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Fontes limpas retomam competitividade em setembro, no mercado livre de energia

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Fontes limpas retomam competitividade em setembro, no mercado livre de energia

A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, acaba de divulgar o Índice Nacional de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia do mês de setembro.

O índice apresentou uma retomada na competitividade das fontes limpas no mercado livre de energia brasileiro, com a média de “0,535”, um aumento de 5% em relação a agosto, que registrou nota “0,507”.

De acordo com o levantamento, Tocantins continua na liderança do ranking com a média “0,624”.

Na segunda posição, permanece o Pará, com “0,614”, seguido por Espírito Santo, com “0,602”.

Na quarta posição, ficou o estado de Goiás, com “0,600”.

Médias acima de “0,6” indicam uma boa viabilidade para o consumidor migrar do mercado cativo para o Ambiente de Contratação Livre.

O estado do Rio de Janeiro ficou em quinto lugar, com a média “0,599” e chegou bem perto desta classificação.

Na lanterna do ranking, permanece o Amapá, com nota “0,373”, o único a apresentar baixa atratividade.

“O resultado de setembro foi o melhor desde abril de 2018, sobretudo, impulsionado pelo aumento das tarifas de energia no mercado cativo”, explica Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia e coordenador do estudo.

O índice, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade.

No Índice Nacional de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia, pode-se considerar que valores abaixo de 0,4 são tidos como inviáveis financeiramente para migração para o ACL.

Entre 0,4 e 0,6 como viabilidade moderada, entre 0,6 e 0,8, de boa viabilidade e acima de 0,8, com alta viabilidade.

O índice foi calculado com base no preço médio comercializado no mercado livre entre as fontes incentivadas (energia proveniente de Pequenas Centrais Hidrelétricas e usinas eólicas, solares e de biomassa) comparadas com as tarifas de distribuidoras que representam 98% do mercado cativo brasileiro.

VEJA O RANKING COMPLETO DO MÊS DE SETEMBRO

Da redação

Demuth Rodapé
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