5
Novo Últimas Notícias
 
 
 
 
 
Top Nav
CompararComparando...

Oji Papéis Especiais comemora 5 anos em Piracicaba (SP)

Lendo Agora
Oji Papéis Especiais comemora 5 anos em Piracicaba (SP)

Empresa chega ao primeiro quinquênio com forte crescimento e consolidação dos negócios aliado à sustentabilidade, desenvolvendo talentos e apostando no futuro do mercado brasileiro

08/11/2016 – Na sexta-feira, 30 de setembro, a OJI PAPÉIS ESPECIAIS completou cinco anos de Brasil. Em 2011, o grupo japonês Oji Holdings Corporation adquiriu a fábrica de papel de Piracicaba e deu início à empresa, líder no mercado brasileiro de papéis térmicos e autocopiativos. Neste período, muitos foram os desafios, mas também inúmeras vitórias. A empresa tornou-se uma das principais competidoras na América Latina e ampliou a capacidade produtiva em 20%, gerando a cada ano um novo recorde de produção e vendas.  E as projeções para os próximos anos são de mais crescimento.

fachada da OJI- IMG_2497

“Mesmo com a recessão econômica, estávamos atentos às oportunidades e nos agarramos a elas com todas as forças. Posso citar ainda a busca por novos produtos e nossa constante luta pelo aumento de produtividade e redução dos custos, entre outras centenas de ações das quais cada colaborador participa ativamente como fundamentais”, afirma o presidente Agostinho Monsserrocco.

 Sustentabilidade

A OJI PAPÉIS ESPECIAIS é uma empresa que se preocupa com a comunidade ao seu redor. O perfil de empresa sustentável tem raízes no grupo japonês, que sempre busca, em suas 300 empresas espalhadas em quatro continentes, aliar o desenvolvimento econômico ao social. A OJI orienta boa parte de seus esforços para a manutenção de programas sociais e projetos que contribuem para o crescimento da comunidade através do esporte, cultura, educação e meio ambiente.

Entre 2015 e 2016, por exemplo, são quase 30 projetos desenvolvidos, beneficiando mais de 35 mil pessoas com um investimento superior a R$1,2 milhão. “Não basta crescer, é preciso ser sustentável e fazer a sociedade se desenvolver. Assim, todos ganhamos”, destaca Monsserrocco. A empresa também apoia instituições filantrópicas de Piracicaba, como Casa do Bom Menino, Espaço Pipa, Avistar, entre outras.

A unidade emprega mais de 800 pessoas, entre colaboradores diretos e indiretos, e foca no desenvolvimento destes profissionais, com vistas ao desenvolvimento dos talentos e liderança da empresa. Na OJI, a preocupação com a formação do profissional é fundamental ao seu modelo de gestão e começa com os estagiários. O Germinar, formando pessoas para o amanhã é o programa que emprega e lapida esses jovens para aproveitá-los em futuras vagas.

Sobre o futuro, o presidente é otimista. “É para lá de promissor, pois independente do mercado em que atuamos, contamos com gente de valor, engajada no crescimento sustentável da companhia. Hoje, todos são convidados a pensar o que será o amanhã da empresa e como cada um estará contribuindo para o amanhã”, diz.

CeluloseOnline

CompararComparando...

Valmet entrega novo Sistema de Controle de Qualidade (QCS) à Oji Papéis Especiais

Lendo Agora
Valmet entrega novo Sistema de Controle de Qualidade (QCS) à Oji Papéis Especiais

06/06/2016 – A Valmet forneceu um novo Sistema de Controle de Qualidade (QCS) – o Valmet IQ – à Oji Papéis Especiais, fabricante de papéis térmicos e autocopiativos. A tecnologia foi instalada na máquina de revestimento da fabricante (Coater PC2), localizada na planta em Piracicaba (SP). A partida do equipamento ocorreu no último dia 4 de março, com quatro horas de antecedência do planejado e sem desvios de qualidade, superando as expectativas da produtora de papel em sua primeira parceria comercial com a Valmet.

Valmet IQO valor do fornecimento não foi divulgado. “Estamos muito contentes com os rápidos resultados e a confiabilidade deste novo sistema de medição e controle instalado em nosso coater PC2. O Valmet IQ está nos auxiliando a atingir as metas produtivas, de melhoria de qualidade e de redução de custo”, destaca Giovani Varella, diretor industrial da Oji Papéis Especiais.

O novo Sistema de Controle de Qualidade Valmet IQ contribui ainda com a redução na variabilidade de peso de revestimento e otimização do sistema de secagem. Alessandro Frias, consultor de projetos da Oji Papéis Especiais, que coordenou o projeto, afirma que a sinergia e a integração das equipes envolvidas foram essenciais para o sucesso dessa instalação. “Trabalhamos com um gerenciamento de riscos baseado na mitigação ou na eliminação dos mesmos”, detalha.

Os testes de plataforma do novo QCS e de comunicação entre o novo sistema supervisório e o PLC existente no Coater PC2 foram realizados antes da parada da máquina para implantação da plataforma integrada Valmet DNA e Valmet IQ. “Os resultados obtidos com base nos testes citados também foram importantes para o sucesso deste projeto”, completa Frias.

A Valmet trouxe os melhores recursos orientados a este tipo de projeto, o que resultou em um fornecimento que atendeu as metas estabelecidas pelo cliente. “Esse projeto traduz, sem dúvida, a missão da Valmet de ser campeã global no fornecimento aos seus clientes”, acrescenta Emerson Armani, Diretor de Automação da Valmet. O Sistema de Controle de Qualidade Valmet IQ é composto por três scanners, adquiridos pela Oji Papéis Especiais em 2015.

O sistema é responsável por controlar a quantidade de revestimento aplicado e a umidade da folha após aplicação. Um terceiro controle foi desenvolvido conjuntamente entre a Valmet e a Oji e que encabeça o controle automático da curva de secagem das capotas para os diversos tipos de papel produzidos pela Oji.

Sobre a Oji Papéis Especiais

Com capacidade produtiva de 120 mil toneladas de papel por ano, a Oji Papéis Especiais é líder nacional do setor de Papéis Especiais, (Térmicos e Autocopiativos) e pioneira na fabricação de Papel Revestido on machine. O Grupo OJI Holdings Corporation, fundado em 1873 no Japão, conta, atualmente, com mais de 26 mil profissionais e atua em quatro continentes com mais de 300 subsidiárias e unidades fabris. Em setembro de 2011 o grupo japonês assumiu o controle da fábrica de papéis especiais de Piracicaba (SP), iniciando suas operações no setor de papel no Brasil.

A Valmet está participando do Prêmio Destaques do Setor da ABTCP. Se você é um associado, clique aqui e dê o seu voto para a Valmet.

CeluloseOnline

CompararComparando...

Programa antitabagismo da Oji Papéis Especiais comemora um ano com resultados positivos

Lendo Agora
Programa antitabagismo da Oji Papéis Especiais comemora um ano com resultados positivos

Mais de 45% dos profissionais inscritos abandonaram o vício do cigarro

31/05/2016 – A OJI PAPÉIS ESPECIAIS, pensando no bem-estar e na qualidade de vida dos seus profissionais, realiza o programa “OJI 100% livre de tabaco” com o suporte do Instituto de Medicina e Segurança do Trabalho (Imtep). Em um ano, cerca de 45% dos profissionais inscritos no programa abandonaram o vício da nicotina.

Com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os riscos do cigarro e garantir mais saúde aos profissionais, a OJI tem oferecido desde 2015 um tratamento completo e gratuito aos interessados em parar de fumar. O programa conta com uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e enfermeiras. Além disso, a empresa também tem custeado todas as despesas com eventuais medicamentos necessários.

Para o gerente de Recursos Humanos e de HSMT – Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho da OJI PAPÉIS ESPECIAIS, Neto Mello, o programa é uma consolidação dos valores da empresa, promovendo o desenvolvimento de seus funcionários não somente no âmbito do trabalho. “Esta foi uma oportunidade para que os profissionais cuidassem da saúde e do bem-estar, sendo eles nossa primeira preocupação. E os resultados mostraram que estamos no caminho certo”, ressalta Mello.

De acordo com a enfermeira do trabalho da OJI PAPÉIS ESPECIAIS, Tabata Campos, a ação iniciou após a empresa identificar que a maioria dos fumantes regulares desejava abandonar o vício. “Fizemos uma análise dos funcionários e identificamos que dos 40 profissionais que fumavam regularmente 30 gostariam de parar. Mesmo sendo um número baixo em relação ao nosso quadro de funcionários, a empresa entende que a dependência do cigarro é grave e que era necessária uma maneira de contribuir para a diminuição”, explica Tabata.

E os números realmente são animadores, entre os participantes, 45,83% profissionais abandonaram completamente o vício, 20,83% reduziram significativamente o consumo, 20,83% tiveram recaídas durante o processo e apenas 12,5% não pararam de fumar, porém se conscientizaram dos malefícios causados pelo cigarro.

A estruturação do programa conta com uma avaliação psicológica do funcionário para descobrir o grau de dependência do cigarro, uma avaliação médica para avaliar qual o medicamento necessário em cada caso, além do acompanhamento de uma nutricionista e reuniões periódicas com uma psicóloga.

Como forma de avançar com o projeto, após seis meses do início do programa antitabagismo, todos os pontos de fumo da empresa foram retirados, tornando a prática proibida nas dependências da companhia. Além de preservar a saúde dos profissionais, a atitude também minimiza os riscos de incêndio no interior da empresa.

antitabagismo tabagismo tabaco cigarroVício esquecido

Os companheiros de trabalho André Luis Ferreira de Souza Vieira, 41, assistente de TI e o técnico de impressora Odair Aguari Junior, 44, fazem parte do grupo de profissionais que abandonaram o vício, incentivados pelo programa “OJI 100% livre de tabaco”. Ambos afirmam que sem a iniciativa da empresa não seria possível abandonar o antigo hábito.

Junior conta que fumou durante 32 anos cerca de um maço e meio de cigarros por dia. “Não lembrava mais da minha vida sem o cigarro, comecei a fumar muito novo e, por isso, ninguém imaginaria que eu conseguiria parar. Se não fosse o incentivo da OJI que me apoiou e custeou meu tratamento, não sei se seria possível”, contou Junior. O técnico precisou fazer uso de medicamentos e adesivos liberadores de nicotina durante o tratamento.

Vieira, que fumou por 23 anos cerca de um maço por dia, diz que o apoio da empresa foi primordial para sua realização pessoal e, que após o abandono do vício há oito meses, já sente as melhorias em sua qualidade de vida. “Minha qualidade respiratória melhorou 100% após abandonar o cigarro, e não sei se seria possível sem o incentivo da OJI. Durante as reuniões nos fortalecíamos, o que dava coragem para continuar o tratamento sem recaídas”, afirmou.

O assistente de TI participou de todas as reuniões realizadas durante a campanha e fez o uso de adesivos liberadores de nicotina durante um mês.

CeluloseOnline

CompararComparando...

Oji Papéis Especiais patrocina 12 projetos sociais em 2016

Lendo Agora
Oji Papéis Especiais patrocina 12 projetos sociais em 2016

Empresa continua investindo na valorização cultural, ambiental e social de Piracicaba (SP)

18/05/2016 – A OJI PAPÉIS ESPECIAIS continua investindo no desenvolvimento e no crescimento das pessoas em Piracicaba. Somente neste ano serão 12 projetos, que têm como princípios a proteção ao meio ambiente, a promoção da cultura, a geração de trabalho e renda e o incentivo ao esporte. Ao todo serão investidos cerca de R$600 mil, entre projetos próprios e patrocínio a ações sociais via leis de incentivo fiscal, alcançando cerca de 25 mil pessoas.

De acordo com o gerente de Relações Institucionais da OJI PAPÉIS ESPECIAIS, Neto Mello, os apoios fazem parte de um dos valores da empresa, a sustentabilidade. “Além desses 12 projetos, fazemos inúmeras ações e patrocínios a iniciativas que vão ao encontro da comunidade, como a Festa das Nações, a Feira de Sustentabilidade, o Arrastão Ecológico, entre outros. São ações que proporcionam o desenvolvimento e o crescimento às pessoas”, diz Mello.

NEA Oji PapeisNo setor de cultura, a empresa patrocinará os projetos: “Jovens Músicos”, que consiste na  formação musical para mais de 300 jovens e crianças em vulnerabilidade social; “Caminhando Juntos III”, da ONG Avistar, que tem por objetivo a inclusão social de pessoas com deficiência visual; “Arte & Conceito”, que através da arte e da cultura pretende fomentar a discussão sobre temas atuais por meio de peças teatrais; e o projeto “Orquestra Arte do Bem”, que, desde 2010, faz a mescla entre a Música Erudita e grandes referências do Rock Nacional, popularizando o estilo e contribuindo com as crianças do Boldrini, já que toda a renda dos shows é revertida para o hospital.

Na área de meio ambiente são duas vertentes. A primeira é projeto “Plantando e Aprendendo” que, em parceria com a Casa do Bom Menino, busca, através de uma abordagem pedagógica e socioambiental, estimular o cuidado e o respeito com a natureza. A segunda é a “A Turma da Floresta”, inspirado na revista infantil OJI e Você, da OJI PAPÉIS ESPECIAIS, o projeto consiste em transformar a publicação em um box com onze edições da revista e, ainda, em peças de teatro para ser apresentadas em escolas da rede pública e promover a conscientização ambiental.

Amparado na premissa da geração de trabalho e renda, a OJI realiza pelo terceiro ano consecutivo o apoio ao Quick Massage, da ONG Avistar. No projeto, a OJI contrata mensalmente o trabalho oferecido pelos atendidos na instituição que realizam sessões de massagens para os profissionais da empresa.

Pensando no segmento esportivo, são patrocinados os projetos “AME – Arte, Música e Esporte para inclusão do Down”, do Espaço Pipa, que visa desenvolver as habilidades físico-motoras de crianças e jovens com Síndrome de Down;  “Sementes do Amanhã”, que busca, através do futebol, contribuir para o desenvolvimento e a educação, incentivando a integração e capacitação dos alunos; e o Passe de Mágica, que objetiva promover o desenvolvimento humano através do basquete, ensinando e disseminando quatro valores principais: aprender a ser, convier, fazer e conhecer

Há também os programas permanentes voltados à comunidade desenvolvidos dentro da empresa, como o “VOCÊ NA OJI”, que ao longo do ano deve realizar ao menos cinco encontros com temas de interesse para a sociedade, e o NEA (Núcleo de Educação Ambiental), que deve receber até 350 crianças da rede pública de ensino de Piracicaba até o fim do ano, para aprenderem sobre Cidadania e Sustentabilidade. A novidade é que, neste ano, a OJI também vai capacitar cerca de 50 professores da rede pública com o mesmo conteúdo que será apresentado às crianças, ampliando o alcance das informações.

CeluloseOnline

CompararComparando...

Japonesa Oji amplia produção de papéis térmicos no Brasil

Lendo Agora
Japonesa Oji amplia produção de papéis térmicos no Brasil

18/04/2016 – A Oji Papéis Especiais, do grupo japonês Oji Holdings Corporation, vai ampliar em 10% a produção de papéis térmicos na fábrica de Piracicaba (SP), para atender ao aumento constante da demanda doméstica. Em termos nominais, porém, o investimento é baixo: cerca de US$ 9 milhões, que se somam a outros R$ 27 milhões aplicados a partir de 2014 na modernização de equipamentos.

O mercado brasileiro desse tipo de papel, usado no tíquete de máquinas de cartão de crédito e débito e em comprovantes de loteria, gira em torno de 60 mil toneladas por ano e é um dos poucos que têm mostrado expansão vigorosa no país, com alta de 5% ao ano nos últimos anos ­ na contramão do consumo aparente nacional de papéis em geral, que no ano passado caiu 6,7%.

Oji Papéis - Institucionais

Oji Papéis – Institucionais

Antes desses investimentos em modernização, a fábrica de Piracicaba havia recebido aporte de R$ 115 milhões em 2008 de sua antiga proprietária, a Votorantim Celulose e Papel (VCP), que se uniu à Aracruz na Fibria no ano seguinte. Com o desembolso da VCP, a capacidade de produção da unidade triplicou, chegando às atuais 120 mil toneladas por ano, entre papéis térmicos, autocopiativos (usado como papel de segurança em notas fiscais), um produto específico para a indústria têxtil e ainda uma linha de imprimir e escrever.

Em setembro de 2011, os japoneses da Oji fecharam a compra da unidade fabril por US$ 313 milhões e colocaram, pela primeira vez, os pés no mercado brasileiro. Hoje, o grupo tem operações em praticamente todos os continentes e conta com mais de 300 unidades fabris.

De acordo com o presidente da Oji Papéis Especiais, Agostinho Monsserrocco, a nova rodada de investimentos em modernização não resultará na ampliação da capacidade instalada total da fábrica, mas sim na maior participação dos papéis térmicos nas 120 mil toneladas produzidas anualmente. “Com o investimento, garantimos a estabilidade do fornecimento ao mercado”, afirmou.

Uma parte da capacidade de papel autocopiativo, cuja demanda cai ano após ano desde a adoção da nota fiscal eletrônica, será destinada aos papéis térmicos, explicou o executivo. “A América Latina tem demanda significativa de autocopiativos. Então, passamos a exportar mais [para compensar a queda nas vendas domésticas] e aumentamos a produção de térmicos.”

A fábrica de Piracicaba é hoje a maior do Brasil para papéis térmicos ­ há alguns pequenos fabricantes instalados no país e a concorrência maior se dá com outras multinacionais, que importam seus produtos ­ e a Oji estima que sua participação esteja em torno de 80%. Em janeiro, bateu recorde de produção desse tipo de papel.

No ano passado, comentou Monsserrocco, as vendas da Oji saltaram 14%, beneficiadas pela expansão da base de pontos de venda (POS) e logística no país e também pela desvalorização do real frente ao dólar. A Oji Papéis Especiais não divulga faturamento.

Fonte: Valor Econômico

CompararComparando...

Oji Papéis Especiais realiza palestra sobre a prevenção às doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti

Lendo Agora
Oji Papéis Especiais realiza palestra sobre a prevenção às doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti

29/02/2016 – A OJI PAPÉIS ESPECIAIS promove no próximo dia 02 de março, a partir das 19h, na sede da empresa, mais uma edição do programa “Você na OJI”, com a palestra “Dengue, Zika e Chikungunya: como se proteger?”, ministrada pelo médico Alberto de Petta Neto. A ação tem como objetivo principal esclarecer ao público as diferenças entre as patologias e explicar as maneiras de prevenção e formas de tratamento. A programação conta, ainda, com uma visitação ao processo produtivo da organização.

Mosquito sucking blood

De acordo com o gerente de relações institucionais da OJI, Neto Mello, o evento faz parte da missão da empresa de promover o desenvolvimento na comunidade em que atua. “Essa sinergia é fundamental para o crescimento da cidade e nada melhor do que contribuirmos com isso através do fornecimento de informações fundamentais para o bem-estar das pessoas”, diz Neto.

A cidade de Piracicaba registrou no ano passado mais de 3,5 mil casos de dengue. O número foi quatro vezes superior a 2014 e provocou três mortes pela doença.

Para se inscrever, basta enviar nome completo e idade dos participantes para o e-mail [email protected] até o dia 01 de março.

  • Evento: Você na OJI, com a palestra “Dengue, Zika e Chikungunya: como se proteger?”
  • Data: 02/03/2015
  • Hora: 19h
  • Vagas limitadas
  • Inscrições: [email protected], informando nome completo e idade.

CeluloseOnline

CompararComparando...

Diante da atual tendência de consolidação do mercado, Júlio Piatto elenca fatores chave para fusões e aquisições bem-sucedidas

Lendo Agora
Diante da atual tendência de consolidação do mercado, Júlio Piatto elenca fatores chave para fusões e aquisições bem-sucedidas

06/01/2016 – Com mais de 135 anos de existência, o grupo japonês OJI Holdings Corporation participa atualmente de centenas de diferentes negócios em todo o mundo. O Brasil está entre as plataformas de investimento da companhia desde 2011, quando o grupo adquiriu a fábrica de papéis da Fibria em Piracicaba (SP) e deu origem à OJI PAPÉIS ESPECIAIS. “Apesar das adversidades atuais, há muitas empresas que ainda acreditam no Brasil e têm interesse em seguir investindo aqui”, afirmou Júlio Piatto, que ocupou a presidência da empresa até setembro de 2015.

Piatto continuou sua apresentação dando enfoque aos aspectos envolvidos na gestão de empresas que passam por um processo de fusão ou aquisição. “O tema é bem pertinente, já que a globalização levou a uma crescente tendência de fusão e aquisição. De 1994 a 2007, o número de transações no Brasil passou de 175 para 697 no ano, aumentando gradativamente. Em 2012, os números já estavam em 816 transações anuais, refletindo um incremento de 3,2% ao ano no período de cinco anos”, justificou, ressaltando a importância de as empresas saberem conduzir esse processo para conquistarem o sucesso.

fachada da OJI- IMG_2497

Para começar, Piatto citou que o cuidado da gestão deve considerar todas as etapas do processo transitório: o que cada uma das partes envolvidas deve fazer, onde buscar segurança e eliminar riscos, o que fazer para construir sinergia, como evitar um tempo de integração muito extenso e retomar os resultados rapidamente.

“A Fibria se organizou antes de vender a fábrica, e a OJI também se organizou muito para poder comprá-la. O sucesso visto até aqui, portanto, baseia-se em alguns itens preparatórios”, enfatizou. “A OJI comprou uma empresa que era bem administrada, apresentava bons resultados e tinha um bom market share”, completou.

botao_news

Diante da realidade apresentada pela Fibria na época, Piatto contou um dos primeiros questionamentos listados pela OJI: “Como manteremos esse market share e como a empresa será daqui para a frente? O risco era alto, porque, se perdêssemos o market share, não conseguiríamos arcar com a aquisição.

Oji Papéis - Institucionais

Oji Papéis – Institucionais

Então, a primeira estratégia era dar continuidade ao modelo de negócios, a fim de não perder o Market share já conquistado”, respondeu. “De nada adiantaria vir com uma política de crédito ou uma política de fabricação diferente daquelas às quais os clientes já estavam acostumados. A OJI apostou nesse trabalho e, em paralelo, trouxe tecnologia e sinergia à planta. A produtividade aumentou muito nos últimos anos, e nós conseguimos não só manter o mercado, mas também entrar em mercados que antes não imaginávamos”, revelou.

Passado o período de transição entre as duas empresas, a OJI começou a colocar em prática algumas mudanças, a exemplo do conceito de meta. “Atualmente, nosso conceito é baseado em custo por tonelada. Isso significa que a OJI Brasil tem de ter um custo por tonelada melhor ou igual ao dos mercados concorrentes, que são, em sua maioria, europeus”, citou Piatto. Ele também comentou que hoje a empresa tem um nível de exportação bem maior do que no passado e que a política de fabricação passou por alterações.

“Eliminamos todos os produtos que não geravam valor e fizemos mudanças mais bruscas, para chegar ao portfólio atual”, exemplificou ele. Piatto esclareceu, no entanto, que a OJI trabalha sempre com o objetivo de adotar as melhores práticas, redefinindo objetivos comuns às duas empresas e aproveitando o sucesso local. “Acreditamos em mudanças graduais de gestão, sem demitir funcionários, sem mexer na estrutura da empresa nem perder talentos.”

Aos interessados em desfrutar da mesma experiência bem-sucedida da OJI,   Piatto alertou que a forma de dar continuidade ao negócio varia conforme o país envolvido na transação. “Sucesso é ter uma operação eficaz, um mercado consolidado e uma integração eficiente, que envolve e compromete as pessoas.”

Entre os desafios para chegar a tal meta, está o de encaixar a cultura da empresa que está chegando à da que está sendo absorvida. “O Japão é um país de orientação estratégica sempre de longo prazo, com relações em rede e organização muito centralizada, mas ao mesmo tempo participativa. No Brasil, as decisões são mais focadas no curto prazo, há componentes de gestão com participações distintas nas decisões, além de ser mais generalista”, comparou.

“Como nossa cultura é semiaberta, a flexibilidade e a fácil adaptação a qualquer cultura são fatores positivos”, avaliou.

A concepção do projeto de compra, que inclui o critério de escolha, a mensuração do negócio e a negociação, também desponta entre as armadilhas dos processos de fusão e aquisição. Segundo Piatto, é necessário ser muito preciso em todos esses itens. “Para que haja prevenção de riscos e para que a integração seja feita de forma bem planejada, a sinergia não pode ser superestimada”, sublinhou.

A OJI segue atenta às oportunidades do mercado brasileiro para ampliar sua plataforma de negócios. “Há muita oportunidade para investidores estrangeiros.

O que falta, neste momento, para se concretizarem negócios no Brasil é confiança, devido à crise política e econômica”, opinou. Falando especificamente das oportunidades do setor, Piatto constatou que todas as empresas de papel não integradas estão em situação financeira difícil atualmente. “O preço da celulose vem impactando fortemente o custo do papel, e algumas empresas não têm conseguido repassar isso para o mercado. Por tal razão temos visto uma série de empresas com máquinas paradas. É preciso sair desse ciclo vicioso, produzindo um papel valorizado em dólar, como a celulose. Estamos buscando justamente isso ao olhar com mais atenção para os produtos de maior valor agregado, especialmente neste momento, em que é mais interessante exportar”, finalizou ele com a contextualização sobre o cenário atual e as estratégias da OJI no Brasil.

Entrevista foi realizada durante Congresso Internacional de Celulose e Papel, em outubro de 2015. Material foi publicado pela revista O Papel, em novembro do mesmo ano.

CompararComparando...

Júlio Piatto, da Oji Papéis, destaca o interesse de investidores estrangeiros

Lendo Agora
Júlio Piatto, da Oji Papéis, destaca o interesse de investidores estrangeiros

14/10/2015 – Em sua palestra, o presidente da Oji Papéis Especiais, Gilberto Júlio Piatto, aproveitou a oportunidade para falar sobre o interesse de investidores estrangeiros no Brasil. Abordou pontos como a globalização da economia e internacionalização dos mercados que geram tendências de fusões e aquisições.

Gestão de empresa também esteve em pauta. Piatto falou sobre formas de abordagem dos negócios, com foco na integração. O executivo apresentou ainda números sobre fusões e aquisições no mundo e Brasil, mostrando quantas empresas pequenas e grandes deram certo nos últimos anos.

Clique abaixo e ouça como foi a participação de Júlio Piatto no “Lideranças em Destaque”.

CompararComparando...

Oji Papéis comenta sobre a profissionalização do chão de fábrica

Lendo Agora
Oji Papéis comenta sobre a profissionalização do chão de fábrica

Tidas como posições mais básicas nas organizações, cargos de auxiliares de produção veem exigências aumentarem e imporem desafios a candidatos e empresas

15/05/2015 – Ocupar um cargo de auxiliar de produção nos dias atuais não é mais tarefa fácil. Com o avanço da tecnologia e, sobretudo, a complexidade dos processos produtivos, as indústrias passaram exigir níveis de formação mais altos em todas as áreas, inclusive naquelas que um dia já foram chamadas de “chão de fábrica”.

De acordo com a especialista em desenvolvimento organizacional da Fundação Getúlio Vargas (IBE-FGV), Rita Ritz, isso tem acontecido porque o nível de competição tem se tornado altíssimo, o que tem feito com que as companhias busquem incessantemente pela inovação e diferenciação. “Existe uma demanda por profissionais que tenham a capacidade de fazer a leitura de uma situação antes de executar uma tarefa e isso impacta diretamente no nível de formação”, destaca Rita.

De acordo com a especialista, as organizações passaram a perceber que as pessoas são um diferencial. “O nível de orientação de um profissional influencia até mesmo em questões mais básicas, como segurança. Aquele pensamento de produção linear, em que o funcionário desempenha uma função quase que mecânica, desaparece, dando espaço para um profissional que sabe analisar o cenário e tomar decisões”, aponta.

Líder do mercado de papéis térmicos na América Latina, a OJI PAPÉIS ESPECIAIS é uma das empresas que tem vivido essa realidade. Hoje, para ser contratado como auxiliar de produção da empresa, o mínimo exigido é a formação de ensino médio. Ademais, conhecimentos em matemática e português são tidos como quesitos fundamentais, cursos de informática ou do setor são diferenciais e tudo é avaliado desde o currículo.

Segundo o vice-presidente da empresa, Agostinho Monsserocco, todo esse processo se faz necessário pelas características das funções que serão exercidas. A empresa, que possui quase 600 profissionais e produz mais de 70 mil toneladas de papel por ano, conta com um processo produtivo de alta tecnologia, com operações e monitoramentos feitos, em sua maioria, por softwares. Para se ter uma ideia, quase todos os profissionais da OJI possuem um computador, e-mail, acesso à internet e são responsáveis por um relatório ao fim de cada turno. “Por isso é importante uma capacidade analítica, que posicione o funcionário, de fato, como um profissional”, conta.

profissionalizacao

Dificuldades fazem empresas apostarem em formação interna

De acordo Rita Ritz, as empresas têm enfrentado dificuldades de encontrar esses profissionais, tendo em vista que o sistema educacional do Brasil não tem preparado bem os futuros trabalhadores. “A alternativa é a formação dentro da própria organização”, diz.

Foi o que aconteceu com Ivam Amorim Costa. Ele conta que, antes de começar a trabalhar na OJI, sempre buscou aperfeiçoar a formação, fazendo cursos de informática, logística, ISO 9001 e 14001, e contabilidade, além de treinamentos. “Toda esta base de cursos me ajudou”, diz.

Após ser admitido, ele começou a aproveitar as oportunidades oferecidas pela empresa. Hoje, ele faz o curso de Técnico em Química, com metade dos custos bancados pela OJI. “Esse investimento auxilia muito no desenvolvimento das atividades cotidianas e me dá a chance de continuar crescendo para poder melhorar a minha vida pessoal e profissional, além de ajudar a organização”, afirma.

Para Monsserocco, a formação interna é uma alternativa viável e rentável. “Quando encontramos um bom profissional, temos que valorizá-lo. Hoje, a nossa taxa de rotatividade é baixíssima e quase 80% dos profissionais dizem que querem continuar trabalhando aqui pelos próximos cinco anos. Esses são os benefícios de uma seleção bem feita, valorização pessoal e profissional”, aponta.

CompararComparando...

Projeto Bonecos Itinerantes de Repertório segue para escolas de Piracicaba com espetáculo infantil “Coração Verde”

Lendo Agora
Projeto Bonecos Itinerantes de Repertório segue para escolas de Piracicaba com espetáculo infantil “Coração Verde”

coração verde03/05/2015 – Entre os dias 13 e 15 de maio, alunos das escolas estaduais Doutor João Conceição, Pedro Moraes Cavalcante, Mirandolina de Almeida Canto e Maria de Lurdes Silveira Cosentino, de Piracicaba, vão assistir à peça “Coração Verde”. Apresentada no Shopping de Piracicaba, dentro da programação cultural do Fashion Food, nos dias 25 e 26 de abril, a peça agora chega às escolas, dentro do projeto cultural “Bonecos Itinerantes de Repertório”. O projeto tem patrocínio da OJI PAPÉIS ESPECIAIS, de Piracicaba, através da lei de incentivo fiscal PROAC, e produção da D’Color Produções Culturais, de Campinas.

Com temática ligada à sustentabilidade e preservação da natureza, “Coração Verde” é uma peça de teatro de bonecos, bastante interativa e com repertório recheado de canções criadas para resgatar a cultura popular do Brasil. As apresentações ocorrem em um caminhão, cujo baú vira um palco de teatro. Os bonecos da peça são feitos de papel machê, materiais recicláveis e sucatas, reforçando a ideia de preservação ambiental.

Conheça a história

Na peça, fica claro que o planeta Terra pede socorro. Desmatamento, tráfico de animais, contaminação da água, poluição da natureza… Diante de tanto mal causado pelo homem, os personagens se manifestam contra esse estado de abandono. Juntos, o rato, o gambá, a plantinha Camomila, a minhoca Nhoca, o macaco Bugio, os índios e as crianças Nestor, Júlia e João, sensibilizadas, se unem para ajudar a saúde do planeta, propondo ações coletivas em um mutirão às margens do rio Naturê. Assim, o nosso ‘Coração Verde’ começa a pulsar mais forte mostrando que, com ações conjuntas, fica mais fácil conservar e cuidar da natureza.

Grupo Grumaluc

À frente da peça Coração Verde está o Grupo Grumaluc, grupo autodidata que busca sua identidade na arte do teatro de bonecos. Foi fundado em 1994, na cidade de Salvador/ Bahia. Tudo começou por acaso, pelo amor à arte e pelo encantamento que o boneco transmitia às suas duas integrantes fundadoras: Márcia Marchette e Teca Rios. O grupo escreve seus próprios textos, monta trilhas inéditas para os espetáculos e, desde o ano 2000, atua em Campinas e interior do estado de São Paulo com espetáculos infantis elaborados para a arte-educação, com temas sobre a conservação do meio ambiente.

CeluloseOnline

vaga
Últimas Notícias
 
Alta no mercado de máquinas agrícolas gera demandas importantes para a indústria do aço
 
Eucalipto responde por 75% das florestas plantadas no país
 
Uso de drones para agricultura será liberado na Índia 
 
Seca continua impactando commodities da Argentina
Comparar
Ir