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Como a bioeconomia e a indústria 4.0 irão revolucionar os negócios globais no futuro?

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Como a bioeconomia e a indústria 4.0 irão revolucionar os negócios globais no futuro?

Palestras magnas de abertura do ABTCP 2018, dia 23 de outubro, às 10h30, no Transamerica ExpoCenter,  abordarão as vantagens competitivas da bioeconomia e as últimas contribuições do setor de papel e celulose para o desenvolvimento de uma nova onda de tecnologias disruptivas

A Sessão de Abertura do ABTCP 2018 – 51º Congresso e Exposição Internacional de  Celulose e Papel – , que será realizada no dia 23 de outubro próximo, às 10h30, no Transamerica ExpoCenter, em São Paulo, inovará este ano em seu cerimonial com duas palestras magnas sobre os temas bioeconomia e indústria 4.0 que serão ministradas, respectivamente, por Paul Stuart, engenheiro químico do Departamento de Engenharia Química da Politécnica de Montreal, e presidente do Conselho de Ciências Naturais e Pesquisa de Engenharia (NSERC), e Daniel Moczydlower, vice-presidente de R&D da Embraer.

A escolha dos temas está baseada no cenário atual de desenvolvimento tecnológico e de mercado da indústria de base florestal.

A bioeconomia representa hoje um setor, que movimenta cerca de 2 trilhões de Euros e gera cerca de 22 milhões de empregos no mercado mundial, segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD).

Neste contexto torna-se necessário compreender hoje os meios de criar vantagem competitiva e entender a importância da indústria 4.0 para se obter sucesso nessa empreitada pela inovação, calcando espaço nesse novo mercado global.

Os investimentos do setor de papel e celulose em Pesquisa e Desenvolvimento tem sido cada vez mais crescentes com aquisições de startups, parcerias com institutos e universidades e a criação de centros de inovação altamente especializados.

O salto do aumento na produtividade florestal é um dos exemplos concretos do trabalho realizado pelos pesquisadores, por exemplo.

Agora a indústria vai além: do macro para o micro, da celulose para a nanocelulose, os principais players estão maximizando o leque de produtos que podem ser gerados a partir das florestas e da madeira, o recurso renovável capaz de substituir uma longa cadeia de polímeros, além da geração de inúmeros outros bioprodutos que vão desde adesivos, resinas até mesmo combustíveis para aviação e a possibilidade de produção de materiais mais resistentes e mais leves que a própria fibra de Carbono.

Após a solenidade de abertura do ABTCP 2018, para a qual você é nosso convidado especial, será servido um brunch aos participantes dentro da exposição, na Arena ABTCP, onde, na sequência, terá início a programação de eventos gratuitos, como o Fórum SEBRAE e o Fórum Revista O Papel – Mercado & Gestão. Realizado este ano simultaneamente ao 10.º CIADICYP, promovido pela RedIberoamericana de Docencia e Investigación em Celulosa, Papel y ProductosLignocelulósicos (Riadicyp), o 51º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel da ABTCP tem seu programa dividido em sessões técnicas e temáticas, além da sessão de pôsteres e contará também com temas que passam pela big data, biorrefinarias, enzimas, nanotecnologia, tissue 4.0, bioeconomia, biomassa e biocombustíveis, apresentados por keynotes de vários países.

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