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4 indústrias que já começaram a investir em nanocelulose

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4 indústrias que já começaram a investir em nanocelulose

Elas são partículas minúsculas (muito menores do que um fio de cabelo). Mas, os seus poderes são enormes (maiores do que os do superman). E não é a toa que as industrias já começaram a investir em nanocelulose.

A partir da celulose é que se extrai a nanocelulose: dividida entre a celulose nanocristalina e a nanofibrilada.

O fato é que ela tem alto performance e versatilidade, o que chamou a atenção de várias indústrias no mundo todo.

1 – Indústria de Celulose e Papel

A ideia é buscar diversificação no seu portfólio de produtos.

Praticamente todas as grandes empresas do setor já começaram a investir em nanocelulose.

A Fibria, recentemente, criou o Fibria Insights, que une a indústria à área acadêmica com foco nesse produto.

2 – Indústria de Óleo e Gás

É outra indústria que busca analisar os efeitos inovadores da nanocelulose.

O material pode melhorar os aspectos da reologia (deformação e escoamento) dos fluidos de perfuração, reduzindo atritos dos poços de petróleo.

Aqui, na hora de investir em nanocelulose, podemos citar especificamente a celulose nanocristalina, que pode ser usada em emulsões da interface óleo-água.

3 – Indústria de Medicamentos

As nanopartículas podem ser usadas no controle dos fármacos.

Ou seja, por ter transparência e ser eletricamente condutora, elas podem ser utilizadas como superfície para dispositivos eletrônicos flexíveis.

A ciência já está usando nomes como “curativos inteligentes” ou “peles artificiais”, que são importantes no processo de cicatrização.

4 – Indústria Aeronáutica e Automotiva

Com as propriedades melhores do que os supermateriais grafeno e kevlar, a nanocelulose também entrou nessa indústria.

É considerada 10 vezes mais forte do que o aço inoxidável e mais leve também.

A indústria dos carros e aviões já estão arregaçando as mangas para investir em nanocelulose.

E você conhece outra indústria que vai investir nesse material em breve?

Com informações do Jornal da USP

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