

A Drax tenta se apresentar como uma alternativa do que pode ser feito com as velhas usinas de carvão – nos lugares onde houver muita vontade e, de fato, dinheiro para pagar pelas conversões.

Muitas unidades pequenas de carvão nos EUA recentemente se converteram para queimar gás – uma forma mais barata de transição do que para a biomassa.

E a Drax quer construir grandes baterias no local para estocar eletricidade.

Há outros projetos semelhantes ao redor do mundo.

Uma empresa canadense, a Hydrostor, desenvolveu projetos para transformar as antigas usinas de carvão em baterias de compressão de ar.

O ar pode ser liberado para forçar a turbina da usina a se mover quando a eletricidade for necessária.

Há muitas outras ideias para reinventar antigas unidades de carvão.

Em 2016, a China anunciou seus planos de converter algumas de suas instalações em estações de energia nuclear – embora não existam muitas notícias sobre o desenrolar das propostas desde então.

Na Dinamarca, a usina de carvão de Copenhagen será transformada em uma unidade 100% de biomassa.

E no telhado de um incinerador, está sendo construída uma área de lazer com uma pista de esqui artificial.

Nem todas as conversões de usinas de carvão estão servindo à produção de energia.

O Google está transformando uma unidade antiga no Alabama, nos EUA, em um centro de dados.

Rei do carvão

Também é verdade que, em alguns lugares, o carvão ainda se mantém forte.

Embora tenha abandonado mais de cem usinas de carvão, a China ainda se baseia fortemente nos combustíveis fósseis como fonte de energia.

E a Alemanha, que decidiu fechar todas as estações de energia nuclear, atualmente produz mais de um quinto de sua energia a partir do carvão, incluindo o lignito – um tipo de carvão ainda mais poluente.

Um mapa interativo das estações de carvão no mundo do site ambiental CarbonBrief revela grandes usinas fechando nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, mas muitas novas em construção na Ásia.

Enquanto isso, alguns mercados questionaram o carvão e depois retornaram a ele.

Em 2015, o governo de New South Wales, na Austrália, vendeu grandes instalações de carvão.

Ao mesmo tempo, políticos acreditaram que a unidade seria fechada em dez anos, mas os preços da eletricidade na região escalaram.

A usina está agora avaliada em cerca de R$ 2,1 bilhões e seus novos donos não têm planos de fechá-la tão cedo.

No entanto, a fé depositada no carvão pode nem sempre ser recompensada.

Na Polônia, a gigante da energia PGE tem investido pesado em infraestrutura de carvão, na esperança de continuar lucrando ainda por muitos anos com o mineral.

Mas isso custa centenas de milhões de dólares num momento em que as energias renováveis, principalmente eólica e solar, estão rapidamente barateando.

Também é preciso se questionar o quão verde é, de fato, a conversão de algumas usinas de carvão.

É o caso da biomassa. Embora os pedaços de madeira liberem carbono quando são queimados, a biomassa é promovida como “verde” porque as árvores cortadas podem ser substituídas ao longo do tempo, posteriormente sequestrando o carbono da atmosfera.

Mas nem todos concordam que isso realmente a torne uma fonte de energia neutra em carbono.

Até mesmo a página 33 do relatório anual da Drax revela que a biomassa libera mais CO2 por unidade de eletricidade gerada do que o carvão.

Repetindo os principais argumentos a favor da biomassa, um diretor da Drax afirma que isso é compensado pela reposição das florestas que forneceram a biomassa.

Diz ainda que, depois de contabilizar as florestas reabastecidas e as emissões da cadeia de suprimentos, o uso de biomassa representa 80% menos CO2 emitido na comparação com o que seria liberado se o carvão tivesse sido usado.

Mas leva décadas até as árvores crescerem.

Além disso, em escala global, as florestas estão se reduzindo em tamanho total.

A capacidade das florestas mundiais de reabsorver o CO2 atmosférico está cada vez menor, e não maior.

“Concordo que isso seja ruim”, diz Koss. Mas com relação ao desmatamento, ele insiste, isso “está ocorrendo fora de nossas áreas de abastecimento. Não estamos relacionados a nada disso”.

Mas isso não é suficiente para convencer alguns ambientalistas.

Especialistas ressaltam que precisamos cortar as emissões já, e não nas próximas décadas quando as árvores crescerem.

A Drax espera mitigar suas emissões de outra forma: com uma tecnologia de um piloto de armazenamento de captura de carbono de bioenergia (BECCS).

Nesse caso, gases da queima de biomassa na usina irão, se tudo seguir como previsto, passar por um solvente que reage com o CO2, capturando-o antes que ele entre na atmosfera.

Esse CO2 pode, então, ser restaurado para que o solvente possa ser usado na captura repetidas vezes.

Pode haver claramente vida após o carvão.

Mas se quisermos aproveitar ao máximo essas velhas instalações, precisamos ser competentes, ter uma mentalidade verde e estar preparados para pagar antecipadamente por resultados importantes.

O carvão produziu energia por muitas décadas no mundo.

Foi um símbolo da Revolução Industrial.

Em vez de simplesmente varrê-lo para longe, poderíamos nos beneficiar do uso inovador das estruturas que a grande indústria está deixando para trás.

Fonte: G1

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P&G quer extrair produtos das fraldas usadas para reciclagem na Itália

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P&G quer extrair produtos das fraldas usadas para reciclagem na Itália

Uma joint venture entre a Procter & Gamble e o grupo de saúde italiano Angelini está trabalhando para criar um ciclo de reciclagem sustentável que permita a transformação de fraldas sujas em tampas plásticas e roupas de viscose.

Mais de 20 milhões de toneladas de fraldas descartáveis ​​são queimadas ou despejadas em aterros sanitários em todo o mundo a cada ano – um grande problema ambiental desde que seu uso se generalizou nas décadas de 1960 e 1970.

Parte do problema é que coletar, limpar e desmembrar as fraldas em seus componentes – plástico, celulose e polímero super absorvente – é complicado e caro.

A outra questão é que ninguém foi capaz de estabelecer um mercado para a produção reciclada, condenando esforços comerciais anteriores ao fracasso.

Fater, uma empresa sediada em Pescara, Itália, que se tornou uma joint venture em 1992, acredita que será capaz de abordar essas questões, apoiada por governos, consumidores e outras empresas incentivadas por uma nova consciência global da iminente crise da poluição por plásticos.

O novo governo italiano, em particular, fez das soluções da “economia circular” um pilar de sua agenda populista.

“Fraldas são feitas de plásticos da mais alta qualidade e nós demonstramos que elas podem ser recicladas para extrair blocos de construção de alto valor”, diz Marcello Somma, diretor de pesquisa e desenvolvimento de negócios da Fater.

Para a P&G, a maior fabricante de fraldas do mundo e uma das maiores contribuidoras para o problema, com quase 27 por cento do mercado de fraldas de 44 bilhões de dólares, Fater atende a vários requisitos.

A P&G pretende ser capaz de reciclar produtos absorventes de higiene (AHP), como fraldas, absorventes para incontinência e produtos de higiene feminina, em 10 cidades até 2030, de acordo com sua mais recente agenda de sustentabilidade.

A longo prazo, espera usar 100 por cento de materiais renováveis ​​ou reciclados para todos os produtos e embalagens.

Roberto Marinucci, vice-presidente global de baby wipes, sustentabilidade e joint venture da P&G, disse que a empresa ainda não estabeleceu se os consumidores estariam dispostos a pagar mais pelas fraldas que sabem que serão recicladas, mas ficou claro que querem marcas que se preocupam com o meio ambiente.

“Acreditamos que a primeira razão, que está fazendo a coisa certa para o consumidor, é suficiente para nos convencer a ir adiante com o projeto”, disse Marinucci em uma entrevista.

Fonte: Jornal Extra

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Valmet destaca aplicações de internet industrial no ABTCP 2018

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Valmet destaca aplicações de internet industrial no ABTCP 2018

Vivenciar a nova era da tecnologia aplicada às indústrias de papel e celulose.

É isso que a Valmet, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, vai oferecer aos visitantes do seu estande no 51º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, promovido pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP).

A empresa ainda marcará presença no evento, que será realizado de 23 a 25 de outubro em São Paulo, com palestrantes em três sessões técnicas do Congresso.

A apresentação do Valmet Performance Center é um dos destaques do estande.

Quem passar pelo local poderá ter a experiência de como funciona esse centro de atendimento remoto, que conecta especialistas da Valmet aos processos e equipamentos das fábricas de seus clientes.

A nova tecnologia torna o atendimento ágil e aproxima ainda mais a Valmet de seus clientes.

As aplicações relacionadas à Internet Industrial também serão apresentadas no estande. Outra atração será a estação do Hololens, que traz a realidade virtual e aumentada para o ambiente industrial.

A Valmet também apresentará a nova geração do sistema de cozimento CompactCookingTM voltada ao mercado de celulose e papel, com baixo consumo de energia, vapor e geração de rejeitos no processo e focada para mega linhas de Hard Wood.

Para Pedro Paciornick, gerente de Estratégia, Qualidade e Marketing da Valmet, o evento é uma oportunidade de reforçar as relações comerciais e apresentar os serviços e tecnologias que a empresa vem desenvolvendo para este público.

“Vamos mostrar nossas novas tecnologias, que estão relacionadas ao tema no Congresso – a era da Internet Industrial –  e aproveitaremos ainda a oportunidade para estreitar o relacionamento com nossos clientes e atender o público que estará lá em busca das tendências do setor”, destaca.

A Valmet também participará das sessões técnicas, com três apresentações no Congresso com os títulos: Tecnologia CompactCooking™ – Revisão e Atualização, Últimas Tecnologias para Paper e Boardmaking e Planta de Produção de Ácido Sulfúrico para manter o Balanço Químico de Planta de Celulose – Avanços em Biorrefinarias.

Novo site

A Valmet aproveitará o maior evento do setor de papel e celulose para lançar seu novo site em português (www.valmet.com.br), que segue o mesmo conceito do website global.

Além de trazer a história de 220 anos da companhia, o site destaca as soluções de tecnologia, serviços e automação industrial no segmento de celulose, cartão e papel, tissue, energia e outras indústrias.

A versão em português reforça a marca no Brasil e a iniciativa vem para somar aos esforços ligados ao conceito de Indústria 4.0 e de Internet das Coisas, ou IoT, como o Valmet Customer Portal, que permite que os clientes e os especialistas da Valmet colaborem, compartilhem informações e inovem juntos em tempo real, e o próprio Valmet Performance Center, que oferece toda a tecnologia de atendimento remoto.

Mais informações – Palestras Valmet

Dia 24/10, das 11h às 11h30 (painel Celulose 1)

Tema: Tecnologia CompactCooking™ – revisão e atualização

Palestrante: Andre Luiz Nunes Domingues / Valmet

Dia 25/10, das 11h às 11h30 (painel Papel 2)

Tema: Últimas tecnologias para paper e boardmaking

Palestrante: Milton Navarro / Valmet

Dia 25/10, das 14h45 às 15h15 (painel Recuperação e Energia)

Tema: Planta de produção de ácido sulfúrico para manter o balanço químico de planta de celulose – avanços em biorrefinarias

Palestrante: Naveen Kumar Chenna / Valmet)

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Celulose e carnes impulsionam as exportações de produtos industrializados em MS

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Celulose e carnes impulsionam as exportações de produtos industrializados em MS

A receita de Mato Grosso do Sul com a exportação de produtos industrializados cresceu 23% no acumulado de janeiro a setembro de 2018 frente ao mesmo intervalo de tempo de 2017, passando de US$ 2,19 bilhões para US$ 2,69 bilhões.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (16) pelo Radar Industrial da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), com base nas informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Conforme o Radar Industrial, a celulose, carnes desossadas de bovinos congeladas, carnes desossadas de bovinos refrigeradas e pedaços e miudezas de aves congelados são os principais produtos responsáveis pelo crescimento na receita com as exportações.

Apenas em setembro, a receita com a exportação de produtos industriais alcançou US$ 287,4 milhões, apresentando estabilidade em relação ao mesmo mês de 2017, quando o valor foi de US$ 286,8 milhões.

“Ainda assim, esse foi o melhor resultado para o mês de setembro dos últimos cinco anos”, de acordo com avaliação do coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende.

Quanto à participação relativa, no mês, a indústria respondeu por 76% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul, enquanto no acumulado do ano a participação ficou em 60%.

O economista explica que, de janeiro a setembro, os principais destaques ficaram por conta dos grupos “Celulose e Papel”, “Complexo Frigorífico”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais”, “Açúcar e Etanol” e “Couros e Peles”, que, somados, representaram 98% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior.

Destaques

No grupo “Celulose e Papel”, a receita no período avaliado foi de US$ 1,41 bilhão, crescimento de 94% nos nove meses de 2018 comparado com a somatória de janeiro a setembro de 2017, dos quais 97,6% foram obtidos apenas com a venda da celulose (US$ 1,38 bilhão), tendo como principais compradores China, com US$ 758,8 milhões, Itália, com US$ 160 milhões, Holanda, com US$ 129,1 milhões, Estados Unidos, com US$ 92,7 milhões, e Coreia do Sul, com US$ 37,9 milhões.

“A produção de celulose segue em expansão, registrando recordes consecutivos nos últimos anos. Tal resultado é derivado da demanda externa aquecida, principalmente na China e na Europa, que são os principais mercados de destino da nossa produção. O cenário continua positivo para 2018, com preços em elevado patamar e produção em crescimento”, destacou Ezequiel Resende.

Já no grupo “Complexo Frigorífico” a receita conseguida na soma de janeiro a setembro deste ano foi de US$ 686,3 milhões, uma redução de 1% em relação ao mesmo período do ano passado, sendo que 35,9% do total alcançado são oriundos das carnes desossadas de bovinos congeladas, que totalizaram US$ 246,3 milhões, tendo como principais compradores Hong Kong, com US$ 139,6 milhões, Chile, com US$ 110,2 milhões, China, com US$ 49,9 milhões, Arábia Saudita, com US$ 44,2 milhões, e Irã, com US$ 42,9 milhões.

“As exportações de carne de frango do Brasil em setembro alcançaram 363,8 mil toneladas, queda de 6% em relação a setembro de 2017. O volume leva em conta todos os produtos, entre in natura e processados, e gerou receita de US$ 582,3 milhões, 8,8% abaixo do reportado há um ano. Contudo, o volume de exportações registrado em setembro foi expressivo diante do número menor de dias úteis do período, se compararmos com outros meses do ano”, ressaltou o economista.

Fonte: G1

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Atualizada lista de pragas prioritárias – inclusive para Eucalipto e Pinus

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Atualizada lista de pragas prioritárias – inclusive para Eucalipto e Pinus

O Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) atualizou a lista de pragas de importância econômica de maior risco fitossanitário para as culturas agrícolas no Brasil.

A nova relação foi oficializada com a Instrução Normativa nº 112 (de 08 de outubro de 2018) publicada nesta segunda-feira (15.10) no Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com o Mapa, a lista tem o objetivo de determinar quais os produtos e tecnologias de controle terão prioridade na análise de seus processos de registro e liberação comercial no País.

Na IN ficou determinado que as empresas que possuírem requerimentos de registro de produtos e tecnologias para as pragas e culturas indicadas (já protocolizados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) deverão “apresentar, em até cinco dias úteis contados da publicação desta Portaria, a relação dos processos correspondentes”.

Cultura Impactada: Eucalipto e Pinus

  • Digitaria insularis
  • Digitaria horizontalis
  • Panicum maximum
  • Brachiaria decumbens
  • Brachiaria brizantha

Veja a lista completa…

Cultura Impactada: Soja
Pragas:
Phakopsora pachyrhizi

Cultura Impactada: Soja, Algodão e Milho
Pragas:
Helicoverpa armigera
Chrysodexis includens
Heliothis virescens
Anticarsia gemmatalis
Spodoptera frugiperda

Cultura Impactada: Feijão, Tomate, Melão e Soja
Pragas:
Bemisia tabaci

Cultura Impactada: Soja, Algodão, Feijão e Trigo 
Pragas:
Lolium multiflorum,
Conyza bonariensis,
Digitaria insularis
Amaranthus palmeri*

Cultura Impactada: Algodão
Pragas:
Antonomus grandis
Ramularia areola 

Cultura Impactada: Soja e Milho
Pragas:
Euchistus heros
Dichelops melacanthus

Cultura Impactada: Mamão e Manga
Pragas:
Colletotrichum
gloesporioides

(podridão de póscolheita)

Cultura Impactada: Citros, Manga, Uva, Goiaba, Maçã, Pêra, Pêssego, Nectarina, Melão, Melancia e Abóbora
Pragas:
Ceratitis capitata,
Anastrepha grandis
Anastrepha fraterculus
Bactrocera carambolae*

Cultura Impactada: Citros
Pragas:
Diaphorina citri 

Cultura Impactada: Tomate e batata
Pragas:
Phytophthora infestans 

* Pragas Quarentenárias Presentes

Fonte: Agrolink

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Suzano pede autorização da Comissão Europeia para negócio com Fibria

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Suzano pede autorização da Comissão Europeia para negócio com Fibria

A Comissão Europeia informou nesta quinta-feira, 11, ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) que a brasileira Suzano Papel e Celulose entrou com um pedido de autorização para fechar sua fusão com a Fibria no Brasil.

O protocolo foi encaminhado na terça-feira, 9, à instituição que tem sede em Bruxelas e o prazo final para que dê o seu parecer sobre o caso é 15 de novembro.

A Suzano já recebeu autorização de autoridades concorrenciais de outros países, como Estados Unidos, China e Turquia. No Brasil, o caso ainda aguarda decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), depois que a aprovação do negócio ocorreu em uma assembleia realizada no mês passado.

O negócio foi anunciado há sete meses.

A Comissão Europeia forneceu ao Broadcast o documento que descreve caso a ser analisado: “Descrição da concentração. Esta notificação refere-se à proposta de aquisição do controle exclusivo da Fibria Celulose S.A.(Fibria) pela Suzano Papel e Celulose (Suzano, em conjunto com a Fibria e associadas). As ‘partes’ são empresas de capital aberto registradas no Brasil, com todas as suas respectivas instalações de produção baseadas no Brasil. A Suzano é uma produtora de celulose e papel verticalmente integrada no Brasil. Seu portfólio de produtos inclui papel para imprimir e escrever revestido e não revestido, cartão, papel de seda e celulose. A Fibria é uma produtora brasileira de celulose.”.

Fonte: Istoé

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Palestras gratuitas sobre inovação, estratégias de mercado e formação de preço de venda

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Palestras gratuitas sobre inovação, estratégias de mercado e formação de preço de venda

As indústrias são compostas por vários departamentos e, para atender às necessidades de cada um deles, a ABTCP preparou durante o ABTCP 2018 – 51º Congresso e Exposição Internacionais de Celulose e Papel – uma série de palestras e atividades que farão parte das atividades gratuitas do evento nos dias 23, 24 e 25 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

Um deles é especialmente voltado aos profissionais em cargos de gestão administrativa. Por meio de uma parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), a Arena ABTCP, na área de Exposição do evento, receberá diariamente um de seus profissionais especializados abordando temas que contribuirão para o melhor desempenho da sua empresa, tirando dúvidas e oferecendo soluções.

As sessões do Fórum iniciarão às 14h, com duração de 1h30.

O primeiro dia contará com uma palestra sobre “Inovar para ganhar mais”.

No dia 24, “Ganhe mercado” abordará novas estratégias de comercialização, e a palestra do dia 25 discutirá a “Formação do preço de venda”, item fundamental nos dias de hoje para a competitividade de qualquer companhia, independente do seu tamanho.

Para participar, basta comparecer ao evento, credenciando-se para visitar a Exposição.

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Ferramentas avançadas para a fabricação e técnicas de prensagem de papel tissue

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Ferramentas avançadas para a fabricação e técnicas de prensagem de papel tissue

O Programa Rezolve™ da Xerium é uma ferramenta desenvolvida para calcular a quantidade de água presente no nip e o volume vazio disponível durante a vida do feltro em máquina.

Ajuda a alcançar as condições ideais de prensagem e reduzir custos de energia.

Uma máquina de papel depende de inúmeras variáveis que precisam ser trabalhadas para conseguir um papel de alta qualidade, com baixo custo energético e altas taxas de produção.

As novas ferramentas de engenharia permitem definir os parâmetros dos nips das prensas das máquinas de papel e identificar condições praticamente ideais.

As vestimentas das máquinas de papel e os revestimentos dos rolos têm experimentado de forma individualizada inúmeros avanços nos últimos anos, porém a combinação desses avanços pode proporcionar maiores benefícios para o melhor desempenho da máquina de papel.

O maior entendimento das condições de prensagem no nip tem permitido concentrar os esforços na otimização, que agora podem ser abordados através de técnicas não disponíveis anteriormente.

O programa Rezolve da Xerium utiliza algoritmos sofisticados para calcular a quantidade de água presente no nip e o volume vazio disponível durante a vida útil do feltro.

A quantidade de água no nip é a combinação da água removida da folha e da água transportada pelo feltro.

Portanto as variáveis da máquina de papel que afetam a quantidade de água incluem a gramatura da folha, teor de sólidos da folha na entrada, o desenho do feltro e o sistema de condicionamento do feltro.

O volume vazio total disponível no nip é uma combinação do volume vazio do feltro (que varia do início ao final da sua vida útil) e o volume vazio do padrão de acabamento da Prensa.

O volume vazio do feltro depende do projeto do feltro, quantidade de tempo em máquina (dias) e a pressão específica (intensidade de nip) aplicada no feltro.

Por este motivo, o volume vazio do feltro depende também da carga aplicada, do diâmetro da Prensa, do material do revestimento, da dureza, da espessura do revestimento e da temperatura de operação.

O volume vazio no nip derivado do padrão de acabamento é calculado pela avaliação do volume vazio efetivo.

O volume vazio efetivo é uma medida do volume do vazio que permanece disponível no nip.

O volume vazio efetivo é uma função da área aberta dos orifícios de sucção, do diâmetro do furo cego, da área aberta do furo cego, da profundidade do furo cego, da largura da ranhura, e da largura entre as ranhuras e a profundidade da ranhura.

Outras variáveis que figuram na medição do volume vazio efetivo do revestimento da Prensasão: a carga da prensa, a dureza do revestimento, e a disponibilidade de raspadores.

A diferença entre o volume vazio total no nip e a quantidade de água no nip é igual ao volume vazio residual. O volume vazio residual pode ser usado como uma indicação de condições desfavoráveis no nip.

Através de experiência prática em uma máquina ou de máquinas e gramaturas similares, pode ser determinado um mínimo de volume vazio residual para cada aplicação de prensagem individual.

Esse mínimo de volume vazio residual já indicou com precisão situações com problemas hidráulicos excessivos, crushing, e problemas de controle da folha no final da vida útil do feltro.

O insuficiente volume vazio residual pode ser contraproducente no que se refere a alcançar um papel de alta qualidade, baixo custo de energia e altas taxas de produção.

O insuficiente volume vazio residual cria uma restrição ao fluxo que produz baixo teor de sólidos na saída, resultando em custos mais altos de energia e máquinas com menor velocidade.

O insuficiente volume vazio residual também pode criar crescentes forças hidráulicas no nip.

Forças hidráulicas excessivas e indesejadas podem causar uma redução nas propriedades desejadas na folha e prejudicar o desempenho sustentável dos feltros.

Forças hidráulicas severas também podem causar uma deterioração da superfície do revestimento do rolo e nos padrões de acabamento.

Isso pode reduzir a eficiência da prensa na remoção de água pela redução da uniformidade na prensagem, e também vai exigir a remoção de mais material do revestimento durante a retífica do rolo.

A remoção de mais material do revestimento reduz a vida útil efetiva do rolo e também reduz as profundidades do padrão de acabamento, piorando ainda mais o volume vazio residual durante as próximas campanhas do rolo.

Um dos outros detrimentos do insuficiente volume vazio residual é a incapacidade de lidar com as variações do perfil transversal de umidade.

Em inúmeras ocasiões, a variação de umidade transversal 2-sigma foi significativamente reduzida (redução de 50%) a partir de uma condição insuficiente, fornecendo um volume vazio residual apropriado.

Se a folha não puder manejar a quantidade de água no nip, então áreas mais úmidas da folha irão passar pelo nip.

Com volume vazio suficiente, áreas mais úmidas da folha irão transferir mais água para o feltro nestas regiões corrigindo a variação de umidade transversal.

Não apenas as ferramentas de engenharia e o entendimento das condições nos nips avançaram, os feltros e os materiais dos revestimentos também sofreram grandes desenvolvimentos.

Os feltros agora utilizam:

  • Tecnologia de agulhamento avançado Huyperpunchpara melhorar a lisura da folha;
  • Novos conceitos de base para melhorar a uniformidade de prensagem e desaguamento no nip;
  • Projetos de emenda ProSeam aperfeiçoados para reduzir imperfeições e marcas na folha, reduzindo o tempo de instalação e aumentando a segurança;
  • Camadas de mantas axiais de não-tecido para aumento do volume vazio e melhor aspecto visual da folha;
  • Fibras na manta com maior resistência e mais resistentes a produtos químicos;
  • Fibras projetadas para melhor suavidade e redução de reumidecimento.

Os materiais dos revestimentos dos rolos também sofreram grandes avanços através do desenvolvimento de:

  • Superwear Xtreme, Xtreme TS e Quantum Xtreme, que são materiais de resistência superior à abrasão em todas os ranges de dureza;
  • Materiais com baixa histerese – característica que permite operar mais frios (gera menos calor) e sem o uso de refrigeração por água;
  • Materiais com módulos de elasticidade mais altos que melhoram a integridade do revestimento proporcionando maior estabilidade no revestimento (padrão de acabamento);
  • Revestimentos Aquarius Armor que oferecem os benefícios de um nip mais largo e macio, bem como a resistência ao desgaste, a resistência química e o releasede um material de revestimento mais duro;
  • Sistemas de adesão mais forte e aprimoramentos na base;
  • Materiais com estabilidade duradoura de dureza;
  • Poliuretano Rebel com materiais aperfeiçoados resistentes ao hidrocarboneto para melhor tolerância a óleos, pitch, e outros produtos químicos na seção de prensagem.

Enquanto os feltros e os revestimentos de rolos receberam inúmeros avanços que melhoram seu desempenho individual e os algoritmos do Rezolve proporcionaram melhor entendimento das condições no nip das prensas, os progressos derivados desses avanços combinados podem oferecer os maiores benefícios com relação ao desempenho ideal da máquina de papel.

Os projetos dos padrões de acabamento dos revestimentos de rolos foram reduzidos devido ao receio de marcação da folha.

Esforços que não foram bem sucedidos no passado evitaram a utilização de novos padrões de acabamento mais agressivos.

Através do entendimento do aprimoramento das bases tecidas, das mantas de não-tecidos com maior volume vazio, das técnicas avançadas de agulhamento combinadas com os materiais de revestimento com módulos de elasticidade mais altos e de operação com menor temperatura, revestimentos com materiais mais resistentes à abrasão e aos produtos químicos, agora não há mais necessidade de limitar as técnicas dos padrões de acabamento.

Portanto os padrões de acabamento agora podem ser projetados para atender às necessidades de excesso de volume vazio determinado através dos algoritmos.

Rolos de sucção com furos duplos e maiores na superfície do revestimento aumentam a área aberta efetiva assistida por vácuo e o volume vazio.

Padrões de furos cegos maiores com área aberta maior podem agora ser utilizados de forma que os furos permaneçam limpos e abertos e efetivos no nip.

Ranhuras mais largas patenteadas pela Xerium EnerVent™ podem agora ser utilizadas (mesmo em materiais mais macios de revestimento) que permanecem abertas e efetivas durante toda a campanha do revestimento do rolo.

Todas essas técnicas de padrão de acabamento agora são possíveis não somente por causa dos aprimoramentos no material dos revestimentos dos rolos, mas por causa dos avanços nos feltros e na capacidade de estratificar sobre a maior abertura superficial e a capacidade de evitar que a água canalize diretamente através do feltro dentro da abertura superficial (área aberta).

Em um estudo de caso numa máquina Crescent Former antiga de nip simples, Rezolve  calculou que o residual de volume vazio era menor que o volume vazio mínimo recomendado – mesmo no início da vida útil do feltro (Figura 2).

Isso é muito comum nas máquinas de Tissue porque o feltro pick-up opera molhado para ajudar a controlar o pick-up da folha e a transferência. Após a dupla perfuração do revestimento XtremeTS do rolo de sucção, o volume vazio residual aumentou para níveis suficientes.

O aumento do residual de volume vazio em uma máquina com limitação na secagem resultou em um aumento de 4,8% na velocidade da máquina para folha com gramatura de 14,3 g/m² e um aumento de 7,6% na velocidade para folha com gramatura de 24,4 g/m².

Da redação

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Estudo indica risco na entrada de novas pragas através de embalagens de madeira

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Estudo indica risco na entrada de novas pragas através de embalagens de madeira

Um novo estudo publicado na última edição da Revista de Política Agrícola, publicação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) aponta riscos para a entrada de novas pragas no país através de embalagens de madeira.

Os auditores agropecuários afirmam que é preciso maior acesso aos dados de importações e agir de forma estratégica na fiscalização.

A pesquisa analisou 461 casos de pragas encontradas em caixas, pallets e outros recipientes de madeira em bruto que acompanhava mercadoria importada pelo Porto de Santos entre 2015 e 2017.

Em 18% dos casos, as espécies encontradas não existem no país e podem causar impactos econômicos relevantes caso se instalem aqui.

Além disso, 57% das pragas quarentenárias detectadas na fiscalização vieram da Índia.

Os Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Affas) que participaram do estudo defendem a implementação de políticas públicas nacionais para o gerenciamento de risco, o que melhoraria a fiscalização.

O Porto de Santos é o maior da América Latina e respondeu por 113,8 milhões de toneladas de cargas movimentadas em 2016.

Mais de 2 milhões de contêineres passaram por lá no período, dos quais mais de 700 mil transportaram cargas importadas.

Essa grande movimentação de cargas, porém, cria a possibilidade para que pragas de outros continentes se instalem no Brasil.

Um desses casos foi o da “ferrugem asiática da soja“, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizie e identificada pela primeira vez no país 2001.

Estima-se que, em 12 anos, a praga causou até US$ 20,8 bilhões em perdas para os produtores rurais.

“A introdução de pragas florestais atualmente ausentes no Brasil pode causar prejuízo econômico e social direto, caso atinja as florestas plantadas, e danos ambientais imensuráveis, caso atinja matas e florestas naturais”, conta o auditor fiscal federal agropecuário, Marlos Vicenzi.

De acordo com os auditores fiscais, a sugestão é que haja uma implantação de sistemas de gerenciamento de risco para fortalecer a fiscalização.

A partir de coletas de dados, é possível estabelecer quais produtos oferecem mais risco e agir de forma mais focalizada.

Com o constante aumento da quantidade de carga que chega aos portos, torna-se inviável realizar inspeções sem um gerenciamento de risco.

“O objetivo do gerenciamento de risco é direcionar as ações de inspeção, reduzindo o número de inspeções nas importações de menor risco fitossanitário, que são a maioria, e aumentando o número de intervenções nas importações de maior risco. No entanto, apesar de alguns esforços locais, na prática ainda não está implantado o gerenciamento de risco nacional nessas operações”, dizem os autores no artigo.

Vicenzi completa afirmando que é indispensável que o Serviço de Vigilância Agropecuária tenha formas de obter dados sistematizados para melhorar a eficácia da inspeção.

“Com um sistema que permita correlacionar de maneira objetiva as informações sobre as cargas importadas com nosso histórico de interceptações de pragas é possível atuar de maneira mais assertiva. Hoje, abrimos 16% dos contêineres e encontramos irregularidades em 1%. Com o avanço no gerenciamento de risco teríamos uma redução significativa destes números, contribuindo para a facilitação do comércio internacional”.

Fonte: Agrolink

Demuth Rodapé
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