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Justiça Federal Brasileira decide que agricultores continuarão a ter acesso ao glifosato

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Justiça Federal Brasileira decide que agricultores continuarão a ter acesso ao glifosato

A Bayer recebe positivamente a decisão emitida hoje pela Justiça Federal Brasileira que garante que os produtores brasileiros continuem a ter acesso aos herbicidas à base de glifosato.

“Esta decisão é uma boa notícia para os produtores brasileiros, que contam com herbicidas à base de glifosato para controlar plantas daninhas e cultivar com segurança e eficácia”, disse Liam Condon, integrante do Conselho Administrativo da Bayer AG e Presidente da Divisão de Crop Science.

“O glifosato ajuda os agricultores no manejo do campo, com menor impacto no solo e menos emissão de carbono”.

Em 3 de agosto de 2018, um juiz brasileiro emitiu uma liminar que poderia ter proibido o registro e o uso de herbicidas à base de glifosato e vários outros defensivos agrícolas no país.

A liminar não foi uma decisão sobre a segurança do glifosato, mas em relação aos atrasos nas revisões regulatórias rotineiras dos defensivos agrícolas.

Na segunda-feira, a Justiça Federal Brasileira decidiu a favor de uma medida imposta pelo governo federal para anular a liminar antes de entrar em vigor e garantir que os produtores brasileiros possam continuar a usar produtos à base de glifosato.

Da redação

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CNH Industrial é eleita líder mundial do Índice Dow Jones de Sustentabilidade 

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CNH Industrial é eleita líder mundial do Índice Dow Jones de Sustentabilidade 

Empresa se destacou em ecoeficiência operacional, sistema de política e gerenciamento ambiental, apresentação social e gerenciamento de inovação.

A CNH industrial foi eleita, pelo oitavo ano seguido, como empresa líder do segmento Indústria de Máquinas e Equipamentos Elétricos pelo Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), do mundo e da Europa.

Na avaliação global, 91 empresas foram convidadas para participar da categoria e 11 foram admitidas no índice. Na avaliação da Europa, 30 empresas foram convidadas e apenas 6 foram admitidas.

O DJSI Mundial e o DJSI Europa estão entre os índices de ações com foco em sustentabilidade de maior prestígio.

A inclusão nesses índices é exclusiva para empresas que são julgadas como exemplares em termos de desempenho econômico, ambiental e social.

Na avaliação de 2018, a pontuação da CNH Industrial foi de 88/100.

Todas as empresas selecionadas para serem consideradas nos índices foram avaliadas pelos especialistas da RobecoSAM, uma empresa especializada em investimentos, com foco exclusivo em investimentos de sustentabilidade.

A CNH Industrial recebeu a pontuação mais alta em três dimensões da análise: ecoeficiência operacional e sistema de política e gerenciamento ambiental (dimensão ambiental), bem como apresentação social (dimensão social) e gerenciamento de inovação (dimensão econômica).

Em abril deste ano, a CNH Industrial lançou seu Relatório 2017 de sustentabilidade junto com a “A Sustainable Year” (Um ano sustentável), uma publicação para o público em geral relatando as principais atividades sustentáveis que a companhia e seus colaboradores realizaram em 2017.

A CNH Industrial também está incluída nos seguintes índices: os programas CDP Climate Change e CDP Water, Índices de líderes MSCI ESG 1, Índices MSCI SRI, Série de índices FTSE4Good, ECPI Global Agriculture Liquid, ECPI World ESG Equity, ECPI Global Developed ESG Best-in-Class, ECPI Euro ESG Equity, Euronext Vigeo Europe 120, Euronext Vigeo Eurozone120, Índice de diversidade e inclusão Thomson Reuters, Índice de líderes STOXX Global ESG, Índice de líderes ambientais STOXX Global ESG, Índice de líderes sociais STOXX Global ESG, Índice de impacto STOXX Global ESG, Índice de pegada de carbono baixa STOXX Global e Índice de carbono baixo relatado STOXX Global.

Encontre outras informações sobre sustentabilidade na CNH Industrial em:
cnhindustrial.com/sustainability

Relatório 2017 de sustentabilidade:
cnhindustrial.com/2017 sustainability report

Um ano sustentável:
cnhindustrial.com/a-sustainable-year

Mais informações sobre o DJSI:
sustainability-indices.com

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SEPAC aposta ainda mais na sustentabilidade em seu novo escritório

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SEPAC aposta ainda mais na sustentabilidade em seu novo escritório

A SEPAC, indústria que atua na produção de papéis tissue há mais de 40 anos, líder de vendas na região Sul, muda de endereço em Curitiba buscando ainda mais a sustentabilidade.

A nova sede está localizada Rua Mariano Torres, 729, em Curitiba, no edifício que foi o primeiro a receber o certificado Leed Gold for Core & Shell no Sul do país, concedida pelo U.S. Green Building Council.

A Certificação atesta os empreendimentos que possuem boa performance ambiental.

Estes edifícios são os chamados Green Buildings ou edifícios verdes.

A avaliação analisa e reconhece as soluções e tecnologias sustentáveis adotadas no projeto e no desenvolvimento da obra para reduzir os impactos ambientais da edificação, como espaço sustentável, uso racional de água, energia e atmosfera, materiais e recursos e qualidade do ambiente interno.

Esse espaço verde conta também com um ecotelhado, uma ampla área na cobertura que reduz a temperatura interna do ambiente e contribui para a diminuição do efeito térmico, chamado ilhas de calor.

Na garagem, vagas preferenciais para carros a álcool ou GNV, próximas às entradas principais do edifício e ao elevador.

A fachada do Mariano Torres 729 Corporate conta com uma parede verde, com a adoção de espécies vegetais nativas ou adaptadas que promovem a biodiversidade.

Na escolha do empreendimento para abrigar a nova sede da empresa, as questões ambientais e sustentáveis foram primordiais.

Da redação

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Aplicativo faz análise financeira e socioambiental de sistemas agroflorestais

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Aplicativo faz análise financeira e socioambiental de sistemas agroflorestais

Produtores rurais que cultivam sistemas agroflorestais (SAFs) – formas de produção que auxiliam na redução do desmatamento e na promoção do reflorestamento em diferentes ecossistemas – contam agora com um aplicativo para auxiliar na gestão financeira e socioambiental de suas atividades: o AnaliSAFs.

O aplicativo é um sistema digital que realiza análise financeira e socioambiental de sistemas agroflorestais.

O objetivo é auxiliar produtores rurais, técnicos extensionistas, pesquisadores e manejadores de SAFs no aprimoramento de suas técnicas e melhoria dos resultados produtivos, sociais e ambientais de seus plantios.

“Os sistemas agroflorestais lidam com diversos tipos de cultivos na mesma área e praticamente ao mesmo tempo. Portanto, o planejamento e a constante análise são fundamentais para o sucesso do empreendimento”, explica Marcelo Arco Verde, da Embrapa Florestas, um dos pesquisadores responsáveis pelo módulo de análise financeira junto com o pesquisador George Amaro, da Embrapa Roraima.

“Uma ferramenta que auxilie nesse acompanhamento e a fazer simulações é de fundamental importância”, explica Arco Verde.

Como funciona?

O AnaliSAFs funciona em duas plataformas: em dispositivos Android, como celulares e tablets, e em computadores.

A inserção dos dados pode ser feita diretamente no campo, mesmo em locais sem acesso à internet.

O aplicativo armazena os dados e, quando é possível o acesso à internet, as informações são enviadas ao sistema.

No computador, o usuário tem acesso aos dados coletados e à análise financeira.

A ferramenta auxilia também no planejamento e na fase de acompanhamento devido à sua praticidade na obtenção dos dados parciais.

São abordadas informações sobre todas as atividades e operações necessárias para cada cultura do SAF, como custos de mão de obra e insumos, além da taxa de juros.

Para cada cultivo do SAF, seja ele de curto, médio ou longo prazo, o usuário pode inserir dados individualizados.

Com isso, o sistema disponibiliza uma análise financeira que possibilita ao usuário saber o impacto de cada item nos custos e receitas da produção agroflorestal.

“É possível, também, fazer simulações e projeções com análise de cenários”, explica Arco Verde. “Dessa forma, o usuário pode analisar as implicações de cada escolha feita na condução do seu sistema agroflorestal, compor cenários diferentes para cada cultura e ter a análise do SAF como um todo”, completa.

Já a análise socioambiental pode ser feita em campo mesmo e, por meio de gráficos radiais, o usuário pode analisar in loco as condições da área que está sendo trabalhada, de forma integrada.

São seis grupos categorizados de perguntas que avaliam o grau de acesso que os agricultores têm a diferentes tipos de recursos: humanos; sociais e políticos; físicos; financeiros e comercialização; produtivos e resiliência ambiental; além de um grupo específico a respeito dos sistemas de produção, sua composição e manejo.

No total, são analisados 40 indicadores para, com isso, ter um retrato da situação do produtor rural em aspectos sociais e ambientais.

“A partir dos resultados gerados, é possível auxiliar o produtor agroflorestal no aprimoramento e replanejamento da sua produção agroflorestal”, afirma Andrew Miccolis, coordenador nacional do Centro Internacional de Pesquisa Agroflorestal – ICRAF, na sigla em inglês, responsável por esse módulo.

“Com isso, avaliamos as vulnerabilidades e potencialidades para auxiliar no planejamento e desenho de um sistema que se encaixe naquele contexto ou, então, para avaliar um sistema já existente e analisar os principais pontos que podem ser melhorados, com SAFs que se encaixem no perfil social e ambiental daquele contexto específico”, completa Miccolis.

Thais Ferreira Maier, especialista em restauração florestal na The Nature Conservancy (TNC Brasil), que trabalhou no desenvolvimento e validação da ferramenta, analisa que o acesso aos dispositivos móveis já é uma realidade para muitos produtores e técnicos extensionistas e que o aplicativo vai justamente dar o suporte pela facilidade com que foi criado.

“Se, por exemplo, o produtor comercializou algum produto que está trabalhando na propriedade, ele já pode fazer o registro dessa informação, off-line mesmo. O mesmo acontece com os custos. Isso é sincronizado e faz parte, depois, de uma análise do aplicativo”, explica Maier.

O processo de construção do aplicativo levou um ano e a validação foi feita com produtores de SAFs em São Félix do Xingu, no Pará.

Segundo a produtora rural Valcilene dos Santos Primo, “fazer análise financeira é importante porque você se ‘autoeduca’: sabe no que tem que ser investido, em quanto tempo vai ter retorno, e no que não vale a pena investir”.

Ela implantou há três anos e meio um SAF com cacau, açaí, jatobá, mogno africano, banana, acerola, gulosa e maracujá.

“Não adianta fazer o trabalho de forma desregrada, trabalhar de qualquer forma, isso não é legal porque pode dar muito prejuízo. A rentabilidade e o lucro têm que ser levados em conta. É preciso que a gente se eduque em relação a isso para não se desgastar tanto lá na lavoura. O desgaste físico é muito grande. e então, para ganhar tempo tem que se educar sim”, reflete a produtora.

O aplicativo é uma junção da planilha AmazonSaf, desenvolvida a partir de 2008 pelos pesquisadores Marcelo Francia Arco Verde e George Amaro, da Embrapa, e do sistema PlantSAFs, do ICRAF.

Seu desenvolvimento foi por meio da parceria entre a TNC, Embrapa, Icraf e International Union for Conservation of Nature (IUCN).

Segundo Rodrigo Mauro Freire, vice-coordenador da estratégia de restauração da TNC Brasil e coordenador do projeto Cacau Floresta, “a TNC encampou essa iniciativa para fomentar o desenvolvimento e o aprimoramento de sistemas agroflorestais sucessionais na lógica de criar alternativas ao desmatamento ou à conversão de áreas naturais pela geração de renda”.

Para ele, essa é uma forma de proporcionar um melhor manejo dos recursos naturais e  também de promover a restauração florestal via sistemas agroflorestais, fazendo uso das espécies nativas com agregação de renda.

O desenvolvimento do AnaliSAFs foi feito pela Terras App Solutions, empresa especializada no desenvolvimento de soluções sustentáveis para o campo, tendo trabalhado em outras soluções como por exemplo o projeto MapBiomas.

O recurso para o desenvolvimento foi disponibilizado pela União Internacional para a Conservação da Natureza – IUCN.

Levantamento inédito de dados

Ao acessar o aplicativo, os usuários concordam em disponibilizar seus dados para uso em pesquisas e levantamento de informações.

“Saberemos, por exemplo, que regiões e estados estão acessando mais, quais espécies estão sendo mais trabalhadas, como isso está se refletindo financeiramente e também nos aspectos socioambientais. Será um passo muito importante para quem trabalha com SAFs”, explica Maier.

“Essa pode ser uma revolução nos dados sobre SAFs no Brasil, já que não existe uma base ou mesmo um levantamento nesse sentido no País”, anima-se Arco Verde.

Futuramente, a análise desses dados poderá subsidiar a formulação de políticas públicas e até mesmo o direcionamento de pesquisas e treinamentos em determinadas regiões do País que se mostrem mais carentes ou com baixo desempenho na geração de renda e impacto ambiental com SAFs.

Rodrigo Freire, da TNC, explica que “um aspecto importante é que esse aplicativo pode ser fortemente vinculado à pesquisa e à inovação, pois pode e deve contribuir para o aprofundamento das análises de sistemas agroflorestais”.

Marcelo Arco Verde explica que a planilha AmazonSaf continuará existindo e será constantemente atualizada, pois cumpre outras funções que o aplicativo ainda não atende.

“Nossa intenção é sempre aprimorar as ferramentas aos produtores rurais. Os SAFs têm uma capacidade fantástica de expansão no País, mas precisam ser feitos com planejamento e muita análise”, alerta.

Capacitação

Para uso do sistema, o site disponibiliza tutoriais, vídeos e manual sobre como utilizar o AnaliSAFs. Programas de treinamento também devem ser incorporados às atividades da TNC, Embrapa e Icraf.

Para acessar o AnaliSAFs, clique aqui.

Serviço

O AnaliSAFs será lançado nesta quarta-feira, 29/08, às 11h30, ao fim do minicurso “Análise da Viabilidade Financeira de Sistemas Agroflorestais”, que será ministrado pelo pesquisador Marcelo Arco Verde, da Embrapa Florestas, durante o Congresso Brasileiro de Sistemas Agroflorestais (CBSAF), que acontece de 27 a 31 de agosto, em Aracaju/SE.

Fonte: Embrapa

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Projeto ABC Cerrado recupera áreas degradadas

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Projeto ABC Cerrado recupera áreas degradadas

O projeto ABC Cerrado recuperou em dois anos de mais de 84 mil hectares de pastagens que estavam degradadas nesse bioma. Realizado conjuntamente pelo Ministério da Agricultura, Embrapa e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Rural) é financiado pelo Programa de Investimento Florestal (FIP), que destinou US$ 10,6 milhões para a execução.

Os recursos são administrados pelo Banco Mundial (Bird).

As principais ações são a capacitação e assistência técnica em tecnologias previstas no Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono). Além da recuperação de áreas, incluem a integração lavoura-pecuária-floresta, o plantio direto e o de florestas comerciais.

As unidades da federação onde é desenvolvido são Goiás, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Bahia, Piauí, Minas Gerais e Distrito Federal.

Projeto ABC Cerrado

O projeto teve início em 2014, desde quando foram capacitados 4.708 produtores locais. Desses, 1.957 recebem assistência técnica há dois anos. Mais de 6 mil já participaram de diferentes ações, entre elas dias de campo

De acordo com Pedro Neto, diretor do Departamento de Desenvolvimento das Cadeias produtivas e Produção Sustentável do Mapa, os resultados obtidos são tão promissores que, a cada real investido pelo fundo internacional, outros oito reais têm sido bancados voluntariamente pelo próprio produtor.

O FIP, programa dos Fundos de Investimentos em Clima (CIF), apoia esforços de redução de desmatamento e degradação e promove o manejo florestal sustentável para reduzir emissões e aumentar os estoques de carbono florestal.

No Brasil, apoia o Plano de Investimento do país que promove o uso sustentável das terras e a melhoria da gestão florestal no Bioma Cerrado.

Recursos remanescentes do projeto estão sendo direcionados para o Cadastro Ambiental Rural.

Da redação

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CENIBRA e SEBRAE inauguram NEJ em Belo Oriente

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CENIBRA e SEBRAE inauguram NEJ em Belo Oriente

Na Escola Municipal Francisco Gonçalvez de Brito, em Belo Oriente, foi realizada a Aula Inaugural do curso técnico de Administração do Núcleo de Empreendedorismo Juvenil (NEJ).

Por meio de uma parceria do Instituto CENIBRA com o SEBRAE e Prefeitura Municipal de Belo Oriente foi implantado o NEJ no município, beneficiando 80 jovens.

Na ocasião, o Diretor-Presidente da CENIBRA, Naohiro Doi, falou aos presentes da importância do empreendedorismo juvenil como estratégia para diversificar a matriz de desenvolvimento regional.

A proposta é formar jovens desenvolvendo capacidades empreendedoras e conhecimentos de administração.

O curso Técnico em Administração para jovens de Belo Oriente (sede e Distritos), terá um ano de duração e totalmente gratuito.

Tanto o processo seletivo, quanto a condução do curso são de responsabilidade do UnilesteMG, via Colégio Padre de Man.

O Núcleo de Empreendedorismo Juvenil foi fundado pela SEBRAE em 2010 e já formou mais de 1200 alunos.

O curso, reconhecido pelo MEC, tem por finalidade o desenvolvimento de competências necessárias para o enfrentamento e superação dos desafios da juventude em suas diversas dimensões (profissional, pessoal, social e familiar), além de promover a formação do sujeito empreendedor, ético e consciente da sua responsabilidade social.

Todo o conteúdo do curso segue a metodologia de ensino da Escola do SEBRAE de Formação Gerencial (EFG), referência internacional em educação empreendedora para jovens.

Recentemente, a pesquisa GEM 2017, do SEBRAE/IBQP, revelou o novo perfil do empreendedor no País.

Ela aponta que em 2017 a participação de pessoas entre 18 e 34 anos no total de empreendedores em fase inicial cresceu de 50% para 57%.

Isso significa que são 15,7 milhões de jovens atrás de informações para abrir um negócio ou com uma empresa em atividade no período de até 3 anos e meio.

Outro dado interessante que a pesquisa mostra é que também aumentou o percentual de pessoas que buscam empreender por oportunidade, saltando de 57% para 59% dos entrevistados.

Segundo a Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje), a maioria dos jovens empreendedores brasileiros são homens: 71%.

Trinta e cinco por cento começam a empreender entre os 26 e 30 anos, enquanto 28% têm entre 31 e 35 anos e 18% têm de 21 a 25.

A pesquisa da Conaje aponta para um dado interessante: alguns empreendedores jovens têm micro e pequenas empresas que geram trabalho, empregando até nove funcionários.

“Investir estrategicamente na educação é potencializar o futuro no presente. O NEJ irá apresentar e capacitar os jovens para encontrar, aproveitar e construir plataformas de desenvolvimento capazes de mudar para melhor a comunidade em que vivem” conclui o Diretor-Presidente da CENIBRA.

Da redação

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Projeto apoiado pela Fibria reforça tradição histórica cultural e ajuda a formar nova geração de ceramistas em Cunha (SP)

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Projeto apoiado pela Fibria reforça tradição histórica cultural e ajuda a formar nova geração de ceramistas em Cunha (SP)

A Fibria, empresa brasileira líder mundial na produção de celulose de eucalipto a partir de florestas plantadas, apoia desde 2016 a capacitação de jovens para o ofício de ceramistas, em Cunha (SP), no projeto “Arte e Terra”.

Com o objetivo de incentivar o desenvolvimento social da comunidade e manter viva uma tradição histórica da cidade, a parceria com o Instituto Cultural de Cerâmica de Cunha (ICCC) vai beneficiar 56 pessoas neste ano, e vem colhendo bons frutos com o destaque de jovens que participaram do projeto.

Os novos cursos, de níveis básico e avançado, têm a participação dos alunos da rede estadual de ensino e de moradores do bairro Vargem do Tanque, zona rural da cidade, que vem recebendo as atividades do projeto desde o ano passado.

“Os frutos do projeto, com o fortalecimento de uma manifestação cultural tão importante para a cidade e as conquistas dos alunos, mostram que estamos no caminho certo para o desenvolvimento sociocultural da comunidade, uma preocupação constante da Fibria.

Os participantes ganham uma nova oportunidade de renda e muitos pretendem seguir a carreira artística”, diz o consultor de sustentabilidade da Fibria, Adriano Martins.

Além da satisfação de aprender uma arte que é marcante na cidade, atraindo grande número de turistas para visitar seus vários ateliês, principalmente no período de abertura de fornos, os alunos ganham motivação com o exemplo de ex-participantes do projeto, que saíram das oficinas para buscar novos desafios.

É o caso do José Augusto Alves de Oliveira, 15 anos, morador do bairro Vargem do Tanque, que se apaixonou pela cerâmica e está motivado a resgatar a vocação do local onde nasceu.

“Eu nem sabia o que era cerâmica, mas quando falaram que ia ter o curso, fui ver o que era e isso acabou transformando a minha vida.

Vejo como uma possibilidade de trabalho e tento ensinar o que já aprendi para outras pessoas do bairro”, conta o jovem, que ao lado da amiga Bruna Letícia Vieira está ensinando outros colegas do 9º ano na escola que frequentam.

José Augusto Alves de Oliveira também tem a perspectiva de fazer um curso no exterior. “A ceramista Adriana Martinez esteve aqui no ano passado, nos ajudou a montar o forno na escola e comentou sobre o curso de cerâmica cantante que tem na Argentina.

Gostaria de ir para lá participar no ano que vem”, conta José Augusto. Para isso, promoveu uma exposição de suas peças – panelas e vasos com inspiração na natureza, na amizade e na vida rural – para arrecadar verba para a viagem.

Outro morador de Cunha que se encantou com a cerâmica foi o jovem João Camargo, 17 anos, convidado para fazer um intercâmbio no Japão, na companhia do mestre japonês Masakazu Kusakabe, que esteve na cidade no ano passado para a construção do forno sem fumaça (Smokeless Kiln).

“A notícia foi impactante para mim. Comecei a pensar em como vou viver lá e já comecei a juntar dinheiro.

Vai ser uma experiência totalmente diferente, pretendo aproveitar bastante”, afirma João Camargo, que passou a se interessar pela cerâmica ao ter contato com a família de Marcelo Tokai, proprietário de ateliê e presidente do ICCC.

Além de João e José Augusto, outros dois estudantes iniciaram cursos de graduação em Artes e outros participantes pensam em seguir a arte da cerâmica como ofício.

Programação

O projeto “Arte e Terra” tem como foco oferecer qualificação profissional para jovens que desejam desenvolver peças de cerâmica artística para decoração de interiores.

O planejamento do curso contempla desde o embasamento histórico da arte em cerâmica até a execução e acabamento das peças.

Ao final da capacitação, as obras dos alunos são reunidas em uma exposição de arte, aberta a toda a comunidade.

No segundo semestre, está prevista uma capacitação de professores da rede pública, que aprenderão os conceitos básicos da arte.

Da redação

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BASF lança edital para seleção de projetos de impacto social e ambiental

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BASF lança edital para seleção de projetos de impacto social e ambiental

  • As áreas de apoio são educação científica; empregabilidade; ou educação ambiental e proteção dos recursos naturais e da biodiversidade
  • Projetos selecionados serão implementados em 2019 em cidades do Brasil, Chile e Argentina
  • Inscrições podem ser realizadas até 17 de setembro no Brasil e até 4 de outubro no Chile e Argentina

Hoje, a BASF lança mais uma edição do edital Conectar para Transformar.

Serão selecionados projetos de impacto social e ambiental para serem implementados em 2019 nas cidades onde a empresa atua, com foco nas áreas de educação científica; empregabilidade; ou educação ambiental e proteção dos recursos naturais e da biodiversidade.

A fim de contribuir para o desenvolvimento do entorno de suas operações, o edital contempla projetos que deverão ser implementados nos municípios de Guaratinguetá e São Bernardo do Campo (SP/Brasil), Quinta Normal e Quintero (Chile) e Malvinas Argentinas (Argentina), onde a empresa possui operações. No Brasil, a BASF investirá até R$ 80 mil com recursos próprios em cada projeto selecionado.

“A seleção pública de projetos faz parte da estratégia de engajamento social da BASF, que prevê ampliar o impacto positivo ao conectar a resolução de desafios sociais à estratégia de negócio. Por meio do edital Conectar para Transformar, buscamos parcerias que possam gerar valor para as comunidades onde atuamos e contribuir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU)”, afirma o gerente de Sustentabilidade da BASF para a América do Sul, Emiliano Graziano.

As inscrições podem ser realizadas gratuitamente até 17 de setembro por meio da plataforma.

Podem participar entidades com ou sem fins lucrativos, ONGs, OSCIPs e empreendedores individuais (MEIs) de qualquer região dos três países.

Para mais detalhes e esclarecimento de eventuais dúvidas, a BASF realizará reuniões presenciais e via internet.

Em 2017, por meio do edital, 12 projetos foram realizados na Argentina, Brasil e Chile.

Para conhecê-los, acesse o site.

Reuniões presenciais:

  • Guarantinguetá: 8 de agosto, às 14h, na Av. Dr. João Batista Rangel Camargo, 50 – Centro
  • São Bernardo do Campo: 13 de agosto, às 14h, no auditório do Senac, na Av. Senador Vergueiro, 400 – Centro

Webinar: 14 de agosto, às 14h30

Para participar da reunião, basta enviar nome, instituição e e-mail para [email protected] um dia antes da reunião em que você participará.

Da redação

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Embalagens inteligentes reduzem custos para a indústria

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Embalagens inteligentes reduzem custos para a indústria

As embalagens utilizadas no tráfego de insumos dentro de uma cadeia produtiva não são, em geral, reutilizadas.

Essa prática impacta custos, já que gera um volume considerável de resíduos a ser descartado, e vai na contramão de iniciativas comprometidas com a sustentabilidade.

Foi exatamente aí, nesse hiato de racionalidade da atividade produtiva, que a Reciclapac enxergou uma oportunidade de negócio.

A empresa foi criada em 2013 com o objetivo de oferecer às indústrias uma alternativa de reúso de embalagens.

Abrigada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), e com apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), a Reciclapac testou a viabilidade técnica da ideia e desenvolveu uma metodologia de reutilização de embalagens de madeira e papelão em alta escala.

“Fizemos o teste de conceito na MWM, fabricante de motores diesel”, conta Rogério Machado, CEO da empresa.

“A empresa importava insumo de fornecedores europeus, descartava as embalagens e utilizava outras, novas, para enviar as peças para o centro de distribuição em Jundiaí e novamente descartava e comprava embalagens novas para envio aos clientes.”

A proposta de reutilização de embalagens, implementada na Fase 2 do PIPE, envolvia a abertura cuidadosa das embalagens – “o pé de cabra foi substituído pela desparafusadeira” – e o convencimento dos trabalhadores envolvidos na mudança de fluxo da reciclagem para um plano de reaproveitamento das caixas de madeira.

“Chegamos a patentear uma embalagem de madeira sem pregos, sem parafusos, montada por encaixe, como se fosse um Lego”, ele conta.

“Em um ano de utilização dessa técnica conhecida como upcycling, a MWM economizou R$ 1 milhão e reduziu os resíduos em 70%.”

Embalagens retornáveis

Além de embalagens potencialmente reutilizáveis, o setor automotivo utiliza também embalagens retornáveis no fluxo de produtos que transitam entre centenas de fornecedores e a montadora.

“Trata-se de um ativo caro”, sublinha Machado.

Uma grande montadora, por exemplo, com centenas de fornecedores, precisa gerir milhares de caixa em trânsito de mão dupla.

“E o risco de extravio e de interrupção de linha de produção é grande”, ele diz.

Também aí a Reciclapac identificou uma oportunidade de negócio.

Esse insight ocorreu durante o período de treinamento em Empreendedorismo de Alta Tecnologia, o PIPE Empreendedor, oferecido pela FAPESP com o objetivo de alinhar os projetos inovadores às demandas do mercado, aumentando as chances de sucesso da empreitada.

“Fizemos cerca de 100 entrevistas e constatamos que a principal dor das empresas do setor automotivo consultadas era a gestão de embalagens logísticas retornáveis.”

Em 2015, a Reciclapac submeteu proposta ao Edital Senai de Inovação para o desenvolvimento de projeto para o gerenciamento de embalagens retornáveis.

“Pesquisamos tecnologias emergentes para desenvolver embalagens inteligentes. Para tanto, utilizamos dispositivo eletrônico que se comunica por meio de sistema desenvolvido pela Reciclapac que envolve redes e tecnologia de internet das coisas (IoT)”, ele explica.

O teste de conceito foi realizado na General Motors do Brasil (GM).

Além de localização da embalagem, a plataforma criada pela Reciclapac oferece, por exemplo, informações sobre o tempo de trânsito entre a fábrica e o fornecedor, tempo de permanência na fábrica, entre outras.

“A embalagem se comunica com a montadora”, resume Machado.

Outras empresas aderiram ao teste de conceito: a montadora Nissan, a Case New Holland (CNH), fabricante de veículos pesados, e a Cebrace, produtora de vidros planos, joint venture do grupo francês Saint-Gobain e do japonês NSG.

“A Cebrace, por exemplo, entrega vidros planos transportados em cavaletes para mais de 500 clientes. Com o sistema da Reciclapac é possível visualizar onde esses cavaletes estão”, afirma.

Embalagem inteligente

Em março deste ano, a Reciclapac teve aprovado mais um projeto PIPE Fase 2, de desenvolvimento de embalagens inteligentes.

“O nosso objetivo é utilizar conceitos da indústria 4.0 para fazer com que os racks se comuniquem com os integrantes da cadeia produtiva, dando visibilidade em tempo real da localização e fluxo de embalagens e produtos”, explica.

O projeto encerra no início de 2020.

“Nos primeiros PIPEs, o foco era a logística. Agora, o foco será a manufatura, a embalagem conversando com o robô.”

Em cinco anos, desde a sua criação, a empresa cresceu.

“Dobramos o número de funcionários: éramos quatro; agora somos oito”, diz Machado. E, neste ano, a Reciclapac começou a gerar receita.

“Em 2017, o faturamento foi de R$ 20 mil. Nos seis primeiros meses de 2018, já faturamos R$ 500 mil. Se tudo der certo, fecharemos o ano ultrapassando a casa do R$ 1 milhão”, prevê Machado.

Neste estágio de crescimento, o grande desafio é ganhar escala.

“Há demanda para conectar 20 mil racks no curto prazo, e precisamos gerir o fluxo de caixa para comprar dispositivos eletrônicos”, diz. Machado não crê que, nesse momento, a solução seja buscar um investidor.

“É complicado fazer a avaliação de uma empresa com faturamento não consolidado. Antes de qualquer coisa, temos que focar no faturamento.”

Fonte: Fapesp

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Setor Sucroenergético busca mais produtividade com agricultura digital

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Setor Sucroenergético busca mais produtividade com agricultura digital

Decisivo para aumentar a produtividade e a eficiência, o conceito de agricultura digital ganha espaço no campo e é tendência do setor.

Novas tecnologias que permitem, além da instrumentação e monitoramento de situações nas lavouras, a coleta de dados e a transmissão automática para melhor acompanhamento dos resultados em todas as etapas.

Em dez anos, segundo dados da Unica (União da Indústria de Cana-de-açúcar), a produtividade dos canaviais cresceu 5% no Brasil, índice que poderia ser ainda mais elevado com a utilização das tecnologias.

E diante de um setor que está em retomada, a busca por alternativas e soluções movimentará R$ 4 bilhões em 2018, com a realização da 26ª FENASUCRO & AGROCANA, a maior feira mundial sucroenergética, que receberá de 21 a 24 de agosto, sem Sertãozinho (SP), 40 mil visitantes brasileiros e internacionais.

Serão mais de mil marcas em exposição, numa área de mais de 70 mil metros quadrados.

Monitoramento por aplicativos, drones, câmeras e colhedoras tecnológicas estão entre os recursos modernos que o setor dispõe hoje no campo.

Na cadeia produtiva sucroenergética, a inteligência artificial e equipamentos modernos já ajudam a alcançar melhor controle nos canaviais e mais produtividade por hectare.

Dentro das unidades produtoras, há sistemas completos de inteligência para acompanhar e levantar dados sobre a produção de açúcar e etanol, além de controle de estoques, de equipamentos e também de profissionais.

agricultura digital

“O futuro do setor sucroenergético passa pelo conceito da agricultura digital e as inovações tecnológicas que estarão em exposição na feira são essenciais para otimizar processos e obter maiores resultados em toda a cadeia produtiva”, diz o gerente de produto Paulo Montabone.

Ainda segundo Montabone, a inovação também fará parte dos temas discutidos e apresentados nas mais de 350 horas de eventos de conteúdo que neste ano a feira traz aos seus visitantes.

Seminários, palestras na Arena do Conhecimento e troca de informações e experiências para o campo e também a indústria.

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