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Alta no mercado de máquinas agrícolas gera demandas importantes para a indústria do aço

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Alta no mercado de máquinas agrícolas gera demandas importantes para a indústria do aço

Segundo o levantamento da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apresentado recentemente, a produção de máquinas agrícolas e rodoviárias somou 6,6 mil unidades em agosto, tendo alta de 35,1% em relação às 4,9 mil fabricadas no mesmo período de 2017.

Neste cenário, a Açovisa, referência nacional em distribuição de aços especiais, registrou avanço acima da média com taxa de 30% no comparativo ao ano anterior, especialmente na região Sul do País.

“O mercado brasileiro ainda enfrenta desafios que precisam ser superados diariamente para que nossas atividades mantenham-se positivas durante o ano”, avalia Francis Bassi de Melo, sócio fundador da Açovisa.

Segundo o empresário, em 2018, o quadro teve um aumento por conta da forte demanda por alimentos e materiais, gerando a necessidade de novas negociações por equipamentos agrícolas.

Para Francis, o Brasil pode superar os Estados Unidos em produção de soja, por conta da importância da exportação do alimento, o que automaticamente gera demanda para toda a cadeia, incluindo a do aço.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), o país deve exportar 76,1 milhões de toneladas de oleaginosa este ano.

“O de retomada já é claro para nós, trazendo novas perspectivas e esperança para o mercado de aço. Estamos atentos e preparados para atender as demandas dessa alta”, avalia.

O empresário acrescenta ainda que a Açovisa, principal distribuidora dos produtos Gerdau no País, é uma das principais fornecedoras de aços especiais para a construção de máquinas agrícolas.

“Estamos acompanhando o mercado, assim como, as necessidades dos nossos clientes”, relata.

Da redação

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Seca continua impactando commodities da Argentina

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Seca continua impactando commodities da Argentina

O novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que a seca do último ano ainda causará impactos negativos na safra 2017/2018 das commodities da Argentina.

De acordo com o USDA, a produção de soja, por exemplo, será reduzida para 36 milhões de toneladas, sendo que as culturas do girassol e amendoim também registrarão queda.

“Para 2017/2018, a seca continua impactando as commodities de oleaginosas. Estimamos a redução da produção de soja para 36 milhões de toneladas após uma avaliação mais aprofundada dos danos causados pela seca e da produção de sementes de girassol para 3,50 milhões de toneladas. A produção de amendoim 2017/2018 também é revisada para 792.000 toneladas, a menor safra de amendoim nos últimos 10 anos”, diz o relatório.

No final de junho, a colheita de soja na Argentina estava quase concluída, exceto em algumas partes do sul de Buenos Aires., com um rendimento médio nacional caindo 22%, para 2,12 toneladas por hectare.

Nesse cenário, o Departamento afirmou que os prejuízos foram maiores do que o esperado.

“Apenas as áreas nas províncias do norte de Buenos Aires, Santa Fé e Córdoba, no leste, também conhecidas como a zona nucleo, resistiram aos impactos da seca para gerar rendimento a níveis históricos médios de 2,7 toneladas por hectare ou ligeiramente acima. Com base nesses desenvolvimentos, a produtividade foi revisada para baixo de 3 milhões de toneladas. No geral, a seca levou a uma redução de 37 por cento na produção da estimativa original de 57 milhões de toneladas”, indica o USDA.

As exportações de 2017/2018 são revisadas para baixo, chegando a 3 milhões de toneladas, devido ao menor fornecimento exportável.

Assim, os estoques finais são revisados para 9,06 milhões de toneladas.

Fonte: Agrolink

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Fibria é selecionada para a carteira 2018-2019 do Índice Dow Jones de Sustentabilidade 

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Fibria é selecionada para a carteira 2018-2019 do Índice Dow Jones de Sustentabilidade 

A Fibria, empresa brasileira e líder mundial em celulose de eucalipto a partir de florestas plantadas, foi selecionada novamente para compor a carteira de ações do índice Dow Jones de Sustentabilidade de Mercados Emergentes (DJSI, na sigla em inglês), da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), para o período 2018-2019.

A empresa foi a única do setor de Produtos Florestais e Papel escolhida entre as companhias analisadas.

A Fibria integra a carteira do DJSI desde o seu lançamento. Esse índice é uma das principais referências em sustentabilidade do mercado de capitais internacional.

O anúncio das carteiras 2018-2019 foi feito pela RobecoSAM, empresa independente focada em investimentos sustentáveis, com sede na Suíça, que seleciona as companhias com as melhores práticas, considerando temas como governança corporativa, gestão ambiental, desenvolvimento do capital humano, engajamento social, entre outros.

“Estar novamente listada no DJSI confirma a solidez da Fibria quanto ao seu desempenho em sustentabilidade. Essa conquista é resultado de um trabalho coletivo, de evolução constante, e um grande reconhecimento para todos os nossos profissionais que fazem dessa empresa uma referência no setor”, afirma Guilherme Cavalcanti, diretor Financeiro e de Relações com Investidores (RI) da Fibria.

Da redação

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Está dada a largada para corrida global por nova fábrica de celulose

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Está dada a largada para corrida global por nova fábrica de celulose

Investidores e produtores de celulose ao redor do mundo estão participando de uma espécie de corrida virtual, cujo vencedor anunciará antes da concorrência uma nova fábrica da matéria-prima, e o Brasil é forte candidato a receber o investimento, na avaliação da consultoria americana Forest2Market.

A trajetória positiva dos preços, a demanda mundial em crescimento e a ausência de novas capacidades nos próximos dois anos alimentam a expectativa de que um novo projeto seja anunciado no curto prazo.

“O Brasil, e mais especificamente Mato Grosso do Sul, é hoje o local mais apropriado para uma nova fábrica por uma série de razões, entre as quais a disponibilidade de madeira”, afirma Marcelo Schmid, diretor da Forest2Market no Brasil.

Uma nova linha, segue o executivo, teria capacidade instalada de 2 milhões de toneladas por ano, volume correspondente à demanda adicional de celulose por ano, e investimento da ordem de US$ 4,5 bilhões.

Grupos estrangeiros e investidores internacionais já andaram prospectando oportunidades em Mato Grosso do Sul.

nova fábrica de celulose

O grupo indonésio Royal Golden Eagle (RGE), dono da April e agora da brasileira Lwarcel Celulose, estaria avaliando as possibilidades no Estado há algum tempo, assim como a chilena Arauco, que tem florestas na região e chegou a negociar a compra da Eldorado Brasil.

Dentre as brasileiras, a Eldorado tem praticamente pronto o projeto de expansão da fábrica de Três Lagoas e a Fibria, situada no mesmo município, tem planos parecidos.

Para Schmid, após concluir a fusão com a Fibria, a Suzano Papel e Celulose deve voltar a pensar em expansão rapidamente, para não perder o bom momento do setor.

“O momento é bastante positivo, especialmente no Brasil. O setor é bastante resiliente à política e, apesar da crise, tem conseguido caminhar bem”, explica.

Além do Brasil, Argentina e Uruguai seriam candidatos em potencial a novos investimentos em celulose por causa da disponibilidade de madeira.

A grave crise argentina, contudo, pode espantar os investidores agora.

No Uruguai, há florestas de pinus prontas para industrialização, diz o executivo.

Segundo Schmid, há um fenômeno novo, decorrente dessa corrida mundial pela próxima fábrica de celulose.

Europeus, chineses e japoneses têm vindo cada vez mais ao país em busca de madeira para exportação, com vistas a suprirem unidades no país de origem.

“Há uma crescente procura por toras para fábricas no exterior”, diz.

Fonte: Tissue Online

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Valmet faz o lançamento da Pedra Fundamental do novo Centro de Serviços no Chile

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Valmet faz o lançamento da Pedra Fundamental do novo Centro de Serviços no Chile

Nova unidade vai oferecer aos clientes os serviços de revisão e manutenção de equipamentos e peças para fábricas de papel, celulose e tissue.

A Valmet, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, fez o lançamento da Pedra Fundamental, no dia 13 de setembro, do novo Centro de Serviços da empresa, em Concepción, no Chile.

O evento contou com a presença de autoridades locais, clientes, representantes da Valmet e da empresa responsável pelas obras.

Com investimento de mais de EUR 6 milhões e uma área construída de aproximadamente 3.500 m2, o centro vai oferecer aos clientes os serviços de revisão e manutenção de equipamentos instalados em fábricas de papel, celulose e tissue.

Além disso, serão fornecidas peças sobressalentes e assistência técnica.

Também serão feitas a recuperação de retífica e a manutenção de rolos de máquina de secar celulose, rolos de prensas, alimentadores de baixa e alta pressão e rosca do separador do topo do digestor.

Estes serviços, atualmente, são feitos em outros países, como Brasil, Canadá ou Europa.

As novas instalações contarão ainda com estoque de itens e peças críticos, possibilitando a redução dos prazos de entrega aos clientes.

Com a construção desse novo centro, a Valmet fortalece ainda mais a sua presença na América do Sul, especialmente no Chile, um importante mercado do setor de papel, celulose e energia.

O país é o segundo da América do Sul em produção de celulose e a Valmet atende mais da metade desse mercado. Em relação ao tissue, 50% de tudo o que é produzido no país vem de uma máquina Valmet.

“As raízes da Valmet levam nossa presença ao nascimento da indústria de celulose e papel no país e, ao longo desta jornada, temos fortalecido nossa presença e nossas operações aqui”, afirmou Celso Tacla, presidente da Valmet na América do Sul.

Celso destacou ainda que isso vai ao encontro da visão da Valmet.

“Esse é o nosso jeito de servir: caminhando lado a lado com os nossos clientes, numa jornada que chamamos de ”Shared Forward Journey”, para oferecer o melhor serviço e a melhor experiência a eles, aprimorando a confiabilidade e o desempenho das plantas, levando os processos a outro nível”, complementou.

O Centro de Serviços da Valmet, em Concepción, vai contar no total com cerca de 55 funcionários.

Os novos contratados passarão por treinamento com profissionais mais experientes no Chile e nos centros já existentes no Brasil.

As operações estão previstas para iniciarem na segunda metade de 2019.

Mais novidades

Reforçando o compromisso de estar próximo ao cliente e atendê-los com excelência, a Valmet tem investido em novas tecnologias e produtos.

Em 2018, será feito o lançamento do Compact Cooking, projetado para dar alta flexibilidade aos processos e outras melhorias.

Também em 2018, foi instalada na CMPC Laja a primeira referência na América do Sul do OptiClear, uma nova tecnologia de clarificação de licor verde, que vem sendo melhorada nos últimos anos.

A internet industrial também está entre as áreas que vem recebendo grandes investimentos através do Valmet Performance Centers e do Valmet Customer Portal.

Com o know-how da empresa em processo, automação e serviços oferecidos, os   clientes podem transformar seus dados em ativos valiosos.

Os especialistas da Valmet sabem quais dados analisar e como utilizá-los trazendo benefícios tangíveis como o aumento da produtividade e menores custos de energia e matérias-primas.

O Valmet Customer Portal foi lançado também este ano.

Por meio dessa ferramenta, os clientes e especialistas da Valmet podem compartilhar informações e buscar inovações juntos em tempo real.

Os serviços e as funcionalidades do portal foram desenvolvidos com o cliente, a fim de proporcionar um conteúdo personalizado.

Da redação

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Klabin investe R$ 32 mi em área de pesquisa e inovação no Paraná

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Klabin investe R$ 32 mi em área de pesquisa e inovação no Paraná

Klabin anunciou investimento de R$ 32 milhões na construção de um Parque de Plantas Piloto, na Unidade Monte Alegre, em Telêmaco Borba (PR).

A novidade deve entrar em operação no quarto trimestre de 2019, segundo Francisco Razzolini, diretor de Tecnologia Industrial, Inovação, Sustentabilidade e Negócio Celulose da companhia.

No parque, segundo a companhia, será possível simular uma unidade fabril, onde serão realizados estudos e testes em frentes de pesquisa como a celulose microfibrilada (MFC), que futuramente será incorporada às linhas de produção de papel da companhia.

A medida se tornou necessária, diz Razzolini, porque o Centro de Tecnologia da Klabin, inaugurado no ano passado, atingiu um nível de maturidade de desenvolvimento que torna necessária a produção de alguns materiais em maior escala, permitindo testes industriais prolongados.

Na busca por novos materiais que sejam renováveis e sustentáveis, em 2018 a Klabin também anunciou a aquisição de 12,5% da startup israelense Melodea Bio Based Solutions, pioneira na tecnologia de extração de celulose nanocristalina (CNC), produzida 100% a partir de fontes renováveis.

Inova Klabin

Durante a segunda edição do Inova Klabin, evento que acontece entre esta quarta-feira, 12, e a quinta-feira, 13, na Oca do Parque do Ibirapuera, a empresa também apresenta o KlaCup-Bio, solução para o mercado de copos descartáveis sem a utilização de polietileno.

Com foco no mercado de copos de papel cartão (cup stock), a Klabin desenvolveu um novo produto, a partir de um mix de fibras de pínus e eucalipto com maior resistência e qualidade de impressão.

Aliado a isso, o novo material possui uma barreira biodegradável, eliminando a aplicação de polietileno.

Fonte: Revista Exame

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Eldorado: a guerra do papel está declarada

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Eldorado: a guerra do papel está declarada

A canadense Paper Excellence, do bilionário indonésio Jackson Widjaja, está determinada a não dar sossego aos sócios.

Depois de ver frustrada sua tentativa de concluir a compra da fabricante de celulose Eldorado Brasil, a canadense Paper Excellence, do bilionário indonésio Jackson Widjaja, está determinada a não dar sossego aos sócios.

Do outro lado da mesa está a J&F Investimentos, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que em 2017 vendeu 49,4% da Eldorado por 3,8 bilhões de reais.

Outros 4 bilhões deveriam dar aos canadenses 100% da empresa no início de setembro.

Mas a venda foi suspensa devido a um impasse na forma como as garantias dos empréstimos da Eldorado devem ser retiradas — a Paper Excellence quer quitar em dinheiro, enquanto a J&F quer trocar por outro tipo de fiança.

Os canadenses argumentam que, na prática, o problema é outro: com o aumento do preço da celulose e a alta do dólar impulsionando os lucros da -Eldorado, a J&F quer mais dinheiro pelo negócio.

EXAME apurou que, no final de agosto, uma comitiva liderada por Aguinaldo Gomes Ramos Filho, presidente da Eldorado, se encontrou com Widjaja nos Estados Unidos e sinalizou que o prazo de negociação poderia ser estendido mediante o pagamento de 6 bilhões de reais.

A proposta foi recusada.

A J&F confirma o encontro, mas não comenta a questão dos valores.

Enquanto não resolve o impasse, a Paper Excellence vai solicitar uma assembleia de acionistas para indicar o membro do conselho de administração ao qual tem direito.

O objetivo é pressionar por uma mudança na gestão de Ramos Filho, sobrinho de Joesley e Wesley, vetar decisões sobre novos investimentos e impedir um aumento nos dividendos.

As duas partes têm até outubro para levar o bilionário imbróglio à arbitragem.

Fonte: Revista Exame

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Volume de contratação do crédito agrícola é o maior em cinco anos

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Volume de contratação do crédito agrícola é o maior em cinco anos

As contratações de crédito agrícola, no primeiro bimestre do Plano Agrícola e Pecuário 2018/19, tiveram acréscimo de 45%, atingindo R$ 34,1 bilhões, com 139.155 operações, na comparação com o mesmo período da safra passada.

Do total de recursos liberados, são destaque as operações de custeio, que totalizaram R$ 20,8 bilhões, o equivalente 111.245 operações com aumento de 35%.

O desembolso é o maior dos últimos cinco anos. Na safra 2014/15 foram R$ 25,5 bilhões; em 2015/16 foram R$ 26,6 bilhões; na safra seguinte R$ 19,5 bilhões; e na safra passada, R$ 23,6 bilhões.

Os números fazem parte de levantamento realizado mensalmente pelo Departamento de Crédito e Estudos Econômicos da Secretaria de Política Agrícola e estão disponíveis no Portal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para o secretário de Política Agrícola do Mapa, Wilson Vaz de Araújo, o bom desempenho do crédito rural, cuja contratação é a maior para o período nos últimos cinco anos, reflete expectativas do produtor rural em relação ao comportamento do mercado agrícola.

“Há recursos disponíveis e os produtores recorrem ao crédito para aproveitar oportunidades de negócios”.

“Considerando que não alteramos o limite de custeio, a maior atratividade por esses recursos foi a redução das taxas de juros”, ressalta.

“E dentro deste quadro, observa-se maior desembolso de recursos a taxas controladas do que a taxas livres, que são recursos mais baratos”, diz.

Dentre os principais programas de financiamento, destaca-se o PCA (Programa de Construção e Ampliação de Armazéns), que teve aumento de 141%, por conta do incentivo para implantação de estruturas com capacidade de até 6 mil toneladas, a taxas de juros de 5,25% ao ano.

Já o Moderfrota (Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos), teve desempenho 55% superior ao da safra passada.

“Esse incremento já era esperado, devido à redução das taxas”, acredita.

Da redação

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Suzano: autoridade da Turquia aprova acordo com Fibria sem restrições

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Suzano: autoridade da Turquia aprova acordo com Fibria sem restrições

A Suzano Papel e Celulose recebeu nesta quinta-feira, 6, aprovação da autoridade de concorrência turca, sem restrições, para a operação de combinação de ativos com a Fibria na Turquia.

Em comunicado ao mercado, a companhia destaca que a consumação da operação ainda está sujeita ao cumprimento de outras condições precedentes usuais para este tipo de operação, incluindo a aprovação por determinadas autoridades da concorrência no Brasil e no exterior.

Fonte: Terra

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CVM mantém assembleia da Fibria

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CVM mantém assembleia da Fibria

O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu não acatar pedido de interrupção da convocação da assembleia geral extraordinária (AGE) da Fibria, marcada para o próximo dia 13, porque concluiu que não há ilegalidade nas propostas de votação feitas pela empresa.

Após a decisão, a Fibria reafirmou a realização da reunião na data programada.

A assembleia da fabricante de celulose vai tratar da reorganização societária da empresa para que seja concluída a incorporação da Fibria pela Suzano Papel e Celulose.

O negócio, anunciado em março, prevê a remuneração dos acionistas da Fibria em um valor de R$ 52,50 mais 0,46 ação da Suzano.

A operação entre as duas gigantes prevê troca de ações e o pagamento de R$ 29 bilhões da Suzano aos acionistas da Fibria para que a família Feffer assuma o controle da companhia, com 46,4%.

A decisão do colegiado trata da votação da proposta de dispensa de oferta pública de aquisição de ações, prevista em estatuto social.

Refere-se também à convocação dos acionistas para que se posicionem sobre o protocolo e justificação de incorporação das ações da Fibria pela Eucalipto Holding, criada para o processo de fusão das empresas, e, em seguida, pela Suzano.

A CVM também considerou que não há ilegalidade na proposta de votação de uma autorização aos administradores a subscreverem as novas ações ordinárias e preferenciais a serem emitidas pela holding e a “praticarem todos e quaisquer atos adicionais que se façam necessários para a implementação e formalização do protocolo e justificação da operação”.

No documento, a CVM não informou quem fez o pedido de indeferimento da convocação da AGE. Porém, o fundo Tempo Capital pediu que a autarquia suspendesse a assembleia.

Em documento encaminhado à CVM, a Tempo Capital estimava que a modelagem de incorporação da Fibria pela Suzano resultaria em um gasto adicional.

Fonte: Gaucha ZH Com Reuters. . As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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