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Portway comenta sobre a crise hídrica

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Portway comenta sobre a crise hídrica

28/09/2015 – Atualmente, com a crise hídrica no Brasil que já tinha sido prevista desde a década passada, a conscientização para evitar o desperdício de água está intensificada e qualquer possibilidade de reuso destas águas, é considerado ganho. Para se ter uma ideia, somente na região da grande São Paulo, são gerados 3 metros cúbicos por segundo de efluentes industriais que poderiam ser tratados.

A água pode ser usada pela indústria de diversas maneiras: na incorporação ao produto, lavagens de máquinas, tubulações e pisos, nos sistemas de resfriamento e geradores de vapor, no próprio processo industrial e nos vasos sanitários. A água não necessita de tratamento final somente quando é incorporada aos produtos ou evaporada. Nos demais casos, os efluentes líquidos industriais precisam ser tratados, uma vez que são contaminados com resíduos dos processos produtivos.

Existem diversos problemas que podem ocorrer caso os resíduos líquidos não sejam tratados corretamente, como:

  • Resíduos industriais líquidos são tóxicos e perigosos. O descarte incorreto provoca modificações nas características do solo e da água, polui e contamina o meio ambiente;
  • Atitudes que não são pautadas na sustentabilidade podem ser caracterizadas como crimes ambientais. As leis são rígidas e o descarte de resíduos líquidos em rios ou na rede de esgoto da cidade sem tratamento é crime;
  • Os resíduos prejudicam a vida presente nos rios e, sendo assim, influenciam também a rotina do ser humano, podendo causar doenças e, em casos mais graves, até a morte;
  • A Lei 6.938/81, artigo 12, prevê a possibilidade de imposição de sanção administrativa por danos causados ao meio ambiente, resultando em perda ou suspensão de participação em linhas de financiamento público;
  • Os clientes estão cada dia mais preocupados com o meio ambiente e começam a dar preferência a empresas que se preocupam com a sustentabilidade ambiental do seu negócio. É claro que o investimento no tratamento de resíduos líquidos tem um custo, mas ele é pequeno em comparação aos problemas e aos benefícios que a empresa pode ter se não houver um planejamento nesse sentido.

O tratamento de efluentes industriais ideal é indicado de acordo com a carga poluidora e presença de contaminantes. Apenas especialistas podem avaliar e realizar a coleta de amostras para análise de diversos parâmetros que representam a carga orgânica e a carga tóxica dos efluentes.

Há mais de 15 anos, a PORTWAY Proteção Ambiental e Logística, atua no mercado de proteção ambiental e logística, contribuindo para a preservação do meio ambiente, oferecendo soluções integradas para a destinação de resíduos industriais (sendo ele sólido, líquido ou pastoso) e sanitários, aliando conhecimento, experiência e tecnologia. As unidades de tratamento de efluentes, contém tecnologia de domínio público, possibilitando atender águas e borras da indústria petrolífera e petroquímica, igualmente tratar outras águas e borras industriais, como de metalmecânica, farmacêutica, alimentícia, dentre outras, oferecendo soluções em efluentes / esgoto sanitário e industriais com a possibilidade de reuso dessas águas entre 85 a 95%.

A empresa tem como diferencial, plantas de tratamento físico-químico de efluentes com tecnologias diferenciadas, com o objetivo da redução do tempo de residência dos efluentes, menor espaço para o tratamento e prazo de instalação reduzido, incluindo baixo custo operacional, através de suas unidades fixas / removíveis de tratamento com laboratório itinerante.

Essa unidade de tratamento foi desenvolvida para atuar principalmente no tratamento de efluentes oleosos. Porém, da maneira projetada, possibilita a aplicação em outros tipos de efluentes industriais e tem como vantagem:

  • Disponibilizar unidades operacionais junto a fonte geradora de águas contaminadas, diminuindo custos e riscos ambientais com o transporte e logística;
  • Atender a deficiência e a carência dos processos atuais, oferecendo um produto diferenciado que cumpra a totalidade as legislações ambientais;
  • Possibilitar o descarte da água tratada no próprio local ou seu reuso industrial, evitando o desperdício de água em tempo de crise hídrica;
  • Tempo de construção menor (1 a 4 meses), em relação aos métodos atuais (4 a 30 meses), com custos de 10 a 20 vezes menores;
  • 30% na redução do consumo de energia em área de 30 a 7 vezes menor do que ocupada por outras modalidades;
  • As unidades podem ser carregadas por suppy boats e acopladas as plataformas offshore, para realizar o tratamento no local, melhorando a logística e gerando uma grande redução de custos, já que não haverá necessidade de a água ser levada ao continente para o tratamento.

Com isso, a PORTWAY Proteção Ambiental e Logística, utiliza em seu modelo de negócio a criação SPE’s para plantas industriais de tratamento de efluentes em joint venture com operadores locais no modelo G&O (gestão e operação) e composição societária ou a venda do modelo BTS (built to suit) para grandes e médios clientes, visando contratos com garantia para 10 anos, com a capacidade diária mínima garantida.

amostra agua tratada 2

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