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Programa ILPF quer recuperar 25% das pastagens degradadas de MS

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Programa ILPF quer recuperar 25% das pastagens degradadas de MS

José Otavio Menten é o presidente do Conselho Cientifico Agro Sustentável (CCAS) e Ticyana Banzato é engenheira agrônoma da Esalq/USP.

Eles publicaram um artigo recentemente chamado: “Integração Lavoura-Pecuária-Floresta: Sustentabilidade”, falando exatamente sobre o uso dos recursos naturais feitos de forma adequada.

“Na agricultura, a sustentabilidade acontece quando uma determinada área se mantém produtiva para sempre e visando o rendimento da terra”.

Com base nisso, citaram uma das tecnologias mais faladas do momento: a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), que vem sendo implantada pelos produtores rurais em todo país.

“Trata-se de uma estratégia que reduz alguns aspectos negativos das monoculturas”.

E, daí parte as categorias, sendo:

  • Lavoura-pecuária (ILP),
  • Lavoura-floresta (ILF),
  • Pecuária-floresta (IPF),
  • Lavoura-pecuária-florestal (ILPF).

De todas as ILPF é mais viável porque “dá maior renda líquida, diversos produtos, redução de riscos, estabilidade econômica”.

Ao final do artigo, os estudiosos afirmaram que no Brasil, estimasse que entre 2015 e 2016 o sistema ILPF ocupou 11 milhões de hectares de todos 200 milhões de atividades agropecuárias.

“A meta do programa Terra Boa, em MS, é recuperar 25% das pastagens degradadas do estado até 2021, elevando a produção de grãos, carne, cana-de-açúcar, entre outras”.

Com informações do CCAS

Demuth Rodapé
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