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Comitiva Florestal Brasileira viajou para Ligna 2019, Feira Florestal da Alemanha

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Comitiva Florestal Brasileira viajou para Ligna 2019, Feira Florestal da Alemanha

Encerrou na semana passada, em Hanover (Alemanha) a Ligna 2019, uma das principais feiras do mundo para o setor madeireiro.

De acordo com os organizadores, a feira reuniu em cinco dias mais de 1,5 mil expositores e aproximadamente 90 mil visitantes, cerca de 40 mil de fora da Alemanha.

A Malinovski organizou uma comitiva de profissionais brasileiros para participar da feira e de outras atividades no país.

O engenheiro florestal e diretor executivo da Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR), Mauro Murara Jr. foi um dos participantes e contou ter ficado impressionado com o que viu.

“Foi minha segunda vez na Ligna. Desta vez a automação e a robotização chamaram muito a atenção. A indústria 4.0 está muito forte, também na produção e industrialização da madeira”, afirma ele.

Uma tendência observada por ele foi a questão das energias renováveis e a oportunidade que o setor florestal tem.

“Vimos muitas empresas com linhas para fabricação de pellets e briquetes de alta densidade, para geração de energia e alimentação de plantas industriais”.

Ele destaca também equipamentos e ferramentas para serraria, com alto nível de automação.

“Regulagem automática, materiais inovadores, serras mais resistentes que demoram mais para perder o fio. É realmente uma revolução tecnológica. Os centros de usinagem, muito utilizados pela indústria moveleira no Brasil, estavam presentes e com novidades.”

Uma curiosidade, apontada pelo diretor da ACR na Ligna, foi a presença muito forte dos chineses.

“Havia muitos visitantes e empresas chinesas, interessados não só em oferecer produtos e serviços, mas também em conhecer o que os outros países estão fazendo e assim buscar mais competitividade de mercado.”

A comitiva brasileira também participou de um dia de campo organizado pela PONSSE, com demonstração de colheita florestal mecanizada. Dois equipamentos, um harvester Ergo e um forwarder Buffalo, foram apresentados.

“A demonstração aconteceu em uma área íngreme. São três principais espécies nativas, que entram em ponto de corte entre 40 e 50 anos. A condução destas florestas é por regeneração natural”, explica ele.

Fonte: Lignum

Demuth Rodapé
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