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UnB desenvolve parada de ônibus de bambu

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UnB desenvolve parada de ônibus de bambu

Resistente, flexível, leve, renovável, econômico e sustentável.

Essas são apenas algumas das qualidades do bambu, matéria-prima ainda pouco explorada no Brasil em escala industrial.

Da fabricação de móveis e pisos à produção de carvão, tecidos e instrumentos, a planta oferece uma diversidade de usos, servindo de alternativa a outros materiais, com menor custo-benefício.

Um projeto desenvolvido por pesquisadores, estudantes e técnicos do Centro de Pesquisa e Aplicação de Bambu e Fibras Naturais (CPAB) da Universidade de Brasília aposta em aplicação inovadora para a planta: a construção de uma parada de ônibus.

O primeiro protótipo já pode ser conferido na UnB. Implantada nas proximidades da Casa do Estudante (CEU) e do Centro Olímpico (CO), no campus Darcy Ribeiro, a estrutura foi projetada a partir de uma combinação de bambu laminado e eucalipto de reflorestamento.

O local não foi escolhido por acaso para receber a novidade: além de ter considerável circulação de estudantes que dependem do transporte público, o ponto necessitava de uma estrutura para abrigá-los da incidência do sol e da chuva.

Outros detalhes se incluem no design arrojado do protótipo, como telha metálica e piso e fundação em concreto.

Diretor do CPAB e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), Jaime Almeida enumera alguns dos benefícios desse tipo de aplicação do bambu: além de propiciar mais conforto térmico que outros materiais, por ser bastante fibrosa, a planta possui mais resistência do que outras madeiras de média densidade e é facilmente maleável.

O docente garante ainda que o impacto ambiental da exploração da fibra é mínimo.

A planta apresenta outras vantagens, como a sustentabilidade no manejo.

“O bambu tem propagação rápida. Quando uma touceira está formada – o que leva cerca de sete anos –, de ano em ano se consegue recolher o material. Além de ter custo viável, a colheita não depreda o meio ambiente, porque a capacidade de regeneração da planta é alta”, explica Almeida.

Experiência

Envolvida no projeto, a estudante do curso de Arquitetura e Urbanismo Gisele Fernandes de Oliveira teve a oportunidade de acompanhar todo o processo de produção, além da montagem da parada, feita em três dias.

O aprendizado contribuiu não só para a sua formação científica, mas também profissional.

“Já me interessava pelo bambu como material de construção, mas via ele sendo usado comumente in natura. Foi minha primeira experiência com o bambu laminado em associação com a madeira, até porque é um material bem pioneiro”, revela.

Antes de chegar ao resultado final, é necessária uma série de processos para a laminação do bambu, principal matéria-prima do artefato.

Essas etapas são realizadas na Oficina de Bambu e Madeira da CPAB.

Primeiramente, o material passa por uma máquina para separar bambu em ripas. Em seguida, ele é planificado para ganhar uniformidade.

O tratamento das lâminas é feito com a imersão em um tanque com sal de boro durante cinco dias.

Após retirado, o material é seco e prensado, o que o torna finalmente pronto para uso.

A estrutura ficará em observação durante dez meses, para aperfeiçoamento da ideia e avaliação da durabilidade.

“Veremos o comportamento e a resistência do material com o uso. Depois disso, vamos refazer o protótipo e colocá-lo à disposição do governo local”, explica Jaime. Outras seis réplicas deverão ser instaladas futuramente em outros espaços urbanos de Brasília.

Outros usos

Além da parada de ônibus, o projeto inclui ainda a adoção da fibra de bambu na confecção de mobiliário escolar.

Um conjunto de mesa, cadeira e estante produzido pela equipe do CPAB será disponibilizado para testes em uma escola de ensino fundamental do Distrito Federal durante seis meses. D

esta vez, a matéria-prima consiste em uma mistura de bambu laminado com pinus, também resistente e que causa menor impacto ambiental.

Com a comprovação da qualidade dos produtos, Jaime acredita que será possível incentivar a fabricação de peças em maior escala.

Com a transferência da tecnologia para empresas incubadas de cunho social, pretende-se também estimular o desenvolvimento de uma cadeia produtiva voltada aos pequenos agricultores e produtores, com base no cultivo e beneficiamento do bambu.

Centro

Criado em 2007, o Centro de Pesquisa e Aplicação de Bambu e Fibras Naturais (CPAB) desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão focadas no desenvolvimento tecnológico a partir do uso inovador do bambu e outras plantas, além da difusão desse conhecimento e de práticas sustentáveis à sociedade.

Também é eixo de suas atividades a valorização dos saberes tradicionais de povos que empregam essas matérias-primas na confecção de objetos.

A unidade é pioneira na UnB em experimentos com bambu, fibras naturais e madeira.

Fonte: Agroemdia

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Visite a Tequaly na Exposição da ABTCP 2018

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Visite a Tequaly na Exposição da ABTCP 2018

A Tequaly – empresa especializada no desenvolvimento e fornecimento de tecnologia e serviços para a área da indústria – estará presente no 51º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, promovido pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP).

No estande, serão destacados, principalmente, os grandes projetos que as Soluções 360° permitem realizar com a integração de todos os seus serviços (tecnologia, fabricação, montagem e manutenção), bem como os atendimentos personalizados de acordo com a necessidade de cada cliente. Em paralelo a isso, a Tequaly também estará presente em uma sessão técnica do congresso, com uma palestra referente a um artigo selecionado como um dos 10 melhores dentre, aproximadamente, 150 trabalhos avaliados pelo comitê da ABTCP.

O evento, considerado um dos principais do setor de papel e celulose da América Latina, ocorre entre os dias 23 e 25 de outubro, no espaço Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Para a exposição, faça sua inscrição gratuita: http://sgabtcp.org.br/Inscricoesexposicao/

Para o congresso, consulte a programação, os valores e faça seu credenciamento pelo link: https://www.abtcp2018.org.br/congresso/inscricoes

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Fibria utiliza drones e Vants em operações florestais

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Fibria utiliza drones e Vants em operações florestais

A Fibria, líder mundial na produção de celulose de eucalipto a partir de florestas plantadas, está investindo em tecnologia para modernizar a gestão florestal.

Por meio do Projeto Floresta Inteligente, uma série de ações estão em andamento nas unidades da empresa.

 O uso de drones e de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vant) é cada vez mais comum na empresa e os resultados, além de maior eficiência, incluem a redução de custos.

Prospectar áreas com o uso de Vant, por exemplo, tem um custo por hectare cerca de 30% menor que no trabalho de campo feito com equipes utilizando GPS, segundo cálculo do coordenador corporativo de Cadastro e Geoprocessamento da Fibria, Dennis Bernardi.

Essa atividade inclui avaliar áreas destinadas aos plantios florestais da empresa.

Um exemplo foi o trabalho realizado na Unidade da Fibria em Três Lagoas (MS) na identificação de novas áreas para formação da base florestal do Projeto Horizonte 2, a segunda fábrica de celulose construída pela companhia na cidade.

“Conseguimos levantar entre 500 hectares e 1.000 hectares por dia, contra um mapeamento máximo de 250 hectares/dia com equipe em campo utilizando GPS”, afirma Bernardi, destacando o ganho em produtividade.

 Segundo o coordenador da Fibria, as imagens de altíssima resolução espacial do Vant permitem uma melhor visualização e avaliação do uso e ocupação do solo, facilitando a tomada de decisão em relação à contratação final do imóvel.

“Nesse projeto, avaliamos mais de 500 mil hectares a partir de imagens de satélite e selecionamos para mapeamento, com o uso de Vant, mais de 130 mil hectares”, diz Bernardi.

Qualidade monitorada do alto

As imagens aéreas também são utilizadas pela Fibria para monitorar a qualidade das operações de colheita. A partir do uso de drones, a empresa filma ou fotografa a operação e, pela avaliação das imagens, identifica eventuais necessidades de adequação do processo.

“O uso dos drones aprimorou a qualidade do controle realizado e aumentou a produtividade do monitoramento, antes feito por terra e com grande dispêndio de tempo em caminhadas dentro dos talhões de eucalipto”, afirma o gerente de Colheita Florestal da Fibria em São Paulo, Luiz Sérgio Coelho Cerqueira Filho.

 Luiz Sergio explica que, a partir das imagens, são avaliados aspectos como a formação das pilhas de madeira (alinhamento das toras e disposição no talhão), disposição de resíduos (cascas e galhos), toras não baldeadas, entre outros.

“Assim, é possível observar se a operação está dentro do padrão de qualidade estabelecido”, diz o gerente da Fibria.

 O uso de drones também é fundamental para aprimorar o desenvolvimento de pessoas.

A empresa tem investido em treinar os operadores para atingir sempre a melhor qualidade e produtividade em seus processos.

“Com o uso dos drones temos um diagnóstico preciso dos movimentos das máquinas de colheita que precisam ser corrigidos e do ajuste necessário para garantir boa qualidade operacional, segurança e respeito ao meio ambiente”, explica Luiz Sergio.

Anteriormente, esse trabalho era feito por meio de filmagem em solo.

Hoje, o técnico de desenvolvimento filma a operação do alto, tendo de forma clara e rápida o diagnóstico do que precisa ser trabalhado.

 Os drones também são utilizados na Fibria no momento do planejamento, que antecede o início das operações.

Primeiro avalia-se, a partir das imagens aéreas, as características da área e do relevo.

A avaliação também ajuda a definir a alocação do equipamento de colheita ideal para cada situação de declividade (com ou sem ancoragem).

“Com a imagem aérea conseguimos ter uma outra visão da floresta, identificamos facilmente pontos de dificuldade operacional e restrições, o que às vezes não era tão fácil e preciso, apenas com a inspeção por terra”, observa Luiz Sergio.

Floresta Inteligente

A partir de um diagnóstico, a Fibria estruturou a gestão de iniciativas de digitalização da floresta no Projeto Floresta Inteligente, liderado pela área Florestal.

Foi criada uma arquitetura de coleta, comunicação, análise e disponibilização de dados, em que todas as ações de novas tecnologias são centralizadas no Projeto Floresta Inteligente.

São quatro frentes de implementação de novas tecnologias: plantio (silvicultura), colheita, logística de madeira e análise sistêmica de dados.

Mais de 50 projetos já foram implementados até o momento.

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MBA aumenta salário em até 27%, enquanto inglês proporciona acréscimo de 16%

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MBA aumenta salário em até 27%, enquanto inglês proporciona acréscimo de 16%

A exigência por profissionais cada vez mais especializados e com múltiplas competências é uma constante em um mercado de trabalho marcado por frequentes avanços tecnológicos, surgimento de novos cargos e mudança nas relações de trabalho.

Entre as diversas variáveis, é difícil escolher em que investir para atualizar o conhecimento e obter sucesso, tanto para quem está começando a carreira quanto aqueles que estão em processo de recolocação.

A DNA Outplacement (www.dnaoutplacement.com/br), junto à DNA OPM, empresa do mesmo grupo, indica em estudo o que tem mais peso para o contratante.

O MBA é um dos fatores que proporcionam maior retorno aos brasileiros. Se o curso for feito no próprio país, o incremento mensal no salário pode chegar a 19%; se for nos EUA, chega a atingir 27%.

Assim, um Diretor que ganha, em média, R$ 32 mil de salário bruto por mês, por exemplo, passaria a receber cerca de R$ 38 mil, no primeiro caso, e R$ 40,5 mil se estudar fora.

“É um investimento com uma ótima taxa de retorno”, afirma Hugo Liguori, Diretor Regional da consultoria no Brasil. A pesquisa ainda apurou que o acréscimo no rendimento para os brasileiros com MBA é maior que em alguns países da América do Sul, como Peru (17%) e Chile (15%).*

Para o currículo dos mais jovens, a pós-graduação também é bastante valorizada por oferecer um conhecimento mais específico ao profissional, segundo Liguori.

Já no caso de profissionais que queiram mudar de carreira, o ideal é procurar um curso de especialização, mais rápido e voltado à parte prática, do que investir em uma graduação, que dura no mínimo quatro anos e tem carga teórica muito maior.

“Não vale a pena fazer outro bacharelado se já tem curso superior. Ter muitas faculdades no currículo não gera tanto apelo ao mercado quanto algo mais direcionado”, indica.

O domínio de idiomas também é uma vantagem para os profissionais.

estudo da DNA Outplacement aponta que o inglês é o mais requisitado, com incremento de 16%, em média, no salário.

Em seguida vêm o espanhol; o alemão – 10% do PIB brasileiro vêm de empresas alemãs –; o francês, já que muitas companhias desta origem se instalam no país; e o mandarim, devido à abrangência dos investimentos chineses.

O impacto no rendimento mantém a proporção de 15% a 20%.

“Saber mais de uma ou até duas línguas é um atrativo em qualquer momento da carreira, gerando oportunidades diferenciadas ao profissional”, destaca o especialista.

Se o aprendizado do idioma for feito durante uma experiência fora do Brasil, as vantagens aumentam ainda mais.

Os intercâmbios estudantis têm valorização e importância – principalmente para quem está entrando no mercado de trabalho.

A experiência sinaliza iniciativa, coragem para encarar novos desafios e sair da zona de conforto, além de estimular a socialização com pessoas desconhecidas, o que ensina a lidar com questões interculturais.

Investir em trabalho voluntário também tem grande peso para o profissional, que demonstra empatia e pode ser uma influência positiva em cargos de liderança e gestão de equipe, por exemplo, e reflete ainda mais para aquele que deseja trabalhar em uma empresa com valores fortes e pegada mais social.

Por fim, o tempo de trabalho e cargos também são significativos.

Uma longa passagem por uma única companhia é interessante se houve promoções periodicamente, porém a diversificação ajuda o profissional a ter uma visão mais ampla – segundo a DNA, a média é passar por quatro companhias diferentes antes de alcançar uma posição mais alta na carreira.

É fundamental que o profissional faça uma boa análise do mercado, defina seus objetivos a curto, médio e longo prazos e avalie o que já consegue oferecer, para depois investir em determinada habilidade que deseja desenvolver, eventualmente com a ajuda de uma empresa especializada.

“Não podemos esquecer que o lado emocional e o psicológico são particularmente relevantes e, às vezes, o suporte nessa área deve ser ainda maior. Por isso, um programa de outplacement pode ajudar, já que engloba tanto esses aspectos quanto os profissionais”, declara Hugo Liguori.

*Valores calculados com base na cotação U$ 1 = R$ 3,75, de 11/10/2018.

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Justiça proíbe transporte de eucaliptos por caminhões em São Luiz do Paraitinga

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Justiça proíbe transporte de eucaliptos por caminhões em São Luiz do Paraitinga

A Justiça proibiu uma empresa de celulose de transportar eucalipto em caminhões por rotas que cruzam o distrito de Catuçaba e a rodovia Abílio Monteiro de Campos, em São Luiz do Paraitinga.

As toras de madeira eram retiradas, até 2015, de uma plantação de eucaliptos em uma propriedade na cidade e eram escoadas pelas vias.

A Defensoria, autora da ação em 2009, acusou na época danos como afundamento das vias e impactos às construções. A empresa vai recorrer.

A sentença, da juíza Ana Leticia Oliveira dos Santos, é do último dia 5 e impõe multa de R$ 15 mil por dia em caso de descumprimento.

O plantio de eucalipto já foi alvo de outros processos judiciais e lei na Câmara – posteriormente julgada inconstitucional.

A proprietária da plantação é a Fibria, cuja sede é em Jacareí.

Desde a lei, em agosto de 2015, a empresa suspendeu o transporte de madeira, por tempo indeterminado, enquanto não houver outra possibilidade de escoamento.

De acordo com a Defensoria, o plantio era feito em uma chamada zona de amortecimento do Parque Estadual da Serra do Mar, no entorno de uma unidade de conservação, o que obriga a empresa, pela legislação, a minimizar os impactos da atividade.

A ação acusou a Fibria de ter iniciado a atividade sem a realização de estudos de impacto ambiental.

Outro lado

A Fibria informou em nota que assumiu em 2015, e mantém até hoje, o compromisso de não transportar madeira proveniente da fazenda Sertãozinho 2, de sua propriedade, enquanto não houver outra possibilidade de escoamento da produção de madeira que não seja pelo distrito.

“A Fibria mantém sua estratégia de desenvolvimento social no Vale do Paraíba e nos últimos três anos investiu o valor de R$ 880 mil em projetos sociais que beneficiaram a comunidade do município de São Luiz do Paraitinga”, disse em nota.

Fonte: G1

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Melhoramentos irá investir R$ 55 milhões

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Melhoramentos irá investir R$ 55 milhões

A Melhoramentos irá investir R$ 55 milhões na expansão da capacidade produtiva de sua fábrica de fibras de celulose. Segundo a empresa, a demanda crescente no Brasil por papel motivou a decisão.

“O mercado de papel e celulose cresce mundialmente. Há um aumento da demanda por papel tissue [para uso higiênico], além do apelo ambiental para substituir outros materiais, como o plástico”, afirma o diretor superintendente da Melhoramentos, Sérgio Sesiki.

Atualmente, a fábrica, localizada em Camanducaia (MG), tem capacidade produtiva de 70 mil toneladas por ano. Com a expansão, a planta passará a produzir 90 mil toneladas.

“A previsão é de que a obra seja concluída no ano que vem”, conta o executivo.

A empresa possui três florestas — em Caieiras (SP), Bragança Paulista (SP) e Camanducaia — para o cultivo e fornecimento de madeira de pinus e de eucalipto.

“Fabricamos fibras celulósicas que são utilizadas na composição do papel cartão. Nossos clientes são fabricantes de embalagens, tissue e papéis especiais”, explica Sesiki.

Ele afirma que a Melhoramentos é líder na produção de fibra de celulose TGW destinada para as fabricantes de papel cartão.

“A Klabin também produz, mas não vende, faz uso próprio”, assinala.

“Toda nossa produção é voltada para o mercado doméstico. É um segmento que tem nos trazido rentabilidade. Temos números extraordinários.”

O maior acesso ao consumo e à urbanização em países emergentes, especialmente a China, vem alterando hábitos e aumentando a demanda por papel no mundo. No Brasil, a Suzano tem apostado no tissue no Norte e Nordeste, pelo potencial dessas regiões.

Além disso, pressões ambientais pela redução do uso de plástico em produtos como embalagens, canudos e recipientes descartáveis têm aberto espaço ao papel como alternativa.

Esse movimento tem impulsionado a produção de celulose no Brasil e favorece a consolidação do mercado. Em março, as duas maiores produtoras de celulose do País, Fibria e Suzano, anunciaram um acordo de fusão.

Quando concretizado, o negócio resultará na maior produtora de celulose do mundo, somando capacidade para produzir 11 milhões de toneladas de celulose por ano.

Nesta semana, a negociação foi aprovado pelo Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em entrevista recente ao DCI, a então presidente-executiva da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), Elizabeth de Carvalhaes, contou que nos últimos dez anos houve um aumento do consumo em países do Leste Europeu, Ásia e América Latina.

“Só a China trouxe 800 milhões de pessoas para os centros urbanos. Esse movimento impactou o consumo. Há uma demanda por papéis de embalagem e produtos de higiene crescendo.”

De acordo com Sesiki, a Melhoramentos também está investindo em pesquisa para produzir nanocelulose, material desenvolvido a partir de fibras de celulose considerado de alto potencial pela indústria.

“Realizamos testes nas Universidades de Viçosa [MG], Maine [EUA] e Toronto [Canadá], para conhecer a viabilidade financeira do produto. Outras grandes empresas do setor de celulose têm feito iniciativas parecidas.”

Mercado editorial

Além das áreas de fibra e florestal, a Melhoramento tem divisões de negócios editoriais e imobiliários.

Conforme o presidente do Conselho da Melhoramentos, Alfredo Weiszflog, o mercado editorial caiu como um todo.

“A demanda do setor público está parada. O mercado também sofre com a inadimplência das duas maiores redes de livrarias do País.”

Fonte: DCI

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Whirpool e Suzano são melhores empresas para entrevista de estágio

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Whirpool e Suzano são melhores empresas para entrevista de estágio

Whirpool, Suzano e Siemens são as melhores empresas para participar de uma entrevista de estágio.

A conclusão é de levantamento da Love Mondays, plataforma que avalia empresas a partir do depoimento de funcionários.

O site conta com uma seção em que os usuários descrevem suas experiências durante o processo de seleção.

No site, é possível acessar o depoimento de estagiários e cruzar informações.

O candidato consegue, por exemplo, saber quais as perguntas mais frequentes na entrevista.

As empresas escolhem, tradicionalmente, os meses de outubro e novembro para o agendamento das entrevistas e fases presenciais.

O levantamento da Love Mondays levou em consideração mais de 3.300 avaliações de 375 empresas.

Em primeiro lugar, está a Whirpool: 94% dos entrevistados classificaram sua experiência como positiva.

Na sequência, aparecem Suzano Papel e Celulose e Siemens, com 92% e 91%, respectivamente.

Os estagiários atribuíram notas de um a cinco para o nível de dificuldade da entrevista.

Na escala, um representa o nível fácil — quanto maior o número, maior a dificuldade.

Conheça as melhores empresas para fazer uma entrevista de estágio:

1. Whirlpool

Percentual de experiência positiva: 94%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,00

2. Suzano Papel e Celulose

Percentual de experiência positiva: 92%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,11

3. Siemens

Percentual de experiência positiva: 91%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,26

4. PepsiCo

Percentual de experiência positiva: 88%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,25

5. Johnson & Johnson

Percentual de experiência positiva: 86%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,14

6. White Martins

Percentual de experiência positiva: 86%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,29

7. Embraer

Percentual de experiência positiva: 84%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,19

8. General Motors (GM)

Percentual de experiência positiva: 83%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,22

9. GlaxoSmithKline (GSK)

Percentual de experiência positiva: 82%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,18

10. Nestlé

Percentual de experiência positiva: 82%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 1,88

11. Nielsen

Percentual de experiência positiva: 82%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,35

12. Souza Cruz

Percentual de experiência positiva: 82%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,61

13. Procter and Gamble (P&G)

Percentual de experiência positiva: 82%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,64

14. BRMalls

Percentual de experiência positiva: 81%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,00

15. Globo

Percentual de experiência positiva: 81%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,38

16. Natura

Percentual de experiência positiva: 80%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,36

17. Volkswagen

Percentual de experiência positiva: 80%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,05

18. Votorantim Cimentos

Percentual de experiência positiva: 80%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,15

19. Solvay Group (Rhodia)

Percentual de experiência positiva: 80%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 1,87

20. Vallourec

Percentual de experiência positiva: 80%
Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,47

Fonte: Veja/Abril

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Visite a Valmet na exposição ABTCP 2018

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Visite a Valmet na exposição ABTCP 2018

A Valmet é líder global no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias da celulose, papel e energia. Venha experimentar as aplicações de internet industrial no nosso estande no 51º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, promovido pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), de 23 a 25 de outubro, em São Paulo.

Além das atrações interativas no estande, profissionais da Valmet serão palestrantes em três sessões técnicas.

Nova Geração CompactCooking™

A Valmet mais uma vez ouviu seus clientes e desenvolveu a terceira geração do CompactCooking™.

Venha conferir os aprimoramentos da nova geração da tecnologia de cozimento que é referência no mercado.

Valmet Performance Center

Conexões e ferramentas remotas tornam a experiência entre a Valmet e os clientes ainda mais ágil e acessível.

Os centros de desempenho oferecem a expertise de especialistas para solucionar os desafios dos clientes.

Realidade virtual

A realidade virtual pode ajudar a visualizar ambientes industriais complexos, agilizar a manutenção e diminuir os custos nas fábricas. Essas aplicações já são realidade na Valmet.

Venha conhecer todas as possibilidades.

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Suzano sobe após superintendência do Cade aprovar fusão com Fibria, que opera estável

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Suzano sobe após superintendência do Cade aprovar fusão com Fibria, que opera estável

As ações da Suzano Papel e Celulose e da Fibria Celulose tinham variações tímidas nesta segunda-feira, no primeiro pregão após a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovar sem restrições a fusão das duas companhias, que criou a maior produtora de celulose do mundo.

Por volta das 11:30, os papéis da Suzano tinham alta de 0,77 por cento, a 41,87 reais, enquanto Fibria operava com variação positiva de 0,11 por cento, a 72,50 reais.

No mesmo horário, o Ibovespa subia 1 por cento.

No ano, Suzano acumula alta de mais de 120 por cento e Fibria, de mais de 50 por cento.

Em comunicado no final da quinta-feira, a Suzano ressaltou que a “consumação da referida operação está ainda sujeita ao cumprimento de outras condições precedentes usuais para este tipo de operação”.

De acordo com a Fibria, em comunicado separado, o processo ainda está sujeito a eventual recurso de terceiros ou avocação, pelo Tribunal do Cade, pelo prazo de 15 (quinze) dias a contar da publicação no Diário Oficial da União.

“Não havendo recurso de terceiros ou avocação do processo dentro de tal prazo, a Operação será considerada formalmente aprovada pelo Cade”, disse a empresa.

Ainda segundo a Fibria, a operação também aguarda a aprovação pela autoridade da concorrência na Europa.

Conforme ambas as empresas, “até a data da consumação da operação, as companhias não sofrerão qualquer alteração na condução de seus negócios, e permanecerão operando de forma independente”.

“A aprovação do Cade da fusão (da Suzano) com a Fibria, em conjunto com forte dinâmica de resultados deve ajudar a dar sustentação ao papel (da Suzano)”, escreveu a equipe de estratégia e análise da XP Investimentos em nota a clientes, reiterando a recomendação de ‘compra’ para os papéis da Suzano, com preço-alvo de 70 reais.

Os acionistas da Suzano e da Fibria aprovaram a operação em meados de setembro em assembleias gerais extraordinárias.

A proposta, anunciada em março, envolve a incorporação de ações da Fibria pela Suzano.

Fonte: UOL

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Fórum Revista O Papel divulga temas e palestrantes confirmados

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Fórum Revista O Papel divulga temas e palestrantes confirmados

Evento, gratuito, que está em sua terceira edição, reunirá durante o ABTCP 2018 – 51º Congresso e Exposição Internacionais de Celulose e Papel – os principais colunistas da Revista O Papel e convidados especiais para debater os assuntos mais relevantes à competitividade das empresas no mercado.

  • Como ficará o mercado de celulose e papel após as eleições?
  • Quais as perspectivas para o setor de papéis tissue no Brasil?
  • Qual o impacto da Política Nacional de Resíduos Sólidos para a indústria de embalagens?
  • Qual o peso dos tributos e impostos no resultado das organizações?

Estas e outras questões relevantes à competitividade do setor de base florestal e à carreira executiva, como as principais mudanças da Reforma Trabalhista, e as transformações que a nova revolução industrial provocará nas empresas e profissionais nos próximos anos serão respondidas durante os debates do Fórum Revista O Papel – MERCADO & GESTÃO – nos dias 23, 24 e 25 de outubro próximos, em São Paulo, no Transamerica ExpoCenter.

O evento, que está em sua terceira edição, será realizado diariamente nesse período este mês, das 15h30 às 17h30, como parte integrante da programação gratuita de painéis do ABTCP 2018 – 51º Congresso e Exposição Internacionais de Celulose e Papel – promovido pela ABTCP – Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel.

A sala será montada dentro da Expo ABTCP, na Arena ABTCP, e não requer inscrição especial.

Para participar do Fórum Revista O Papel – Mercado & Gestão –, basta se inscrever para visitar a Exposição no site.

Fórum Revista O  Papel – Mercado & Gestão: Palestrantes confirmados:

  • Carlos Bacha / IPEF (Indicadores de Preços)
  • Carlos Farinha e Silva/ Pöyry (Panorama Setorial da Indústria Brasileira de Celulose e Papel)
  • Fabricio Soler / Felsberg (Legislação de Resíduos Sólidos)
  • José Luiz Brazuna / Bratax (Legislação Tributária)
  • Marcio Funchal / Consufor (Estratégia de Negócios & Gestão Florestal)
  • Amanda Fantinatti/RISI (Mercado de Papel para Embalagem)
  • Pedro de Toledo Piza (Legislação Ambiental)
  • Pedro Vilas Boas / Anguti e ANAP (Papéis Tissue e Aparas)
  • Ricardo Ammirati Wasth Rodrigues (Reforma Trabalhista)
  • Roberta Bicalho / Falconi GENTE (Gestão de Pessoas)
  • André Jeha / Falconi Consultores (Gestão Empresarial)
  • Walter Lerner/CRA-GEAPE (Competitividade, Gestão Empresarial e de Pessoas).
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