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Instituto de Embalagens debate sustentabilidade no processo produtivo durante a PPW (Packaging & Process Week)

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Instituto de Embalagens debate sustentabilidade no processo produtivo durante a PPW (Packaging & Process Week)

A indústria da embalagem vive um momento de desafio, já que precisa se reinventar para atender às tendências de um mercado global que caminha para um futuro cada dia mais sustentável e próximo ao consumidor.

No entanto, ainda é preciso enfrentar as dificuldades que surgem com a falta de informação. “Um dos maiores problemas no mercado de embalagem, e que se sobressai à questão da matéria-prima, projetos ou máquinas, é a ausência de conhecimento sobre o ciclo completo desde o conceito até a disposição das embalagens”, pontua a diretora do Instituto de Embalagens, Assunta Napolitano Camilo.

Para aumentar o diálogo entre indústria e o consumidor, a ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos realiza a PPW – PACKAGING & PROCESS WEEK – Feira Internacional de Tecnologia, Processos e Embalagens para as Indústrias de Alimentos, Bebidas, Cosmética, Farmacêutica e Química, de 15 a 18 de setembro, no São Paulo Expo.

O evento foi criado com a finalidade de atender às demandas do mercado, impulsionar os negócios e unir todos os elos da cadeia nacional e internacional. Em sua primeira edição, a PPW conta com o apoio oficial do Instituto de Embalagens (SP).

“A PPW dará a oportunidade ao Instituto de Embalagens de compartilhar conhecimento e levar informações relevantes para quem quer desenvolver embalagens melhores para um mundo melhor”, diz Assunta Camilo, diretora do Instituto de Embalagens.

O futuro da embalagem é sustentável

“A PPW nos permitirá, pela dimensão e quantidade de pessoas que encontraremos reunidas, levar conhecimentos sobre o tema. Acreditamos que a sustentabilidade é um fator que interessa e é de responsabilidade de todos os elos da cadeia, desde a indústria até a criança na escola”, complementa.

Pensando em empresa, seja de pequeno ou grande porte, o trabalho de sustentabilidade passa por um processo de reeducação, de repensar a embalagem não como um ciclo produtivo. Neste cenário, aplicar de forma efetiva a Economia Circular é o principal caminho que deve ser seguido pela indústria, já que a atual Economia Linear, na qual apenas se produz, vende e descarta, não atende mais às exigências globais. “Afinal, quando se educa estamos fortalecendo a sustentabilidade”, explica Assunta.

Ela ainda pontua que muitas empresas almejam tornar seu processo sustentável, porém, colocam o custo como impedimento. “Chegamos a um ponto no qual é preciso entender que não fazer a migração para práticas sustentáveis acarretará em um custo maior para a empresa no longo prazo. O desafio maior é sair da promessa e ir para a prática”, finaliza.

A instituição também atua no desenvolvimento de conteúdo sobre embalagens, tendo já lançado 18 obras. Em 2014, lançou o primeiro livro em inglês, Better Packaging Better World, que foi distribuído em vários países. Em 2016, foi a vez da coleção de títulos bilíngues (português-inglês) Better Packaging Better World, que já conta com oito livros. Neste ano, a cartilha desenvolvida para o público infantil ganhará uma versão em alemão que será lançada durante uma feira na Alemanha.

albany 728
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