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Alta global da celulose eleva custo de fralda e papel higiênico

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Alta global da celulose eleva custo de fralda e papel higiênico

As fraldas para bebês e o papel higiênico estão prestes a ficar mais caros porque a oferta global de polpa de celulose está diminuindo e a demanda está aumentando.

A Procter & Gamble anunciou na terça-feira que aumentará o preço de produtos como fraldas Pampers, toalhas de papel Bounty, papel higiênico Charmin e lenços Puffs.

Uma semana antes, a rival Kimberly-Clark havia alertado que os custos “significativamente” mais altos da matéria-prima levaram a companhia a reduzir sua perspectiva de resultados.

O preço da celulose, um material fibroso usado em muitos produtos de cuidados pessoais, aumentou nos últimos 12 meses e permanecerá alto até 2019, de acordo com um relatório de maio da Bloomberg Intelligence.

O aumento da demanda e algumas interrupções não planejadas nas fábricas — por exemplo, por causa da greve dos caminhoneiros no Brasil e do clima excepcionalmente quente nos países nórdicos — reduziram a oferta, disse Joshua Zaret, analista da Bloomberg Intelligence.

O objetivo do aumento de preço dos produtos à base de papel “é lidar com os custos de commodities que afetam toda a indústria”, disse David Taylor, CEO da P&G, que tem sede em Cincinnati, nos EUA, em uma teleconferência de resultados.

Para complicar o panorama, a China impôs restrições às importações de papel-jornal usado e de correio descartado — em grande parte provenientes dos EUA — que eram reciclados para produzir celulose para a indústria local de embalagens.

Com uma disponibilidade menor de polpa de material reciclado, “haverá claramente um impacto” no mercado da China no futuro, disse Zaret.

Fonte: Exame

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Setores produtivos e de Base Florestal da Bahia realizam encontro com candidatos ao governo

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Setores produtivos e de Base Florestal da Bahia realizam encontro com candidatos ao governo

Infraestrutura, ambiente de negócios, opções de financiamento, redução da carga tributária e inovação foram alguns dos aspectos abordados no Encontro com Candidatos ao Governo do Estado, realizado pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB) e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio-BA), na manhã desta terça-feira (07.08), no Hotel Mercure, em Salvador.

Dirigido a convidados, o encontro com Rui Costa (PT) e José Ronaldo (DEM) foi avaliado pelos setores produtivos baianos como uma oportunidade de conhecer os planos dos pré-candidatos para desenvolver a economia do Estado.

E, também, de apresentar a eles as demandas e prioridades dos setores produtivos da Bahia.

“Foi um momento importante para a indústria, assim como para os demais setores econômicos, pois nos permitiu uma visão do que cada candidato pensa em propor para a Bahia”, avaliou o presidente da FIEB, Ricardo Alban.

Um dos empresários escolhidos para fazer uma pergunta a um dos candidatos, o diretor executivo da Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF), Wilson Andrade, dirigiu a questão ao candidato José Ronaldo.

Salvador, BA, Brasil, 07.08.2018.
Encontro com candidatos ao governo do estado promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio-BA) e Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB).
Foto: Valter Pontes/Coperphoto/Sistema FIEB
Esta fotografia oficial do Sistema FIEB está sendo disponibilizada apenas para publicação por organizações de notícias e assessorias de comunicação ou para impressão de uso pessoal pelo sujeito (s) da fotografia. A fotografia não pode ser manipulada de qualquer maneira e não pode ser utilizada em materiais comerciais ou políticos, anúncios, produtos e promoções. Sendo obrigatória a divulgação do crédito do autor da fotografia junto com a própria imagem.

A pergunta foi: “A burocracia e a insegurança jurídica são os entraves para o ambiente de negócios na Bahia mais citados pelos empresários. De acordo com o ranking de competitividade por Estados, divulgado na Agenda da Indústria elaborada pela Fieb e distribuída aos candidatos, a Bahia ocupa o 16º lugar em Eficiência da Máquina Pública, ficando atrás de Estados do Nordeste como Ceará e Pernambuco. A competitividade da indústria baiana é pesadamente afetada por dificuldades na abertura e instalação de empresas, obtenção de licenças e autorizações relativas ao entendimento e recolhimento tributários, meio ambiente, relações de trabalho,  comércio exterior, além do retardamento de reintegrações de posse já julgadas. Além disso, surgem sempre novos tributos, como a taxa sobre os distritos industriais e mesmo a redução dos incentivos fiscais em 10% com o recolhimento para o Fundo de Combate à Pobreza. Com certeza, poderemos atrair mais investimentos e aumentar os existentes se melhorarmos isso. Como o candidato pretende tratar tais assuntos?”.

Na ocasião, a FIEB, FAEB e Fecomércio-BA entregaram a ambos, respectivamente, a Agenda da Indústria, Agenda da Agricultura/Pecuária e a Agenda do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

Os documentos sintetizam a visão dos três setores produtivos quanto aos caminhos que levam ao desenvolvimento baiano, com sugestões que visam contribuir para a construção de uma economia mais competitiva e socialmente justa.

Ao final da participação, cada candidato assinou um termo de compromisso com as federações promotoras para criar, caso eleito, grupos de trabalho destinado a definir uma agenda conjunta voltada à melhoria da competitividade dos setores produtivos.

“A assinatura do termo de compromisso foi um importante resultado do evento. Os dois candidatos se comprometeram, publicamente, a pensar uma agenda comum e a Bahia tem muito a ganhar com isso”, destacou Ricardo Alban.

Ele lembrou aos dois candidatos que a FIEB coloca sua estrutura, especialmente o SENAI Cimatec, para colaborar com o setor público com ações que visem fortalecer a inovação, sustentabilidade e competitividade da economia baiana.

O presidente da FAEB, Humberto Miranda, afirmou que o objetivo da FAEB é “colaborar para uma gestão que ofereça condições de trabalho, através de políticas públicas bem estruturadas, ao protagonista desse setor, o produtor rural, para que ele tenha segurança para investir, empreender, continuar gerando emprego e renda no campo, para que assim, consequentemente, siga fomentando o desenvolvimento econômico e social da Bahia.”

O presidente da Fecomércio-BA, Carlos de Souza Andrade, ressaltou que, nesse momento, é importante pensar na possibilidade de desenvolver parcerias junto aos três setores, através de um comitê de gestão e fomento entre o comércio, indústria e agricultura. Assim, podemos promover o comércio na Bahia”, ressaltou.

O encontro foi dividido em dois painéis, com cada candidato falando, separadamente, por 40 minutos para apresentar seus principais projetos para a indústria, agropecuária e comércio.

Em seguida, cada postulante ao cargo de governador da Bahia respondeu a três perguntas formuladas pelas Federações e uma, com tema transversal, escolhida pela plateia, em votação eletrônica.

Da redação

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Madeira, papel e celulose impulsionam números da Rumo Logística

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Madeira, papel e celulose impulsionam números da Rumo Logística

A Rumo registrou aumento do volume transportado no trimestre de 2018, conforme divulgação feita para o mercado na última terça-feira, dia 07/08.

Mesmo com a greve dos caminhoneiros em maio, a solidez da estratégia de negócios garantiu uma recuperação rápida das operações da Companhia, que é a maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil e da América Latina.

Operacionalmente, a Rumo chegou a um volume total transportado de 13,5 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil) no trimestre, 9% acima do registrado no mesmo período em 2017.

No semestre, o volume subiu 13%, alcançando 25,3 bilhões de TKU.

Mesmo com a greve dos caminhoneiros em maio (que impactou o transporte de grãos vindos do Mato Grosso), os volumes transportados em abril e junho subiram, em média, mais de 15%.

A soja foi o produto agrícola com maior volume. No segundo trimestre, foram 7,7 milhões de TKU, 25% a mais do que no segundo trimestre de 2017.

No acumulado, a Rumo transportou 17,5% a mais da commodity, que chegou ao total de 14,3 milhões de TKU.

De acordo com o vice-presidente Financeiro da Rumo, Ricardo Lewin, os números apresentados refletem o planejamento organizado da Companhia.

“Estamos crescendo em volume com eficiência em custos”, afirma Lewin.

“Isso nos permite continuar avançando em nossos resultados”.

Outro fator que ajudou na boa performance da Companhia foi o início da operação de transporte de fertilizantes em Rondonópolis (MT).

Os 298 mil TKU de insumos agrícolas carregados nos vagões da Rumo neste segundo trimestre representam 59,5% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado.

No total acumulado do semestre, o percentual de crescimento foi de 41%, com 450 mil TKU ante os 319 mil de 2017.

Nos produtos industriais, o transporte que mais cresceu foi o do segmento de madeira, papel e celulose: 461 mil TKU no segundo trimestre de 2018, um aumento de 78% em relação ao mesmo período de 2017.

No acumulado desses seis primeiros meses, o percentual ficou acima dos 100%: foram 929 mil TKU em 2018 ante 441 mil do ano passado.

Dentre os indicadores de desempenho, houve redução de 7% no consumo total de diesel pela frota de locomotivas da Companhia.

A melhora desse índice resulta tanto dos benefícios do uso de equipamentos modernos quanto da maior representatividade do volume de grãos transportados na Operação Norte, pois o fluxo dessas commodities apresenta um menor consumo médio de combustível.

O cenário em 2018 tende a se manter positivo para a Rumo. Estimativas de mercado da Companhia apontam um crescimento de 4% para a safra de soja 2017/2018 frente à anterior, tanto no Brasil como no estado do Mato Grosso, reforçando a expectativa por uma safra recorde.

Redação – Investimentos e Notícias

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Suzano abre inscrições para o Programa de Estágio e para o Jovens Engenheiros 2019

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Suzano abre inscrições para o Programa de Estágio e para o Jovens Engenheiros 2019

Suzano Papel e Celulose, apontada como a melhor empresa para se começar a carreira no País no último ranking da Você S/A, abrirá as inscrições de seu Programa de Estágio e do programa de Jovens Engenheiros na próxima quarta-feira (15).

Os selecionados passarão a atuar na Suzano a partir de janeiro de 2019.

As inscrições para o Programa de Estágio e para o Jovens Engenheiros vão até o dia 18 de setembro.

Ambos os processos são feitos em parceria com a Cia. de Talentos.

Os programas oferecem benefícios como bolsa-auxílio, assistência médica e seguro de vida, vale transporte (ou fretado nas unidades industriais), vale refeição (ou refeitório nas unidades industriais), carga horária flexível e plano de desenvolvimento diferenciado.

No Programa de Estágio, os selecionados também poderão receber uma bolsa adicional vinculada ao seu desempenho.

Além dos benefícios citados, os participantes do Jovens Engenheiros recebem convênio farmácia, previdência privada e bônus por performance.

“Buscamos jovens que tenham espírito transformador e desbravador e que estejam alinhados aos nossos valores e ao nosso jeito Forte-e-Gentil. Procuramos candidatos que queiram ser melhores a cada dia e que tenham orgulho em fazer parte de uma empresa que está presente no dia a dia de milhões de pessoas a partir de nossos produtos”, explica Júlia Fernandes, diretora executiva de Gente e Gestão da Suzano.

Programa de Estágio

Serão oferecidas para o Programa de Estágio cerca de 80 vagas, distribuídas entre  as cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo, Limeira, Suzano e Itapetininga, todas no estado de São Paulo, além dos municípios de Imperatriz (MA) e Mucuri (BA).

O programa tem duração de até dois anos e oferece um plano de desenvolvimento diferenciado, com treinamentos, ações de mentoria e uma semana de ambientação avançada na qual os estagiários têm a oportunidade de conhecer as operações e outras áreas da empresa.

Além disso, cada participante elaborará um projeto que deve contribuir diretamente com o negócio da companhia e possa ser implantado em sua área de atuação.

A oportunidade oferece aos jovens a possibilidade de demonstrar sua capacidade e seu talento e ser reconhecido de acordo com seu desempenho.

Neste ano, a dinâmica de inscrições contará uma etapa que será realizada por WhatApp.

Nela, os candidatos participarão de um bate papo online feito por meio de uma vídeo-chamada. Passada essa fase, os jovens participam de uma dinâmica chamada de Board Game Experience e, no mesmo dia, uma entrevista com o gestor.

Para participar do Programa de Estágio, os candidatos devem estar matriculados em cursos de graduação com conclusão prevista entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020, inglês a partir do intermediário e disponibilidade para estagiar entre 20 a 30 horas semanais.

As vagas disponíveis são destinadas às áreas de Novos Negócios, Comercial, Gente e Gestão, Jurídico, Suprimentos, Sustentabilidade, Marketing, Logística Internacional, Comunicação, Finanças, Inteligência de Mercado, Planejamento e Demanda, Relações com Investidores, Tecnologia da Informação, Planejamento Logístico, Florestal, Industrial, Processos & Qualidade, Manutenção, Logística, Biotecnologia e Excelência Operacional.

Podem se inscrever estudantes dos cursos de Administração, Agronomia, Astronomia, Biologia, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Comércio Exterior, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Física, Geografia, História, Letras, Matemática, Marketing, Pedagogia, Psicologia, Química, Relações Internacionais, Serviço Social e Sistemas da Informação.

As inscrições podem ser feitas até o dia 17 de setembro e todo o processo será feito em parceria com a Cia. de Talentos.

Para mais informações e inscrições, acesse o site.

Programa Jovens Engenheiros

Os candidatos selecionados para o Programa Jovens Engenheiros poderão atuar nas unidades de São Paulo, Suzano, Rio Verde, Limeira e Itapetininga, todas no estado de São Paulo, além dos municípios de Imperatriz (MA), São Luis (MA) e Mucuri (BA).

O programa tem duração de 18 meses e oferece um plano de desenvolvimento diferenciado e ações de mentoria.

O Jovens Engenheiros oferece, também, oportunidades de job rotation, treinamentos em action learning, imersão nas principais áreas de negócio e participação ativa nos projetos da empresa.

Além disso, os selecionados liderarão durante o programa um projeto que impacta diretamente os pilares estratégicos da companhia.

Essa oportunidade proporciona a ele uma exposição junto aos outros times da empresa, incluindo diferentes hierarquias e stakeholders externos.

Para participar do Jovens Engenheiros, os candidatos devem ter concluído a graduação entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 em qualquer curso de engenharia, devem possuir nível de inglês avançado e disponibilidade para viagens e mudanças de estado ou cidade.

As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de setembro e todo o processo será feito em parceria com a Cia. de Talentos. Para mais informações e inscrições, acesse o site.

Da redação

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Suzano lança Bluecup para reduzir dependência brasileira por papelcartão importado

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Suzano lança Bluecup para reduzir dependência brasileira por papelcartão importado

A Suzano Papel e Celulose acaba de lançar o Bluecup, um papelcartão que tem como grande diferencial ser um produto desenvolvido no Brasil a partir de fontes renováveis.

A novidade atenderá o mercado nacional de copos descartáveis, que atualmente é abastecido sobretudo por produtos de fontes não renováveis ou por papéis fabricados na Ásia, Europa e América do Norte.

A produção do Bluecup resultará na oferta em todo o território nacional de um papelcartão específico para a confecção de copos descartáveis.

As características físicas desse novo papel são propícias para o crescimento do mercado gráfico nacional em segmentos onde há maior foco em ações de marketing, sobretudo entre os end-users dos setores de fast foods e redes de café e sorvetes.

“Este é um mercado que movimenta aproximadamente 580 mil toneladas por ano no Brasil, porém os produtos de fontes renováveis respondem por uma fatia bastante reduzida deste volume. Temos, portanto, um grande potencial de evolução e queremos ajudar os convertedores de copo a desenvolverem esse mercado”, explica Leonardo Grimaldi, Diretor Executivo de Papel da Suzano Papel e Celulose.

Além do apelo ambiental, outro importante diferencial proveniente do Bluecup será a capilaridade de oferta.

A Suzano terá uma rede composta por 24 pontos para a distribuição do produto em todo o País, a partir da qual os convertedores terão acesso facilitado a estoques e a produtos convertidos.

A companhia, que é reconhecida pelo pioneirismo em inovação na indústria de papel e celulose, acredita na revolução que o novo papelcartão pode trazer para o mercado.

Por isso, realizou pesquisas e testes durante mais de um ano e meio até desenvolver o Bluecup, um papel reciclável produzido a partir de eucalipto certificado.

Com a oferta local de um papelcartão mais branco, os end-users poderão utilizar os copos descartáveis como ferramenta de marketing, ou seja, adotar uma nova opção de comunicação para reforçarem suas marcas de forma diferenciada.

Da redação

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Brasil ocupa 55ª posição em Ranking Internacional de Liberdade no Setor Elétrico

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Brasil ocupa 55ª posição em Ranking Internacional de Liberdade no Setor Elétrico

Segundo estudo da Abraceel, país está entre os “lanterninhas”, atrás de economias como Colômbia e Chile. Acesse aqui o press kit completo desse assunto: http://www.chatmag.com.br/board/abraceel-press-kit

A Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) acaba de lançar a mais nova versão do Ranking Internacional de Liberdade no Setor Elétrico.

Nesse novo levantamento, o Brasil continua a apresentar um péssimo desempenho na Portabilidade da Conta de Luz, ocupando a 55a posição, na frente somente da China, entre as economias mais importantes do planeta (ver tabela completa abaixo).

O Ranking Internacional de Liberdade no Setor Elétrico é um estudo comparativo que mede a possibilidade de os consumidores em cada país poderem escolher seus fornecedores de eletricidade.

Em 2018, diversos países permitem que seus consumidores tenham total liberdade de escolha.

Dentre esses, quando se compara o total do consumo de eletricidade no país, o Japão ocupa a liderança, seguido pela Alemanha, Coréia do Sul, França e Reino Unido.

“O levantamento mostra claramente como o Brasil está na contramão das grandes economias mundiais”, explica Reginaldo Medeiros, presidente da Abraceel.

“Estamos muito atrasados em nosso cronograma de abertura do mercado”, complementa.

É preciso destacar que o ranking da liberdade de escolha é importante porque reflete o grau de competitividade existente no mercado de energia elétrica, o que se traduz em preços mais baratos para os consumidores.

No Brasil, por exemplo, os consumidores que podem escolher seu fornecedor obtiveram, nos últimos 15 anos, preços cerca de 23% mais baixos do que os consumidores que não têm opção.

Para se ter ideia, a liberdade de escolha no setor elétrico do Brasil está atrás de todos os países do Mercosul e até mesmo de outros da América Latina como Bolívia, México, Peru, Equador e República Dominicana.

Entre os países com algum grau de liberalização no setor elétrico, o Brasil é onde se exige o maior requisito para se tornar um consumidor livre.

Segundo Medeiros, a chance para o Brasil reverter essa situação é a aprovação, na forma de um projeto de lei, das medidas recentemente propostas de reforma do setor elétrico.

“Se acelerarmos o cronograma proposto, será um grande avanço para a abertura”, complementa o presidente da Abraceel.

A proposta do Ministério das Minas e Energia de reforma do setor elétrico prevê uma abertura para o Grupo A de alta tensão, composto por 182 mil pequenas e médias indústrias e comércios do Brasil, somente em 2026.

Um estudo da Abraceel mostra que inexistiria impacto para as distribuidoras, para a segurança jurídica do setor e para os contratos vigentes se o benefício fosse adiantado para 2021.

“Como mostra o ranking, não temos tempo a perder em comparação com os outros países”, conclui Medeiros.

Da redação

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Fibria vê demanda por celulose ‘muito boa’ até o fim do ano

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Fibria vê demanda por celulose ‘muito boa’ até o fim do ano

A produtora de celulose Fibria vê a demanda pela matéria-prima do papel elevada até o final do ano pelo menos, com restrições na China sobre importações de papel reciclado e entrada em operação de novas máquinas que consomem o insumo, afirmaram executivos da companhia nesta quarta-feira.

“Continuamos vendo demanda muito boa (por celulose) no terceiro e quarto trimestres, pela própria dinâmica dos clientes…Não tem nenhuma razão para nenhum mercado começar a reduzir demanda”, disse o diretor comercial da Fibria, Henri Philippe Van Keer, durante teleconferência com jornalistas.

Por conta da demanda elevada e oferta restrita, os preços da celulose devem continuar em elevação nos próximos meses, afirmou Van Keer, evitando fazer projeções específicas.

Já o presidente da Fibria, Marcelo Castelli, afirmou que a empresa avalia que a demanda por celulose deve continuar forte nos próximos dois a três anos. Segundo ele, a China deve continuar um dos principais países demandantes de celulose, o que pode fazer a empresa optar mais adiante por vender mais ao país que em outras regiões do mundo.

A empresa divulgou mais cedo crescimento de 133 por cento na geração de caixa recorde medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) no segundo trimestre sobre um ano antes, para o recorde de 2,5 bilhões de reais.

Castelli afirmou que o desempenho poderia ter sido melhor, não fossem impactos da greve dos caminhoneiros no fim de maio, que causou perda de 67 mil toneladas de produção, equivalente a três dias, e fez a empresa deixar de vender 100 mil toneladas de celulose.

Mas o executivo comentou que a Fibria já voltou a operar em ritmo normal e que a empresa não deixou de cumprir contratos de entrega de celulose durante a greve. A empresa deve recuperar as vendas nos próximos meses e não programa nenhuma parada de produção para manutenção no segundo semestre, disse Castelli.

A Fibria voltou a reduzir o endividamento no período e, segundo o diretor financeiro, Guilherme Cavalcanti, “a perspectiva é de redução ainda mais intensa nos próximos trimestres” diante de uma comparação favorável com 2017, quando o câmbio e os preços de celulose estavam em níveis inferiores.
Por Alberto Alerigi Jr. –

Fonte: Extra

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Workshop IEL de Carreiras em Eunápolis – é hoje!

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Workshop IEL de Carreiras em Eunápolis – é hoje!

O evento é gratuito e traz temas como desenvolvimento e planejamento de carreira.

Estudantes dos ensinos superior, técnico e médio de Eunápolis e região terão uma oportunidade de conversar sobre o futuro profissional no Workshop IEL de Carreiras – Região Sul.

O evento é uma iniciativa do Instituto Osvaldo Lodi e Fórum de Estágios, e conta com apoio da Veracel Celulose.

O evento acontece no dia 14/08, das 18h30 às 22h, no IFBA de Eunápolis.

Na programação, os estudantes assistirão a palestra “O Estágio como ferramenta de desenvolvimento profissional”, do Superintendente do IEL/BA, Evandro Mazo; o case empresarial de estágio da Veracel com a especialista em Desenvolvimento Humano Organizacional, Mariana Ribeiro; e poderá participar da mesa redonda com o assunto “As oportunidades de formação profissional do extremo sul do Bahia”.

As inscrições devem ser feitas no site www.agendadeestagio.com.br.

O participante também pode colaborar com instituições sociais doando um quilo de alimento não perecível ou um quilo de ração (gato/cão) no dia do evento.

Da redação

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ABTCP 2018, principal evento do setor de celulose e papel da América Latina, traz diversas novidades aos visitantes

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ABTCP 2018, principal evento do setor de celulose e papel da América Latina, traz diversas novidades aos visitantes

Nos próximos dias 23, 24 e 25 de outubro, em São Paulo, no Transamerica ExpoCenter, a ABTCP – Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel – promoverá os principais congresso e exposição internacionais da América Latina voltados à cadeia produtiva da indústria de celulose e papel com diversas novidades gratuitas de eventos paralelos ao público.

O ABTCP 2018 – 51º Congresso e Exposição Internacionais de Celulose e Papel, realizado simultaneamente ao 10.º CIADICYP, promovido pela RedIberoamericana de Docencia e Investigación em Celulosa, Papel y ProductosLignocelulósicos (Riadicyp), traz o tema “Além da Quarta Revolução Industrial: Conexões Humanizadas entre Design, Inovação, Tecnologia e Cultura”.

Além das tradicionais sessões técnicas, organizadas a partir dos trabalhos selecionados este ano para as apresentações, haverá na área da exposição o Fórum Revista O Papel 79 Anos – Mercado e Gestão, um Espaço Sebrae, um workshop de Inovação na Prática, com o objetivo de fomentar novas ideias e soluções para o setor, e o painel Lideranças em Destaque.

“O setor vive um momento de transições e segue investindo. O nosso evento, que tem por viés a inovação para a competitividade, mostrará aos profissionais os impactos da nova revolução industrial sobre a produção e as mudanças nas conexões humanizadas nos processos produtivos. Sem contar que o ABTCP 2018 tem uma função essencial de estímulo ao networking e intercâmbio de conhecimentos entre todas as empresas”, destaca Darcio Berni diretor executivo da ABTCP.

Em 2017, de acordo com os levantamentos estatísticos realizados pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) e Pöyry, os investimentos no setor chegaram a R$ 6,7 bilhões, divididos em R$ 3,2 bilhões nas florestas e R$ 3,5 bilhões na indústria.

A celulose brasileira bateu recorde, em 2017, com 19,5 milhões de toneladas produzidas, sendo 67% para exportação.

Com isso, o Brasil garantiu a 2ª posição no ranking de maiores produtores mundiais de celulose, a frente de Canadá e a China. Com relação à produção de papel, foram 10,5 milhões de toneladas fabricadas.

A programação do Congresso está dividida em sessões técnicas e temáticas, além da sessão de pôsteres.

Também como ponto alto do evento a ABTCP confirmou keynotes de vários países (https://www.abtcp2018.org.br/congresso/keynotes), com temas que passam pela big data, biorrefinarias, enzimas, nanotecnologia, tissue 4.0, bioeconomia, biomassa e biocombustíveis, entre outras tendências nas modernas fábricas de celulose.

Com grandes nomes do setor já confirmados, incluindo empresas fabricantes, a Exposição Internacional de Celulose e Papel, que ocorre a cada dois anos, prepara-se para receber visitantes de várias regiões.

Na edição passada, o evento teve mais de 6 mil visitas e 74 expositores, que divulgaram suas tecnologias e estiveram mais próximas dos seus públicos-alvo, fortalecendo o relacionamento da cadeia produtiva do setor.

Este ano a ABTCP irá premiar o estande que apresentar a Melhor Comunicação Técnica.

A escolha do vencedor será feita por meio de votação do público visitante, durante os três dias de realização do evento. A relação de Expositores pode ser conferida em https://www.abtcp2018.org.br/exposicao/quero-ser-expositor/relacao-de-expositores

A sessão de abertura do ABTCP 2018 será no dia 23 de outubro próximo, às 10h30, com a palestra magna de Paul Stuart, engenheiro químico do Departamento de Engenharia Química da Politécnica de Montreal, e Presidente do Conselho de Ciências Naturais e Pesquisa de Engenharia (NSERC), sobre o tema “Criando vantagem competitiva na bioeconomia através de clusters”, e no dia 24 de outubro durante o Jantar de Confraternização serão entregues os prêmios Destaques do Setor às empresas e profissionais eleitos este ano sob novo formato da premiação.

Destaque: o evento possui um aplicativo exclusivo “ABTCP 2018” (Google Play e AppStore), com lista de expositores, mapa, palestrantes e informações gerais.

Nota: O credenciamento para visitação à Exposição (gratuito) e a inscrição para o congresso (conferir valores) estão disponíveis em www.abtcp2018.org.br .Neste endereço você encontra a programação preliminar do evento e todos os detalhes sobre palestrantes e suas respectivas apresentações. Confira e garanta sua presença!

ABTCP 2018

  • Data do evento: 23 a 25 de outubro de 2018
  • Local: Transamérica Expo Center
  • Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro • São Paulo-SP
  • Mais informações: www.abtcp2018.org.br
  • Contato: [email protected]
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Prepare-se: papel higiênico, lenço umedecido e fraldas descartáveis vão ficar mais caros

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Prepare-se: papel higiênico, lenço umedecido e fraldas descartáveis vão ficar mais caros

A turbulência no comércio internacional deve trazer aumento ao preço do papel higiênico e de outros produtos da categoria de tissues, que incluem itens como toalhas de papel, lenço umedecido e fraldas descartáveis.

O movimento, que vem a reboque do possível aumento de tarifas comerciais, deve ganhar força e trazer ainda mais pressão sobre os lucros de companhias do setor, como a P&G.

O maior impulso vem do aumento no preço da celulose, principal insumo para fabricação desses produtos.

A P&G, fabricante do papel higiênico Charmin e dos lenços Puff lá fora, disse nesta terça-feira que recentemente começou a informar à rede de varejistas em que está presente sobre um aumento médio de 5% no preço de venda dessas marcas.

A companhia afirma que também está elevando em 4% o preço das fraldas Pampers na América do Norte.

A Kimberly-Clark já aumentou os preços da linha Kleenex e de outros produtos no segmento de tissues em todo o mundo em até 2% no segundo trimestre deste ano.

Em paralelo, reduziu sua estimativa de lucro para o ano de 2018 como um todo.

A demanda da China, o maior mercado e de mais rápido crescimento em consumo de celulose no mundo, está no centro da queda na oferta global.

Os preços da celulose registravam baixa histórica em 2016, enfraquecidos pela economia chinesa em desaceleração. A retomada econômica em 2017 estimulou o aumento da demanda por celulose, movimento que os fornecedores não conseguiram acompanhar devido ao fechamento inesperado de grandes papeleiras.

Além disso, em um esforço para reduzir seu papel como maior recicladora do resíduo mundial, a China importou apenas 7,1 milhões de toneladas do produto no primeiro semestre deste ano, queda de 52% na comparação com o ano passado.

A medida que baniu o uso de papel reciclado misto importado no país entrou em vigor no último dia 31 de dezembro, abrindo no mercado chinês uma súbita demanda por grandes quantidades de celulose reciclada, utilizada em embalagens.

GUERRAS COMERCIAIS AFETAM OS PREÇOS

As guerras comerciais estão complicando o segmento ainda mais. No início deste ano, o Canadá aumentou suas tarifas para importações dos Estados Unidos em valor equivalente a US$ 575 milhões em produtos de tissue, papel higiênico e toalhas de papel.

Executivos da indústria temem que tarifas impostas pela China sejam o próximo passo nesse horizonte de disputas comerciais, caso os EUA torne realidade a ameaça de taxar outros US$ 200 bilhões em produtos importados da China.

Se a China reagisse à altura, impondo tarifas em patamares similares às dos EUA, alcançaria aproximadamente US$ 2,4 bilhões em exportações de papel e celulose para o país asiático, disse Jake Handelsman, diretor sênior de comércio internacional da Associação Americana de Florestas e Papel (AF&PA, na sigla em inglês).

— A China é um mercado muito importante para a nossa indústria.

Então essas não são notícias bem-vindas — destacou Handelsman.

A celulose, produzida a partir de madeira ou papel reciclado, é a única matéria-prima utilizada em vários dos tissues, além de ser parte da produção de fraldas descartáveis e absorventes.

A celulose de uma única árvore de eucalipto pode ser utilizada para produzir até mil rolos de papel higiênico.

A celulose de fibra curta, insumo usado para produzir papéis higiênicos e sanitários, avançou cerca de 60% desde o fim de 2016 no mercado internacional, segundo o Conselho de Produtos de Papel e Celulose (PPPC, na sigla em inglês), que monitora os preços com base em dados do mercado de consumo global.

O preço da celulose de fibra longa, usada em fraldas e absorventes, subiu 21% no mesmo período.

— Eles precisam aumentar os preços. Se estão pagando 21% mais pela celulose de fibra longa e 60% mais pela de fibra curta, é preciso passar essa alta de custo adiante ou simplesmente não será possível manter as atividades — avalia Arnaud Franco, analista sênior do PPPC.

A celulose não é apenas o principal insumo para produtos de consumo como toalhas de papel, muitas empresas utilizam também embalagens produzidas a partir desta matéria prima.

Com a escalada no custo de produção e embarque de produtos de papel, o consumidor deverá ter de pagar mais por itens de uso diário como absorventes e lenços de papel.

AMERICANOS JÁ PAGAM MAIS

Os americanos já estão gastando mais este ano para comprar muitos desses produtos, segundo cálculos da Bernstein, empresa de gestão de investimentos, com base em dados da Nielsen.

Na prática, o preço pago pelo consumidor depende da decisão dos varejistas, que acabam equilibrando reajustes dentro de uma gama de produtos, o que faz com que nem sempre reflitam a alta de custos repassada pelos fabricantes. É que o varejo pode aumentar o preço das toalhas de papel, por exemplo, evitando elevar preços de fraldas descartáveis.

Assim, enquanto a P&G afirmou em julho que evitou elevar o preço de seus produtos apesar do aumento do custo da celulose, o consumidor já paga mais pelo papel higiênico Charmin no mercado.

A análise da Bernstein mostra que o preço médio do produto nas varejistas subiu até 6,4% nos trinta dias terminados no meio deste mês de julho.

Da mesma forma, os preços no varejo para a toalha de papel Bounty começaram a subir seis meses atrás, embora os preços do Puffs tenham caído ou se mantido estáveis desde o início deste ano.

A P&G não comentou.

— A celulose tem efeito difuso. Quando avança, é como acertar uma bola de golfe dentro de uma mangueira de jardim, impactando toda a estrutura de custo da indústria — destaca David Garfield, consultor de produtos para o consumidor da AlixPartners.

Fonte: O Globo

vaga
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