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Suzano tem melhor 1º trimestre da história: caixa operacional de R$ 1,3 bilhão

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Suzano tem melhor 1º trimestre da história: caixa operacional de R$ 1,3 bilhão

Forte resultado contribuiu para queda da alavancagem a 1,7 vez.

A Suzano Papel e Celulose divulga hoje o balanço referente ao primeiro trimestre de 2018, com uma geração de caixa operacional de R$ 1,3 bilhão, o melhor resultado da história da empresa para primeiros trimestres.

O recorde é consequência dos avanços operacionais alcançados ao longo dos últimos trimestres, do forte controle de despesas e do ambiente favorável no mercado internacional de celulose.

No acumulado entre abril de 2017 e março de 2018 (últimos 12 meses), a geração de caixa operacional alcançou R$ 4,2 bilhões, marca inédita na história de 94 anos da Suzano.

O EBITDA Ajustado do primeiro trimestre somou R$ 1,5 bilhão, expansão de 80,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Este foi o maior EBITDA Ajustado já reportado pela Suzano em primeiros trimestres. No período de 12 meses, o EBITDA Ajustado atingiu R$ 5,3 bilhões, mais um recorde histórico.

Em decorrência do forte resultado operacional, a alavancagem da empresa, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda Ajustado, caiu de 2,1 vezes ao final de dezembro de 2017 para 1,7 vez no final de março deste ano.

“Os resultados do primeiro trimestre refletem nossa preocupação permanente em fazermos cada vez melhor, em sermos cada vez mais competitivos e em reforçarmos nossa solidez financeira”, ressalta Walter Schalka, presidente da Suzano Papel e Celulose.

Principal métrica de gestão adotada pela companhia, o retorno sobre o capital investido (ROIC) ficou em 17,4% no primeiro trimestre de 2018. Já o custo caixa de produção de celulose sem paradas ficou em R$ 587 por tonelada no período, praticamente no mesmo patamar daquele registrado um ano antes, a despeito da inflação de 2,7% acumulada no intervalo.

No ambiente externo, a demanda por celulose continuou aquecida, o que contribuiu para a elevação do preço médio em âmbito global.

Como resultado, a Suzano reportou uma receita líquida de R$ 3 bilhões no trimestre, alta de 33,1% em relação aos três primeiros meses do ano passado.

O ritmo de produção também continuou elevado no início de 2018, com alta de 5,7% no volume de celulose e papéis fabricados, para 1,2 milhão de toneladas.

Outro destaque do trimestre foi o EBITDA Ajustado do negócio Celulose, de R$ 1.467 por tonelada. A companhia terminou o trimestre com lucro líquido de R$ 813 milhões.

Investimentos

A Suzano investiu R$ 709 milhões no primeiro trimestre – praticamente o dobro do total desembolsado no mesmo período de 2017 -, dos quais R$ 264 milhões em manutenção florestal e industrial.

Os demais investimentos, incluindo o desembolso na compra da Facepa (Fábrica de Papel da Amazônia S.A), somaram R$ 445 milhões.

Da redação

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Grande empresa do setor químico mundial traz novas tecnologias para as fábricas de celulose no Brasil

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Grande empresa do setor químico mundial traz novas tecnologias para as fábricas de celulose no Brasil

Companhias como International Paper, Suzano Papel e Celulose, Eldorado Brasil, Fibria e Klabin já estão sendo visitadas pelos profissionais

 Os executivos John Muchukot e Jeff Mudge, diretores executivos da ChemStone Inc, empresa americana de especialidades químicas, estão no Brasil para apresentar uma nova tecnologia para as fábricas de celulose. A visita foi organizada pelo diretor Samuel Jacquey da Biogreen Chemicals, representante da empresa aqui no Brasil e começou nesta quarta-feira pela International Paper em Luiz Antonio, interior de São Paulo.

A ChemStone fornece tecnologia exclusiva que pode ser personalizada para atender aos requisitos do cliente. “Na ChemStone, os clientes são nossos parceiros no sucesso. Por isso disponibilizamos uma tecnologia única e já presente em países como Rússia, Escandinávia, Finlândia, Polônia, Estados Unidos, África do Sul, Venezuela, Chile e Nova Zelândia”, disse John Muchukot.

Muchukot ainda comentou que o Departamento de Energia dos EUA recomenda o uso dos aditivos de polpa da ChemStone, porque eles usam tecnologia inovadora que aumenta a eficiência de energia e recursos na indústria de produtos florestais. “Nosso produto auxilia no cozimento e controle de metais, sendo esse preventivo e corretivo”, disse John.

Segundo Jeff Mudge, a empresa está empenhada em fornecer aos clientes produtos e serviços da mais alta qualidade. “Queremos apresentar uma tecnologia exclusiva que fornece soluções para os problemas de polpação mais difíceis do setor de celulose e o Brasil por ser o maior mercado mundial, com grandes fábricas, irá incorporar aos processos de produção de celulose – tecnologias capazes de trazer grandes ganhos e diminuição de custos”, falou.

Confiança na qualidade das soluções

Jeff ainda comentou que a ChemStone acredita tanto na qualidade de suas soluções que eles estão investindo nos testes realizados Brasil, com isso muitas das grandes empresas do setor estão realizando os teste de qualidade sem custos, custos estes bancados pela própria ChemStone, além disso as soluções fornecidas por eles podem ser utilizadas por empresas de pequeno, médio e grande porte.

Durante as visitas que estão sendo realizadas nas empresas International Paper, Suzano, Eldorado, Fibria e Klabin, alguns testes já estão sendo feitos em laboratórios com produtos químicos patenteados e exclusivos usados para aumentar a eficiência na fabricação de polpa de madeira.

Quem é a ChemStone

A ChemStone é uma empresa de especialidades químicas focada no fornecimento de produtos químicos para a indústria de celulose e papel. Já a Biogreen Chemicals foi criada após a unificação de duas grandes empresas: a brasileira Biofloc Química e a francesa Novogreen Chemicals. Com estrutura física no Brasil, a Biogreen Chemicals, com sede em Itaquaquecetuba, SP, foi fundada com objetivo de desenvolver soluções completas na transformação dos processos

 

 

Por: Valter Jossi Wagner

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Suzano e Paper Excellence brigam pela Fibria – qual será a maior do mundo?

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Suzano e Paper Excellence brigam pela Fibria – qual será a maior do mundo?

A Fibria está sendo disputada pela sua principal concorrente, a Suzano, e também pela holandesa Paper Excellence – em uma briga acirrada.

O mercado de celulose, assim como o financeiro, está se perguntando: quem vai vencer a disputa e se tornar a maior empresa de celulose do mundo?

Ao que tudo indica, nada está definido. Mas, há quem diga que a Suzano tem a preferência.

O Valor Econômico afirmou, na última semana, que a Suzano já fechou um financiamento para a compra, no valor de 12 bilhões de dólares.

Agora, o acordo tem que passar pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), que tem 29% das ações ordinárias da Fibria.

O valor fica em 70 reais por ação.

E, de outro lado, a Paper Excellence optou por investir 67 reais por ação somada ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Com essas duas propostas em mãos, analistas do Bradesco sugerem que o valor das duas propostas é o mesmo praticamente.

“Parece que a empresa brasileira está em estágio mais avançado para comprar a Fibria”.

Ah, e é preciso lembrar também que a empresa holandesa já desembolsou 15 bilhões de reais pela compra da Eldorado Celulose.

E você, tem algum palpite?

Com informações do Infomoney

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Suzano fala com governo para investir no Piauí

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Suzano fala com governo para investir no Piauí

A Suzano se posicionou de forma definitiva:

“Temos dezenas de investidores que acreditam na Suzano e aguardam oportunidades para movimentar os investimentos. São cerca de 400 milhões de reais investidos até agora”, avaliou Pablo Gimenez, diretor da Suzano.

“Nosso compromisso era de priorizar a planta do Piauí, mas pela conjuntura e planos precisamos frear os investimentos. Agora, além de cumprir os contratos, estamos abertos em acordos com outros investidores na área de biomassa ou celulose”, avisou Gimenez.

Para o governo, o estado tem potencial em encontrar alternativas para futuros investidores.

“Afinal, são investimentos na casa dos 4 bilhões de reais e que geram mais de 4 mil empregos. O Piauí não pode deixar de abrir oportunidades como parceiro do desenvolvimento”.

Com informações do Governo do Piauí

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Para expandir fábrica, Lwarcel pode ser vendida para Suzano

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Para expandir fábrica, Lwarcel pode ser vendida para Suzano

O grupo Lwart colocou a venda o controle da sua empresa de celulose, a Lwarcel.

E há interessados nos ativos: Suzano, Arauco, uma empresa da Ásia  e outra da Europa.

A Suzano é a favorita e já está em fase de diligência.

Porém, há um plano B, na qual a Suzano poderia desistir para iniciar uma nova fábrica, também na região da Lwarcel, em São Paulo.

O investimento disponível é de 6,5 bilhões de reais e a capacidade, neste caso, seria de 1,5 milhão de toneladas por ano.

A linha entraria em operação até 2022.

Do lado da Lwart, espera-se um sócio para o negócio de celulose para viabilizar a expansão da fábrica em Lenções Paulista (SP).

Em novembro, os controladores concordaram em vender uma fatia majoritária da empresa desde que a família Trecenti fique com ao menos 30% do total da Lwarcel.

Plano de expansão

A Lwarcel quer expandir e precisa de dinheiro para isso.

Ela não descarta a chance de apresentar uma oferta pela empresa toda, mas isso está em segundo plano.

O plano de expansão é antigo e tem a ver com uma nova remodelagem da ordem industrial de 5 bilhões de reais – com capacidade para gerar 250 mil toneladas ao ano, a ideia era subir para a produção de 1 milhão de toneladas.

O novo projeto deveria entrar em operação até 2020.

O que a Lwart diz

O grupo afirma que está em processo de negociações.

“Queremos viabilizar o projeto de expansão no curto prazo e aproveitar a janela de oportunidades no mercado de celulose”, garante Carlos Renato Trecenti, presidente.

A Lwarcel já começou a investir na base florestal para abastecer essa expansão – em torno de 53 m³ por hectare.

A Suzano não comentou o caso.

A Arauco também não.

Fonte: Valor Econômico

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As 10 Maiores Fábricas Integradas de Papel no Brasil

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As 10 Maiores Fábricas Integradas de Papel no Brasil

Nos últimos anos o Brasil se consolidou como o segundo maior produtor produtor mundial de celulose. Novos e importantes projetos foram inaugurados – CMPC Guaíba, Suzano Imperatriz, Klabin Puma e Fibria Horizonte 2, acrescentando uma quantia expressiva de celulose no mercado internacional. Os temores de que um aumento da oferta derrubaria os preços não se confirmaram, sinalizando ainda mais investimentos no futuro próximo.

Apesar desta vocação como produtor de celulose, o Brasil é também um player importante no mercado de papel, posicionado como um dos 10 maiores do mundo.

Fábricas integradas são unidades fabris que produzem celulose e papel na mesma planta. Os Brasil possui aproximadamente 20 plantas deste tipo. Abaixo a lista com as 10 maiores.

1. Klabin Monte Alegre

Fábrica localizada na cidade de Telêmaco Borba, PR. Inaugurada em 1946, é a maior produtora de papéis de fibra virgem para embalagens da América Latina e uma das dez maiores produtoras de papel cartão de fibra virgem do mundo. A quarta maior do mundo em produção de papel cartão para líquidos (LPB) e a única no Brasil a oferecer esse produto. Produz kraftliner e papel cartão para embalagens e comercializa toras de eucalipto e pinus. Capacidade de produção de mais de 1 milhão de toneladas de papéis por ano.

2. Suzano, unidade Suzano

Fábrica adquirida em 1956 por Leon Feffer da Indústria de Papel Euclides Damiani. Nesta unidade foi instalada uma planta piloto para a produção de celulose de eucalipto. Atualmente tem capacidade de produção de 600.000 ton/ano de celulose e 560.000 ton/ano de papéis de imprimir e escrever, couché e cartão.

3. Westrock 3 Barras

Fábrica localizada na cidade de 3 Barras, SC. Fabrica papel kraft para embalagens. Capacidade de produção de 350.000 ton/ano de celulose e 500.000 ton/ano de papel.

4. International Paper, unidade Mogi Guaçu

A planta está localizada em Mogi Guaçu, SP. Inaugurada na década de 60, foi a primeira fábrica de papel para imprimir e escrever adquirida pela IP no Brasil. Tem capacidade de produção de celulose de 400 mil ton/ano e capacidade de produção de papel não revestido de 435 mil ton/ano. Possui 4 máquinas de papel.

5. International Paper, unidade Luiz antônio

Localizada na cidade de Luiz Antônio, SP, a unidade foi incorporada à IP em 2007. Teme capacidade de produção de celulose de 410 mil ton/ano e produção de papel não revestido de 360 mil ton/ano. Possui 2 máquinas de papel.

6. Suzano, unidade Limeira

A planta foi adquirida pela Suzano da extinta Ripasa. Está localizada em Limeira, SP. Tem capacidade de produção de celulose de 400.000 ton/ano, e também produz papéis de imprimir e escrever, com capacidade de 390.000 ton/ano.

7. Klabin Otacílio Costa

Localizada na cidade de Otacílio Costa, SC. Foi adquirida pela pela Klabin em outubro de 2000. É a maior fábrica de papel kraftliner da América do Sul e segunda maior unidade da Klabin. Produz papéis para embalagens, com capacidade de 350 mil toneladas/ano. Também comercializa toras de pinus e eucalipto.

8. Suzano, unidade Mucuri

Inaugurada em 1992 na cidade de Mucuri, BA, a fábrica tem capacidade de produção de 1.800.000 ton/ano de celulose e 250.000 ton/ano de papel de imprimir e escrever. Recentemente inaugurou uma máquina de produção de papel tissue, com capacidade de 60.000 ton/ano. No ano de 2018, a Suzano espera lançar sua marca própria deste produto no mercado.

9. Klabin Correia Pinto

A unidade de Correia Pinto está localizada na cidade catarinense de mesmo nome. Foi inaugurada em junho de 1969. É a maior fábrica de papel para sacos industriais (sackraft) da América Latina. Em 2012, recebeu uma nova máquina de papel,com capacidade de 80 mil toneladas/ano.

10. Trombini Fraiburgo

Planta localizada na cidade catarinense de Fraiburgo, produz papéis para sacos industriais e kraftliner. Tem capacidade de produção de celulose de 100.000 ton/ano, e 180.000 ton/ano de papel.

Referências

  • Sites: Suzano, Klabin, International Paper
  • Iba.org
  • Imagens da Internet

Autor: Luciano Oliveira /  Sales and Application Manager – Linkedin

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Forte resultado operacional sustenta plano de expansão da Suzano Papel e Celulose

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Forte resultado operacional sustenta plano de expansão da Suzano Papel e Celulose

A Suzano Papel e Celulose divulga hoje os resultados referentes ao segundo trimestre de 2017

Com números que reforçam o foco da companhia na Competitividade Estrutural e sustentam a estratégia de ingressar nos Negócios Adjacentes, com a produção de tissue a partir do segundo semestre deste ano. Empresa de capital aberto com o custo mais competitivo da indústria brasileira pelo terceiro trimestre consecutivo, a Suzano concluirá até o final do ano a construção de duas fábricas de papel tissue e o desgargalamento da fábrica de celulose de Imperatriz (MA).

A manutenção dos investimentos em um período de incertezas econômicas foi possível graças ao êxito do planejamento em curso nos últimos anos. O custo caixa de produção de celulose por tonelada, que havia alcançado R$ 642 em média em 2015, mantém trajetória de queda desde então e atingiu R$ 576 no primeiro semestre deste ano. Na comparação entre segundos trimestres, o custo caixa de R$ 568/tonelada no período de abril a junho representa queda de 10,7% sobre o mesmo período do ano passado.

Outro destaque de 2017 é o custo dos produtos vendidos (CPV), que ficou em R$ 3,1 bilhões no primeiro semestre, retração de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Considerando o CPV por tonelada produzida, o indicador encolheu 5,3%, contra uma inflação de 3% no intervalo.

Além do controle das despesas, a Suzano tem mantido um nível de alavancagem saudável mesmo diante da forte volatilidade cambial. Com isso, a relação entre dívida líquida e Ebitda terminou o primeiro semestre em 2,7x, contra 2,8x do final de março.

A manutenção do endividamento em um patamar favorável e o rígido controle das despesas, com destaque especial ao custo caixa de produção de celulose, representam algumas das prioridades estabelecidas pela diretoria da Suzano e entregues de forma recorrente ao longo dos últimos trimestres.

“A consistência dos nossos resultados é consequência da estratégia que norteia o dia a dia de todos os colaboradores da Suzano. A busca por ganho de competitividade e o foco em novas avenidas de crescimento, representadas pelos Negócios Adjacentes, são permanentes”, ressalta o presidente da Suzano, Walter Schalka. “Acreditamos que esse modelo seja um importante alicerce para o futuro da companhia”, completa.

Na última segunda-feira, a Suzano anunciou a intenção de ingressar no Novo Mercado da B3, o mais alto nível de governança da Bolsa brasileira. A decisão foi aprovada em Reunião do Conselho de Administração e está sujeita ao cumprimento prévio do acordo de acionistas da companhia. Uma vez concluída, a operação representará a migração de todas as ações preferenciais para ações ordinárias, na proporção de 1 para 1, e direito de voto a todos os acionistas, que também contarão com tag along de 100%.

Investimentos

A busca por operações cada vez mais eficientes é fundamental para a continuidade dos investimentos, que somaram R$ 752,3 milhões no primeiro semestre. Até o final do ano, este valor deve alcançar R$ 1,8 bilhão, impulsionado pela construção das duas novas linhas de produção de tissue nas fábricas no Nordeste.

A fábrica de papéis sanitários (tissue) da Unidade Mucuri (BA) começará a produzir em setembro, inicialmente a partir da oferta de bobina de papel. Já a produção de tissue em Imperatriz (MA) deve ter início em novembro. Na sequência, cada unidade terá sua própria linha de produtos acabados. Os projetos seguem o cronograma e o orçamento previstos inicialmente e têm como foco atender o crescente mercado de tissue nas regiões Norte e Nordeste.

Outro grande projeto com conclusão prevista para setembro é o desgargalamento da fábrica de Imperatriz. O projeto ampliará a capacidade de produção de celulose de 1,5 milhão para 1,65 milhão de toneladas anuais.

Também em 2017, a Suzano investiu na instalação de uma nova linha de cut size e de um cristalizador, além de ter dado início em julho às operações de uma nova Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) na Unidade Mucuri.

Os investimentos no cristalizador e na ETE são importantes não somente em função de questões econômicas, mas também do ponto de vista ambiental. O cristalizador permitirá a redução do consumo de químicos. Além disso, a taxa de remoção de cloretos e potássio na linha de produção da unidade deverá ser ampliada de 70% para 95%.

Já a nova ETE tem capacidade para tratar 2.900 m³/h dos efluentes líquidos gerados na fábrica, o que garantirá melhoria adicional à qualidade da água devolvida ao Rio Mucuri. Ao mesmo tempo, o projeto aumentará a capacidade da Unidade Mucuri de suportar períodos de estiagem mais severos, dado que a necessidade de captação de água será reduzida.

Resultado

A Suzano Papel e Celulose reportou Ebitda ajustado de R$ 1,157 bilhão no segundo trimestre de 2017, alta de 19,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a geração de caixa operacional totalizou R$ 910,2 milhões, expansão de 25,8% em igual base comparativa.

O ROIC consolidado no período de 12 meses até o segundo trimestre alcançou 11,3%. O resultado líquido foi positivo em R$ 199 milhões no segundo trimestre, impulsionado pela demanda robusta por celulose e pela disciplina de custos, fatores que mais do que compensaram o impacto (sem efeito caixa) provocado pela desvalorização do real frente ao dólar na linha financeira.

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Suzano Papel e Celulose recebe equipamento para fábrica de tissue no Maranhão

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Suzano Papel e Celulose recebe equipamento para fábrica de tissue no Maranhão

Início de operação da unidade está prevista para o quarto trimestre deste ano.

A Suzano Papel e Celulose, segunda maior produtora de celulose de eucalipto do mundo, recebeu na sexta-feira (14) o Yankee, um dos principais equipamentos para sua nova fábrica de papéis para fins sanitários, na cidade de Imperatriz – MA.
 
O Yankee é um equipamento utilizado principalmente para remover o excesso de umidade da polpa quando está para ser convertida em papel, tem cinco metros de diâmetro e pesa mais de 100 toneladas.
 
A chegada do Yankee é mais uma etapa do projeto de construção da fábrica de papéis sanitários, que tem seu início de produção previsto para o quarto trimestre deste ano.
 
Esta será a primeira fábrica do estado do Maranhão voltada à fabricação do papel utilizado na confecção de papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, entre outros itens.
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Suzano e TNC firmam parceria para recuperação de nascentes do rio Mucuri

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Suzano e TNC firmam parceria para recuperação de nascentes do rio Mucuri

08/12/2016 – A Suzano Papel e Celulose e a The Nature Conservancy (TNC), maior organização ambiental do mundo, anunciam a ampliação de sua parceria a partir de medidas voltadas à recuperação das nascentes do Rio Mucuri. Por meio do “Projeto Nascentes do Rio Mucuri”, formalizado no final de outubro, a Suzano e a TNC têm como objetivo promover a perpetuidade do rio, além de estimular iniciativas voltadas à proteção de nascentes.

Na primeira etapa do trabalho, que terá início ainda no final deste ano, será elaborado um diagnóstico da situação da cadeia de restauração que resultará em um plano que sinalize quais ações serão necessárias para promover a restauração da vegetação no entorno das nascentes do Rio Mucuri. Serão analisadas nesta etapa a situação de degradação ambiental nas margens dos rios e das nascentes do Rio Mucuri, além de questões consideradas estruturais para a recomposição das florestas, tais como disponibilidade de mudas e de mão de obra, por exemplo.

3 suzano celulose tissueA partir do primeiro semestre do ano que vem, medidas como a recomposição da mata nativa nesses locais devem ser colocadas em prática, sempre tendo como objetivo a busca por resultados efetivos no médio e longo prazos. Tais iniciativas farão parte do Plano Estratégico de Restauração Florestal (PERF), a ser elaborado pela TNC.

“Nosso objetivo com este projeto é, além de contribuir para a perpetuidade do Rio Mucuri, criar um ambiente que estimule a cultura de preservação de nascentes no País”, explica Alexandre Di Ciero, gerente executivo de Sustentabilidade da Suzano Papel e Celulose. “Iremos além da simples execução do projeto. Nossa percepção é de que este projeto pode criar um ambiente que propicie essa cultura de recuperação de nascentes e, com isso, podemos envolver a participação de outros atores nessa iniciativa”, complementa Di Ciero.

Para garantir que o projeto se configure como um legado socioambiental, a Suzano Papel e Celulose e a TNC buscarão parcerias de outras empresas, administrações públicas e ONGs com atuação na área ambiental. Juntas, TNC e Suzano querem mapear os passivos de restauração florestal, os atores que já atuam na região e a infraestrutura existente para garantir às florestas o importante papel de ajudar a preservar as nascentes dos rios.

A escolha do local para o início do trabalho, segundo a TNC, é explicada pelas características de onde está localizada a Bacia do Rio Mucuri. A região conta com remanescentes de Mata Atlântica, um dos biomas mais biodiversos do planeta, e que ocupa atualmente apenas 12% da sua área original no Brasil.

Para a Suzano, os objetivos ultrapassam as suas fronteiras. Além de o Rio Mucuri ser importante para o abastecimento de sua unidade industrial localizada no município de Mucuri, na Bahia, ao longo dele vivem diversas comunidades da região, muitas delas dependentes das águas para geração de renda, como pescadores, agricultores e comunidades ribeirinhas.

“O principal destaque desta parceria é a visão estratégia de identificar a importância de preservar uma bacia, e não apenas áreas próximas às operações. É fundamental que as empresas olhem para além de seus ‘muros’ e possam criar também um ambiente de mobilização e inclusão social”, afirma Rubens Benini, gerente de Restauração da TNC. “A ideia da TNC é que as experiências bem-sucedidas possam ser replicadas em outras regiões, inclusive na Bacia do Rio Doce”, complementa.

A Suzano Papel e Celulose é referência no trabalho de preservação de áreas nativas. Segunda maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e maior fabricante de papéis da América Latina, a companhia mantém 480 mil hectares de áreas de preservação, entre elas o Parque das Neblinas, reserva que, além da biodiversidade da Mata Atlântica, protege 400 nascentes.

A companhia também é mantenedora do Instituto Ecofuturo, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) cujo objetivo é contribuir para a expansão da consciência socioambiental. Além disso, a partir de suas florestas, a Suzano Papel e Celulose contribui para a remoção de 18 milhões de toneladas de gás carbônico (CO2) da atmosfera.

Já a TNC, sediada nos Estados Unidos, atua em mais de 35 países, incluindo quase toda a América Latina. A organização ambiental tem como objetivo a conservação do meio ambiente, em um movimento no qual o desenvolvimento e a produção ocorrem lado a lado com a conservação ambiental. A TNC já protege mundialmente cerca de 55 milhões de hectares, além de milhares de quilômetros de rios e de áreas marinhas.

Parceria de longo prazo

A parceria entre Suzano e TNC teve início em 2008, quando a fabricante de papel e celulose estruturou um plano de ação de gestão da biodiversidade em áreas de floresta nativa nas propriedades florestais da própria empresa. O trabalho conjunto também é representado pelo programa Plante Um Bilhão de Árvores (Plant a Billion Trees), o qual consiste em um conjunto de ações para restauração florestal no Brasil, na China e nos Estados Unidos.

Somente no Brasil, o programa já ajudou a recuperar mais de 11 mil hectares, o que equivale a mais de 29 milhões de árvores nativas. O foco da TNC no Brasil é restaurar áreas para a conservação nos distintos biomas brasileiros, em áreas prioritárias para aumentar segurança hídrica e alimentar.

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Suzano Papel e Celulose capta recursos na ordem de R$ 1 bilhão

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Suzano Papel e Celulose capta recursos na ordem de R$ 1 bilhão

05/12/2016 – A Suzano Papel e Celulose concluiu na última sexta-feira, 25, captação de recursos por meio da primeira emissão de títulos verdes do mercado nacional. A operação envolveu Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) emitidos pela Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S.A., no montante de R$ 1 bilhão, e foi lastreada em Nota de Crédito à Exportação (NCE) emitida pela Suzano Papel e Celulose.

Com vencimento em oito anos, e opção de repactuação no quarto ano, a operação estabelece o pagamento de juros semestrais a uma taxa de 96% do CDI, patamar inferior ao de operações similares lastreadas por títulos da Suzano. A operação foi coordenada pelo Banco Safra e pelo Itaú BBA.

Na mesma linha dos demais títulos verdes negociados em todo o mundo, esta operação tem como objetivo aplicar os recursos captados em projetos que tenham atributos positivos do ponto de vista ambiental, estimulando o desenvolvimento sustentável. A aplicação dos recursos captados será monitorada por uma auditoria independente especializada, que acompanhará o enquadramento das iniciativas nas condições de projeto verde. A companhia tem uma base florestal de aproximadamente 1,2 milhão de hectares, dos quais 527 mil hectares de área plantada e 489 mil hectares de áreas de preservação.

3 suzano celulose tissue

“Reforçamos, com essa emissão, nossa disciplina financeira e nossa estratégia de buscar fontes mais competitivas de financiamento por meio de inovações que possam resultar em condições diferenciadas”, afirma Marcelo Bacci, diretor executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Suzano Papel e Celulose. “Esta nova operação reforça também o compromisso da Suzano com a Sustentabilidade, um dos pilares do nosso negócio, e o alinhamento da empresa com os interesses do mercado em relação à crescente busca dos investidores por títulos verdes”, complementa o executivo.

Antes de promover a emissão de títulos verdes no mercado nacional, a Suzano Papel e Celulose já havia sido pioneira na América Latina na emissão de green bonds em dólares. A operação ocorreu em julho deste ano e resultou na captação de US$ 500 milhões.

“Nós, da Suzano, nos orgulhamos de participar da construção do mercado de títulos verdes no Brasil e consideramos esta operação mais um passo dado pelo mercado financeiro nacional em direção às melhores práticas já existentes no mercado internacional. Esperamos que outras empresas brasileiras sigam este movimento”, ressalta Bacci.

A emissão do primeiro título verde do Brasil acontece somente um mês após a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) terem lançado um Guia para Emissão de Títulos Verdes no Brasil. Os primeiros títulos verdes do mundo foram emitidos pelo Banco Europeu de Investimento, em 2007.

CeluloseOnline

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