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Passar o ferro no papel térmico restaura as informações?

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Passar o ferro no papel térmico restaura as informações?

Quase todo mundo já sofreu com os cupons fiscais, né. As informações se apagam antes mesmo de serem usadas para algum fim. E aí, fica a dúvida, será que passar o ferro no papel térmico funciona?

A ideia geral que as pessoas passam é a de que é um truque a ser usado.

Veja a recomendação que encontramos na internet:

“Antes de começar, certifique-se de estar usando a função ‘à seco’ para roupas de algodão”.

“A seguir, comece praticando em partes não importantes do papel, como as bordas”.

“Depois de ver o resultado, saiba se deu certo”.

“O papel deve tornar-se escuro e as partes apagadas vão ter a cor original novamente”.

“Mas, cuidado pois permanecer tempo demais com o ferro no papel borra a tintura e as partes escritas, perdendo o texto novamente”.

É uma boa recomendação?

Fizemos uma busca por pessoas que entendem do assunto e acreditem: isso não é indicado.

Ferro de passar roupa e papel não deve estar em contato porque é perigoso.

O que se recomenda é buscar ajuda do banco para conseguir um extrato e comprovar as informações.

Outra dica é tomar cuidado na hora de guardar o papel térmico.

E nós fizemos uma matéria especial para falar disso, leia.

Com informações da CRSouza

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Japonesa Oji amplia produção de papéis térmicos no Brasil

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Japonesa Oji amplia produção de papéis térmicos no Brasil

18/04/2016 – A Oji Papéis Especiais, do grupo japonês Oji Holdings Corporation, vai ampliar em 10% a produção de papéis térmicos na fábrica de Piracicaba (SP), para atender ao aumento constante da demanda doméstica. Em termos nominais, porém, o investimento é baixo: cerca de US$ 9 milhões, que se somam a outros R$ 27 milhões aplicados a partir de 2014 na modernização de equipamentos.

O mercado brasileiro desse tipo de papel, usado no tíquete de máquinas de cartão de crédito e débito e em comprovantes de loteria, gira em torno de 60 mil toneladas por ano e é um dos poucos que têm mostrado expansão vigorosa no país, com alta de 5% ao ano nos últimos anos ­ na contramão do consumo aparente nacional de papéis em geral, que no ano passado caiu 6,7%.

Oji Papéis - Institucionais

Oji Papéis – Institucionais

Antes desses investimentos em modernização, a fábrica de Piracicaba havia recebido aporte de R$ 115 milhões em 2008 de sua antiga proprietária, a Votorantim Celulose e Papel (VCP), que se uniu à Aracruz na Fibria no ano seguinte. Com o desembolso da VCP, a capacidade de produção da unidade triplicou, chegando às atuais 120 mil toneladas por ano, entre papéis térmicos, autocopiativos (usado como papel de segurança em notas fiscais), um produto específico para a indústria têxtil e ainda uma linha de imprimir e escrever.

Em setembro de 2011, os japoneses da Oji fecharam a compra da unidade fabril por US$ 313 milhões e colocaram, pela primeira vez, os pés no mercado brasileiro. Hoje, o grupo tem operações em praticamente todos os continentes e conta com mais de 300 unidades fabris.

De acordo com o presidente da Oji Papéis Especiais, Agostinho Monsserrocco, a nova rodada de investimentos em modernização não resultará na ampliação da capacidade instalada total da fábrica, mas sim na maior participação dos papéis térmicos nas 120 mil toneladas produzidas anualmente. “Com o investimento, garantimos a estabilidade do fornecimento ao mercado”, afirmou.

Uma parte da capacidade de papel autocopiativo, cuja demanda cai ano após ano desde a adoção da nota fiscal eletrônica, será destinada aos papéis térmicos, explicou o executivo. “A América Latina tem demanda significativa de autocopiativos. Então, passamos a exportar mais [para compensar a queda nas vendas domésticas] e aumentamos a produção de térmicos.”

A fábrica de Piracicaba é hoje a maior do Brasil para papéis térmicos ­ há alguns pequenos fabricantes instalados no país e a concorrência maior se dá com outras multinacionais, que importam seus produtos ­ e a Oji estima que sua participação esteja em torno de 80%. Em janeiro, bateu recorde de produção desse tipo de papel.

No ano passado, comentou Monsserrocco, as vendas da Oji saltaram 14%, beneficiadas pela expansão da base de pontos de venda (POS) e logística no país e também pela desvalorização do real frente ao dólar. A Oji Papéis Especiais não divulga faturamento.

Fonte: Valor Econômico

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Você sabe por que alguns cupons fiscais se apagam em um período muito curto de tempo?

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Você sabe por que alguns cupons fiscais se apagam em um período muito curto de tempo?

cupom fiscal24/04/2015 – A grande maioria das notas fiscais emitidas pelo comércio hoje em dia é impressa em papel termossensível, popularmente conhecido como papel térmico. Trata-se de um papel especial, cujo revestimento contém substância que muda de coloração sob a ação do calor. Isso significa que, para imprimi-lo, não se usa tinta, mas apenas uma impressora térmica, ou seja, que fornece calor. A facilidade e a rapidez de impressão, bem como o baixo custo, estão entre as vantagens apontadas para a grande difusão dessa tecnologia em nossa sociedade. Você, assim como nosso leitor, já deve ter percebido uma das principais desvantagens desses papéis: em alguns casos, a impressão apaga com o tempo, e você perde a informação que lá estava.

Para entender o porquê de o papel termossensível apagar, temos de considerar três pontos:

  1. Qualidade do papel: Na impressão do papel termossensível, ocorre uma reação química entre um corante, inicialmente incolor, e um ácido (o revelador do corante). Essa reação faz o corante ficar colorido, em sua forma menos estável. Isso significa que, com o tempo, a molécula de corante tende a retornar à sua forma incolor. Para evitar tal retorno, os fabricantes desses papéis adicionam ao revestimento substâncias que auxiliam a manutenção da cor e evitam seu desaparecimento. Então, de acordo com a formulação criada, os fabricantes podem produzir papéis termossensíveis cuja impressão tem maior ou menor durabilidade. Vale lembrar que a incorporação de novas substâncias ao revestimento acarreta maior custo de produção: os papéis termossensíveis com maior longevidade, em geral, terão preço mais alto.
  2. Eficiência da impressora: a quantidade de moléculas de corante na forma colorida gerada na superfície do papel depende da quantidade de calor fornecida pela impressora. Isso está diretamente relacionado à durabilidade da impressão, pois, se poucas moléculas forem sensibilizadas (isto é, ficarem coloridas) e, por algum motivo, uma parte delas voltar à forma incolor, o dano à impressão será muito maior do que no caso de um grande número de moléculas sensibilizadas. Sendo assim, para garantir maior longevidade da impressão térmica, é importante fazer o ajuste correto das configurações da impressora e sua manutenção periódica.
  3. Cuidados de manuseio do papel após a impressão: por fim, de nada adianta o papel ser de ótima qualidade e a impressora estar corretamente configurada se nós, consumidores, não tivermos alguns cuidados importantes com o cupom que recebemos. Embora a molécula de corante tenda a voltar à sua forma incolor naturalmente, algumas substâncias, tais como água, solventes químicos, plastificantes, óleos e alguns agentes físicos (luz e calor, por exemplo) podem acelerar o retorno à forma incolor, interferindo na interação entre corante e revelador e/ou retirando da superfície do papel as substâncias estabilizadoras da cor. Por esse motivo, sempre que possível se deve evitar o contato ou a exposição do papel termossensível aos fatores mencionados. Vale ressaltar que qualquer contato ou exposição, mesmo que por pouco tempo tempo, é suficiente para comprometer a durabilidade da impressão. Recomenda-se que os cupons fiscais sejam guardados em envelopes de papel, ao abrigo de luz, umidade, solventes e substâncias oleosas. Sobre a questão da possibilidade de recuperar as informações perdidas, a resposta é sim. Isso é realizado com o auxílio de um comparador espectral de imagem, equipamento dotado de uma câmera de alta resolução, lentes de aumento, lâmpadas e filtros de luz na faixa espectral do ultravioleta ao infravermelho.

Material disponibilizado na Revista O Papel / Abril de 2015

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Como guardar um cupom fiscal sem perder o material impresso nele? Aprenda!

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Como guardar um cupom fiscal sem perder o material impresso nele? Aprenda!

Nota FiscalDa Redação

25/09/2014 – Extratos bancários, cupons fiscais e comprovantes de cartão de crédito. O que eles têm em comum? Todos são emitidos em um tipo de papel especial, o térmico. Mas na correria do dia a dia, atrelado com a falta de atenção, guardamos estes “papeizinhos” em qualquer lugar, seja dentro da carteira com os documentos pessoais, no carro, bolsas, etc. O problema é que eles podem perder as informações neles contidas.

Para garantir maior durabilidade das informações desses comprovantes de pagamento, os consumidores devem se atentar a forma correta de armazená-los. O papel térmico é sensível à presença de calor.

De acordo com a coordenadora de Marketing e Gestão de Produtos da Oji Papéis Especiais, Vivian Palmieri, em primeiro lugar a emissão dos cupons deve seguir as orientações do fabricante do papel, para que os comprovantes tenham a durabilidade de cinco anos garantida. A impressora deve estar ajustada para sensibilizar bem o papel, na intensidade correta de calor para a formação da imagem.

Vivian ressalta, ainda, que o consumidor também precisa ter cuidados, pois uma vez impresso o comprovante, deve-se evitar o contato com ambientes quentes e úmidos. “Outro item é evitar que o papel fique em contato com materiais plásticos, tendo em vista que é um meio agressivo à imagem do papel térmico. Ao manuseá-lo, é importante ter cuidados como não deixá-lo exposto ao sol, à luz fluorescente e ambientes gordurosos”, ressalta.

Portanto o conselho é armazenar os comprovantes sempre em um envelope de papel, e evitar deixá-lo na carteira ou esquecê-lo no porta-luvas do carro. A baixa qualidade do papel também pode fazer com que as informações sumam gradativamente, antes mesmo de vencer o prazo de garantia do fabricante.

CeluloseOnline

vaga
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