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Eucalipto responde por 75% das florestas plantadas no país

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Eucalipto responde por 75% das florestas plantadas no país

Mais de 75% das florestas plantadas no Brasil são de eucalipto.

A plantação de Pinus alcança 20,6%. No total, o Brasil tem 9 milhões e 850 mil hectares de florestas plantadas.

Os dados são do levantamento Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2017, divulgados nessa quarta-feira (19), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As florestas plantadas estão principalmente na Região Sul, que responde por 36% do valor da produção, e Sudeste, com mais de 25%.

O líder entre os estados é o Paraná, com produção de R$ 3,7 bilhões, seguido por Minas Gerais e Santa Catarina.

Do total de áreas plantadas:

  • 41,9% do eucalipto está na Região Sudeste e
  • 87,7% do pinus na Região Sul.

De acordo com os dados, 4.837 municípios brasileiros tiveram produção primária florestal em 2017.

Em valor de produção, o destaque é Três Lagoas (MS), com quase R$ 390 milhões no ramo de floresta plantada.

Em extrativismo, o destaque é São Mateus do Sul, no Paraná, com produção de 67 mil toneladas de erva-mate e valor de mais de R$ 100 milhões.

Os produtos madeireiros respondem por 90% do valor da produção florestal do país e tiveram aumento de 3,6% no ano passado.

Entre os produtos da silvicultura, o carvão vegetal teve queda de 0,8% na produção, mas registrou aumento de 4,2% no valor, enquanto a madeira para papel e celulose cresceu 3% na produção, mas diminuiu 1,8% no valor total.

O levantamento mostra que nos últimos 20 anos a participação do extrativismo e da silvicultura no total da produção primária florestal se inverteu.

Se em 1996 o extrativismo era responsável por 60% da produção florestal do país, os números vêm caindo e, desde o ano 2000, a silvicultura ultrapassou o extrativismo e continua em expansão.

No extrativismo, os produtos madeireiros representam 64,1% do valor da produção, após queda de 2,7% no ano passado.

A segunda maior participação é a de produtos alimentícios, que respondem por 27,7% do valor total da produção, após crescimento de 7,3%, em 2017.

O destaque é o açaí, que teve aumento de 10,5% no valor, em 2017, com produção de 220 mil toneladas.

Limoeiro do Ajuru (PA) é o principal município que produz açaí de origem extrativista.

Em segundo lugar na extração de alimentos está a erva-mate e em terceiro a castanha-do-pará, após queda de 24,4% no volume da produção do ano passado afetada por questões climáticas.

Outros itens com produção significativa são o pinhão e o pequi, que aumentaram quase 40% no valor da produção.

As ceras são 4,8% do valor da produção extrativista e as oleaginosas respondem por 2,7%.

Fonte: Rádio Agência Nacional

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Mais de 90% dos pecuaristas paulistas que adotaram sistemas integrados afirmam que continuarão com a tecnologia

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Mais de 90% dos pecuaristas paulistas que adotaram sistemas integrados afirmam que continuarão com a tecnologia

Mais de 90% dos pecuaristas que adotam a integração lavoura-pecuária (ILP) ou pecuária-floresta (IPF) no estado de São Paulo pretendem continuar utilizando esses sistemas que diversificam a produção ao gerar grãos e carne ou madeira e carne, por exemplo, em um mesmo espaço.

Esse dado foi revelado em pesquisa que investigou fatores que levam propriedades paulistas a adotar ou não sistemas integrados de produção.

Os que adotam a integração lavoura-pecuária (ILP) têm maior tempo de experiência com agricultura, participam de eventos agropecuários e de cooperativas agrícolas e recebem mais visitas da assistência técnica.

Também possuem propriedades e rebanhos maiores, com estrutura robusta de máquinas agrícolas, e utilizam o crédito rural.

Já os produtores que adotam integração pecuária-floresta (IPF) caracterizam-se por propriedades e rebanhos menores, produção diversificada e menor dependência da renda agropecuária: 88% têm outra fonte de receita.

Nesse grupo, o acesso ao crédito rural é menor.

O estudo foi realizado pela Embrapa Pecuária Sudeste (SP), durante a safra 2016/2017. Foram entrevistados 175 produtores rurais de várias regiões do estado de São Paulo.

Pouco mais da metade dos pecuaristas ouvidos, 52%, faz integração: 38% adotam lavoura-pecuária (ILP) e 14% pecuária-floresta (IPF).

O objetivo da pesquisa foi saber o que leva um produtor rural a adotar ou não a integração.

“Compreender o comportamento frente a essa inovação é relevante para se pensar em políticas públicas e em ações de transferência de tecnologias”, acredita a pesquisadora da Embrapa Marcela Vinholis, que coordenou o estudo.

O levantamento obteve informações variadas, que envolvem perfil, tipos de sistemas adotados, influência para adoção, acesso a crédito rural, intensidade da adoção, acesso à informação técnica, características da propriedade rural, etc.

A pesquisadora explica que são muitas as variáveis que interferem nessa decisão de diversificar e explorar novas oportunidades.

A metodologia considerou adotantes os que integram pelo menos duas modalidades de atividades agrícolas, pecuárias e florestais, realizadas na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou rotação, de forma planejada, sistematizada e continuada, com a finalidade de comercializar os produtos.

Mais de 90% dos adotantes não querem deixar integração

Foi possível detectar que quem está no sistema está satisfeito e tem expectativa de continuar nele.

Entre os adotantes, tanto de ILP como IPF, mais de 90% têm a intenção de permanecer com a integração.

Já entre os que não adotam, 28% pensam em fazê-lo em curto prazo.

Outro número interessante é que cerca de 70% dos que implantaram sistemas integrados ILP foram motivados por outro produtor.

O segundo fator citado como influenciador da adoção foi o serviço de extensão rural (20%).

Entre os adotantes de IPF, 63% citaram a observação de outro produtor rural e 29% os técnicos da extensão rural.

Os arranjos de integração encontrados foram muito diversificados.

Os pesquisadores encontraram pecuária com soja, milho, mogno, eucalipto, sorgo, feijão, amendoim, abóbora e abacaxi, entre outros.

O tipo de produto está atrelado ao mercado local.

“O produtor adapta o conceito de acordo com seu perfil, potencial da região e mercado”, conta Vinholis.

Crédito rural favorece a adesão a tecnologias sustentáveis

Constatou-se também que o acesso ao crédito contribui para a inserção de melhorias no campo.

“Novas tecnologias agrícolas podem demandar alto investimento inicial. Nesse caso, a disponibilidade de recursos financeiros é um importante determinante da decisão de adoção”, explica o economista Marcelo José Carrer, professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP).

Dos adotantes de ILP, 86% tiveram acesso ao crédito. Entre os não adotantes a porcentagem cai para 65%.

Segundo Carrer, o principal resultado da pesquisa indica que o acesso à política de crédito rural aumenta a probabilidade de adoção de ILP.

“Foi constatado que esses recursos subsidiados estão sendo utilizados para financiar a adoção de tecnologias sustentáveis pelos produtores. Assim, percebe-se que a política está atingindo o objetivo de incentivar a difusão de tecnologias mitigadoras de GEE”, conta o economista.

Hoje, há disponibilidade de linhas de financiamento específicas para a adoção dos sistemas de integração, como do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC).

No entanto, poucos conhecem. Somente 11% dos que adotam ILP tiveram acesso a essa linha e, do IPF, apenas 8%.

O Plano ABC incentiva a implantação de sistemas agropecuários sustentáveis.

Além de linhas de crédito, promove ações de capacitação de técnicos e produtores para a ampliação da integração. Para Carrer, o acesso ao crédito deve estar atrelado à política de extensão rural.

“Além do acesso a recursos financeiros, é importante que os produtores recebam orientação técnica e organizacional adequada para adotar e gerenciar os sistemas ILP”, explica ele.

Extensão rural é importante para o sucesso

Os serviços de extensão rural são essenciais para a transferência de tecnologias e acesso à informação no campo.

“As informações disponibilizadas pelos técnicos são importantes para criar incentivos à adoção e reduzir a probabilidade de manejo inadequado dos sistemas integrados”, afirma o economista.

Ele explica que a ILP aumenta a complexidade organizacional nas fazendas em decorrência da necessidade de planejamento e coordenação de um conjunto maior de processos produtivos.

O trabalho da extensão rural auxilia os produtores no manejo e gerenciamento desses processos.

A falta de orientação técnica foi uma das principais queixas dos pecuaristas entrevistados e pode ser considerada um dos fatores que limitam a utilização dos sistemas integrados como atividade produtiva.

No grupo dos não adotantes ficou evidente o menor número de visitas técnicas por profissionais especializados.

Coleta de dados

A seleção da amostra para a pesquisa foi feita com ajuda de técnicos da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) e da cooperativa Cocamar.

Além disso, houve contato prévio com sindicatos rurais e associações do estado de São Paulo.

Foram elaboradas duas listas. Uma com produtores que adotam sistemas integrados com lavoura ou floresta e outra das fazendas que não adotam a integração.

Da primeira lista, foram contatados 89 produtores – 65 adotantes de ILP e 24, IPF.

A amostra de pecuaristas que não adotam sistemas de integração foi selecionada de forma não aleatória.

Segundo Vinholis, para cada propriedade que trabalha com sistema de produção integrado da amostra, foi selecionada uma propriedade próxima que produza gado bovino a pasto em sistema de produção não integrado.

De acordo com a cientista da Embrapa, o resultado da pesquisa busca subsidiar políticas públicas e ações de transferência de tecnologia.

Além de pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste, fazem parte da pesquisa profissionais da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O suporte financeiro foi da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Retorno aos participantes

Assim que os resultados foram obtidos, em maio deste ano, os pesquisadores Marcela Vinholis e Waldomiro Barioni Junior visitaram dez cidades paulistas.

A ideia foi validar os resultados e dar retorno aos técnicos da extensão rural da Cati e da Cocamar que colaboraram com o levantamento.

Para Vinholis, a participação dos técnicos foi fundamental para o sucesso do trabalho.

“Eles foram a ponte entre nós e os produtores rurais”, conta. No total, 27 extensionistas receberam o feedback das impressões e das demandas dos pecuaristas do estado que adotam sistemas de integração na propriedade.

Os pesquisadores passaram por Campos Novos Paulista, Tupã, Jales, Catanduva, Araçatuba, Rancharia, Presidente Prudente, Riolândia, Guaíra e Anhumas.

Fonte: Embrapa

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Colheita Florestal: muito além de derrubar árvores

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Colheita Florestal: muito além de derrubar árvores

O aumento de eficiência de 30 minutos por dia por máquina, dependendo de número de máquinas e operadores, pode gerar uma redução de custo na casa de milhões de reais.

O Brasil sempre foi um país com grande força no agronegócio, principalmente na área florestal.

Nos últimos anos muita coisa mudou em relação à conscientização, adoção de políticas públicas e de novas práticas que favoreçam o manejo mais sustentável das florestas.

No manejo de florestas renováveis, a primeira etapa a ser considerada é a escolha das espécies e materiais genéticos mais indicados para cada região, conforme o objetivo da produção e as especificidades de clima, solo e relevo, pois a obtenção de maior retorno produtivo depende da escolha adequada da espécie.

Após a definição das espécies, se iniciam os processos de produção das mudas, preparo do solo, plantio, manutenção da floresta até a colheita, que marca o fim do ciclo de um plantio florestal sustentável, permitindo assim que outro ciclo seja iniciado sobre o mesmo solo.

A partir da década de 90, com a abertura de mercado para importações e a entrada de empresas estrangeiras no Brasil, houve um significativo aumento de investimentos em mecanização dos processos de colheita, o que propiciou forte crescimento neste setor.

As grandes empresas florestais de todo o mundo passaram, então, a utilizar máquinas de grande porte e com alta capacidade nas operações.

E por conta dos altos investimentos em mecanização, tornou-se necessário o uso de ferramentas de gestão que auxiliem as empresas a fazerem o melhor uso possível desses recursos.

No processo de colheita mecanizada, fatores como declividade do terreno são considerados um grande problema para a operação, devido ao risco envolvido na utilização dessas máquinas em terrenos muito sinuosos.

Outra questão importante é como extrair a madeira derrubada das encostas dos morros.

Colher em áreas assim impõe desafios não só com relação ao maquinário a ser utilizado na operação, como também no planejamento da colheita dessas áreas com estratégias de escoamento da madeira colhida.

Em muitas regiões no Brasil, o plantio das florestas renováveis é feito em áreas predominantemente planas, facilitando todo o processo de plantio, colheita e transporte, diminuindo riscos, custos e aumentando a produtividade da operação.

Entretanto, tanto no Brasil como em outros países, é necessário realizar plantios também em áreas acidentadas.

Ciclo de crescimento das espécies florestais

Outro fator relevante e que pode provocar influências no planejamento da colheita é o tempo do ciclo de crescimento da floresta.

As grandes empresas de base florestal no Brasil possuem plantações de eucalipto, espécie que, graças às condições do clima, solo e outras, encontra condições favoráveis, tendo o ciclo de crescimento com média de 6 a 7 anos.

Outra espécie – o pinus, é mais adaptada a climas mais frios e tem um ciclo um pouco maior.

Claro que o ciclo depende de diversos fatores, inclusive de acordo com a finalidade do uso da madeira.

Quando a finalidade é o uso da madeira para processo industrial, por exemplo, indústrias de celulose, fabricação de MDF ou até mesmo carbonização para geração de energia, não há necessidade de toras grossas, possibilitando a redução do ciclo.

Quando o objetivo da madeira é para serraria, independentemente da espécie, naturalmente há uma necessidade de maior ciclo para que as árvores tenham tempo para crescimento.

Em Portugal, entretanto, mesmo com o plantio de eucalipto, o ciclo médio é de 12 anos, quase o dobro da média do Brasil, o que se deve predominantemente a fatores climáticos.

No Chile, que possui inverno rigoroso, há um forte mercado de madeira para serraria com foco no pinus e o ciclo pode chegar a 24 anos.

Com todo esse tempo, o que está sendo colhido atualmente foi plantado sob condições de planejamento e tecnologias muito distintas das atuais.

Nesse aspecto, o fator tempo torna-se muito relevante, pois na proximidade da colheita, elementos como planejamento de estradas em função da tecnologia de colheita adotada são significativos.

Como planejar e construir estradas também necessita de tempo, as empresas precisam antecipar suas preocupações com a colheita, começando até três anos antes de iniciar a operação.

Esse período é necessário para realizar o planejamento mais otimizado da construção da estrada.

Fatores como a liberação de licenças, cumprimento de aspectos legais e ambientais e a preparação do local onde a madeira será depositada para posterior transporte requererem também muita atenção.

Quando as áreas são predominantemente planas, a própria beira de estrada torna-se local de depósito da madeira (figura 1).

Porém, em terrenos de alto declive, construir estradas largas suficientes para comportar a madeira torna-se muito caro, sendo necessário planejar campos de depósitos (figura 2).

Nesta imagem é possível observar um conjunto de estradas e alguns pontos que representam esses campos.

Os campos geralmente são planejados considerando: o melhor local, para otimizar o custo de construção (do campo e estrada) e também o alcance das máquinas de colheita.

Comumente utiliza-se também torres com cabos para recolher as árvores derrubadas nas áreas declivosas. Nestas áreas com o ciclo de colheita mais longo, é comum aproveitar as áreas construídas de estradas para plantio pós colheita.

O planejamento do próximo ciclo é realizado somente após 24 anos, levando em consideração condições e equipamentos de colheita da época.

Diante de todos esses desafios, os gestores de planejamento de colheita lançam mão de ferramentas de gestão de informações confiáveis para resolução de problemas complexos e apoio às suas decisões.

Já nos Estados Unidos, existem outros desafios, pois há uma grande variabilidade de espécies de árvores nas fazendas e, sem divisas físicas, tais como estradas, o planejamento é realizado considerando a ocupação espacial.

E neste caso, há necessidade do uso de ferramentas mais especializadas para planejamento das entradas e/ou maior necessidade de esforço humano para realizar o planejamento de colheita e transporte da madeira.

Eficiência e produtividade das máquinas

Após vencer os desafios do planejamento, as empresas passam a concentrar seus esforços para obtenção de eficiência e produtividade na execução da colheita em si.

Hoje, muitas inovações tecnológicas estão sendo incorporadas às máquinas e equipamentos para maximizar a produtividade e minimizar riscos e custos.

Com a possibilidade de maior uso de IoT (Internet of Things), as empresas capturam dados gerados pelas máquinas (máquina base e também cabeçotes) para avaliar motivos de paradas, tempo que os equipamentos ficam ligados, tempo que ficam inoperantes, dentre outros aspectos.

Essas análises ajudam as empresas a identificar oportunidades para aumento de eficiência.

O aumento de eficiência de 30 minutos por dia por máquina, dependendo de número de máquinas e operadores, pode gerar uma redução de custo na casa de milhões de reais.

Existem inúmeros desafios que precisam ser ultrapassados no dia a dia das empresas florestais para alcance da excelência operacional.

Especificamente no processo de colheita, é importante que os gestores possam contar com um bom sistema de gestão para suportar todas as etapas da atividade, começando pelo planejamento, com informações confiáveis, estruturadas e rápidas para apoio à melhor tomada de decisão.

E durante a execução da colheita, com as informações capturadas das máquinas, é possível realizar o controle de qualidade das operações e a melhoria contínua do processo.

Fonte: Inflor

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Resistência de plantas daninhas a herbicidas preocupa agricultores

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Resistência de plantas daninhas a herbicidas preocupa agricultores

A situação atual da resistência de plantas daninhas a herbicidas nos diversos sistemas de produção do País foi retratada pelo pesquisador Décio Karam, da Embrapa Milho e Sorgo, durante o XXXII Congresso Nacional de Milho e Sorgo.

Hoje, no Brasil, segundo o pesquisador, há 28 espécies de plantas daninhas resistentes a herbicidas, em diferentes níveis, e cerca de 50 relatos de resistência feitos por produtores em diversas regiões brasileiras.

Nesse cenário que compromete a eficiência produtiva da agricultura brasileira, as perdas econômicas alcançam patamares de R$ 9 bilhões, segundo Karam.

“A estimativa do custo de resistência, apenas na área de soja no Brasil, está entre R$ 3,7 bilhões e R$ 6 bilhões, somente computando os gastos para o manejo das espécies resistentes. Porém, quando se insere uma perda de 5% devido à competição imposta por essas plantas, os custos chegam a até R$ 9 bilhões”, revela o pesquisador.

Associado a essa perda econômica, Karam ainda cita outro dado preocupante: a ausência de novos mecanismos de controle ou manejo da resistência nos próximos 10 anos, já que os ingredientes ativos dos herbicidas são ainda os lançados nas últimas décadas.

“Buva, capim-amargoso, capim pé-de-galinha Amaranthus palmeri (identificada em 2015 no estado de Mato Grosso) exigem estratégias para prevenir a resistência. A chave é o manejo integrado”, explica Karam.

Sobre o Amaranthus, o pesquisador expõe que a entrada da planta no Mato Grosso foi ocasionada pelo trânsito de máquinas agrícolas vindas de áreas infestadas.

Outro fato que merece atenção é a resistência do capim pé-de-galinha ao glifosato.

“Em algumas regiões do Brasil, o problema é mais sério que o provocado pelo capim-amargoso”, mostra.

Abaixo, veja as ações elencadas pelo pesquisador para prevenir o aparecimento da resistência (em negrito estão as mais enfatizadas por ele).

Estratégias preventivas contra a resistência

– Rotação de herbicidas;
– Aplicação sequencial;
– Mistura de herbicidas com residual semelhante;
– Aplicação de produtos em escapes;
– Rotação de culturas;
– Manejo integrado de plantas daninhas (integração dos métodos de controle);
– Acompanhamento das mudanças da flora;
– Limpeza dos equipamentos.

Milho tiguera deve ser manejo antes da implantação da nova cultura

O pesquisador Evandro Maschietto, da Fundação ABC, localizada no Paraná, destacou que o problema de plantas daninhas com resistência a herbicidas é maior na cultura do milho, após trigo e soja.

“O milho voluntário ou tiguera pode provocar perdas de 64,4% na produtividade da soja (considerando a presença de quatro plantas de milho tiguera por metro quadrado).

A presença de apenas uma planta por metro quadrado provoca perdas de produtividade de quase 30% na soja”, apresenta.

O pesquisador ainda enumerou em sua palestra as ocorrências de azevém resistente (com relatos de produtores que utilizam até 16 litros por hectare de glifosato sem eficiência de controle) e a buva.

“Uma única planta pode produzir até 200 mil sementes e essas sementes podem se espalhar facilmente”.

A agressividade do capim-amargoso ainda foi citada, cuja competição com milho e soja pode provocar perdas significativas de produtividade.

Entenda como acontece a resistência

A resistência é definida como a habilidade herdada de uma planta daninha em sobreviver e reproduzir-se após a exposição a uma dose de herbicida normalmente letal (dose de bula) para a população natural.

É de ocorrência natural, devido as plantas daninhas evoluírem e se adaptarem às mudanças do ambiente e ao uso das tecnologias agrícolas.

Na prática, o surgimento da resistência ocorre pelo processo de seleção de biótipos resistentes, já existentes na população presente nas áreas de produção, em função de aplicações repetidas e continuadas de um mesmo herbicida ou de herbicidas com mesmo mecanismo de ação, durante determinado período de tempo.

O tema foi debatido em painel durante o terceiro dia do XXXII Congresso Nacional de Milho e Sorgo, que acontece até a próxima sexta-feira, 14, em Lavras-MG.

Próximo congresso será em Palmas-TO

Em assembleia realizada na noite da última quarta-feira, 12, os membros da ABMS (Associação Brasileira de Milho e Sorgo), entidade promotora das edições do congresso, definiram o local de realização do próximo evento, em 2020.

A capital do estado do Tocantins, Palmas, sediará a 33ª edição.

De acordo com o presidente do próximo congresso, o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo Rodrigo Veras da Costa, instituições como a Superintendência de Turismo do Tocantins, Agência de Turismo de Palmas, Universidade Federal do Tocantins, Universidade Estadual do Tocantins, Instituto Federal do Tocantins, Universidade Católica do Tocantins, Instituto de Desenvolvimento Rural, Centro Universitário Luterano de Palmas, Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins e Secretaria de Agricultura e Pecuária do Estado já manifestaram apoio à realização do evento.

A realização será da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).

Evento: XXXII Congresso Nacional de Milho e Sorgo

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Produção do setor moveleiro desacelera em julho e acumula menor taxa do ano

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Produção do setor moveleiro desacelera em julho e acumula menor taxa do ano

A produção do setor moveleiro desacelerou em julho de 2018, de acordo com a mais recente Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O setor de móveis recuou 1,7% em comparação com junho, mês imediatamente anterior. A queda foi maior do que a apresentada pela média global da indústria nacional, cuja taxa foi de -0,2%.

A baixa no volume de produção do setor moveleiro em julho tem como um dos fatores a comparação com o forte mês de junho (crescimento de 27,6%), período em que a indústria se recuperava do atraso imposto pela greve dos caminhoneiros em maio, quando variação negativa chegou a -18,1% frente a abril do mesmo ano.

Por sua vez, a fabricação de bens de consumo duráveis como um todo variou -0,4%, taxa ainda assim maior que bens de capital (-6,2%) e bens de consumo semiduráveis e não duráveis (-0,5%), ficando atrás somente de bens intermediários, única categoria a apresentar expansão de 1%.

Já no confronto com julho de 2017, o volume da indústria moveleira também caiu em 0,8%, computando a segunda taxa negativa do ano neste tipo de comparação (a primeira foi em maio, com queda de 11,9%).

O registro da fabricação de móveis esteve bem abaixo do índice global, que diante do mesmo mês do ano passado cresceu 4%.

Ainda no comparativo entre julho de 2018 e mesmo mês do ano passado, bens de consumo duráveis teve a maior alta (16,9%) entre as grandes categorias econômicas, a segunda taxa positiva consecutiva.

O setor foi impulsionado, principalmente, pelo crescimento na fabricação de automóveis (29,9%), além de expansões nos eletrodomésticos da “linha branca” (4,1%), motocicletas (34,2%) e outros eletrodomésticos (16,4%).

Produção do setor moveleiro atinge menor taxa acumulada do ano

Com estes resultados, a produção do setor moveleiro acumula expansão de 4,5% entre janeiro e julho de 2018 frente ao mesmo período do ano passado. Entretanto, essa é a menor taxa verificada no ano (veja gráfico abaixo).

Até abril o segmento somava alta de 10%, mais foi severamente impactado pelas paralisações de maio.

Mesmo assim a indústria de mobiliário se mantém acima da média global, que cresce a 2,5%.

Nas grandes categorias econômicas, os resultados de 2018 mostram maior dinamismo para bens de consumo duráveis (14,6%) e bens de capital (9,0%), impulsionados, em grande parte, pela ampliação na fabricação de automóveis (17,7%) e eletrodomésticos da “linha marrom” (20,1%), na primeira; e de bens de capital para equipamentos de transporte (17,0%), na segunda.

Os setores produtores de bens intermediários (1,3%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,8%) também cresceram no acumulado do ano.

Na variação percentual acumulada nos últimos 12 meses, a produção moveleira atinge taxa de 7,8%, ficando também acima da média industrial (3,2%).

A categoria de bens de consumo duráveis é a que aponta maior expansão neste comparativo, com 15,9%, situando-se a frente de bens de capital (9,5%), bens intermediários (2,1%) e bens de consumo semiduráveis e não duráveis (1,5%).

Fonte: eMobile

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Aumento de focos de incêndios ameaça florestas de eucalipto

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Aumento de focos de incêndios ameaça florestas de eucalipto

Marcos Garcia tem 300 hectares com eucalipto no município de Pilar do Sul (SP).

A madeira é usada na fabricação de paletes, embalagens e na geração de energia.

Por dia, pelo menos 600 árvores são cortadas.

O ciclo do plantio à colheita pode levar cerca de sete anos.

A região dos municípios de Itapetininga, Itapeva e Avaré é uma das mais importantes nesse setor.

O eucalipto ocupa mais de 200 mil hectares.

E pra cuidar de áreas tão extensas é preciso um olhar atento a tudo que pode colocar em risco anos de muito trabalho.

Os incêndios são os grandes vilões.

Do início do ano até agora, os bombeiros de Itapetininga atenderam pelo menos 500 ocorrências em todo tipo de vegetação.

Algumas delas em florestas de eucalipto.

Marcos explica que fazer aceiros é a principal saída para minimizar o perigo dos incêndios.

Manter uma equipe bem treinada de prontidão também é fundamental, segundo ele, para combater o fogo caso necessário.

Os aceiros são caminhos de terra abertos pra evitar que o fogo se espalhe ou que chegue com rapidez às plantações.

Visitamos outra fazenda com eucalipto no município de São Miguel Arcanjo (SP).

A celulose extraída no local vai direto para as indústrias que produzem papel.

O engenheiro florestal Artur Dias fala que o trabalho de prevenção não para.

Caminhões jogam água com frequência nos aceiros.

E fazem o controle de pragas com a aplicação de herbicidas.

Quando a vegetação seca, tratores arrastam o que sobrou até os eucaliptos.

Dessa maneira, o material vira adubo.

Se mesmo com todas as medidas tomadas, o fogo chegar até as árvores, uma equipe treinada para essas situações já sabe o procedimento necessário.

Artur diz que uma das ações é fazer um aceiro dentro da floresta para conter o avanço das chamas.

Fonte: G1

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Queima de cavaco: Semagro anuncia construção de Usina de Biomassa no MS

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Queima de cavaco: Semagro anuncia construção de Usina de Biomassa no MS

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar – Semagro revelou ao jornal Correio do Estado que assinou na semana passada a autorização de incentivos fiscais para a construção de uma usina geradora de energia elétrica por meio da queima de biomassa, também conhecido como ‘cavaco’ de madeira.

O secretário revelou ainda que os empresários pretendem iniciar a operação da usina no município em 2022.

“Além disso, temos sinalização de outros dois projetos: uma usina da Eldorado na cidade de Selvíria, que vai utilizar folha e raízes de eucalipto para fazer energia, com capacidade de 50 MW; e outra usina, já em estágio bem avançado, em Coxim, que pretende gerar 30 MW, mas de maneira gradativa, começando com 10 MW”. Disse Verruck.

MS é o 2º do País na geração de energia a partir da biomassa

Mato Grosso do Sul é o segundo maior produtor de energia proveniente da queima de biomassa no País.

No primeiro semestre deste ano, foram produzidos 415,2 megawatts médios de energia em MS, montante que poderia abastecer, durante 30 dias, 950 mil residências com consumo médio de 250 quilowatts ao mês.

O Estado só fica atrás de São Paulo (1.033,9 MW) e está na frente de Minas Gerais (291,8 MW), Goiás (232,7 MW) e Paraná (154,5 MW).

Os dados são de levantamento feito pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), entidade responsável por viabilizar e gerenciar a comercialização de energia no País.

E o potencial do estado sul-mato-grossense deve ficar ainda maior, já que uma nova usina será construída em Ribas do Rio Pardo, com investimento de R$ 150 milhões e capacidade de geração de 30 MW.

Atualmente, segundo o titular da Semagro, o Estado tem 19 usinas de álcool e a maioria delas já utiliza o bagaço da cana-de-açúcar para produzir energia de biomassa.

“A maioria percebeu que a energia é um bom negócio. As usinas fazem coleta de parte da palha para queimar, e elas têm um contrato de longo prazo para fornecimento”, explica.

Fonte: Rio Pardo News

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#AmazôniaFazSentido: campanha do Imaflora desperta as sensações da floresta

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#AmazôniaFazSentido: campanha do Imaflora desperta as sensações da floresta

O sabor, o som, as cores, o toque e o cheiro. Sentidos que, em meio à floresta, aproximam e despertam conexões.

Desta experiência interativa, produzem-se novos olhares e sensações, que ganham o mundo e proporcionam uma nova relação entre a floresta e o ser humano.

E é esta experiência que o Imaflora proporcionará com a campanha: a “Amazônia faz sentido”, lançada oficialmente hoje (5), Dia da Amazônia, em seus canais sociais.

Com publicações semanais, a #AmazôniaFazSentido entregará aos usuários que acompanham o Imaflora nas redes sociais uma série de reportagens, fotos e relatos que exprimem as principais sensações e interações possibilitadas pelo bioma.

Você vai acompanhar minipílulas de informação e conteúdos que narram as ações do Imaflora na região amazônica.

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Mapa abre consulta pública para referendar Plano Nacional de Florestas Plantadas

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Mapa abre consulta pública para referendar Plano Nacional de Florestas Plantadas

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou nesta quarta-feira (5) no Diário Oficial da União a Portaria 3.086, que abre Consulta Pública do Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PlantarFlorestas).

O objetivo é receber contribuições da sociedade civil para implementar o programa, que tem ações previstas para os próximos dez anos.

O PlantarFlorestas tem como meta aumentar em dois milhões de hectares a área de cultivos comerciais. Atualmente, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a área cultivada chega a 10 milhões de hectares, principalmente com eucalipto, pinus e acácia. As florestas plantadas estão localizadas principalmente em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

O coordenador-geral de Florestas e Assuntos de Pecuária, da Secretaria de Política Agrícola, João Salomão, explica que o documento apresenta um diagnóstico do setor, com os principais aspectos ambientais, sociais e econômicos.

“Ao final de 2014, o tema voltou à responsabilidade do Mapa, atendendo principalmente demanda do setor produtivo, uma vez que o plantio é uma atividade de produção”, diz Salomão.

“E o escopo do decreto, assinado ao final daquele ano, previa um plano nacional para a próxima década. Assim, foram ouvidas todas as demandas dos integrantes da Câmara Setorial de Florestas Plantadas, de associações estaduais e entidades e a Embrapa finalizou o documento que agora vai para consulta pública”.

O segmento também tem grande participação na balança comercial.

Em 2017 as exportações só ficaram atrás do complexo soja, de carnes e do setor sucroalcooleiro.

De acordo com a Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ), o país lidera o ranking de produtividade florestal, com média de 35,7 m³/ha/ano, o que representa quase duas vezes mais do que a produtividade dos países do hemisfério norte.

A área com florestas plantadas ocupa apenas 1% da área do país, mas é responsável por 91% de toda a madeira produzida para fins industriais.

Ainda de acordo com dados da IBÁ, o valor da produção florestal atingiu R$ 18,5 bilhões em 2016 e gera 510 mil empregos diretos.

O Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas ficará em consulta pública durante 30 dias, e as sugestões podem ser enviadas ao e-mail [email protected].

Da redação

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Acordo de cooperação entre Imaflora e SEMA-MT dará mais transparência a setor madeireiro de Mato Grosso

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Acordo de cooperação entre Imaflora e SEMA-MT dará mais transparência a setor madeireiro de Mato Grosso

Informações de produção e transação madeireira estarão disponíveis para consulta em plataforma virtual.

O Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) assinou, na tarde de hoje (05), um acordo de cooperação técnica com a SEMA-MT (Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso), em Cuiabá, capital mato-grossense.

O acordo, com duração de cinco anos, prevê que informações sobre o fluxo de produção e a comercialização de madeira tropical, registradas no Estado, estejam disponíveis para consulta na plataforma Timberflow, lançada no final de 2017.

Esses dados irão auxiliar mercado, setor de base florestal brasileiro e órgãos governamentais a diferenciar e a reconhecer empreendimentos que atuam de forma legal na cadeia madeireira do Estado.

Antes da assinatura do acordo, o Pará era o único Estado brasileiro a disponibilizar suas informações na plataforma.

Ao lado de Mato Grosso, os dois são os maiores produtores de madeira do Brasil.

“As informações da Timberflow estarão disponíveis publicamente, para que sociedade civil, empresas produtoras, consumidores e governo possam interagir, buscar informações relevantes sobre transações de madeira no Estado e ajudar na construção de politicas públicas”, explica o gerente de certificação florestal do Imaflora, Leonardo Sobral.

“O acordo com o Imaflora compõe o projeto de transparência da SEMA, uma combinação de mecanismos e controles para fomentar o desenvolvimento do setor de base florestal, que responde pela terceira maior economia em nosso Estado”, comenta André Baby, secretário de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso.

A Timberflow, desenvolvida pelo Imaflora, estimula a legalidade e o debate sobre a importância da transparência e da abertura de dados no setor madeireiro brasileiro.

Apresenta, por meio de mapas e gráficos, as conexões existentes em sua cadeia produtiva, desde a origem até a comercialização.

A plataforma se insere no âmbito dos princípios de Governo Aberto, que defendem melhores práticas em transparência, participação e prestação de contas à sociedade.

“O Imaflora acredita que o engajamento da sociedade na defesa do manejo florestal responsável e de práticas éticas de comercialização da madeira é fundamental para a luta contra o desmatamento. Por isso, trabalha para oferecer mecanismos que incentivem as boas práticas, identificando riscos, diferenciando quem trabalha de forma legal e combatendo a exploração predatória da floresta”, acrescenta Roberto Palmieri, secretário executivo adjunto do Imaflora.

Saiba mais sobre a Timberflow aqui.

vaga
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