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Um shopping que ganha dinheiro a partir do lixo… Ele existe!

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Um shopping que ganha dinheiro a partir do lixo… Ele existe!

A Suécia sempre foi um dos países que mais reciclaram produtos no mundo – estima-se que aproximadamente 99% do lixo residencial sejam reaproveitados e a maior parte disso é usada para produzir energia elétrica.

“Seu lixo é o tesouro de outra pessoa”!

Esse é o lema de um shopping center sustentável no país. Lá, os suecos deixam brinquedos, móveis e outros itens usados em uma espécie de depósito para que nada seja jogado no lixo.

O centro comercial é dedicado justamente a venda desses produtos. O lugar tem mais de 5 mil metros quadrados e fica há 100 quilômetros da capital Estocolmo.

A ideia é facilitar a entrega de itens para reciclagem, como máquinas de lavar, computadores… E tudo mais que dê para usar novamente.

Ah, tudo isso funciona em um sistema de “Drive Thru” – ou seja, basta entrar com o veículo e descarregar os itens. Depois de uma breve seleção, eles serão distribuídos em diferentes seções do shopping para serem reaproveitados por outras pessoas.

“Somos o primeiro shopping center do gênero no mundo”, garantiu a diretora do centro, Anna Bergstrom.

Ela também diz que a ideia vai além de ser uma galeria comercial. Lá também há um centro educativo, de treinamento e conscientização sobre a sustentabilidade. A prefeitura de Eskilstuna (cidade onde fica o shopping) promove os cursos para as escolas públicas.

Os cursos tem duração de 12 meses e os estudantes aprendem diferentes técnicas de reciclagem de matérias, como o papel, a madeira, os tecidos… Tudo é direcionado ao desenvolvimento de novos produtos, totalmente sustentáveis.

A história do shopping center de materiais reciclados

Tudo começou em 2007, quando a construção foi aprovada pelos vereadores. E, cinco anos depois, ela foi concluída. Em 2015 é que se iniciou a comercialização dos produtos e a novidade agradou os moradores locais.

“Todos ficaram surpresos e admirados. A ideia é de certa forma provocativa, pois ganhamos dinheiro a partir do lixo de outras pessoas. Às vezes algumas pessoas perguntam se podemos pagar algo pelos itens usados ou se podem trocar pelo café orgânico”, lembra Bergstrom.

“Quando isso acontece, nossa resposta é simples: obrigado pela sua contribuição para ajudar a salvar o planeta”, ela diz.

Ao todo, são 14 lojas nesse shopping e elas usam seus lucros para colaborar para o crescimento da cidade.

Uma delas é a ReBuyke, que vende bicicletas e patins reciclados, ela destina o lucro de suas vendas para programas que ajudam os desempregados da cidade a conseguir um novo emprego.

No ano passado, o centro chamado de ReTuna Aterbruksgalleria vendeu mais de 8 milhões de coroas suecas, o que dá mais de 3 milhões de reais. E foram criados 50novos empregos.

A Reciclagem no Brasil

No início deste ano foi divulgado um estudo que mostrou que o Brasil perde cerca de 120 bilhões de reais por ano em produtos que poderiam ser reciclados.

“Geramos no país quase 80 milhões de toneladas de rejeitos por ano e reciclamos apenas 3%”, afirmou, na época, o especialista em economia e coordenador do grupo de resíduos sólidos da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Paulo da Pieve.

Os motivos para isso são vários e eles vão desde a pouca ação do poder público até a falta de consciência dos consumidores.

Por CeluoseOnline

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Audiência pública discute gerenciamento de resíduos sólidos

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Audiência pública discute gerenciamento de resíduos sólidos

A Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema) promoveu na segunda-feira (3) audiência pública sobre o plano municipal de gerenciamento de resíduos sólidos, que vai prever entre outras ações, o gerenciamento da coleta, o transporte, o tratamento e a destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos e rejeitos.

residuoA audiência foi aberta pelo secretário da pasta, Jaime Dallagnol, que ressaltou a importância do evento e a participação da sociedade.

O diretor da Procuradoria Geral, Luiz Fernando Boldo, apresentou o histórico da ação civil pública de 2000, que impôs ao município obrigações cumpridas parcialmente e sem a elaboração do plano de gerenciamento de resíduos sólidos.

Boldo destacou que a Procuradoria participará do processo para encerrar a ação civil pública e que os trabalhos devem levar em consideração o plano de gerenciamento de resíduos sólidos elaborado pelo Instituto do Lixo e Cidadania, apresentado na ação e com anuência do Ministério Publico e da sociedade civil organizada.

O diretor também ressaltou que desconsiderar esse plano poderá ser compreendido como uma atitude política ignorando uma sequência de esforços conjuntos das entidades de controle como o Ministério Público, ong′s, Observatório das Metrópoles, UEM e do próprio Poder Judiciário que trabalham por 17 anos em prol da resolução da problemática do lixo em Maringá.

O professor do departamento de Geografia da UEM, Jorge Villalobos, apresentou a metodologia para elaboração do plano que elenca entre outras ações, a segurança no transporte dos trabalhadores da coleta, integração nos projetos e atividades entre as secretarias de Saúde, Serviços Públicos, Meio Ambiente e de Planejamento, tratamento do passivo ambiental do aterro sanitário, otimização do programa de coleta Bota Fora e da central de compostagem.

Na audiência, o procurador do Ministério Público do Trabalho, Fábio Alcure, entregou uma recomendação ao secretário da Sema, que entre outras ações, determina o município a desenvolver futuramente o processo de coleta, que segundo o procurador está defasado e oferece risco aos trabalhadores.

Alcure também lembrou que novas tecnologias para o tratamento dos resíduos podem ser estudadas, mas descartou a incineração que de acordo com o procurador gera problemas sociais e ambientais.

Comissão fiscalizadora

Na audiência também foi eleita a comissão fiscalizadora dos trabalhos de elaboração do plano. Foram eleitos representantes do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente, Associação dos Geógrafos Brasileiros, Coopercentral, Funverde, Sindicato dos Engenheiros do Paraná, OAB e Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Maringá.

A elaboração do plano deverá ser feita até o dia 28 de abril, e após esse período, encaminhado à Câmara Municipal para consulta pública por 45 dias, onde a comunidade poderá sugerir alterações e contribuir com ideias. A aprovação final do plano será realizada por votação em primeira e segunda discussão pelos vereadores

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Gestão Integrada de Resíduos Sólidos será facilitada com a criação da Região Metropolitana de Macapá

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Gestão Integrada de Resíduos Sólidos será facilitada com a criação da Região Metropolitana de Macapá

O prefeito da capital, Clécio Luis, reuniu nesta manhã, 6, com gestores do municípios de Santana, Ofirney Sadala, e Mazagão, professor Dudão, para iniciar os diálogos sobre a Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, entre os três municípios, que compõem a Região Metropolitana de Macapá. A Lei que instituiu a Região, é de autoria do deputado Pedro DaLua (PSC), sancionada em 2016, que prevê a possibilidade de convênios entre as prefeituras. Para o vereador de Macapá, Caetano Bentes, presente na reunião, o consórcio vai resolver a situação dos resíduos em Mazagão e Santana, a exemplo de Macapá, e é o início do impacto positivo da legalização da Região Metropolitana.

A reunião, de iniciativa do senador Randolfe, abre o diálogo para a assinatura de um Termo de Cooperação entre os municípios, benefícios adquiridos com a Região Metropolitana. O senador irá intermediar a solução para resolver a situação do lixo, e adequar os municípios à lei que obriga as prefeituras a substituírem as lixeiras a céu aberto e aterro. Estiveram ainda presentes o promotor de Meio Ambiente do Ministério Público Estadual, Marcelo Moreira, diretora geral da instituição, Ivana Cei, senador Davi Alcolumbre, representantes da Eletronorte, Robson Marques, Sandro Ichihara, da empresas Rumos, e vereador de Macapá, Caetano Bentes, além do prefeito de Laranjal do Jari, Márcio Serrão.

Atualmente somente a prefeitura de Macapá adequou para aterro sanitário, e o de Serra do Navio, eliminou o lixão para um aterro, que ainda não é o ideal. De acordo com a promotora de Justiça, Ivana Cei, há mais de cinco anos o MP-AP propôs um grande consórcio entre os municípios, mas não houve disposição política. Por lei, a partir de 2014, todos os municípios brasileiros deveriam extinguir os lixões. O representante da empresa Rumos, Sandro Ichihara, que gerencia o Aterro de Macapá, afirmou que o projeto utilizado para Macapá, consegue contemplar outros municípios, e receber lixo gerado por empresas e hospitalar.

Os prefeitos de Santana, Ofirney Sadala, e Mazagão, Dudão, confirmaram a disposição e interesse em resolver o lixo, questão de saúde pública, e ação preventiva. O representante da Eletronorte, Robson Marques, disse que a empresa está disposta a retomar as negociações propostas de parceria com a Prefeitura de Santana, que já havia disponibilizado recursos para um projeto, dentro dos interesses dos entes. Ficou definido que será formada uma comissão entre representantes das prefeituras, MP-AP, Eletronorte, mandato do senador Randolfe, e Rumos, para darem encaminhamentos ao planejamento de substituir os lixões por aterros.

Para o vereador Caetano Bentes, a união de interesses é importante para os diálogos, que vão de encontro às vantagens adquiridas com a criação da Região Metropolitana. “Como vereador de Macapá, que já avançou nesta questão, estou à disposição para auxiliar na intermediação, junto com o Coletivo 1, que teve a iniciativa de propor a criação da lei. O deputado Pedro DaLua prevê que este é somente o início dos benefícios da Região Metropolitana. “Em breve a população irá sentir os efeitos da Região, como as tarifas mais baratas de ônibus que interligam os municípios, tarifa telefônica única, e o acesso à políticas públicas unificadas”.

 

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Senai lança Programa de Logística Reversa

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Senai lança Programa de Logística Reversa

28/05/2016 – Como parte da programação de “Maio – Mês da Indústria”, o Senai lança, nesta terça-feira (17/05), às 8h30, no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), o PSLR (Programa Senai de Logística Reversa), que vai elaborar os planos de logística reversa para as indústrias de Mato Grosso do Sul. O Programa de Logística Reversa – processo de retorno de produtos, embalagens ou materiais para os locais onde foram fabricados, envolvendo todos os elos da cadeia produtiva – tem como foco o atendimento das empresas à Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei Federal nº 12.305/2010.

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Segundo o diretor-técnico do Senai, Gilberto Evídio Schaedler, o Programa vai elaborar planos de logística reversa dentro da realidade de cada segmento da indústria, observando as exigências legais pertinentes. “A adesão permitirá o cumprimento de suas obrigações legais, agregando competitividade aos produtos, bem como desempenhando suas responsabilidades socioambientais”, declarou, ressaltando que nesta terça-feira se comemora o Dia Mundial da Reciclagem.

sistema de logística reversaGilberto Schaedler destaca ainda as vantagens para as empresas participarem da logística reversa. “Atendimento à legislação ambiental, de forma organizada e planejada, dando tratamento aos passivos ambientais, além de redução de custos, diferencial na imagem corporativa da empresa e geração de empregos e novas oportunidades de negócios”, pontuou.

Ele completa que são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes dos produtos agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, lâmpadas fluorescentes, de vapor, de sódio e mercúrio de luz mista, pilhas e baterias, pneus, produtos eletroeletrônicos e seus componentes, óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens, embalagens plásticas, metálicas, de vidro ou de outros produtos.

Serviço – O Edifício Casa da Indústria fica na Avenida Afonso Pena, 1.206, Bairro Amambaí, em Campo Grande.

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Novo tratamento de lixo resulta em água potável, produtos para agricultura e construção civil

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Novo tratamento de lixo resulta em água potável, produtos para agricultura e construção civil

Processo de Digestão Molecular de Resíduos Sólidos é criado em São José dos Campos (SP) para tratamento de lixo, chorume e recicláveis. 

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05/05/2016 – Um novo processo mecânico – químico possibilita a transformação do lixo e chorume (líquido resultante da decomposição) procedentes de residências em uma pasta que pode ser tratada de forma a servir para várias finalidades, a principal delas, água potável. Além da redução em 25052016880% do volume bruto do lixo, outros resultantes são matéria-prima para construção civil, adubo natural e água reutilizável para jardins e limpeza de vias públicas, com pouco trabalho e sem alto custo. Também contempla triagem e desinfecção de recicláveis para comercialização ou retorno à indústria.

O biólogo Guilherme Moraes dos Santos é o idealizador do processo, denominado “Digestão Molecular de Resíduos Sólidos”. Após 12 anos de dedicação, ele conseguiu executá-lo na empresa Urbam, em São José dos Campos (São Paulo, Brasil) onde atua como gerente de projetos especiais. “Toda a estrutura física da matéria, inclusive do lixo, segue um padrão dentro do absoluto controle da luz solar”, afirma o biólogo, explicando que o processo cumpre as leis naturais de desintegração e renovação da matéria na Terra. Ele cita a frase do químico francês Antoine Laurent de Lavoisier: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.

O intenso mau cheiro do chorume desaparece em poucos minutos de tratamento. “Este processo é uma sinergia química, na qual a molécula de hidrogênio é condicionada em uma escala energética para desintegração e renovação da matéria”, conta o biólogo. Segundo ele, usando a reação de combinação com hidrogênio no chorume, por exemplo, este líquido voltará a ser cristalino e puro. “O hidrogênio, uma molécula muito atuante no planeta, transmuta tudo que não tem utilidade para renovação da vida ou sem funcionalidade ao equilíbrio biológico do solo. Os elementos químicos nocivos tornam-se benéficos”.

Etapas do processo – As etapas envolvidas no processamento envolvem alimentação do reator com resíduos sólidos orgânicos e adição de três componentes enzimáticos. Neste processo ocorre aumento da temperatura até aproximadamente 200º C. O material resultante do reator (motor do processo) é encaminhado para uma peneira de separação entre a parte sólida e parte líquida. É prevista reutilização dos líquidos separados no reator. O material sólido é encaminhado para secagem. Posteriormente pode ser utilizado como fertilizantes e disposto em aterro tendo em vista a redução de volume, entre outros destinos.

O biólogo ainda explica que além de eliminar totalmente o odor, o processo evita gastos milionários para manutenção de aterros sanitários com mantas de alta precisão para conter a contaminação do solo. “A pasta é inerte, o que já justifica a importância deste tratamento dos resíduos que reduz em 80% o volume bruto do lixo”.  Segundo ele, a pasta concentra elementos químicos orgânicos essenciais à cadeia de nutrição do solo, plantas e vida bacteriana da terra. “É vantagem fornecê-la como fertilizante à agricultura para um resultado mais eficiente, preservando fontes de recursos da natureza, em substituição a adubos artificiais altamente impactantes”.

De acordo com Guilherme Santos, esta pasta também pode servir à construção civil, principalmente na confecção de tijolos eficientes e ultraleves para constituir paredes, telhas e artefatos de fundação de edificações. “Isso porque a pasta é constituída por fibras resistentes. Misturada a pouco cimento favorece a produção de materiais resistentes. Este conceito pode permitir soluções práticas para a destinação correta dos resíduos sólidos”, ele acentua.

Conforme o biólogo, os materiais recicláveis que vierem misturados no lixo orgânico podem ser desinfetados para destinação a cooperativas de triagem e venda ou, ainda, serem devolvidos a indústrias na forma de substâncias (borracha, cromo, tinturas, etc). Tais medidas de ‘logística reversa’ estão previstas na Lei Federal 12.305/2010 que versa sobre o Plano Estadual de Resíduos Sólidos no Brasil.

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Sistema Mecânico – O sistema mecânico do processo de Digestão Molecular de Resíduos Sólidos é composto por um simples tanque dotado de um reator onde o lixo doméstico é tratado com a adição de produtos químicos em três fases do processo. Conforme o biólogo, dependendo da rigidez dos resíduos, a digestão pode ocorrer em até duas horas aproximadamente. Após o tratamento inicial,é feita a filtragem da água e a separação dos materiais recicláveis.

Guilherme Santos explica que a pasta e água resultantes destes processos são submetidas a um procedimento extra com a finalidade de alcançar as condições de uso desejadas. “O chorume durante10 minutos em tratamento por eletrocondutividade já pode ser utilizado como água de reuso em jardins, lavagem de piscinas e outras superfícies, e por 36 horas para que a água resultante do processo seja classificada potável”, ele frisa.

Tratamento do chorume

Guilherme Santos lembra que em muitos lugares não é viável tratar o lixo doméstico e chorume juntos por razões administrativas. “Nossa fórmula resolve esta demanda por meio de condutividade elétrica e adição de elementos químicos. O lixo doméstico e orgânico é processado com uso de água do tratamento. Ele frisa que todo volume de água utilizado nesta operação provém do chorume como resultante, o que aumenta conforme a sucessão destes processos. “Não há desvantagens em toda esta sistemática”, acentua.

O biólogo Guilherme e sua equipe desenvolvem estudos para o melhor entendimento sobre as transformações da matéria onde a água se mantém em um dos seus estados (absorvida, cristalizada, capilar). “O segredo de transformação da matéria assim como sua deterioração (entropia) está precisamente relacionado à referência da luz solar sobre a matéria no planeta na qual as moléculas de hidrogênio determinam a formação de dureza, temporalidade, resistência, transmutação química, decomposição, envelhecimento, formação de vírus e principalmente renovação para novas criações na natureza”, observa.

Projeto recebe licenciamento ambiental para operação

Adotado na empresa Urbam, em São José dos Campos (SP, Brasil), o projeto de Digestão Molecular de Resíduos Sólidos recebeu licenciamento ambiental prévio da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), no início do mês de abril, para operação de usina piloto destinada à transformação de resíduos sólidos urbanos orgânicos em materiais reaproveitáveis (Processo n° 57/00044/16).

Na Urbam, o processo trata inicialmente 30 toneladas de lixo por dia e 100 mil litros de chorume. Este volume de lixo representa cerca de 4% do total de resíduos por dia coletado em São José dos Campos, cerca de 700 toneladas. O tratamento,hoje, é operado manualmente. Para tanto foram investidos R$ 600 mil graças a patrocínio de três empresas que trabalham na ampliação de rodovia em São Paulo. Segundo o biólogo Guilherme Santos, o processo de tratamento pode ser automatizado para arcar com toda demanda de produção de lixo da cidade de São José dos Campos.

Fonte: Meio Filtrante

 

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Brasil poderia produzir um terço de energia de Itaipu a partir do lixo

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Brasil poderia produzir um terço de energia de Itaipu a partir do lixo

Brasil teria capacidade para gerar 1/3 da energia elétrica de Itaipu (foto) com resíduos orgânicos

28/04/2016 – O Brasil tem potencial de produzir 37 milhões de megawatts de energia por meio do biometano, um gás que pode ser obtido a partir da degradação de materiais orgânicos presentes no lixo. Isso equivale a pouco mais de um terço da energia gerada por ano na usina hidrelétrica de Itaipu, no Paraná. Isso é o que indica um estudo feito pela Abiogás (Associação Brasileira de Biogás e Biometano).

O curioso é que o biometano já é produzido no Brasil e desperdiçado –em aterros sanitários, é comum ver tubulações para a saída dos gases. E pior, o gás (CH4) é 21 vezes mais poluente do que o gás carbônico (CO²) e, mesmo assim, é emitido na atmosfera. A sua utilização como fonte de energia eliminaria esse problema ambiental.

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“O biometano pode ser usado como fonte de energia para produzir energia elétrica através de um gerador, pode ser usado como combustível veicular exatamente da mesma forma como o gás natural. E também pode ser usado em caldeiras, produzindo calor”, explica o pesquisador Odorico Konrad, professor da Univates e doutor em Engenharia Ambiental e Sanitária pela Universidade de Leoben, na Áustria.

Nas contas da Abiogás, a produção anual de biometano poderia chegar a 23 bilhões de metros cúbicos no Brasil. A maior parte, 12 bilhões de metros cúbicos, viria de resíduos da cana-de-açúcar usada na produção do álcool. Outros 8 bilhões de metros cúbicos seriam produzidos com rejeitos agrícolas e dejetos de animais como porcos, bovinos e aves. E, finalmente, 3 bilhões de metros cúbicos, oriundos do saneamento urbano, ou seja, do lixo orgânico e dos esgotos domiciliares e industriais.

No entanto, hoje em dia o uso do biometano como fonte de energia é quase inexistente. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil usa pouco mais de 0,05% do gás na matriz energética.

Reciclagem-de-ouro-no-lixo

E por que não usamos?

Os problemas, segundo o presidente da Abiogás, Cícero Bley Jr, são vários. Por ausência de normas não há confiança no biometano –o que ele considera um erro– e o modelo de produção de energia por biometado é descentralizado, o oposto do utilizado nas outras fontes energéticas.

“As empresas de distribuição de energia têm um encaminhamento para grandes negócios de energia. O biogás não se aplica dessa maneira. Está colocado no território de maneira descentralizada. Isso é difícil para o setor elétrico nacional.”

O biometano seria um negócio de pequenos investidores, pois seriam necessários biodigestores próximos aos locais onde estão os resíduos. O professor Konrad cita como exemplo o caso alemão. “A Alemanha tem hoje mais de 8.000 biodigestores instalados produzindo energia.”

Bley lembra que, por não ser negócio grande, o biometano “fica fora das grandes discussões do governo”.

Investimento

De acordo com o estudo da Abiogás, o custo desta forma de energia é de 30% a 40% mais baixo do que o que atualmente gastamos. Para se ter uma ideia, a produção de 1 megawatt de energia com biometano custa R$ 2,5 milhões, contra R$ 3 milhões com uma microcentral hidrelétrica e R$ 5 milhões com a solar.

Os custos de implantação de um biodigestor varia conforme o volume de gás a ser produzido, afirma Bley. O retorno do investimento, segundo ele, se dá em um período entre cinco e sete anos.

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Aos poucos, e com iniciativas independentes, o biometano vai sendo utilizado no país. Recentemente, um ônibus foi movido em Itaipu com biogás gerado por galinhas.

“Percorremos 3 mil km com esse combustível. Vindo de 100 km de distância de Itaipu. Esse ônibus com motor a 100% de biogás andou sem nenhum problema. Itaipu comprou 40 carros Siena tetrafuel, disponível no mercado, com gás natural comprimido. Em vez disso, colocamos o biometano comprimido”, contou Bley.

Fonte: UOL

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China: pegadas da poluição

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China: pegadas da poluição

11/04/2016 – A descontaminação dos solos é uma das novidades do 13o Plano Plurianual chinês. O documento expõe as prioridades da China para os próximos quatro anos. As autoridades chinesas declararam guerra à poluição em 2013. Mas, até o momento, só haviam divulgado planos para despoluir o ar das grandes cidades e as fontes de água nas zonas rurais.

Agora, os solos do país também ganham a atenção das autoridades locais. O Ministério de Proteção Ambiental chinês já prepara um conjunto de normas e de ações para despoluir os solos do país. A expectativa é que o Congresso Nacional do Povo – o parlamento nacional – aprove as propostas do Executivo em 2017.

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O ministro responsável por coordenar as ações, Chen Jining, justificou que a falta de informações sobre a poluição dos solos dificultou a elaboração do programa. Chen ainda reiterou que o governo central vai lançar uma campanha nacional para conscientizar a população sobre o tema. Os chineses têm um longo caminho pela frente. A primeira avaliação apontou que 16% das amostras de solo coletadas em 6,3 milhões de quilômetros quadrados apresentam alto grau de poluição. Para se ter um ideia da representatividade da pesquisa, a China tem 9,6 milhões de quilômetros quadrados.

O problema está presente tanto nas zonas industriais quanto nas regiões agropecuárias. Em alguns locais, os pesquisadores encontraram metais pesados. As terras do Sul do país são as mais afetadas. O tratamento inadequado de dejetos industriais e a aplicação de doses excessivas de agroquímicos nas lavouras estão entre as principais causas da poluição do solo na China. “A terra ficou escura e infértil”, disse Qiu Xinghong ao jornal China Daily. Qiu é diretor-adjunto de um departamento do governo chinês que promove tecnologias agrícolas no país.

china exportações

A meta do Ministério para Proteção Ambiental é despoluir as terras do país até 2020. Para ganhar agilidade, o órgão ganhou mais três departamentos para acompanhar a situação do ar, das águas e dos solos chineses. Muito trabalho pela frente.

Fonte: CNA / Boletim Informativo da China

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Destino do lixo ainda é inadequado no Brasil

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Destino do lixo ainda é inadequado no Brasil

Dados da (ABRELPE) demonstram que a situação ainda está longe de ser a ideal

30/04/2016 – A destinação do lixo no Brasil ainda intriga muitos pesquisadores, já que grande parte dele ainda é descartada de forma errada no país.

Dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE) demonstram que a situação ainda está longe de ser a ideal, pois em pleno 2014 cerca de sete milhões de toneladas deixaram de ser coletadas em todo o país, favorecendo assim a poluição e a propagação de doenças.

Desde a criação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) em 2010, o país vem buscando encontrar alternativas para solucionar as questões voltadas para os lixões e aterros sanitários. A ideia principal do plano gira em torno da redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos.

Resíduos sólidos

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As diretrizes do PNRS recomendam que o resíduo deva passar por um tratamento e ser transformado em material inerte, para só então ser depositado nos aterros. A ideia é utilizar o lixo de forma que o mesmo contribua para a criação de soluções sustentáveis como a possibilidade da criação de energia por fontes limpas e também a redução do consumo de combustíveis fósseis.

Outra alternativa utilizada pelos pesquisadores para a solução dos resíduos é a produção de biogás, o qual é gerado pela decomposição do lixo. Porém para que a produção do biogás seja reaproveitada é necessário que o lixo vá para aterros sanitários adequados e que o gás seja captado de forma correta pelas tubulações, algo que ainda está caminhado em passos lentos no país.

Fonte: Biomassa BR

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De passivo ambiental a solução, lixões podem ser transformados em energia limpa

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De passivo ambiental a solução, lixões podem ser transformados em energia limpa

O Brasil produz em média 75 milhões de toneladas por ano de resíduos sólidos urbanos, quantidade capaz de abastecer energeticamente 20 milhões de residências/mês.

16/02/2016 – O veto da presidente Dilma Rousseff, à tentativa da Câmara dos Deputados de conceder nova ampliação do prazo para o fim dos lixões encerrou o debate, deixando os gestores públicos municipais sujeitos às sanções legais previstas.

O fim dos lixões no país foi regulamentado pela Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e só entrou em vigor em agosto de 2014, em razão da demanda de prazo para os municípios promoverem as adequações necessárias aos novos ditames legais. Considerando que a maioria não dispõe de recursos para promover as mudanças impostas, mais de cinco mil prefeituras estão com um urgente passivo ambiental, visto que os lixões existentes continuam em desconformidade com as diretrizes da PNRS.

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A solução seria o aproveitamento do que sobra da coleta seletiva dos resíduos sólidos urbanos (RSU) como matéria prima para produzir energia limpa. A produção de RSU no país, em 2014, foi de 78,6 milhões de toneladas, que poderiam, pelo processo de gaseificação, gerar cerca de 39,3 terawatts-hora (TWh), o suficiente para abastecer mensalmente 20 milhões de residências. Para tanto, será necessário a disponibilização de linhas de financiamentos e apoio para que os municípios tenham acesso às soluções tecnológicas e promovam o enquadramento legal.

Essa mudança garantirá tanto uma produção limpa de energia como a tão sonhada descentralização da matriz energética brasileira, que passaria a não depender somente da geração hidráulica para abastecer o país.

Tecnologia acessível

Análises sobre a inserção das energias renováveis na matriz energética brasileira tornam necessário verificar o movimento crescente do mercado de novas tecnologias.

“A boa notícia é que essas novas tecnologias, como a gaseificação e a produção de biogás, permitem aos municípios brasileiros se adequarem à PNRS, utilizando o passivo ambiental existente (RSU) como matéria-prima, vez que existe a possibilidade de geração de energia de forma sustentável a partir desses resíduos”, explica Everson Talgatti, presidente da Comissão Organizadora da Thermal Convertion Solutions–TCS Brasil’16 e CEO do Instituto de Tecnologia Aplicada e Qualificação (ITAQ). O evento é uma realização do ITAQ e do Gasification Technologies Council, sediado no Colorado (EUA). A TCS Brasil’16, irá reunir em Foz do Iguaçu especialistas para apresentar propostas de soluções tecnológicas sustentáveis para a matriz energética brasileira, com foco na sustentabilidade e, em especial, na adequação dos municípios brasileiros à PNRS.

Sobre a TCS Brasil’16

TCSAo unir conferência e feira de negócios, a TCS Brasil’16 se propõe a criar uma agenda proativa de debate na busca por soluções práticas para a geração distribuída para auxiliar a matriz energética brasileira, com isso aproveitando o potencial de biomassa e outros combustíveis disponíveis no país. Nessa agenda, o poder público, representado pelos seus órgãos e instituições, bem como organizações com foco na solução de problemas socioambientais terão espaço para propor alternativas para uma melhor utilização de resíduos sólidos urbanos. O papel das tecnologias de conversão térmica como soluções sustentáveis é outro ponto a ser discutido como forma de assegurar a estabilidade para a matriz energética brasileira. O evento, que será realizado de 1º a 3 de junho de 2016, em Foz do Iguaçu, atuará como promotor de tecnologias, equipamentos e serviços de conversão térmica e de biogás. Informações sobre inscrições e exposições estão disponíveis no site www.tcs-brasil.com

A Revista Brasileira de Biomassa e Energia é apoiadora do TCS BRASIL. Uma equipe da revista estará com stand no evento, onde vai distribuir as publicações a todos os participantes do evento.

Fonte: Biomassa BR

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Resíduos de madeira gerados anualmente no Brasil chega a 30 milhões de toneladas

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Resíduos de madeira gerados anualmente no Brasil chega a 30 milhões de toneladas

16/02/2016 – Entende-se como Bens da União definido na Constituição Federal de 1988 os recursos naturais da plataforma continental, terrenos de solo, subsolo e mar, com a administração direta da União, participação no resultado da exploração para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos naturais no respectivo território.

madeira

Nesse contexto a floresta amazônica como um bem da união e patrimônio da humanidade é uma unidade de proteção para esse espaço territorial, ficando proibida qualquer utilização que comprometa a integridade das suas características ou atributos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, sendo vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justificam sua proteção. Sendo assim, no âmbito federal, desde 2006, a união concede a pessoas jurídicas o direito de manejar Florestas Públicas Federais (FPF) para a exploração florestal madeireira.

Vale ressaltar que o Plano de Manejo Florestal é outorgado baixo a aprovação e autorização do órgão ambiental competente, tanto para empresas privadas como para as Concessões de Florestas Públicas Federais (FPF), a qual determina somente as espécies com valor comercial para exploração.

Teoricamente esta licença, prioriza a retirada de espécies madeireiras nobres com alto valor comercial, sendo proibida por lei a retirada de outras espécies fora do plano de manejo previamente aprovado. Na pratica, além da matéria prima originária de áreas de desmatamento, muitas vezes parte dela ilegal, bem como pela derruba das florestas secundárias daquela região, gera grandes quantidades de resíduos.

Os resíduos de madeira gerados anualmente no Brasil são estimados em 30 milhões de toneladas. A principal fonte de resíduos é a indústria madeireira, que contribui para 91% destes resíduos gerados dos quais, grande parte é proveniente de atividades inerentes de Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS), que geram resíduos em função das árvores retiradas durante a execução e da infra-estrutura necessária, tais como as aberturas de pátios, estradas e trilhas e outros tipos de materiais, como, por exemplo, as raízes tabulares, as aparas de toras ocas, árvores quebradas ou tombadas entre outros que ficam na floresta e que podem ser aproveitados para diversos fins destacando-se para produção de energia.

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Cumpre observar o significativo potencial dos resíduos de florestas manejadas na Amazônia, chegam a atingir até 5 m3 por cada m3 de madeira retirada da floresta. Nesse caso em particular, as empresas que adquirem a concessão da (FPF) comprovam a disponibilidade deste resíduo junto ao Plano de Operações Anual – POA de cada PMFS.

Provando a existência de resíduos gerados no manejo, obtendo assim, de forma legal a posse total do enorme potencial residual de madeira gerado, que poderia ser mais bem administrado pela união. Hoje este resíduo é exclusivamente utilizado como insumo às indústrias siderúrgicas, instaladas em sua maioria pelos próprios madeireiros nos Estados do Pará e do Maranhão.

Este mercado é tão lucrativo que chega ao ponto de gerar mais ingressos financeiros que a própria madeira serrada – (finalidade primaria das concessões florestais cedidas, que prioriza evitar a menor intervenção no entorno, extraindo somente as espécies com maior valor econômico).

Nesse contexto, as Concessões Nacionais de Florestas Públicas Federais (FPF) pode ser uma possibilidade de mudar esse panorama atual, com o cadastro de aproximadamente 313 milhões de hectares de FPF, que se concentra (92,1%) no Bioma Amazônico, região onde coincidentemente encontra-se os municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, que dependem exclusivamente da Conta de Consumo de Combustível (CCC) para a geração de energia elétrica no Sistema Isolado Nacional, onde a geração é predominantemente térmica a base de óleo diesel subsidiado.

Tendo em vista que a floresta amazônica é um bem natural da união, como o petróleo, recursos hídricos entre outros, é necessário que a união crie novas condições ao conceder concessões de (FPF), encarando os resíduos como potencial energético, podendo diminuir a conta de energia da sociedade brasileira que paga a (CCC).

Historicamente, os Sistemas Isolados têm sido atendidos pelas próprias distribuidoras ou por produtores independentes de energia, através de sistemas geradores alimentados a óleo diesel. Vale destacar que, assim como a configuração da atual geração para uso residencial, os projetos apresentados pelas distribuidoras para o atendimento destes mercados também têm como fonte energética o óleo diesel.

Para exemplificar este potencial, os municípios de Portel e Melgaço no (Pará) que apresentam IDH menor a 0,5 esta localizado na Floresta Nacional de Caxiuanã. Esta (FPF) foi colocada à concessão pelo Governo Federal em 2015 e tem uma área de 322 mil hectares, com um plano de manejo aprovado de 184 mil hectares, o qual representa no pior dos casos um potencial médio de 566 mil toneladas de resíduos de madeira por ano, somente a partir da biomassa gerada na Gestão desta Concessão Nacional de Floresta Publica, que em energia no ciclo rankine a um rendimento de 12% poderia produzir aproximadamente 253000 MWh/ano.

Jari Celulose - Amazonia - Monica Oliveira (1)

Se considerarmos uma demanda de energia elétrica de 100 kwh/habitante/ano para usos básicos residenciais e de processos, o consumo chegaria no máximo a 10000 MWh/ano para ambas cidades, menos de 5 % do potencial disponível.

Como neste caso, existem diversas (FPF) sendo aprovadas e concedidas na Amazônia Legal, sendo assim possível, substituir grande parte da demanda do sistema isolado com biomassa residual gerada inevitavelmente no manejo destas áreas sendo um recurso que por lei pertence à união, e apresenta um enorme potencial energético e estratégico para o país.

Fonte: Biomassa BR / Adaptado por CeluloseOnline

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