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Uso de drones para agricultura será liberado na Índia 

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Uso de drones para agricultura será liberado na Índia 

O uso comercial autorizado de drones em setores como agricultura, saúde e socorro em catástrofes entrará em vigor a partir de 1º de dezembro na Índia.

De acordo com o regulamento, todas as operações de aeronaves não tripuladas civis serão restritas somente durante o dia e o voo será permitido apenas dentro da linha de visão, que normalmente seria de 450 metros.

Segundo o ministro de Estado da Aviação Civil Jayant Sinha, esse novo método será muito eficiente para solucionar alguns problemas de logística que existem atualmente na sociedade da Índia, que sofre com superpopulação.

Para ele, o país possui uma grande gama de atuações em que os aviões não tripulados podem ser úteis.

“É provável que passemos de riquixás (espécie de carroça de duas rodas usadas para o transporte na índia) a riquixás do ar. Há uma ampla gama de aplicações de drones, de socorro a desastres, vigilância, monitoramento de segurança, agricultura de precisão, logística de precisão”, explicou.

No entanto, não será qualquer pessoa que poderá ter um drone e conseguirá pilotá-lo livremente com finalidade comercial.

Segundo informado pelo comunicado do governo, todo o drone, piloto e finalidade deverão ser registrados e precisarão pedir permissão para atuar, que será recusada ou permitida através de um aplicativo.

“Os usuários precisarão fazer um registro único de seus drones, pilotos e proprietários. Para cada voo (isento para a categoria nano), os usuários precisarão pedir permissão para voar em um aplicativo móvel e um processo automatizado permite ou nega a solicitação instantaneamente”, alertou o comunicado.

Fonte: Agrolink

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Voith assina contrato com Copamex para fornecimento de sistema de preparação de massa

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Voith assina contrato com Copamex para fornecimento de sistema de preparação de massa

A Voith Paper da América do Norte acaba de fechar um contrato com a Copamex de Monterrey, no México, para a instalação de um sistema de preparação de massa BlueLine em sua fábrica localizada na cidade de Anáhuac.

A unidade está sendo convertida para impulsionar a expansão da Copamex nos mercados de papelão e papel embalagem do México.

Até recentemente, a Copamex vinha focando a sua atuação nos mercados de papel de impressão e escrita. Agora, com o novo sistema de preparação de massa BlueLine da Voith, a empresa está dando um passo fundamental em seus planos de expansão rumo a outros segmentos.

O sistema utilizará uma variedade de matérias-primas, incluindo aparas de papelão ondulado (OCC) e resíduos misturados.

“A parceria com a Voith nos permite trabalhar com a empresa com o maior conhecimento do setor papeleiro em termos de processamento de matérias-primas altamente contaminadas, e isso garantirá o sucesso da nossa expansão para os mercados de papelão e papel embalagem do México”, afirmou Alonso González, CEO da Copamex.

“A equipe da Voith entende muito bem o que os nossos projetos precisam e personaliza os nossos sistemas de preparação de massa para se adequarem com perfeição a eles.”

Como fornecedora completa, a Voith e a MERI Environmental Solutions (empresa do Grupo Voith) fornecerão à Copamex todos os componentes do sistema de preparação de massa, incluindo o manejo confiável de matérias-primas com guilhotinas de corte automático de fardos, compactadores de rejeitos, manejo de lodo, clarificação de água e tratamento de efluentes.

O projeto também é ecológico, já que inclui não apenas soluções para a redução do consumo de energia e água, mas também melhorias na gestão de resíduos.

Com a entrada em operação do novo sistema de preparação de massa, prevista para o início de 2019, a fábrica terá uma capacidade para fabricar anualmente 260.000 toneladas de testliner e miolo corrugado para a produção de caixas de papelão.

“A Copamex é conhecida por sua qualidade, inovação e versatilidade. A contínua celebração de novos contratos de fornecimento retrata não apenas o nosso excelente relacionamento, mas também a nossa experiência com este tipo de matéria-prima”, afirma Michael Hmielewski, vice-presidente de Vendas da área de preparação de massa da BL Projects da Voith Paper da América do Norte.

“Em nossas parcerias em outros projetos, trabalhamos lado a lado com a Copamex em todas as etapas do processo. Agora, já estamos ansiosos para contribuir novamente com nossa expertise nesta nova linha na cidade de Anáhuac.”

Da redação

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Medição Multinível da Valmet permite monitoramento em tempo real dos níveis de tanques de licor em plantas de evaporação

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Medição Multinível da Valmet permite monitoramento em tempo real dos níveis de tanques de licor em plantas de evaporação

A Valmet apresentou uma nova solução de medição multinível para medir os níveis de tanques de licor nas plantas de evaporação.

Uma solução online confiável e robusta, a Medição Multinível da Valmet, permite o monitoramento em tempo real e, consequentemente, a remoção de sabão programada em tanques de licor intermediário ou fraco.

“Com a Medição Multinível da Valmet, é possível medir online a espessura da camada de sabão e iniciar e finalizar a remoção de sabão na hora certa, evitando assim transbordamento no processo de separação de licor preto-sabão”.

“Isso significa menos transtornos para o processo”, diz Timo Laurila, Gerente de Negócios, Analisadores de Recuperação e Controles Avançados de Processo, Automação da Valmet.

A medição independente de densidade é baseada na tecnologia de impedância elétrica (EIT), que permite a detecção confiável de componentes ou fases com diferentes condutividades.

Isso permite a detecção de interfaces em um sistema multifásico, possibilitando, por exemplo, a identificação de interfaces licor-sabão, licor-espuma e sabão-ar.

A medição multinível está totalmente integrada ao portfólio de soluções de Internet Industrial da Valmet.

As informações de medição podem ser combinadas com controles avançados de processos avançados da Valmet ou com sistemas de automação de fábrica de terceiros.

Da redação

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Valmet recebe o 250º pedido para fornecimento de seu analisador Valmet MAP 

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Valmet recebe o 250º pedido para fornecimento de seu analisador Valmet MAP 

A Valmet alcançou a marca de 250 pedidos para o fornecimento do Analisador Valmet MAP (Freeness/°SR/Fiber&Shives), aplicado na medição de importantes variáveis no processo de fabricação de papel e celulose.

O equipamento, juntamente ao analisador Valmet Kappa QC, será instalado no terceiro trimestre de 2018, numa empresa localizada na China, produtora de lenços de papel que incluem fibras de bambu entre as matérias-primas usadas no processo.

“Primeiro, confiamos na Valmet e nas suas soluções avançadas para analisadores”.

“Com medições precisas, seremos capazes de obter atualizações online mais rápidas e precisas das principais propriedades das fibras utilizadas na fabricação de papel, melhorando assim a operabilidade e a produtividade”.

“Em segundo lugar, estabilizar o controle da linha de fibras irá ajudar a reduzir a variação, utilização de químicos e custos de produção”.

“Da mesma forma, a fácil manutenção dos analisadores Valmet irá melhorar a eficiência do nosso trabalho e também a eficácia do operador”, afirma Chuanping Zhou, Gerente Geral em Sichuan Qianwei Fengsheng Paper.

As instalações existentes da Valmet na Sichuan Qianwei Fengsheng Paper incluem um medidor de alvura (Valmet Cormec5 X) e um medidor de residual (Valmet Polarox5).

O Analisador Valmet MAP fornece aos fabricantes de papel, papelão e Tissue medições online rápidas e precisas de Freeness ou °SR, propriedades morfológicas e conteúdo de shives no suprimento de fibras à fabricação de papel.

Ele representa o que há de mais moderno em análise de fibras online, desenvolvido de acordo com os contínuos avanços da Valmet ao longo dos últimos trinta anos.

O analisador online Valmet Kappa QC, é um analisador de nova geração, que não só mede o teor de lignina da celulose (Kappa), alvura e propriedades de fibra, mas também inclui uma capacidade única de controle de estabilização de processos com as décadas de know-how da companhia.

“É uma satisfação cooperar com um cliente que realmente busca melhorar o desempenho total da linha de celulose e tissue da fábrica”.

“Significa tratar corretamente os problemas básicos”.

“Quando o objetivo final é claro tanto para o cliente como para o fornecedor, é fácil encontrar as soluções certas e implementá-las”, comenta Janne Määttä, Gerente de Aplicações de Celulose e Papel da Valmet.

O desenvolvimento e a melhoria de performance, segundo ela, são projetos de longo prazo, no qual os analisadores e controles confiáveis fornecem uma base sólida.

“É fácil para a empresa e também para companhia dar os próximos passos para soluções mais sofisticadas no futuro quando a base é confiável e em boas condições”, completa.

Da redação

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Sociedade precisa conhecer tecnologia agrícola 

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Sociedade precisa conhecer tecnologia agrícola 

O Líder de Boas Práticas da Intacta 2 Xtend, Ramiro Ovejero, afirmou durante o XXXI Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas, que a sociedade brasileira precisa conhecer a fundo a tecnologia agrícola.

Ele admite que exista uma falta de diálogo entre as partes, mas garante que todo o tipo de tecnologia lançada passa por uma série de avaliações e é segura.

“A gente precisa melhorar nosso relacionamento com essas áreas da sociedade para que a gente possa ensinar e mostrar como tudo funciona. Acredito que hoje existem muitas informações científicas, com uma base estruturada, de qual é o valor do defensivo e como ele beneficia o produtor e, ao mesmo tempo, existem informações suficientes para mostrar que aquilo não tem impacto no agricultor e nem no consumidor, desde que o primeiro siga todas as regras de proteção”, explica.

Ele lembra também da seriedade e do rigor das agências que regulam e acompanham as tecnologias agrícolas antes de serem lançadas.

De acordo com Ovejero, existem muitos estudos técnicos que precisam comprovar que aquele defensivo químico não faz mal nem para a pessoa e nem para o ambiente antes de ser lançado.

“Existem uma série de estudos para formar toda essa informação, eles são submetidos a Órgãos competentes do governo para que esses produtos sejam avaliados para que se a gente tenha algum impacto no ambiente ou na saúde. Temos um sistema muito bem estruturado, temos muita informação e por isso os produtos são aprovados”, comenta.

Da redação

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VANTs reduzem 30% do custo no controle de pragas 

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VANTs reduzem 30% do custo no controle de pragas 

Os veículos autônomos não tripulados (VANTs) são capazes de reduzir em até 30% o custo no controle de pragas nas lavouras. As informações foram publicadas em um artigo produzido pelo Executivo de Inovação do Venturus, Marcelo Abreu e pelo Analista de Desenvolvimento do Venturus, Felipe Silva Neves.

“Com o auxílio de visão computacional embarcadas em VANTs é possível fazer o mapeamento da área de lavoura e identificar organismos nocivos em um curto espaço de tempo. Dessa forma, é permitido realizar a tomada de decisão sobre o método de contenção antes da sua contaminação da lavoura. O método tem sido utilizado com sucesso para controle de lagartas desfolhadoras”, explicam.

De acordo com os especialistas a utilização de VANTs possibilita um favorecimento no combate biológico de pragas, uma vez que o mapeamento de cada organismo na lavoura ocorre em menor tempo.

Além disso, consegue mapear áreas e capturar imagens para uma melhor compreensão da lavoura.

“Contém uma câmera térmica, responsável pela captura de imagem da lavoura, que depois é enviada para a unidade de processamento principal do VANT. Essa unidade tem a missão de coordenar os comandos de voo ao VANT enquanto recebe as imagens capturadas pela câmera e efetua uma análise primária das imagens.  O veículo é utilizado como agente de navegação autônoma, assim como para o processamento das imagens obtidas”, diz o texto.

No entanto, os especialistas dizem que ainda existem alguns entraves que estão atrapalhando a popularização da tecnologia.

“A regulamentação do espaço aéreo que, mesmo sofrendo avanços, ainda caminha a passos lentos. E já que o progresso é devagar, é importante ter homologação da ANATEL, visto que possuem um grande número de canais de comunicação sem fio”, concluem.

Fonte: Agrolin

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Serviço de usinagem em campo da Valmet contribuiu com ganhos anuais superiores a 500 mil euros

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Serviço de usinagem em campo da Valmet contribuiu com ganhos anuais superiores a 500 mil euros

A Valmet concluiu a execução do primeiro serviço de usinagem de campo no país, elevando a qualidade do sistema de picagem de um importante cliente local.

Desenvolvido pela Valmet, o sistema de usinagem de campo Power Milling foi realizado em uma planta localizada no estado de São Paulo, que tinha o desafio de substituir um equipamento, mantendo o processo produtivo sem anormalidades.

A receptividade do projeto foi tamanha que, desde a conclusão desse projeto – em outubro de 2017 –, a Valmet já negociou mais dois serviços de usinagem de campo para clientes sediados na Bahia e no Paraná.

Serviço de usinagem em campo da Valmet

“Alguns equipamentos não podem ser facilmente substituídos devido à sua posição particular na máquina. É um problema que pode causar desalinhamento entre a superfície do disco do picador e a superfície da contra-faca. E o pior: pode comprometer a qualidade da produção de cavacos”, explica Murilo Vali, engenheiro de serviços da Valmet.

Além de elevar a qualidade, a execução do serviço de usinagem de campo Power Milling trouxe ganhos produtivos importantes à unidade do cliente.

Com uma ótima taxa de payback, o Power Milling trouxe ganhos anuais superiores a 500 mil euros.

Entre os benefícios da solução estão ainda o menor uso de madeira e produtos químicos, menor geração de dejetos e a redução na variação de kappa.

Serviço de usinagem em campo da Valmet

O engenheiro explica ainda que toda a superfície do sistema foi recuperada através da usinagem de campo, que apresentava desgaste significativo devido à corrosão e perda de material por conta dos seus mais de 15 anos de operação.

“O grau de desgaste foi a causa raiz para o desalinhamento da contra-faca e, como consequência, para a vibração, afetando a qualidade do cavaco. Com isso, as perdas de madeira e a operabilidade do processo sofriam risco”, detalha Murilo.

O serviço de usinagem de campo Power Milling iniciou com a inspeção e mapeamento dos locais de desgaste no alojamento da contra-faca.

As áreas desgastadas foram recuperadas com solda e, posteriormente, toda a superfície foi usinada com as dimensões originais e, finalmente, inspecionada.

O trabalho realizado pela Valmet supera os benefícios mecânicos e se estende ao processo de picagem.

“Com o alojamento da contra-faca recuperado, o PowerMilling trará um melhor alinhamento do disco com a contra-faca. Isso evitará problemas com relação ao parafuso de fixação da contra-faca e também trará mais estabilidade ao processo de picagem do cliente”, conclui Murilo.

Da redação

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Tecnologia de ponta contribui na Gestão Rural

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Tecnologia de ponta contribui na Gestão Rural

Hoje, nos principais pólos do país há uma evolução desigual conforme as características de cada um.

No Centro Oeste, já estão inseridas máquinas modernas e em alguns casos de excelente uso.

No estado do Mato Grosso existem grandes grupos com tecnologia extremamente de ponta.

No Sul do país, tem polos, por exemplo, como o interior do Rio Grande do Sul e do Paraná, onde há  uma disseminação um pouco maior da tecnologia entre os médios produtores.

Já na região de São Paulo, a indústria de cana tem uma penetração grande também de máquinas.

De acordo com o presidente da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão e diretor da empresa Falker, Marcio Albuquerque, mesmo dentro de uma mesma região ocorrem desigualdades na utilização destas ferramentas.

“Às vezes visitamos uma propriedade com alta tecnologia e o vizinho de cerca ainda não utiliza as novas ferramentas”, coloca.

Albuquerque afirma que o produtor deve entender, porém, que a tecnologia não faz milagre, é ferramenta para a gestão.

Salienta, por exemplo, que todas as ferramentas para a agricultura de precisão auxiliam o produtor a conhecer as variações  existentes dentro da sua área, para que as melhores decisões possam ser tomadas com a melhor utilização dos recursos disponíveis.

“É fundamental entender o potencial da tecnologia que está sendo empregada e adotá-la como ferramenta de gestão. Por exemplo, já existem inúmeras colheitadeiras no mercado com a possibilidade de gerar mapas de colheitas. Entre as principais marcas vendidas nos últimos anos, muitas têm essa ferramenta embarcada, mas ainda há a necessidade de treinamento dos seus operadores”, observa.

A Falker, uma empresa já consolidada no mercado brasileiro e com exportações principalmente para a América do Sul, desenvolve e fornece tecnologia com a preocupação em ajudar o produtor a tomar suas decisões.

Albuquerque explica que a empresa trabalha com toda a parte de software para análise de dados, mas é importante o produtor estar próximo.

“Hoje existe tecnologia que não necessariamente precisa ter alguém externo para fazer a agricultura de precisão. A Falker tem toda uma gama de soluções para mapear o solo, a fazenda e ajudar o produtor com treinamentos e capacitação para  começar esse processo”, ressalta.

Segundo Albuquerque, uma das questões bastante trabalhadas se referem aos medidores de compactação do solo, porque muitas vezes o problema está enterrado e ao medir a área e obter um diagnóstico, o produtor poderá realizar ações para minimizar o problema.

Destaca que há uma revolução gradativa acontecendo no campo com todo esse processo de novas tecnologias.

“É a mesma  revolução que aconteceu em décadas passadas em outros setores. Por exemplo, hoje numa empresa se fala em uma gestão baseada em dados, sistemas de qualidade com indicadores de como está  o andamento de uma determinada  atividade dentro da indústria. Portanto, essas ferramentas permitem que também os produtores rurais busquem o mesmo nível de profissionalização, sabendo onde está perdendo produtividade para que possa se ajustar para as safras seguintes”, salienta.

Albuquerque lembra que o produtor começa a ouvir falar em agricultura digital, agricultura 4.0.

Coloca que estes são nomes adotados para um processo de ‘digitalização da agricultura’, quando os dados, disponíveis em formato digital em equipamentos e softwares, passam a ter cada vez mais importância.

“A base da agricultura, obviamente, continuará sendo no campo, mas o uso de dados em conjunto da agricultura de precisão,  meteorologia, irrigação e preços, ajuda o produtor a tomar as melhores decisões”, completa.

Da redação com informações Agrolink

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Setor de Celulose estaria interessado nos Cobots?

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Setor de Celulose estaria interessado nos Cobots?

Estamos no momento da quarta revolução industrial, que está sendo impulsionada por vários temas que proporcionam uma transformação dos negócios.

No meio deles, um que tem chamado a atenção são os Robôs Colaborativos, chamados de Cobots, desenvolvidos para trabalhar ao lado do ser humano.

Esse é um mercado que cresce exponencialmente no mundo todo e que tem ganhado cada vez mais espaço na indústria nacional.

Somente em 2018, a expectativa é que se tenham centenas de Cobots instalados na indústria brasileira.

Já em 2019, estima-se um crescimento que superará o dobro do ano anterior.

Os Cobots, por serem automatizados e incansáveis, proporcionam maior produtividade, melhor competitividade e evitam falhas nos processos causadas por fadiga, por exemplo.

Atividades e tarefas com problemas de ergonomia também podem ser executadas pelos mesmos.

Os Cobots são totalmente seguros, atendendo às normas e procedimentos de segurança.

Além disso, esses robôs podem “trabalhar” 24 horas, 7 dias por semana, e possuem tamanho compacto.

O fato de serem leves, a baixa complexidade e a fácil instalação são facilitadores para a adoção dos Cobots e que os diferencia de robôs convencionais.

Os robôs colaborativos são máquinas que podem executar trabalhos ao lado do ser humano na linha de produção, realizando tarefas sensíveis com precisão milimétrica.

Eles também atuam em condições insalubres, realizando tarefas que trariam um elevado desconforto aos seres humanos ou mesmo grandes riscos à vida do trabalhador.

Indústrias que trabalham com pelo menos dois turnos e que possuem atividades repetitivas em sua produção, certamente são potenciais usuárias dos Cobots.

No momento, a utilização tem sido maior em Indústrias Automotivas, Farmacêuticas, Alimentos, e Bebidas e Bens de Consumo. Porém, já estamos observando o interesse e algumas implantações em Indústrias de Processo como Siderurgia, Mineração, Cimento, e Papel e Celulose.

Em termos de aplicações, estima-se que no Brasil, 50% são em Paletização e os outros 50% se dividem em Inspeção e Qualidade, Análise e Testes de Laboratório, Solda, Encaixotamento, Montagem, Pick and Place, CNC, Injetora, Prensagem e Estamparia, entre outros.

A solução Robótica Colaborativa pode variar dependendo da aplicação.

Em alguns casos é utilizado garras nos robôs, já em outros casos ventosas, e dependendo da aplicação, faz-se necessário o uso de sistemas de visão. Outros equipamentos como scanners de segurança também costumam compor a solução.

Diante da Indústria 4.0 e da Convergência da Tecnologia de Automação (TA) e Robotização com a Tecnologia da Informação (TI), uma possibilidade que agrega valor às indústrias é o Monitoramento Remoto em Tempo Real dos Robôs Colaborativos, sendo possível mostrar dados e resultados, mensurar a produtividade e gerar relatórios.

Com relação ao mercado de trabalho, podemos dizer com segurança que haverá uma mudança gradual na estrutura de trabalho com os robôs colaborativos.

Sendo assim, não haverá diminuição, mas sim uma alteração nas oportunidades de emprego e especializações.

Mas para gerar ainda mais valor e facilitar a aprovação de investimentos na tecnologia, parte das empresas ao redor do globo tem procurado o modelo de OPEX, sendo esse através de Leasing ou Aluguel, permitindo assim que o ROI (return of investment) seja quase que imediato.

Os custos de adoção dos Cobots pela indústria são muito mais baixos se comparado a adoção de outros robôs e trazem benefícios imediatos ao chão de fábrica.

Já outras empresas preferem ainda o modelo de CAPEX, o qual possui um ROI menor do que dois anos na grande maioria das aplicações.

Também existem empresas que adotam a estratégia de contratar uma consultoria para elaboração do Roadmap da Indústria 4.0, traçando um diagnóstico que desvenda qual o nível de evolução em que a indústria se encontra, desenvolvendo a rota para alcançar os conceitos, e indicando os próximos passos e as tecnologias a serem adotadas.

Neste modelo, avaliam-se vários temas da Indústria 4.0 como Robótica Colaborativa (Cobots), Realidade Aumentada, Soluções e Plataformas IoT, Eficiência Energética, Virtualização Fabril, Machine Learning, Analytics e Big Data, além de Integração do ERP com o Chão-de-Fábrica.

O excelente ROI, a urgência de ganho de produtividade e competitividade, além da necessidade de uma redução de headcount, são fatores de decisão para que os Cobots sejam um dos primeiros temas a constar no Plano Diretor do Roadmap da Indústria 4.0 e a serem implantados nas indústrias.

Para quem pretende comprar um Cobot, o aconselhável é que verifique quantos turnos a indústria possui, qual o peso do material envolvido, o ritmo de produção e qual a aplicação ideal para colocar o primeiro Cobot observando onde existem tarefas repetitivas ou com problema de ergonomia.

Na sequência, o recomendado é achar um parceiro que possa fornecer as melhores condições de instação, reparo e manutenção, e que possibilite o melhor modelo de adoção, seja OPEX (Leasing ou Aluguel) ou CAPEX, para o negócio.

Fonte Segs

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Progroup escolhe Voith para fornecer nova máquina de papel embalagem PM 3 para a Propapier  

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Progroup escolhe Voith para fornecer nova máquina de papel embalagem PM 3 para a Propapier  

A fabricante de papel alemã Progroup AG optou pelo conceito de máquina XcelLine da Voith para equipar a nova fábrica que se tornará o carro-chefe da empresa, a Propapier PM 3 GmbH.

Com inauguração prevista para 2020, a fábrica estará localizada na cidade alemã de Sandersdorf-Brehna, localizada ao noroeste de Leipzig.

Em julho, a Progroup contratou a Voith para fornecer sua PM 3, uma máquina que terá uma largura de tela de 10.000 milímetros e uma capacidade de produção anual de 750.000 toneladas de testliner e miolo corrugado.

A Voith fornecerá o sistema de alimentação, a solução de preparação de massa BlueLine, o sistema de rejeitos, a máquina de papel com capota e seu sistema de ventilação, a ventilação do prédio como um todo, além do sistema de transporte de bobinas e a rebobinadeira. A nova máquina operará à velocidade de 1.600 metros por minuto.

máquina de papel embalagem

A Voith Paper foi escolhida pelo excelente desempenho do seu conceito de máquina XcelLine, além da sua comprovada solução de preparação de massa BlueLine, suas vestimentas e revestimentos de rolos, a rebobinadeira VariFlex XL e os serviços mecânicos de manutenção de rolos.

A construção da fábrica Propapier PM 3 está programada para o início de 2019, e sua conclusão está prevista para o segundo semestre de 2020.

Somada às suas outras fábricas localizadas nas cidades vizinhas de Burg e Eisenhüttenstadt, a fabricante de papel embalagem Progroup passará a ter uma capacidade de produção anual total de aproximadamente 1,85 milhão de toneladas.

Da redação

vaga
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