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Lavouras que sustentam produção de celulose em MS tem alta de 28%

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Lavouras que sustentam produção de celulose em MS tem alta de 28%

Mato Grosso do Sul elevou em 28,7% a produção para extração vegetal e silvicultura, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (20).

Segundo o IBGE, o setor teve rendimento de R$ 1,07 bilhão, o que representa 28,7% a mais comparado ao período anterior.

Carvão vegetal, lenha e madeira em tora representam 99,5% do valor da produção florestal.

Entre os produtos madeireiros da silvicultura (exploração de florestas plantadas para fins comerciais) houve aumento de 16,9% na produção do carvão vegetal, 34,9% na lenha e 28,8% na produção de madeira para tora.

Em todo o País, o Estado do Paraná é o que mais se destacou em termos de produção, com R$ 3,7 bilhões.

Em seguida, Minas Gerais, com R$ 3,3 bilhões, e Santa Catarina, com R$ 1,8 bilhão. MS está em oitavo no ranking.

Campeã

Ainda segundo o levantamento, Três Lagoas é o município que, em 2017, apresentou o maior valor de produção florestal do País, com R$ 389,9 milhões.

Água Clara ficou em sétimo lugar no posicionamento nacional, com produção de R$ 192,6 milhões, e Ribas do Rio Pardo em novo lugar, com R$ 162,2 milhões.

Destinada à indústria de papel e celulose, a produção de madeira registrou R$ 885,8 milhões, o que representa 32,1% em relação a 2016.

O levantamento do IBGE aponta, ainda, que MS apresentou, ano passado, a segunda maior área plantada de eucalípto do País.

Em primeiro, está Minas Gerais e, em terceiro, São Paulo, seguidos de Paraná e Rio Grande do Sul.

No Estado, Três Lagoas lidera em relação à área plantada, com 245 hectares.

Fonte: Campo Grande News

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WestRock comemora os 50 anos do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais

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WestRock comemora os 50 anos do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais

O Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF), entidade de referência mundial fundada também pela WestRock, celebrou 50 anos de valiosas contribuições para a difusão do conhecimento, a capacitação profissional e o desenvolvimento tecnológico no setor de florestas plantadas.

A comemoração aconteceu no ‘Simpósio IPEF 50 anos’, seminário internacional que reuniu, no final de agosto, em Piracicaba (SP), os melhores especialistas para apresentar o futuro sustentável do manejo florestal.

Além disso, as empresas fundadoras receberam uma homenagem durante o evento.

“Nossos compromissos de proteção ao planeta e de desenvolvimento tecnológico responsável são sérios e expressivos: imaginem o orgulho que nós, da WestRock, temos por estar entre os fundadores do IPEF! Desde 1968 atuamos com o Instituto para fazer avançar a agenda da Sustentabilidade no país e estamos prontos para um futuro promissor”, resume Davi Rauen, Gerente de Planejamento que representou a WestRock no seminário.

Da redação

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N-verde: pesquisa desenvolve fertilizante orgânico a partir da biomassa de plantas

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N-verde: pesquisa desenvolve fertilizante orgânico a partir da biomassa de plantas

Produzido a partir da biomassa aérea (parte da planta que fica para fora da terra) de espécies leguminosas, o N-verde é um fertilizante orgânico vegetal rico em nitrogênio (N) e de fácil aplicação.

“Ele tem os nutrientes essenciais para as plantas: fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre; e micronutrientes, como boro, ferro, manganês, molibdênio e zinco”, explica o pesquisador Ednaldo Araújo, da Embrapa Agrobiologia (RJ).

Comparado a outros materiais orgânicos, a concentração de nitrogênio no N-verde é elevada: cerca de 4%. Por isso, ele é indicado como uma fonte de adubação nitrogenada.

Estudos científicos mostraram que o fertilizante desenvolvido pelos pesquisadores da Embrapa Agrobiologia reduz as perdas que ocorrem na hora da aplicação na lavoura.

Enquanto nos produtos comerciais as perdas por volatização (transformação em gás) chegam a 50%, no N-verde é de no máximo 15%, resultando em economia para o agricultor.

Sabendo que os fertilizantes farelados apresentam limitações quanto à aplicação no campo, não se adequam ao uso em máquinas distribuidoras de adubos e favorecem as perdas de nitrogênio por volatização de amônia, os pesquisadores desenvolveram um produto em forma de grânulos ou pellets.

“A ideia é disponibilizar aos agricultores um fertilizante padronizado quanto aos teores de nutrientes e tamanho das partículas, alta densidade e baixo volume, o que facilita a aplicação na lavoura”, complementa Araújo.

A princípio, o produto foi desenvolvido para aplicação em hortaliças folhosas, onde os testes de campo apontaram para um produto de excelentes resultados.

Mas a resposta também foi boa em lavouras de milho e feijão. A expectativa é que ao ser disponibilizado pela indústria, o produto também tenha boa aceitação para aplicação em plantas ornamentais como uma fonte de nitrogênio.

Processo de produção

De acordo com os pesquisadores, para produzir o N-verde é necessário uma leguminosa fixadora de nitrogênio com alta capacidade de gerar matéria orgânica com baixo custo de produção.

“Nós procuramos aproveitar dois processos biológicos abundantes na natureza, a fotossíntese e a fixação biológica de nitrogênio, que permitem que se acumule carbono e nitrogênio a partir da biomassa vegetal”, detalha José Guilherme, pesquisador da Embrapa Agrobiologia.

A maioria das plantas leguminosas fixadoras de nitrogênio tem boa concentração de nutrientes e pode ser utilizada para a produção do N-verde.

Mas a gliricidia (glicídica sepium) é a que vem sendo mais utilizada por ser uma planta perene, que permite poda até quatro vezes ao ano e oferece uma capacidade de produção de biomassa grande, sem altos custos de implantação.

Com um hectare de gliricidia é possível produzir até 6 toneladas de N-verde por ano. Mas essa quantidade pode variar dependendo do espaçamento em que for feito o plantio.

“A partir do momento que possuímos a biomassa, nós temos todo um protocolo para produzir o N-verde, que envolve a melhor forma de secar, de moer e até mesmo de produzir os pellets ou os grãos”, pontua Araújo.

Após a coleta, a produção do N-verde leva de sete a dez dias.

Uso na agricultura orgânica

Um dos gargalos para a expansão da agricultura orgânica é a falta de nitrogênio.

Para suprir a demanda desse nutriente, os agricultores muitas vezes utilizam resíduos agrossilvipastoris, que apresentam cerca de 3% de N, o que é adequado para uso como fertilizante orgânico.

Porém, a variação nesse percentual, além de problemas relacionados a contaminantes químicos e biológicos, limita o seu uso.

A falta de padronização aumenta também as incertezas quanto aos resultados da utilização desses produtos.

Por isso, um dos resíduos mais difundidos é a torta de mamona, que apresenta aproximadamente 5% de nitrogênio.

Mas, nesse caso, o limitante é o valor, superior em cerca de 400% em relação ao custo da ureia, que é o fertilizante nitrogenado mais utilizado na agricultura convencional no Brasil.

Para Ednaldo Araújo, o N-verde pode suprir essa lacuna no mercado e tende a ter seu custo de prateleira menor que produtos similares.

“É importante frisar que não se trata de substituir o uso da adubação verde nas culturas, pois mesmo com o uso de espécies adubadoras, é preciso fazer todo manejo e ainda o aporte de nitrogênio. Essa reposição pode ser realizada pelo N-verde”, pontua o pesquisador.

Araújo esclarece também que por haver necessidade de grandes áreas para o plantio da leguminosa e de uma fábrica para transformação da biomassa em grãos ou pellets, o N-verde tende a ser um fertilizante produzido por empreendedores por meio de cooperativas ou indústrias.

N-verde X estercos

Uma das principais fontes orgânicas de nitrogênio utilizadas na agricultura convencional é o esterco. Porém nem todo produtor tem animais em sua propriedade, o que dificulta a obtenção do insumo.

Para esses agricultores, o N-verde também tende a ser uma boa alternativa, pois além de ter uma concentração bem maior de nitrogênio, não precisa ser compostado e possui risco baixíssimo de contaminação, ao contrário dos estercos.

Tipo de fertilizante orgânico Esterco bovino Esterco de frango (cama de frango) N-Verde
Quantidade de N 1,5% 2,5% 4%

Testes avançados aferiram a eficiência do produto

Para os estudos de eficiência do N-verde, os pesquisadores fizeram testes avançados com uso de isótopo estável (variante do elemento químico nitrogênio) que funciona como marcador do caminho do nitrogênio, desde a liberação do fertilizante até a absorção pela planta.

Os resultados revelam que a eficiência do N-verde é de 10%, ou seja, de cada 100 quilos colocados na planta, ela absorve 10, no primeiro ciclo, o que é similar aos demais fertilizantes orgânicos.

A pesquisa avança agora no estudo para a redução de custos de produção e coleta da biomassa.

Seja na agricultura orgânica, onde o uso de fertilizantes orgânicos vegetais e isentos de contaminantes é uma exigência, ou na agricultura convencional, onde os altos custos limitam o uso de fertilizantes orgânicos, o N-verde pode ser uma alternativa ou um complemento.

O pesquisador Ednaldo Araújo enfatiza que um país com dimensões continentais e clima tropical como o Brasil tem uma aptidão natural para produzir biomassa.

“E por que não produzir essa biomassa e colocá-la no mercado para suprir a demanda que existe?”, finaliza.

Fonte: Embrapa

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Executivo da TCP é finalista no prêmio Revelação de Finanças 2018

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Executivo da TCP é finalista no prêmio Revelação de Finanças 2018

O Gerente Administrativo Financeiro da TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, Luiz Alberto Bressan, é um dos finalistas do Prêmio Revelação de Finanças 2018, promovido pelo IBEF-PR (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças).

O reconhecimento é o prêmio máximo na área de finanças em nível gerencial e, tradicionalmente, é voltado para executivos com até 40 anos de idade.

O executivo da TCP destaca que indicação para a premiação é resultado do trabalho desenvolvido em grandes projetos da empresa nos últimos anos.

“É reflexo da atuação em grandes eventos, como a gestão dos processos de investimentos, as obras de expansão, aquisição de grandes equipamentos, a abertura de capital e emissão de debêntures, além do processo de M&A que culminou com a aquisição de 90% das ações da empresa pela China Merchants Port”, diz.

Aos 34 anos, Bressan acredita que o reconhecimento marcará a sua carreira até o final.

“Estar entre os indicados para o prêmio demonstra que o trabalho desenvolvido no Terminal de Contêineres de Paranaguá foi realizado com qualidade e dedicação, atingindo o resultado esperado pelos acionistas e gerando valor para a empresa”, finaliza.

A entrega do prêmio será entregue no dia 25 de outubro às 19 horas, no Castelo do Batel, em Curitiba.

Da redação

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Pós-Graduação em Química e Agroecologia e Desenvolvimento Rural seleciona bolsista

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Pós-Graduação em Química e Agroecologia e Desenvolvimento Rural seleciona bolsista

O Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está com inscrições abertas em processo seletivo para uma bolsa de pós-doutorado no âmbito do Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no valor de R$ 4.100,00.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 27 de setembro, com envio de e-mail para [email protected] pelo supervisor do estágio de pós-doutorado, que deve ser docente do Departamento de Química (DQ) da Universidade e orientador permanente no PPGQ.

Para a inscrição, é necessário um conjunto de documentos, dentre eles projeto de pesquisa, currículos e informações sobre produção científica.

Todas as informações estão no site do PPGQ, em www.ppgq.ufscar.br.

O início das atividades será no mês de outubro deste ano.

O PPGQ, criado em 1980, tem hoje dois cursos de mestrado – acadêmico e profissional – e um de doutorado.

Os cursos de mestrado e doutorado acadêmicos têm cinco áreas de concentração: Química, Físico-Química, Química Analítica, Química Inorgânica e Química Orgânica.

O Programa é reconhecido como sendo de excelência, com conceito 7 na avaliação da Capes.

Pós-graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Rural recebe inscrições

O Programa de Pós-Graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Rural (PPGADR-Ar) do Campus Araras da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está com inscrições abertas, até o dia 30 de setembro, para o processo seletivo de candidatos ao curso de mestrado, com ingresso em março de 2019.

Ao todo, são oferecidas 22 vagas, distribuídas entre os docentes das duas linhas de pesquisa do Programa: “Tecnologias e Processos em Sistemas Agroecológicos” (14 vagas) e “Agroecologia, Desenvolvimento Rural e Sociedade” (8 vagas).

O processo seletivo será composto por três etapas.

A primeira consiste em uma avaliação de projeto de pesquisa (de caráter eliminatório). A segunda fase, classificatória, será arguição do projeto de pesquisa.

Na terceira etapa, será feita a Avaliação do currículo Lattes (caráter classificatório).

As inscrições vão até o dia 30/9 e devem ser feitas na Secretaria do PPGADR-Ar, no Campus Araras, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30, ou pelos Correios, com data de postagem até 30/9, desde que a data de recebimento nos Correios em Araras (SP) não ultrapasse o dia 7 de outubro.

O endereço para envio, a lista de documentos e demais informações sobre o processo de seleção podem ser consultados no edital e nos anexos, disponíveis em www.ppgadr.ufscar.br.

Da redação

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Alta no mercado de máquinas agrícolas gera demandas importantes para a indústria do aço

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Alta no mercado de máquinas agrícolas gera demandas importantes para a indústria do aço

Segundo o levantamento da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apresentado recentemente, a produção de máquinas agrícolas e rodoviárias somou 6,6 mil unidades em agosto, tendo alta de 35,1% em relação às 4,9 mil fabricadas no mesmo período de 2017.

Neste cenário, a Açovisa, referência nacional em distribuição de aços especiais, registrou avanço acima da média com taxa de 30% no comparativo ao ano anterior, especialmente na região Sul do País.

“O mercado brasileiro ainda enfrenta desafios que precisam ser superados diariamente para que nossas atividades mantenham-se positivas durante o ano”, avalia Francis Bassi de Melo, sócio fundador da Açovisa.

Segundo o empresário, em 2018, o quadro teve um aumento por conta da forte demanda por alimentos e materiais, gerando a necessidade de novas negociações por equipamentos agrícolas.

Para Francis, o Brasil pode superar os Estados Unidos em produção de soja, por conta da importância da exportação do alimento, o que automaticamente gera demanda para toda a cadeia, incluindo a do aço.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), o país deve exportar 76,1 milhões de toneladas de oleaginosa este ano.

“O de retomada já é claro para nós, trazendo novas perspectivas e esperança para o mercado de aço. Estamos atentos e preparados para atender as demandas dessa alta”, avalia.

O empresário acrescenta ainda que a Açovisa, principal distribuidora dos produtos Gerdau no País, é uma das principais fornecedoras de aços especiais para a construção de máquinas agrícolas.

“Estamos acompanhando o mercado, assim como, as necessidades dos nossos clientes”, relata.

Da redação

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Eucalipto responde por 75% das florestas plantadas no país

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Eucalipto responde por 75% das florestas plantadas no país

Mais de 75% das florestas plantadas no Brasil são de eucalipto.

A plantação de Pinus alcança 20,6%. No total, o Brasil tem 9 milhões e 850 mil hectares de florestas plantadas.

Os dados são do levantamento Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2017, divulgados nessa quarta-feira (19), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As florestas plantadas estão principalmente na Região Sul, que responde por 36% do valor da produção, e Sudeste, com mais de 25%.

O líder entre os estados é o Paraná, com produção de R$ 3,7 bilhões, seguido por Minas Gerais e Santa Catarina.

Do total de áreas plantadas:

  • 41,9% do eucalipto está na Região Sudeste e
  • 87,7% do pinus na Região Sul.

De acordo com os dados, 4.837 municípios brasileiros tiveram produção primária florestal em 2017.

Em valor de produção, o destaque é Três Lagoas (MS), com quase R$ 390 milhões no ramo de floresta plantada.

Em extrativismo, o destaque é São Mateus do Sul, no Paraná, com produção de 67 mil toneladas de erva-mate e valor de mais de R$ 100 milhões.

Os produtos madeireiros respondem por 90% do valor da produção florestal do país e tiveram aumento de 3,6% no ano passado.

Entre os produtos da silvicultura, o carvão vegetal teve queda de 0,8% na produção, mas registrou aumento de 4,2% no valor, enquanto a madeira para papel e celulose cresceu 3% na produção, mas diminuiu 1,8% no valor total.

O levantamento mostra que nos últimos 20 anos a participação do extrativismo e da silvicultura no total da produção primária florestal se inverteu.

Se em 1996 o extrativismo era responsável por 60% da produção florestal do país, os números vêm caindo e, desde o ano 2000, a silvicultura ultrapassou o extrativismo e continua em expansão.

No extrativismo, os produtos madeireiros representam 64,1% do valor da produção, após queda de 2,7% no ano passado.

A segunda maior participação é a de produtos alimentícios, que respondem por 27,7% do valor total da produção, após crescimento de 7,3%, em 2017.

O destaque é o açaí, que teve aumento de 10,5% no valor, em 2017, com produção de 220 mil toneladas.

Limoeiro do Ajuru (PA) é o principal município que produz açaí de origem extrativista.

Em segundo lugar na extração de alimentos está a erva-mate e em terceiro a castanha-do-pará, após queda de 24,4% no volume da produção do ano passado afetada por questões climáticas.

Outros itens com produção significativa são o pinhão e o pequi, que aumentaram quase 40% no valor da produção.

As ceras são 4,8% do valor da produção extrativista e as oleaginosas respondem por 2,7%.

Fonte: Rádio Agência Nacional

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Uso de drones para agricultura será liberado na Índia 

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Uso de drones para agricultura será liberado na Índia 

O uso comercial autorizado de drones em setores como agricultura, saúde e socorro em catástrofes entrará em vigor a partir de 1º de dezembro na Índia.

De acordo com o regulamento, todas as operações de aeronaves não tripuladas civis serão restritas somente durante o dia e o voo será permitido apenas dentro da linha de visão, que normalmente seria de 450 metros.

Segundo o ministro de Estado da Aviação Civil Jayant Sinha, esse novo método será muito eficiente para solucionar alguns problemas de logística que existem atualmente na sociedade da Índia, que sofre com superpopulação.

Para ele, o país possui uma grande gama de atuações em que os aviões não tripulados podem ser úteis.

“É provável que passemos de riquixás (espécie de carroça de duas rodas usadas para o transporte na índia) a riquixás do ar. Há uma ampla gama de aplicações de drones, de socorro a desastres, vigilância, monitoramento de segurança, agricultura de precisão, logística de precisão”, explicou.

No entanto, não será qualquer pessoa que poderá ter um drone e conseguirá pilotá-lo livremente com finalidade comercial.

Segundo informado pelo comunicado do governo, todo o drone, piloto e finalidade deverão ser registrados e precisarão pedir permissão para atuar, que será recusada ou permitida através de um aplicativo.

“Os usuários precisarão fazer um registro único de seus drones, pilotos e proprietários. Para cada voo (isento para a categoria nano), os usuários precisarão pedir permissão para voar em um aplicativo móvel e um processo automatizado permite ou nega a solicitação instantaneamente”, alertou o comunicado.

Fonte: Agrolink

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Seca continua impactando commodities da Argentina

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Seca continua impactando commodities da Argentina

O novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que a seca do último ano ainda causará impactos negativos na safra 2017/2018 das commodities da Argentina.

De acordo com o USDA, a produção de soja, por exemplo, será reduzida para 36 milhões de toneladas, sendo que as culturas do girassol e amendoim também registrarão queda.

“Para 2017/2018, a seca continua impactando as commodities de oleaginosas. Estimamos a redução da produção de soja para 36 milhões de toneladas após uma avaliação mais aprofundada dos danos causados pela seca e da produção de sementes de girassol para 3,50 milhões de toneladas. A produção de amendoim 2017/2018 também é revisada para 792.000 toneladas, a menor safra de amendoim nos últimos 10 anos”, diz o relatório.

No final de junho, a colheita de soja na Argentina estava quase concluída, exceto em algumas partes do sul de Buenos Aires., com um rendimento médio nacional caindo 22%, para 2,12 toneladas por hectare.

Nesse cenário, o Departamento afirmou que os prejuízos foram maiores do que o esperado.

“Apenas as áreas nas províncias do norte de Buenos Aires, Santa Fé e Córdoba, no leste, também conhecidas como a zona nucleo, resistiram aos impactos da seca para gerar rendimento a níveis históricos médios de 2,7 toneladas por hectare ou ligeiramente acima. Com base nesses desenvolvimentos, a produtividade foi revisada para baixo de 3 milhões de toneladas. No geral, a seca levou a uma redução de 37 por cento na produção da estimativa original de 57 milhões de toneladas”, indica o USDA.

As exportações de 2017/2018 são revisadas para baixo, chegando a 3 milhões de toneladas, devido ao menor fornecimento exportável.

Assim, os estoques finais são revisados para 9,06 milhões de toneladas.

Fonte: Agrolink

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Mais de 90% dos pecuaristas paulistas que adotaram sistemas integrados afirmam que continuarão com a tecnologia

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Mais de 90% dos pecuaristas paulistas que adotaram sistemas integrados afirmam que continuarão com a tecnologia

Mais de 90% dos pecuaristas que adotam a integração lavoura-pecuária (ILP) ou pecuária-floresta (IPF) no estado de São Paulo pretendem continuar utilizando esses sistemas que diversificam a produção ao gerar grãos e carne ou madeira e carne, por exemplo, em um mesmo espaço.

Esse dado foi revelado em pesquisa que investigou fatores que levam propriedades paulistas a adotar ou não sistemas integrados de produção.

Os que adotam a integração lavoura-pecuária (ILP) têm maior tempo de experiência com agricultura, participam de eventos agropecuários e de cooperativas agrícolas e recebem mais visitas da assistência técnica.

Também possuem propriedades e rebanhos maiores, com estrutura robusta de máquinas agrícolas, e utilizam o crédito rural.

Já os produtores que adotam integração pecuária-floresta (IPF) caracterizam-se por propriedades e rebanhos menores, produção diversificada e menor dependência da renda agropecuária: 88% têm outra fonte de receita.

Nesse grupo, o acesso ao crédito rural é menor.

O estudo foi realizado pela Embrapa Pecuária Sudeste (SP), durante a safra 2016/2017. Foram entrevistados 175 produtores rurais de várias regiões do estado de São Paulo.

Pouco mais da metade dos pecuaristas ouvidos, 52%, faz integração: 38% adotam lavoura-pecuária (ILP) e 14% pecuária-floresta (IPF).

O objetivo da pesquisa foi saber o que leva um produtor rural a adotar ou não a integração.

“Compreender o comportamento frente a essa inovação é relevante para se pensar em políticas públicas e em ações de transferência de tecnologias”, acredita a pesquisadora da Embrapa Marcela Vinholis, que coordenou o estudo.

O levantamento obteve informações variadas, que envolvem perfil, tipos de sistemas adotados, influência para adoção, acesso a crédito rural, intensidade da adoção, acesso à informação técnica, características da propriedade rural, etc.

A pesquisadora explica que são muitas as variáveis que interferem nessa decisão de diversificar e explorar novas oportunidades.

A metodologia considerou adotantes os que integram pelo menos duas modalidades de atividades agrícolas, pecuárias e florestais, realizadas na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou rotação, de forma planejada, sistematizada e continuada, com a finalidade de comercializar os produtos.

Mais de 90% dos adotantes não querem deixar integração

Foi possível detectar que quem está no sistema está satisfeito e tem expectativa de continuar nele.

Entre os adotantes, tanto de ILP como IPF, mais de 90% têm a intenção de permanecer com a integração.

Já entre os que não adotam, 28% pensam em fazê-lo em curto prazo.

Outro número interessante é que cerca de 70% dos que implantaram sistemas integrados ILP foram motivados por outro produtor.

O segundo fator citado como influenciador da adoção foi o serviço de extensão rural (20%).

Entre os adotantes de IPF, 63% citaram a observação de outro produtor rural e 29% os técnicos da extensão rural.

Os arranjos de integração encontrados foram muito diversificados.

Os pesquisadores encontraram pecuária com soja, milho, mogno, eucalipto, sorgo, feijão, amendoim, abóbora e abacaxi, entre outros.

O tipo de produto está atrelado ao mercado local.

“O produtor adapta o conceito de acordo com seu perfil, potencial da região e mercado”, conta Vinholis.

Crédito rural favorece a adesão a tecnologias sustentáveis

Constatou-se também que o acesso ao crédito contribui para a inserção de melhorias no campo.

“Novas tecnologias agrícolas podem demandar alto investimento inicial. Nesse caso, a disponibilidade de recursos financeiros é um importante determinante da decisão de adoção”, explica o economista Marcelo José Carrer, professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP).

Dos adotantes de ILP, 86% tiveram acesso ao crédito. Entre os não adotantes a porcentagem cai para 65%.

Segundo Carrer, o principal resultado da pesquisa indica que o acesso à política de crédito rural aumenta a probabilidade de adoção de ILP.

“Foi constatado que esses recursos subsidiados estão sendo utilizados para financiar a adoção de tecnologias sustentáveis pelos produtores. Assim, percebe-se que a política está atingindo o objetivo de incentivar a difusão de tecnologias mitigadoras de GEE”, conta o economista.

Hoje, há disponibilidade de linhas de financiamento específicas para a adoção dos sistemas de integração, como do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC).

No entanto, poucos conhecem. Somente 11% dos que adotam ILP tiveram acesso a essa linha e, do IPF, apenas 8%.

O Plano ABC incentiva a implantação de sistemas agropecuários sustentáveis.

Além de linhas de crédito, promove ações de capacitação de técnicos e produtores para a ampliação da integração. Para Carrer, o acesso ao crédito deve estar atrelado à política de extensão rural.

“Além do acesso a recursos financeiros, é importante que os produtores recebam orientação técnica e organizacional adequada para adotar e gerenciar os sistemas ILP”, explica ele.

Extensão rural é importante para o sucesso

Os serviços de extensão rural são essenciais para a transferência de tecnologias e acesso à informação no campo.

“As informações disponibilizadas pelos técnicos são importantes para criar incentivos à adoção e reduzir a probabilidade de manejo inadequado dos sistemas integrados”, afirma o economista.

Ele explica que a ILP aumenta a complexidade organizacional nas fazendas em decorrência da necessidade de planejamento e coordenação de um conjunto maior de processos produtivos.

O trabalho da extensão rural auxilia os produtores no manejo e gerenciamento desses processos.

A falta de orientação técnica foi uma das principais queixas dos pecuaristas entrevistados e pode ser considerada um dos fatores que limitam a utilização dos sistemas integrados como atividade produtiva.

No grupo dos não adotantes ficou evidente o menor número de visitas técnicas por profissionais especializados.

Coleta de dados

A seleção da amostra para a pesquisa foi feita com ajuda de técnicos da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) e da cooperativa Cocamar.

Além disso, houve contato prévio com sindicatos rurais e associações do estado de São Paulo.

Foram elaboradas duas listas. Uma com produtores que adotam sistemas integrados com lavoura ou floresta e outra das fazendas que não adotam a integração.

Da primeira lista, foram contatados 89 produtores – 65 adotantes de ILP e 24, IPF.

A amostra de pecuaristas que não adotam sistemas de integração foi selecionada de forma não aleatória.

Segundo Vinholis, para cada propriedade que trabalha com sistema de produção integrado da amostra, foi selecionada uma propriedade próxima que produza gado bovino a pasto em sistema de produção não integrado.

De acordo com a cientista da Embrapa, o resultado da pesquisa busca subsidiar políticas públicas e ações de transferência de tecnologia.

Além de pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste, fazem parte da pesquisa profissionais da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O suporte financeiro foi da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Retorno aos participantes

Assim que os resultados foram obtidos, em maio deste ano, os pesquisadores Marcela Vinholis e Waldomiro Barioni Junior visitaram dez cidades paulistas.

A ideia foi validar os resultados e dar retorno aos técnicos da extensão rural da Cati e da Cocamar que colaboraram com o levantamento.

Para Vinholis, a participação dos técnicos foi fundamental para o sucesso do trabalho.

“Eles foram a ponte entre nós e os produtores rurais”, conta. No total, 27 extensionistas receberam o feedback das impressões e das demandas dos pecuaristas do estado que adotam sistemas de integração na propriedade.

Os pesquisadores passaram por Campos Novos Paulista, Tupã, Jales, Catanduva, Araçatuba, Rancharia, Presidente Prudente, Riolândia, Guaíra e Anhumas.

Fonte: Embrapa

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